Instituto Bazzar

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Contamos a história da gastronomia de um território, valorizamos ingredientes sustentáveis e promovemos a conexão entre produtores e restaurantes responsáveis da região, com o propósito de alavancar o turismo local.

22/09/2026

Vai um filé com fritas?

No Lilia Restaurante o prato vai longe quando  se tira de dentro do osso um “segredo” chamado tutano, comumente descartado por restaurantes que pedem cortes mais comerciais e desconhecem onde o sabor se esconde.

De textura amanteigada e cheio de sabor, nas mãos do chef Yan Ramos (Yan Ramos) vira emulsão para elevar a receita que joga com crocâncias e cremosidades no sobrado histórico do Centro.

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How about some steak and fries?

At Lilia Restaurante, this classic goes much further, as a “secret” called bone marrow is drawn from the bone — an ingredient often discarded by restaurants that order more conventional cuts and fail to see where the flavor is hiding.

Buttery in texture and packed with flavor, in chef Yan Ramos’s (Yan Ramos) hands it becomes an emulsion that elevates a dish built on contrasts between crisp and creamy textures, served in a historic townhouse in downtown Rio.

19/09/2026

“Garçom, que vinhos a casa tem além daqueles de uva?” A pergunta procede, e que bom seria poder fazê-la nos restaurantes e desfrutar da bebida feita com a nossa jabuticaba, que veste de roxo os troncos na chegada da primavera. Pois os chamados vinhos de fruta eram objetos de desejo dos consumidores em todas as estações, no Rio de Janeiro do século XIX.

Frutas nativas como o caju e a jabuticaba eram apreciadas nas altas rodas, e a bebida feita com a doce, pequenina e redonda faz parte da história de Varre-Sai. Na cidade do Alto Noroeste do Rio de Janeiro, famílias se dedicam à produção do vinho há mais de 100 anos, desde que imigrantes italianos vindos para as lavouras de café, na ausência de uvas, passaram a fermentar as frutinhas de casca firme.

Torcemos para o retorno da tradição às mesas cariocas, com um produto que representa tão bem a nossa identidade.

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“Waiter, what wines do you have besides the grape ones?” The question is a fair one — and how wonderful it would be to ask it at restaurants and enjoy a drink made from our jabuticaba, which paints the trunks purple when spring arrives. For the so-called fruit wines were objects of consumer desire in every season in 19th-century Rio de Janeiro.

Native fruits like caju and jabuticaba were savored in high society, and the drink made from the sweet, tiny, round fruit is part of Varre-Sai’s history. In the town located in Rio de Janeiro’s Upper Northwest region, families have been dedicated to wine production for over 100 years — ever since Italian immigrants who came for the coffee plantations, in the absence of grapes, began fermenting these firm-skinned little fruits.

We root for the return of this tradition to Rio’s tables, with a product that so well represents our identity.

“Saliva doce, doce mel, mel de uruçu.” Tenta gente ouve e canta o clássico de Alceu Valença sem conhecer os poderes do i...
16/09/2026

“Saliva doce, doce mel, mel de uruçu.” Tenta gente ouve e canta o clássico de Alceu Valença sem conhecer os poderes do ingrediente que virou poesia: o néctar de uma das muitas abelhas brasileiras sem ferrão, ingrediente de aromas complexos capaz de abrir novas portas de sabor nas mãos dos bons cozinheiros.

Na sensibilidade da chef Lydia Gonzalez (Lydia Gonzalez 🌿), o prato onde ele aparece lembra um recanto de floresta, como a horta orgânica que é uma extensão natural do salão no Angá Ateliê Culinário.

Abrindo o menu de inverno, o conjunto traz a broa de milho crioulo feita com o vegetal cultivado no Estado do Rio, e o repolho na brasa sobre iogurte, manteiga queimada e noz pecã. O mel de uruçu-amarela finaliza com suas nuances florais e frutadas, de acidez destacada.

Uma das descobertas que fazem do almoço na casa de Petrópolis um evento difícil de esquecer.

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“Sweet saliva, sweet honey, uruçu honey.” So many people sing this classic by Brazilian composer Alceu Valença without knowing the remarkable qualities of the ingredient that inspired such poetry: honey produced by a native Brazilian stingless bee. With its complex aromas, it can open up entirely new dimensions of flavor in the hands of accomplished cooks.

Guided by chef Lydia Gonzalez’s (Lydia Gonzalez 🌿) sensitivity, the dish in which it appears evokes a secluded corner of the forest—much like the organic garden that forms a natural extension of the dining room at Angá Ateliê Culinário.

