Amamentoria

Amamentoria É possivel amamentar sem dor e de forma exclusiva

24/09/2026

Qual bomba de leite escolher: elétrica ou manual?

Já adianto que bomba elétrica não é necessariamente melhor que bomba manual. Cada uma delas tem vantagens e desvantagens.

Então, para escolher o tipo de bomba, primeiro entenda qual a sua necessidade.

Se você não sabe se vai ou não precisar comprar uma bomba, da uma olhadinha no episódio 1 desta série .

Bombas manuais são leves, simples de usar , não dependem de energia elétrica ou pilhas e costumam ter uma valor mais acessível.

Bombas elétricas são práticas e podem ser muito vantajosas pra quem vai precisar fazer ordenhas mais frequentes.

O que vai permitir uma ordenha melhor e mais confortável não é o tipo de bomba, mas alguns critérios técnicos importantes que eu vou explicar no episódio 3 .

Você usa bomba elétrica ou manual?

Como orientar com técnica e empatia ? No puerpério, a mulher está exausta, lidando com uma enxurrada de hormônios, priva...
15/09/2026

Como orientar com técnica e empatia ?

No puerpério, a mulher está exausta, lidando com uma enxurrada de hormônios, privação de sono e palpites externos. Chegar apontando erros técnicos de forma direta muitas vezes ativa um mecanismo de defesa, fazendo com que ela se sinta culpada e acabe se distanciando das orientações.

Para destravar a comunicação assertiva e aumentar a adesão aos tratamentos sem perder o rigor técnico:

Acolha antes de corrigir: valide o estado emocional e a exaustão da mãe antes de mexer na pega ou na rotina do bebê.

Ajuste o vocabulário: substitua frases impositivas como “você está fazendo errado” por convites colaborativos como “vamos observar juntas se melhora um pouco se fizermos um pequeno ajuste?”.

Atue como parceira: construa o plano de ação junto com a família, respeitando os limites e a realidade daquela casa, em vez de ditar regras rígidas.

A aliança terapêutica começa na escolha das palavras. Quando a mãe percebe que você é um porto seguro e não uma fiscal do aleitamento, a confiança se estabelece e o tratamento flui de verdade.

Como consultora, qual o diagnóstico ou sugestão de tratamento mais difícil de comunicar?

Eu começo: Freio de língua alterado costuma sensibilizar mais as famílias.

15/09/2026

Preciso comprar uma bomba tira-leite antes do bebê nascer?

Essa é uma das dúvidas que mais aparecem quando chega a hora de montar o enxoval — principalmente quando a intenção é amamentar.

E a resposta é: não necessariamente.

A bomba tira-leite não é um item obrigatório do enxoval para toda pessoa que pretende amamentar.

Existem situações em que faz muito sentido já ter uma bomba em casa. Por exemplo:

Você já sabe que existe algum fator de risco ou uma situação que pode dificultar o início da amamentação e a sua consultora já considerou isto com você na consulta de amamentação preventiva.

Você vai voltar ao trabalho e já sabe que precisará fazer extrações durante o dia e/ou construir um estoque de leite.

Durante a amamentação aparece uma situação que exige ou se beneficia da ordenha. Nesse caso, a necessidade da bomba pode ser avaliada individualmente e nem sempre significa que você precisa sair correndo para comprar a mais cara.

Você tem a oportunidade de comprar uma boa bomba no exterior, por um preço muito mais interessante, ou vai ganhar uma de alguém. Nesse caso, pode fazer sentido aproveitar a oportunidade, mesmo que você ainda não saiba exatamente quanto irá utilizá-la.

O que eu não acho necessário é colocar a bomba tira-leite automaticamente na lista de “itens essenciais” do enxoval só porque você pretende amamentar.

Primeiro entenda se você realmente precisa de uma. Depois escolha qual.

E é justamente isso que vamos fazer nesta série:

Tudo que você precisa saber antes de comprar uma bomba tira-leite.

No próximo episódio: quais são os critérios técnicos que realmente importam na hora de escolher uma bomba e não, eu não vou começar falando de marcas.

Envia este vídeo para aquela pessoas que quer te presentear com uma bomba, para vocês escolher a melhor bomba, juntas!

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10/09/2026

Com quantos dias a amamentação para de doer?

Na verdade essa pergunta deveria ser: “Como faço para não sentir dor para amamentar?”

