Germelshausen

Germelshausen

Compartilhar

Grupo de Estudos Germelshausen, filiado à Confraternitatis Rosæ Crucis, CR+C.

24/04/2026

A ROSA CRUZ
A rosa cruz é uma síntese da escala masculina, positiva ou arco-íris de atribuições de cores, também chamada de "Escala do Rei". As quatro extremidades da cruz pertencem aos quatro elementos, respectivamente. A porção branca pertence ao Espírito Santo e aos planetas. As vinte e duas pétalas da rosa referem-se aos vinte e dois caminhos. É a cruz em Tiphareth, o receptáculo e o centro. Sobre a porção branca do símbolo, abaixo da rosa, está colocado o hexagrama, com os planetas na ordem que é a chave do Ritual Supremo do Hexagrama.

Ao redor dos pentagramas, que são colocados um sobre cada braço colorido do elemento, são desenhados os símbolos do espírito e dos quatro elementos, na ordem que é a chave do Ritual Supremo do Pentagrama. Em cada uma das extremidades floridas da cruz estão dispostos os três princípios alquímicos, mas em uma ordem diferente para cada elemento, mostrando sua função em cada um deles.

O braço superior da cruz, atribuído ao ar, é da cor amarela de Tiphareth. Nele, a natureza mercurial, fluida e filosófica é predominante e não há impedimento à sua mobilidade, daí a natureza sempre em movimento do ar. Seu lado sulfúrico deriva da parte do fogo, de onde vêm suas qualidades luminosas e elétricas. Seu lado salino provém da água, de onde resultam as nuvens e a chuva da ação das forças solares.

O braço inferior da cruz, atribuído à terra, é das quatro cores de Malkuth, sendo a terra de natureza de recipiente e receptora das outras influências. O citrino corresponde à sua parte aérea, o verde-oliva à aquosa, o castanho-avermelhado ao fogo e o preto à parte mais baixa, a terra. Aqui também a parte mercurial é predominante, mas limitada pela natureza composta, de modo que sua faculdade se torna germinativa em vez de móvel, enquanto o enxofre e o sal provêm, respectivamente, dos lados da água e do fogo, que quase neutralizam sua operação natural e conferem à terra a fixidez e a imobilidade. A extremidade atribuída ao fogo é da cor escarlate de Geburah, e nela a natureza sulfúrica é predominante, daí seus poderes de calor e combustão. O sal provém da terra, daí a necessidade de um alimento substancial constante sobre o qual agir, e o mercúrio provém do ar, daí o movimento vibrante e luminoso da chama, especialmente quando influenciada pelo vento.

A extremidade atribuída à água é da cor azul de Chesed, e nela o aspecto salino é predominante, como exemplificado na água salgada do oceano, para a qual todas as águas convergem, e daí também deriva a natureza de sempre preservar a linha horizontal. A parte mercurial provém da terra, daí o peso e a força de seu fluxo e refluxo. Sua parte sulfúrica provém do ar, daí o efeito das ondas e tempestades. Assim, a disposição desses três princípios constitui a chave de sua operação alquímica nos elementos.

—— Obrigado pela leitura

Fonte:

S. L. MacGregor Mathers, Talismãs e Evocações da Aurora Dourada.

Photos from Germelshausen's post 23/04/2026

“Der Rosenkreuzer in seiner Blöße” ("O Rosacruz em Sua Nudez") é essencial para quem estuda a linhagem histórica do Rosacrucianismo. Ele marca o momento em que o “Ocultismo de Gabinete” e as disputas de poder entre a nobreza alemã vieram a público, forçando o esoterismo europeu a se transformar.

O Barão Hans Heinrich von Ecker und Eckhoffen (Magister Pianco) (1750–1790) é uma das figuras mais intrigantes e controversas do esoterismo alemão do século XVIII. Ele foi um “aventureiro espiritual” clássico, cujo legado é marcado por fundações de ordens, expulsões dramáticas e a publicação de segredos que moldaram o ocultismo ocidental.

Photos from Germelshausen's post 16/04/2026

O VIDENTE ROSACRUZ

"The Rosicrucian Seer: Magical Writings of Frederick Hockley", editado pelo historiador maçônico John Hamill.

