Movimento Zeitgeist Rio de Janeiro

Movimento Zeitgeist Rio de Janeiro

Share

Página do Capítulo do Movimento Zeitgeist do Rio de Janeiro.

22/04/2018


"As limitações impostas por nosso meio ambiente existem independentemente de valores humanos, interesses, desejos ou mesmo de necessidades abstratas. (...) Se optamos por aprender e nos alinhamos com a lógica inerente, encontraremos a sustentabilidade e, consequentemente, a estabilidade. Se optamos por ignorar ou combater essas regras pré-existentes, inevitavelmente reduziremos a estabilidade e os problemas surgirão, como tem sido o estado quase constante das coisas, atualmente, nesse início do século 21. (...) Se o objetivo de um sistema social é criar um padrão cada vez melhor de vida, ao mesmo tempo em que se mantém o equilíbrio ambiental e social, para garantir que esta qualidade não se reduza no futuro, devido a possíveis consequências de escolhas irresponsáveis - como o esgotamento de recursos, poluição, doenças, estresse negativo, desigualdade de "riqueza" e outras questões - torna-se então fundamental basear a nossa metodologia sobre o conjunto mais relevante de parâmetros técnicos que pudermos, orientada em torno do estado atual do conhecimento científico, tanto em nível ecológico quanto humano."
(Trecho extraído de "O Movimento Zeitgeist: uma nova forma de pensar", disponível em http://umanovaformadepensar.com.br; tradução do livro original, em inglês, disponível em https://www.thezeitgeistmovement.com/education).

O Movimento Zeitgeist: Uma Nova Forma de Pensar 21/03/2018

O Movimento Zeitgeist: Uma Nova Forma de Pensar A tradução do livro The Zeitgeist Movement Defined: Realizing a New Train of Thought é um projeto voluntário realizado pelo Time Linguístico do Movimento Zeitgeist brasileiro.

Photos 06/12/2015

Distúrbio do Sistema de Valores

"Para se fazer uma avaliação crítica de uma forma de pensar já existente, é necessário criar um referencial básico aceito mutuamente. "O relativismo cultural" é uma noção antropológica que se refere ao fato de que diferentes grupos culturais geram diferentes percepções de "verdade" ou "realidade". "Relativismo moral", que é uma noção semelhante, tem a ver com a variação do que é considerado "correto" ou "ético". Ao longo da história humana, essas distinções tornaram-se crescentemente mais estreitas e têm cada vez mais reduzido a "integridade relativa" de diversas crenças, desde a revolução científica do pensamento causal do Renascimento em diante.

O fato é que as crenças não são iguais em sua validade. Algumas são mais verdadeiras do que outras e, portanto, algumas são mais disfuncionais do que outras no contexto da vida real. (...) Não se trata de "certo" e "errado", mas sobre o que funciona ou não. A integridade de nossos valores e crenças só é tão boa quanto a forma como ela está alinhada com o mundo natural. Esta é a base comum que todos nós compartilhamos.

Este conceito está diretamente relacionado com a sustentabilidade no contexto mais amplo da própria sobrevivência humana, já que um sistema social sustentável naturalmente deve ter valores sustentáveis para facilitar e perpetuar a estrutura. Infelizmente, a bagagem evolutiva de nossa história cultural manteve estruturas de valores que são tão poderosas, e ainda assim tão claramente dissociadas da realidade, que nossas suposições pessoais e sociais de felicidade, sucesso e progresso continuam a ser profundamente pervertidas e existem em discordância com as leis governantes de nosso habitat e natureza humana. O ser humano, de fato, tem uma natureza comum e enquanto nada parece 100% universal em relação às espécies, algumas pressões e causadores de estresse podem gerar, em média, graves problemas de saúde pública. Da mesma forma, se nossos valores apoiarem comportamentos que não estão em conformidade com a nossa sustentabilidade física no planeta Terra, então, naturalmente, podemos esperar problemas cada vez maiores em nível ambiental.

O sistema de valores dominante que o modelo socioeconômico capitalista perpetua é, sem dúvida, profundamente patológico à condição humana porque os mecanismos relacionados com a sobrevivência e recompensa compõem apegos emocionais e formas de auto-preservação os quais estão, essencialmente, enraizados em uma espécie de desespero e medo primitivo. O ethos fundamental é de uma pressão anti-social motivada pela escassez, o que obriga todos os jogadores do jogo a serem geralmente exploradores e antagônicos tanto dos outros quanto do habitat.