Estamos acostumadas a ouvir que amamentar dói mesmo, e que com o tempo para de doer. E por isso muitas mulheres passam dias com dor, esperando o momento que a amamentação passa a ser tranquila.

É fato que muitas mulheres sentem algum desconforto ao amamentar, que deve passar poucos segundos após o bebê ir ao seio. Dor persistente não é esperado!

Dor ao amamentar, fissuras, machucados no mamilo, bebê com dificuldade para pegar o peito ou ma**das que parecem não funcionar bem são sinais de que vale a pena investigar o que está acontecendo.

Muitas vezes, a causa está na pega, posição ou transferência de leite. E quanto antes essa dificuldade é identificada, mais fácil pode ser corrigir o problema e evitar que ele se transforme em dias ou semanas de dor, insegurança e desgaste. Que muitas vezes pode levar ao desmame mesmo que este não seja o desejo da mãe.

Por isso, se você está se perguntando:

“É normal doer para amamentar?”
“Quanto tempo vai durar essa dor?”
“Meu bebê está pegando o peito corretamente?”
“Por que meu mamilo está machucado?”

talvez a pergunta mais importante seja:

“Preciso continuar esperando ou já está na hora de buscar ajuda?”

Uma avaliação individual pode tornar esse caminho muito mais simples.

Se você está com dor para amamentar, se seu bebê não sai do peito, se não ganho peso, ou se de alguma forma a amamentação está difícil, me chama que eu te explico como posso te ajudar a ter uma amamentação tranquila!

Quais são as orientações mais atuais sobre amamentação?  Aproveitei a trend retrô para trazer uma reflexão séria (e nost...
09/09/2026

Quais são as orientações mais atuais sobre amamentação?
Aproveitei a trend retrô para trazer uma reflexão séria (e nostálgica) sobre como as recomendações de lactação evoluíram nas últimas décadas. Olhando para trás, é fácil entender por que tantas mulheres da geração das nossas mães e avós não conseguiram amamentar ou desmamaram precocemente. Elas não falharam; elas foram orientadas pelo erro da época!
Olhem só os principais “protocolos” dos anos 80 :
Rigidez de Horários: A amamentação era estipulada pelo relógio (a cada 3 ou 4 horas). Hoje, a ciência nos mostra que o manejo clínico correto exige livre demanda. O relógio sabota a produção de leite e gera estresse desnecessário.

Preparo de Mamilos: Exercícios agressivos para “formar o bico” e o uso de buchas vegetais eram prescritos em manuais oficiais. Hoje sabemos que a própria natureza prepara a mama e que essas práticas tiram a proteção natural da pele, causando fissuras antes mesmo do bebê nascer.

Chás, Água e Sucos: A amamentação raramente era exclusiva. Chazinhos para cólica no primeiro mês e suco de laranja aos 2 meses eram a regra. Hoje, a OMS e os estudos de microbiota deixam claro: aleitamento materno exclusivo e 100% sob livre demanda até os 6 meses. O bebê não precisa de mais nada!
A nossa geração de mães tem um privilégio imenso: o acesso à informação baseada em evidências científicas. Mas também carregamos um fardo: o peso de desconstruir os palpites de quem viveu aquela época e ainda acha que as recomendações atuais são “frescura”.
Se você está enfrentando dificuldades com a amamentação hoje, lembre-se: não tente encaixar seu bebê em um manual de 1980.
Confie na fisiologia, no seu corpo e na livre demanda, aprenda sobre amamentação ainda na gestação e busque ajuda profissional para auxilo no pós parto!
A sua mãe fez o melhor que podia com a informação que tinha na época. E você está fazendo o mesmo hoje. ❤️Me conta aqui nos comentários: qual foi o palpite mais “anos 80” que você já recebeu na sua jornada? 👇

03/09/2026

Por que sinto uma sensação ruim quando amamento?

Talvez você esteja vivendo uma experiência pouco falada da amamentação e nem saiba que ela tem nome.

Existem duas condições que podem provocar sensações muito intensas e, muitas vezes, culpa em quem está amamentando: D-MER (Disforia do Reflexo de Ejeção do Leite) e Perturbação da Amamentação.

No D-MER, as sensações aparecem durante o reflexo de ejeção do leite, quando o leite começa a sair. Podem surgir tristeza, angústia, ansiedade, irritação, náusea, palpitação e agitação de forma repentina e involuntária.