Esta obra é fundamental para quem deseja entender as raízes do renascimento ocultista britânico no século XIX e, consequentemente, a base sobre a qual a Golden Dawn foi construída.
Aqui está a apresentação estruturada do livro:

O Vidente Rosacruz
Escritos Mágicos de Frederick Hockley
Editor: John Hamill
Introdução Histórica: R.A. Gilbert e John Hamill

Para entender o livro, é preciso entender a importância de Frederick Hockley (1809–1885). Ele não foi um líder de grandes ordens públicas, mas sim um dos mais importantes arquivistas e copistas de textos ocultistas de sua época. Dedicou a vida a colecionar, transcrever e testar manuscritos de magia antiga, alquimia e cristalomancia (leitura de cristais). Sem o trabalho de preservação de Hockley, muitos dos rituais e conhecimentos que chegaram aos fundadores da Golden Dawn (como Westcott e Woodman) poderiam ter sido perdidos.

O livro editado por John Hamill não é um romance, mas uma antologia documental que reúne: cartas trocadas por Hockley que revelam o estado do ocultismo na era vitoriana; diários Experimentais - registros de suas sessões de cristalomancia e invocação de entidades através de médiuns (videntes); escritos sobre a natureza da alma, a comunicação com o invisível e a prática da magia cerimonial.

O resumo da obra destaca os principais interesses de Hockley:

- Cristalomancia (Scrying): O livro detalha a técnica de Hockley para contatar "espíritos" e obter conhecimento através de espelhos e esferas de cristal. Ele via isso como uma ciência espiritual rigorosa.
- A Conexão Rosacruz: Hockley era membro da Societas Rosicruciana in Anglia (SRIA). Hamill explora como a visão de Hockley sobre o Rosacrucianismo era focada no estudo intelectual e na prática metafísica aplicada.
- A Ética do Mago: Diferente de figuras posteriores mais polêmicas, os escritos de Hockley mostram um homem profundamente religioso e ético, que via a magia como uma extensão da busca cristã pela verdade.

Um dos pontos mais interessantes da edição de Hamill é a comprovação da influência de Hockley sobre os fundadores da Golden Dawn:
- O livro sugere que Hockley conhecia (ou até possuía) partes do conhecimento que mais tarde formariam os Manuscritos Cifrados.
- Ele é o elo que une a magia tradicional do século XVIII (como a de Francis Barrett) ao sistema estruturado do século XIX.

Como editor, John Hamill traz o rigor do historiador maçônico. Ele não "vende" a magia como uma verdade absoluta, mas apresenta os documentos para que o leitor entenda o contexto histórico e social da época. A introdução de Hamill e R.A. Gilbert é considerada por muitos acadêmicos como uma das melhores introduções à história do ocultismo britânico.

"The Rosicrucian Seer" é uma leitura essencial para o historiador ou estudante sério que deseja sair dos mitos e lendas sobre as ordens secretas e ver a prática real e os documentos de quem viveu o período. É um livro que mostra a "oficina" de um místico vitoriano.

Photos from Germelshausen's post 13/04/2026



A artista visionária, autora e taróloga Ithell Colquhoun faleceu nesta data, 11 de abril de 1988.

Em 1977, Colquhoun criou um baralho de tarô altamente original e não representacional (que ela chamou de "taro"), apresentando manchas de cor semelhantes a fosfenos no lugar de figuras. Embora abstrato, Colquhoun fundamenta as imagens em uma estrutura altamente organizada de correspondências esotéricas da Ordem Hermética da Aurora Dourada, e a obra só foi publicada recentemente.

Colquhoun era uma estudiosa séria do esoterismo e escreveu diversas obras sobre temas ocultistas, incluindo a biografia histórica da Ordem Hermética da Aurora Dourada, A Espada da Sabedoria (1975).

Ela passou um tempo considerável na Cornualha, na mesma época em que Pamela Colman Smith vivia seus últimos anos lá, a poucas horas de distância, em Bude. Pelo que pude apurar, não há provas de que as duas tenham se encontrado, embora se imagine que Colquhoun teria adorado essa conversa e talvez até a tivesse procurado. É evidente que Colquhoun conheceu Crowley, embora a relação entre eles pareça breve.

Ithell conviveu com muitos dos grandes artistas e surrealistas de sua época (temos a impressão de que todos os caminhos levam a Breton). Breton acabou por expulsá-la de seu círculo devido às suas ligações com grupos ocultistas. Ela chegou a expor sua arte ao lado de Roland Penrose, tio do ganhador do Prêmio Nobel Roger Penrose.

Na última década, a obra de Colquhoun tem recebido uma importante reavaliação pública, bem merecida. F**a cada vez mais claro que muitas das artistas mulheres associadas ao Surrealismo (por exemplo, Carrington, Varo, Tanning) merecem um reconhecimento mais amplo e finalmente o estão recebendo.