(...) quanto mais vivemos como seres humanos; quanto mais na história somos capazes de ver a nós mesmos ao longo das gerações; quanto mais formos capazes de comparar os comportamentos de diferentes culturas pelo mundo e através da história - mais claro se torna que a nossa capacidade humana está sendo inibida diretamente por uma estrutura arcaica de recompensa e sobrevivência que continua a reforçar valores primitivos e desesperados e, enquanto tais valores possam ter servido a um papel evolutivo no passado, o presente e o futuro prenunciado deixam, indiscutivelmente, esses padrões comportamentais expostos como prejudiciais e insustentáveis (...)."

Texto extraído de: O Movimento Zeitgeist: Uma Nova Forma de Pensar (http://umanovaformadepensar.com.br/)

Photos 05/12/2015

"É muito claro porque os meus pacientes altamente viciados sentem dor. (...)eles começaram a vida como crianças molestadas. (...) E tem outra coisa aqui, também... O cérebro humano desenvolve uma interação com o ambiente; não é só programado genticamente. O tipo de ambiente que a criança tem vai, na verdade, conduzir o desenvolvimento do cérebro" (Dr. Gabor Maté)
https://www.youtube.com/watch?v=66cYcSak6nE ("The Power of Addiction and The Addiction of Power: Gabor Maté at TEDxRio+20")

InterReflections Call for Help! 04/05/2015

Olá, pessoal!
Foi recém-lançada, no Indiegogo, uma campanha referente à produção do filme InterReflections, de Peter Joseph (produtor da série Zeitgeist).

Nas palavras dele:

“Amigos, peço desculpas pela imposição. Eu tentei evitar isso da melhor maneira possível. Tudo bem se você não puder contribuir. O filme será produzido de qualquer forma, em qualquer medida de qualidade. No entanto, se você puder compartilhar o link do Indiegogo, juntamente com a página do InterReflections no Facebook e o novo canal do Vimeo, será fantástico.”
Para quem tiver interesse em apoiar a campanha, seguem os links do vídeo de divulgação, bem como da respectiva página no Indiegogo e da fanpage do InterReflections no Facebook.

https://vimeo.com/126715057
https://www.indiegogo.com/projects/interreflections-by-peter-joseph
https://www.facebook.com/InterReflections

InterReflections Call for Help! https://www.indiegogo.com/projects/interreflections-by-peter-joseph

Photos 23/04/2015

Todo dia é dia da Terra.

Photos 03/03/2015

"A ideia de fazer a transição de forma fluida do modelo atual para uma EBRLN [Economia Baseada em Recursos/Leis Naturais] pode ser uma especulação difícil e assustadora. Talvez a primeira consideração seja pensar mais profundamente sobre para que condição estamos fazendo a transição, exatamente. De muitas maneiras, este movimento a partir de uma economia de preservação da escassez para um sistema de gestão direta de recursos e aplicação científica na busca de uma economia de pós-escassez ou abundância para atender às necessidades da espécie humana, ao mesmo tempo que garante a integridade do habitat, é realmente uma transição de valores.

Ao mesmo tempo, é também uma transição de reforço operante, o que significa, simplesmente, que a nova estrutura, na verdade, funciona para recompensar a conservação, equilíbrio, contribuição social e respeito ecológico, e não o que nós reforçamos hoje, que é essencialmente o egoísmo, a competição, o consumo e a exploração. Na verdade, o sistema de mercado poderia gestualmente ser visto não como um "sistema social", por si só, mas como um sistema anti-social.

No que diz respeito à transição física, propriamente dita, é naturalmente ingênuo presumir que podemos prever o futuro em relação a uma mudança social tão vasta, especialmente considerando o quanto são fortes e presentes as pressões que mantêm o sistema atual no lugar. Todos nós somos coagidos em uma base diária para esta psicologia de mercado, a fim de manter a sobrevivência, e portanto os nossos valores estão profundamente associados a estes métodos, práticas e visão de mundo, em geral, queiramos ou não.