Served as the opening course of the winter menu, the composition brings together broa made with heirloom corn grown in the state of Rio de Janeiro and ember-grilled cabbage over yogurt, brown butter and pecans. A drizzle of yellow uruçu honey completes the dish with its distinctly bright acidity and nuanced floral and fruity notes.

One of those discoveries that make lunch at this Petrópolis restaurant so difficult to forget.

10/09/2026

O amor e os aromas estão no ar.

Quando a bebida desce à xícara, vem a descoberta: o Rio de Janeiro, que tanto encanta os turistas pelas paisagens, seduz também pela excelência do seu café especial.

A bebida que nasce dos frutos colhidos à mão nas lavouras de agricultura familiar, cercadas pela Mata Atlântica no Alto Noroeste do estado, chega aos restaurantes e cafeterias para surpreender clientes de diferentes partes do mundo que valorizam ingredientes de alta qualidade e com identidade local.

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Love and enticing aromas are in the air.

As the brew pours into the cup, a delightful discovery unfolds: Rio de Janeiro, which captivates tourists with its breathtaking landscapes, also seduces them with the excellence of its specialty coffee.

Born from hand-picked cherries grown on family farms surrounded by the Atlantic Forest in the state’s Alto Noroeste region, this coffee makes its way to restaurants and cafés, delighting customers from around the world who value high-quality ingredients with a strong local identity.

01/09/2026

No Ocyá (OCYÁ), o “peixe do dia” não é discurso.
Trabalhar com produtos sempre frescos envolve muita criatividade e parceria com os pescadores, como explica Gerônimo Athuel (geronimoathuel).

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At Ocyá (OCYÁ), the “catch of the day” isn’t just talk.

Working with always-fresh ingredients requires plenty of creativity and a strong partnership with the fishermen, as Gerônimo Athuel (geronimoathuel) explains.

28/08/2026

Um jantar com estranhos à mesa, menu fixo, hora marcada e reserva. Nada mais contemporâneo, diria o leitor. Mas há um detalhe histórico saboroso: a cena descrita acontecia no Rio de Janeiro do início do séc XIX.
 
Corria o ano de 1809 e o primeiro anúncio de um restaurante no jornal avisava que o “mestre cozinheiro” José Narciso oferecia, em casa de pasto do Catete, o agendamento para refeição em “mesa redonda” - nome de batismo das  mesas comunitárias.
 
Os estabelecimentos também promoviam jantares por “subscrição”, com vagas diárias para jantar, mediante pagamento semanal. Em 1820,  a casa de pasto Cruz de Malta divulgava seu cardápio: “uma sopa, um cozido, três pratos de diferentes qualidades, um de pastéis ou doce, sobremesa e meia garrafa de vinho”. Um detalhe: via de regra, nas casas de pasto havia quartos para dormir. E a gente logo lembra que o Lasai (LASAI Restaurante), seu balcão comunitário e a equipe de “mestres cozinheiros” está de mudança para um hotel de luxo em frente ao mar de Ipanema.
 
Mudam os tempos, mas costumes se perpetuam nos caprichos da restauração.

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A dinner with strangers at the table, a set menu, a scheduled time, and a reservation required. Nothing could be more contemporary, one might say. But there is a delicious historical detail: the scene described took place in Rio de Janeiro in the early nineteenth century.

The year was 1809, and the first newspaper advertisement for a restaurant announced that “master cook” José Narciso was offering reservations for meals at the Catete eating house at a “round table”—the original name for communal tables.

These establishments also offered dinners by “subscription,” with daily dinner slots available upon weekly payment. In 1820, the Cruz de Malta eating house advertised its menu: “a soup, a stew, three dishes of different kinds, one of pastries or sweets, dessert, and half a bottle of wine.” One detail: as a rule, eating houses also had rooms for sleeping. And it is hard not to think of Lasai, its communal counter, and its team of “master cooks,” which is moving to a luxury hotel overlooking the sea in Ipanema

24/08/2026

Fazer mais das aparas de peixe ou fazer das carcaças um belo caldo não é “remendo”. É fazer do menos, mais.

Como explica MONIQUE GABIATTI no Polvo Marisquería.

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Getting more out of fish trimmings or turning carcasses into a beautiful stock isn’t a “makeshift fix.” It’s about making more from less.

As MONIQUE GABIATTI explains at Polvo Marisquería.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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