10/11/2025
10/11/2025

Tiveram que abrir o robô em público porque achavam que havia alguém por dentro.

01/11/2025

"Wisdom of the Mystic Masters" em Português disponível para download.

"Este livro contém os segredos mais impressionantes já conhecidos pelo homem - pronto para ser usado por você para obter as riquezas, influência e alegria que você sempre desejou! Ao usar o incrível poder desses segredos - zelosamente guardados pelas pessoas mais ricas e influentes da história - você descobrirá rapidamente como liberar uma enxurrada de riquezas em sua vida... como ganhar influência e controle sobre os outros. ... traga um novo romance para o seu casamento ou vida social... ganhe o respeito instantâneo de todos que encontrar... supere qualquer ameaça que enfrente você agora!

Aqui está o dos Mestres Místicos imediatamente pronto para ajudá-lo ao auge do dinheiro, fama e poder!"

Sabedoria dos Mestres Místicos

https://www.facebook.com/share/p/16Fmv54YCW/

28/10/2025

"Técnica de escriação" é a forma aportuguesada do termo em inglês scrying ou skrying, que se refere a uma prática adivinhatória. Essa técnica envolve a fixação do olhar em um objeto, superfície ou área específica, como uma bola de cristal, espelho, água, chama de vela ou até mesmo a fumaça, na esperança de obter visões ou mensagens do plano espiritual.

O que é a escriação

👉 Significado: Derivado do verbo inglês to descry (avistar, perceber), o scrying consiste em um método de divinação (previsão do futuro) ou clarividência (a capacidade de obter informações intuitivas).

👉 Sinônimos: Em inglês, também é conhecido popularmente como seeing ou peeping.
Princípio: A prática visa colocar a mente em um estado alterado ou meditativo, permitindo que a percepção do indivíduo capte informações simbólicas, visões ou insights que não são acessíveis pela consciência comum.

Como a técnica é praticada

A técnica varia de acordo com o instrumento utilizado, mas os passos básicos incluem:

👉 Escolha do objeto: Selecionar um objeto reflexivo, translúcido ou opaco para ser o foco, como uma bola de cristal, espelho negro, bacia de água, fogo ou nuvens de fumaça.

👉 Preparação: Criar um ambiente propício para a meditação e o relaxamento. Isso pode envolver pouca luz, silêncio ou a queima de incensos.

👉 Foco: Fixar o olhar no objeto, mas de forma suave, sem tensão. É preciso permitir que a visão fique um pouco desfocada. O objetivo não é ver a imagem refletida, mas sim permitir que a mente se abra para outras percepções.

👉 Estado mental: A mente deve entrar em um estado meditativo e receptivo. Pensamentos e distrações devem ser deixados de lado para que as "imagens" ou "mensagens" surjam.

👉 Interpretação: As visões e mensagens podem não ser literais. Elas muitas vezes aparecem como símbolos ou metáforas, que precisam ser interpretadas de acordo com o contexto pessoal do praticante.

Instrumentos comuns para a escriação

👉 Bola de cristal: Um dos objetos mais clássicos, usado para fixar o olhar e buscar visões.

👉 Espelho negro (espelho mágico): Um espelho com a superfície preta ou escura, que elimina reflexos e ajuda a induzir um estado meditativo.

👉 Bacia de água: A superfície da água, especialmente quando calma, pode ser usada para focar o olhar.

👉 Chama de vela: O movimento da chama ou a fumaça liberada podem servir como foco.

👉 Superfícies naturais: Observar a fumaça, as nuvens ou as chamas de uma fogueira também pode ser uma forma de escriação.

Photos from Germelshausen's post 27/10/2025

Espelhos Negros.
Por Michael Nowicki, 2001.

Uma das histórias menos conhecidas sobre H. Spencer Lewis era o uso de espelhos negros para trabalhos místicos. Seu sanctum pessoal incluía um. Veja as fotos abaixo.