Pode mesmo ser dito que essas pressões geram uma "sintaxe" de pensamento, por assim dizer. Nossos cérebros parecem conectar-se conforme nos relacionamos com o meio ambiente, constantemente reforçado por pressões existentes e nossas ações de resposta. Assim como uma pessoa pode aprender uma habilidade e essa habilidade tornar-se uma "segunda natureza", sem pensamentos conscientes muito diretos para executar uma vez que é aprendida, nós humanos, realizamos ações constantemente com o mesmo tipo de padronização aprendida, subconsciente. Por exemplo, nós frequentemente nem sabemos que estamos nos comportando de formas assim chamadas "estreitamente egoístas", já que todos ao nosso redor parecem estar funcionando exatamente da mesma maneira, criando uma normalidade percebida.

Portanto, o MZ naturalmente vê a mudança de valores das pessoas como a necessidade mais importante para a transição. O modo como isso é feito está profundamente relacionado, é claro, à educação, enquanto também se tenta ativamente criar condições que, mais uma vez, espera-se que reforcem esses valores novos e sustentáveis, avançando numa mudança de maior ordem."

Trecho extraído de: "O Movimento Zeitgeist: uma nova forma de pensar" (http://umanovaformadepensar.com.br/)

Para ler mais sobre o tema abordado acima, acesse: http://umanovaformadepensar.com.br/desestabilizacao_social_e_transicao

Photos 15/01/2015
Photos 12/01/2015

"Classismo Estrutural, o Estado e a Guerra"

http://umanovaformadepensar.com.br/classismo_estrutural_o_estado_e_a_guerra

(...) ao desconstruir sua premissa, vemos que a guerra é, de fato, uma característica central e imutável do capitalismo, pois é simplesmente uma manifestação mais sofisticada das mesmas práticas e valores arcaicos, divisionistas e competitivos.

Assim como uma empresa compete com outras empresas do mesmo gênero por renda para sua subsistência, buscando invariavelmente o monopólio e o cartel quando possível, todos os governos do planeta têm como premissa fundamental, por extensão, a mesma forma de sobrevivência. Usando os EUA como estudo de caso, em 2011 o país ganhou cerca de 2,3 trilhões de dólares apenas em receitas de imposto de renda. (...) Os Estados Unidos são, na verdade, uma corporação em função e forma; com todas as empresas registradas existentes em sua teia jurídica interna sendo consideradas filiais desta instituição paterna que tradicionalmente chamamos de "governo dos EUA".

Portanto, todas as ações do governo dos EUA, juntamente com todos os governos que competem no mundo, devem manter naturalmente uma aguda visão de negócios em operação. No entanto, o que separa essa "corporação-mãe" (EUA) de seus setores subsidiários (empresas) é a escala de sua capacidade de preservar a si mesma e manter uma vantagem competitiva. Sua necessidade de preservar as linhas fundamentais de sua economia é crucial, e um breve olhar na história de como os EUA foram capazes de conquistar e manter o seu status de "império" global mostra essa visão de negócios claramente. De fato, a manifestação pouco difere, em princípio, de como uma corporação específica procura obter um monopólio comercial. Mas, nesse caso, o ideal do monopólio global (império) não é restringido por força de lei, como comumente ocorre com a restrição legal doméstica - é vigorosamente executado no teatro da guerra imperialista.

Na verdade, é interessante, mas não inesperado, que essa própria auto-preservação por ação militar poderia tornar-se um negócio lucrativo poderoso, que muitas vezes melhora a economia do país e, consequentemente, os lucros de suas corporações constituintes. Hoje, podemos estender esses benefícios econômicos para os enormes gastos militares juntamente com a reconstrução de áreas devastadas pela guerra por subsidiárias comerciais dos estados conquistadores, o comprometimento lento da integridade de um país através de tarifas comerciais, sanções e imposição de dívidas para subjugar a população em benefício de indústrias transcontinentais e muitas outras convenções modernas de "guerra econômica".

Este ponto foi provavelmente melhor expressado por um dos oficiais do exército mais condecorado dos EUA no século 20: Major General Smedley D. Butler. Butler foi o autor de um famoso livro lançado após a 1ª Guerra Mundial intitulado "War is a Racket" (A Guerra é uma Fraude), e declarou o seguinte em relação ao negócio da guerra: "A guerra é um crime. Ela sempre foi. É possivelmente o mais antigo, facilmente o mais rentável, certamente o mais cruel. É o único de âmbito internacional. É o único em que os lucros são contados em dólares e as perdas em vidas".