Já na Perturbação da Amamentação, as sensações são desencadeadas pela sucção do bebê, independentemente da ejeção do leite. Pode aparecer irritação, raiva, aversão, agitação ou uma vontade muito intensa de interromper a ma**da.

E é justamente por serem sensações tão desconfortáveis que muitas mães acabam pensando:

“Será que eu não gosto de amamentar?”
“Por que estou sentindo isso com o meu bebê?”
“Será que tem alguma coisa errada comigo?”

Sentir essas coisas não significa rejeitar o bebê ou não gostar de amamentar.

São experiências fisiológicas, involuntárias e ainda pouco conhecidas, que podem afetar profundamente a experiência de amamentar.

E quando a gente não sabe que isso existe, é muito fácil transformar uma sensação que você não escolheu sentir em culpa.

Por isso, informação sobre amamentação e aleitamento materno importa tanto.

Você merece entender o que acontece no seu corpo — inclusive aquelas partes da amamentação que quase ninguém conta.

Salve este post e compartilhe com outra mãe que amamenta.

E me siga para continuar aprendendo comigo sobre amamentação, dificuldades no aleitamento materno e tudo aquilo que pode fazer você se sentir menos sozinha nessa jornada.

31/08/2026

Será que a gente pode falar de Agosto Dourado sem precisar se justificar?

No Agosto Dourado, falar sobre aleitamento materno não deveria exigir que, a cada frase, a gente precisasse explicar que não está julgando mães que não amamentaram ou que precisaram utilizar fórmula infantil.

Acolher diferentes histórias e promover o aleitamento materno não são coisas opostas.

A fórmula infantil tem um papel fundamental quando é necessária. Outras formas de oferecer leite materno também são importantes. E todas as histórias merecem respeito.

Mas isso não muda o que as evidências científicas mostram: o leite materno é o melhor alimento para o bebê.

E falar sobre isso não é julgamento.
É promoção de saúde.

Como consultora de amamentação, eu vou continuar falando sobre aleitamento materno.

E também vou continuar defendendo mães e bebês, oferecendo assistência em amamentação segura, baseada em evidências e respeitosa.

Porque a nossa luta deveria ser para que mais mulheres que desejam amamentar tenham acesso ao suporte necessário para conseguir.

💛 Promover aleitamento materno não significa desprezar cada história.
Uma coisa não anula a outra

26/08/2026

Como organizar os atendimentos de amamentação?

Quando a gente tem um volume grande de atendimento não dá para confiar na mente apenas.

Aliás, não é nem um pouco profissional fazer isto!

Além dos atendimentos, tem os retornos, acompanhamentos, evoluções, avaliações, feedbacks…

Já tente planilhas, fichas, planners. Até funcionavam mas não é tão prático quanto ter tudo à mão.

Foi assim que nasceu o Lakta, meu app de gestão para consultoras em amamentação.

Se você é uma profissional ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ e não tem um aplicativo assim para elevar o nível do seu atendimento , comenta EU QUERO, que eu te envio o link do Lakta!

Olha! O que tem de atualização no Insta essas duas semanas, não dá nem para acompanhar. Mas eu achei essa muito legal pr...
23/06/2026

Olha! O que tem de atualização no Insta essas duas semanas, não dá nem para acompanhar.

Mas eu achei essa muito legal pra gente rever fotos e momentos juntos! Seja no parto, amamentação, nos encontros, ou na vida!

Posta aqui para eu ver 💕

A verdade é que o parto acontece primeiro na nossa mente e depois no corpo. Se a sua mente trava pelo medo, o seu corpo ...
11/06/2026

A verdade é que o parto acontece primeiro na nossa mente e depois no corpo. Se a sua mente trava pelo medo, o seu corpo não consegue fazer o trabalho dele.

Muitas mulheres chegam na hora do parto com o corpo cansado e a mente cheia de ruídos de histórias de horror que ouviram a vida toda. O resultado? Uma ansiedade que rouba o protagonismo e abre portas para intervenções que você nem queria.

Preparar o psicológico não é ‘esperar o melhor’, é construir ferramentas práticas para não ser engolida pelo sistema. É entender que a ocitocina que traz seu bebê precisa de paz, não de adrenalina.

Se você sente que falta esse ‘clique’ de segurança para o seu dia chegar, eu quero te pegar pela mão.

Digite CICLO aqui nos comentários se você quer saber como eu preparo as gestantes para o parto e as técnicas que eu uso!

Endereço

Ilha Do Goveranador
Rio De Janeiro, RJ

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