O que são esses espelhos? Nos velhos tempos da AMORC, quando H. Spencer Lewis era Imperator, ele projetou e fabricou cerca de duas dúzias de espelhos especiais para uso experimental por membros de graus mais elevados. Ele escrevia experimentos e exercícios especiais para que eles tentassem e relatassem pessoalmente os resultados. Em pouco tempo, esses membros estavam relatando histórias efusivas de experiências incríveis no sanctum que, se resumidas, poderiam ser melhor descritas como "intensamente cabalísticas". Quando o ciclo de experimentos terminou, HSL solicitou insistentemente que todos os espelhos lhe fossem devolvidos imediatamente. A maioria foi devolvida, mas suspeito que possa haver alguns por aí além do que eu tenho. Na década de 1970, entrevistei quatro antigos membros da AMORC e, de acordo com o consenso, HSL estava procurando um projeto de espelho especializado para uso oficial em santuários da Igreja Católica Romana, e seu único propósito era o trabalho metafísico, ao contrário dos espelhos de penteadeira comuns que eram comumente recomendados para uso no sanctum. Esses espelhos, no entanto, eram muito caros de produzir e estavam além do alcance da maioria das pessoas. Esses experimentos com os espelhos coloridos e seu uso da cor na meditação coincidiram com a própria pesquisa da HSL sobre o assunto, que mais tarde se tornou parte do 12º Grau. Esses espelhos eram feitos de vidro grosso e medem 45 cm por 30 cm. Um dos lados é tratado com uma camada plana de um corante preto-púrpura muito escuro. Mandei analisar esse corante por cientistas da Universidade de Chicago e da Universidade Stanford, aqui na Califórnia, e os resultados indicam que se trata de um tipo de corante de alcatrão de hulha comumente usado naquela época para muitas aplicações industriais, mas também em instrumentos ópticos metafísicos por experimentadores ocultistas. Além disso, havia traços de prata e outras substâncias. A cor é diferente de tudo que já vi. Roxo muito, muito escuro, ou preto com um leve toque de roxo. Semelhante à cor que se obtém ao unir vários filtros fotográficos coloridos Kodak Wratten nº 36 e segurá-los contra a luz. Próximo, mas não exato. A cor produz um efeito, como todos sabemos. Esses espelhos estavam realmente sintonizados em uma harmonia de cores que era especialmente propícia para iniciar experiências místicas naqueles que já estavam familiarizados com o uso prático de espelhos comuns em seu sanctum. Dê uma olhada ao redor onde os Rosacruzes se reúnem e pergunte aos seus amigos idosos da AMORC. Talvez haja um desses espelhos negros por aí e ninguém saiba o que é. Minha descrição deve ajudar a identificá-lo. Como consegui um? Quando eu trabalhava no RC Park em 1974, eles estavam limpando uma antiga dispensa para dar lugar a um novo conjunto de escritórios. Entre o "lixo" estava uma caixa de madeira com uma dúzia de espelhos pretos! Quando os vi, soube exatamente o que eram e confirmei com meu chefe, que era veterano e conhecia HSL e RML muito bem. Aliás, foi ele quem primeiro me contou a história desses espelhos, e mesmo ele não sabia que ainda existiam. Pela principesca quantia de uma contribuição de US$ 2 para a AMORC, me permitiram levar um para casa, junto com um recibo de "1 painel de vidro colorido". Mais tarde, voltei para tentar comprar o restante, mas eles já tinham sido levados para o lixão! A melhor maneira de descrever o espelho preto é compará-lo ao espelho de sanctum reflexivo comum. Se o espelho comum é como um receptor de rádio de uso geral com uma antena chicote um tanto unidirecional, então o espelho negro é como um rádio espião militar que pode se localizar em uma frequência e cancelar toda a diafonia de canal lateral com uma antena altamente direcional. Em outras palavras, é útil para meditar sobre uma ideia, conceito ou símbolo muito específico, ampliando-o e ampliando-o em um grau excepcional. No entanto, tem uma desvantagem. Requer o uso de concentração focada e rigorosa, mas se você usá-la e simplesmente entrar em um estado meditativo geral e sem foco, obterá resultados bizarros e até desagradáveis. Lembre-se daquela cena de Star Wars durante o treinamento Jedi de Luke, em que Yoda o envia para uma caverna escura. Luke pergunta a Yoda o que há na caverna e Yoda responde: "Só o que você trouxer". Se você quiser ler mais sobre este assunto fascinante ou até mesmo construir um espelho negro, recomendo um livro sobre o assunto chamado "Como Fazer e Usar um Espelho Mágico", de Donald Tyson. (...)"

27/10/2025

O ESPELHO NEGRO NA TRADIÇÃO ROSACRUZ.

Na tradição Rosacruz, o uso do espelho negro está associado principalmente à prática da escriação (ou scrying), uma técnica de divinação e autoconhecimento. Embora seja uma ferramenta comum em diversas correntes ocultistas, a Ordem Rosacruz a utiliza com objetivos específicos, visando o desenvolvimento espiritual e a exploração de planos interiores da consciência.