Ele também escreveu, em 1935: "Passei 33 anos e quatro meses em serviço militar ativo e, durante esse período, passei a maior parte do meu tempo como um valentão de luxo para grandes empresas, Wall Street e os banqueiros. Em suma, era um mafioso, um gangster do capitalismo. Ajudei a tornar o México, e especialmente Tampico, seguro para os interesses petrolíferos norte-americanos em 1914. Ajudei a fazer de Haiti e Cuba bons lugares para os rapazes do National City Bank coletarem receitas. Ajudei no estupro de uma meia dúzia de repúblicas da América Central em benefício de Wall Street. Eu ajudei a purificar a Nicarágua para a International Banking House da Brown Brothers em 1902-1912. Eu trouxe a República Dominicana à luz para os interesses açucareiros norte-americanos em 1916. Eu ajudei nas leis de Honduras para beneficiar as empresas de frutas americanas em 1903. Na China, em 1927, eu ajudei a Standard Oil a continuar seu trabalho sem ser molestada. Olhando para trás, eu poderia ter dado a Al Capone algumas sugestões. O melhor que ele fez foi operar seu esquema fraudulento em três distritos. Eu operei em três continentes."

O trabalho monumental de John A. Hobson (1858-1940), "Imperialismo: um estudo", descreveu essa tendência como um "processo social parasita pelo qual um interesse financeiro do estado, usurpando as rédeas do governo, contribui para a expansão imperialista, a fim de prender os sanguessugas econômicos a corpos estrangeiros, de modo a drená-los de suas riquezas para sustentar o luxo doméstico."

Agora, muitos pensariam nestes atos abusivos como de certa forma "corruptos", mas é difícil justificar esse raciocínio em uma visão ampla. O argumento ético e moral de o que é "justo" e "injusto" não tem uma integridade convincente no âmbito do sistema inerente ao capitalismo."

Trecho extraído de: "O Movimento Zeitgeist: uma nova forma de pensar" (http://umanovaformadepensar.com.br/)

Para ler mais sobre o tema abordado acima, acesse:
http://umanovaformadepensar.com.br/classismo_estrutural_o_estado_e_a_guerra

Photos 31/12/2014

"Apesar de observarmos amplas mudanças e evolução em diferentes áreas do conhecimento e da prática humana, como por exemplo nossa vasta tecnologia material, nosso sistema social ainda é consideravelmente atrasado. Persuasão política, Economia de Mercado, Trabalho Assalariado, Desigualdade, Estados-Nação, Legislações e muitas outras bases de nossa sociedade continuam sendo amplamente aceitas na cultura atual, por sua simples persistência ao longo do tempo como sendo a evidência de seu valor e permanência empírica.

(...) enquanto o sistema social tradicional e seus valores não forem desafiados e atualizados de acordo com o conhecimento atual, enquanto a maioria da população humana não compreender a linha de pensamento tecnicamente necessária para apoiar a sustentabilidade e saúde pública, como consequência do rigor da investigação científica e sua validação, até que grande parte da bagagem de falsas premissas, superstição, lealdades divididas e outros obstáculos culturais socialmente insustentáveis e geradores de conflitos sejam superados - todas as possibilidades que temos em mãos para melhoria de vida e soluções de problemas permanecerão adormecidas.

A verdadeira revolução é a revolução de valores. (...)

A tarefa central do Movimento Zeitgeist é trabalhar para trazer essa mudança de valores à tona, bem como promover a unificação da família humana, uma vez que todos nós compartilhamos o mesmo planeta e todos nós estamos conectados pelas mesmas leis de ordem natural, conforme já provado através de métodos científicos."

Trecho extraído de: "O Movimento Zeitgeist: uma nova forma de pensar" (http://umanovaformadepensar.com.br/)

Para ler mais sobre o tema abordado acima, acesse: http://umanovaformadepensar.com.br/visao_geral

Consumo Colaborativo - Rachel Botsman no TEDxSydney (legendado pt-br) 20/11/2014

O Consumo Colaborativo reflete não apenas a busca pela adoção de um estilo de vida mais sustentável, como, também, representa uma força cultural e econômica que, com o auxílio da internet, é capaz de reinventar a forma como consumimos.
Neste vídeo, Rachel Botsman fala sobre o tema e dá exemplos de alguns websites que estão contribuindo com esta prática.

(Legendas em português-BR)

Consumo Colaborativo - Rachel Botsman no TEDxSydney (legendado pt-br) Clique ao lado da 'roda dentada' ou CC para habilitar a legenda. No TEDxSydney, Rachel Botsman diz que estamos "conectados para compartilhar" -- e mostra com...

Want your school to be the top-listed School/college?

Website