🪞 Funções do espelho negro no rosacrucianismo:

• Acesso ao subconsciente: O espelho negro é usado como um portal mágico para o inconsciente. Ao focar nele em um estado de meditação, o praticante pode visualizar imagens e símbolos que emergem do seu subconsciente, facilitando a introspecção e o autoconhecimento.
• Comunicação com o mundo espiritual: A prática permite estabelecer contato com energias sutis e seres de outros planos, incluindo guias espirituais e consciências superiores. A superfície escura do espelho ajuda a focar a mente e a suprimir as distrações do mundo material.
• Divinação e orientação: Ao refletir "energias sutis e segredos ocultos do universo", o espelho é usado para obter clareza sobre questões pessoais, entender o destino e visualizar eventos futuros.
• Trabalho com a Sombra: Na magia cerimonial, o espelho negro também é utilizado para trabalhar com o "lado obscuro do reflexo". Esse processo se refere à confrontação e integração das partes reprimidas ou ocultas da personalidade, o que é fundamental para o crescimento espiritual.
• Instrumento de meditação: Em uma câmara silenciosa, o espelho negro facilita o relaxamento e a entrada em um estado meditativo profundo. Ele pode ser usado como ponto focal para a meditação ou em conjunto com outras técnicas, como as práticas de retrospecção da Fraternidade Rosacruz.

🪞 Como é usado

A prática envolve um ritual de consagração e o uso em um ambiente com pouca luz. O praticante fixa o olhar na superfície escura, que não reflete a imagem da mesma forma que um espelho comum. Essa falta de reflexo estimula a mente a projetar imagens internas, que podem se manifestar como visões, símbolos ou impressões intuitivas.

🪞 Importância para o rosacrucianismo

No contexto rosacruz, o espelho negro não é uma ferramenta para manipulação de forças externas, mas sim um instrumento de exploração interna e desenvolvimento da consciência. Ele auxilia o estudante a:

• Reduzir o estresse e ampliar a capacidade de cura.
• Expandir a consciência objetiva e o subconsciente.
• Aprofundar a jornada espiritual e a compreensão dos mistérios da vida.

🌹

27/10/2025

O ESPELHO NEGRO NA TRADIÇÃO WANEN

Na tradição da Bruxaria Germânica Wanen, o uso do espelho está ligado a práticas de divinação e autoconhecimento, frequentemente envolvendo o "espelho negro". Os Wanen (ou Vanir) são uma raça de deuses nórdicos associada à magia, à fertilidade e à natureza, e os espelhos são ferramentas valiosas nessas práticas espirituais.

🪞 O espelho negro na tradição Wanen

O espelho negro é um instrumento central na bruxaria Wanen, utilizado como portal mágico e ferramenta oracular para acessar o inconsciente e o mundo espiritual. Suas principais funções incluem:
• Divinação e vidência: A superfície escura do espelho, feita de materiais como obsidiana ou vidro preto, é usada para vislumbrar o futuro, obter respostas ocultas e se conectar com energias sutis.
• Comunicação espiritual: O espelho negro pode servir como um canal para se comunicar com espíritos, guias e com os próprios deuses Wanen.
• Trabalho com a Sombra: Na bruxaria Wanen, o espelho auxilia na introspecção e na exploração do lado sombrio da psique, promovendo o autoconhecimento profundo.

🪞 Outros usos do espelho na bruxaria

Embora o espelho negro seja proeminente na tradição Wanen, a bruxaria em geral emprega o espelho de diversas formas, muitas das quais se alinham ou complementam as práticas Wanen.
• Reflexão e proteção: Espelhos comuns podem ser usados para refletir e enviar de volta energias negativas. Um espelho posicionado na porta de entrada, por exemplo, pode proteger o lar de influências indesejadas.
• Caixas de espelhos: Caixas forradas com espelhos são usadas para aprisionar e neutralizar feitiços ou energias negativas direcionadas a uma pessoa. A energia indesejada é refletida para o seu ponto de origem.
• Amplificação de energia: A capacidade do espelho de refletir e expandir pode ser usada para amplificar a energia de um feitiço ou ritual, direcionando-a com mais intensidade.
• Atração de desejos: O espelho pode ser usado para visualizar e manifestar desejos, refletindo a intenção da bruxa e acelerando a sua concretização.

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Rio de Janeiro?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Entre em contato com a escola/colégio

Endereço

Rio De Janeiro, RJ