Guardiões de 32

Guardiões de 32 Grupo sem fins lucrativos formado por detectoristas, pesquisadores e entusiastas, cujo objetivo é enaltecer a historia .

Registro do Batalhão Auxiliar da Força Pública, em Taubaté/SP (provavelmente em local próx. à Igreja Santa Terezinha), e...
25/08/2026

Registro do Batalhão Auxiliar da Força Pública, em Taubaté/SP (provavelmente em local próx. à Igreja Santa Terezinha), em julho de 1932, na Revolução Constitucionalista. A tropa foi incorporada ao destacamento do tenente-coronel Mario da Veiga Abreu, possuía 3 Cias, totalizando cerca de 400 homens que faziam serviço de intendência e comunicações. O seu comandante era o major Manoel Paranhos Belo Cardoso, que também acumulava o cargo de Prefeito de Taubaté. Entre seus oficiais, nomes como o capitão médico João Urbano Figueira, o 2º tenente secretário Durval Damasceno, o 2º tenente intendente Antônio Areão, e o 2º tenente ajudante João Ribeiro. A imagem é do acervo do Museu da Imagem e do Som de Taubaté.

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Batalhão Jacques Felix e com Padre Cícero de Alvarenga ao centro, posam para a foto em frente a Igreja Santa Terezinha, ...
23/08/2026

Batalhão Jacques Felix e com Padre Cícero de Alvarenga ao centro, posam para a foto em frente a Igreja Santa Terezinha, no centro de Taubaté/SP, julho de 1932. Trata-se de um batalhão de cerca de 300 voluntários taubateanos (na verdade, era uma Companhia) formada em agosto de 1932. Combateram no "setor norte" do conflito, inicialmente no bairro do Batedor em Cruzeiro/SP, e depois no bairro Engenheiro Neiva em Guaratinguetá/SP até o final do conflito, integrados ao Destacamento do coronel Antônio Sampaio. Podemos dizer que, após anos lendo os principais livros sobre o tema (muitos dos quais dos próprios veteranos) além de jornais da época com diversas notícias sobre o conflito, JAMAIS vimos quaisquer informações que desabonassem esse batalhão e quaisquer outras unidades de taubateanos. Sabemos ainda, pelas mesmas fontes, que a população da cidade juntamente com seu Prefeito fizeram enormes esforços para abrigar os retirantes das cidades da divisa com o Estado que fugiam dos combates, promovendo ainda assistência médica aos feridos (no antigo Hospital Santa Isabel, atual HMUT) e serviços de intendência aos soldados. Sabemos também que as tropas que combateram na região Túnel/Batedor e Engenheiro Neiva (onde taubateanos atuaram) foram das mais aguerridas naquela guerra. De modo que podemos inferir que Taubaté teve atuação NOTÁVEL, HUMANA e EXEMPLAR na Revolução de 1932. Imagem do Acervo Professor Paulo Camilher Florençano/Arquivo Felix Guisard Filho.

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A GRANDE MANOBRA PAULISTA NA REVOLUÇÃO DE 32Em 20 de agosto de 1932, há 94 anos, no município de Cunha/SP, durante os co...
20/08/2026

A GRANDE MANOBRA PAULISTA NA REVOLUÇÃO DE 32

Em 20 de agosto de 1932, há 94 anos, no município de Cunha/SP, durante os combates da Revolução Constitucionalista, os paulistas iniciavam uma fulminante manobra de infantaria sobre as forças governistas. O evento foi considerado uma grande vitória tática do Exército Constitucionalista e se tornou memorável na história do conflito.

Naquele município, nesse dia, as forças paulistas compostas por unidades do Exército da 2ª Região (São Paulo), Força Pública de São Paulo e voluntários desbarataram no bairro do Divino Mestre (8 km ao sul do centro de Cunha) forças governistas compostas por uma coluna de fuzileiros navais sob o comando do capitão-tenente Augusto do Amaral Peixoto e uma coluna composta pelas Forças Públicas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo comandadas pelo capitão João Alberto Lins de Barros.

Conforme artigo da insuspeita Revista Marítma Brazileira, periódico oficial da Marinha Brasileira fundado em 1851:

"Forças da Marinha investiram, neste dia [15 de agosto], pelo centro e pela esquerda, avançando pelo Morro Grande e pela usina de força contra a direita paulista, enquanto forças policiais e voluntários, com um efetivo de 1.200 homens, atacavam pelo bairro rural do Monjolo, em duplo movimento envolvente.

A luta desenvolveu-se feroz: 115 granadas no dia 15, outras 60 na manhã de 16. Debalde, porém. Os 900 defensores de Cunha mantêm-se firmes em suas posições, resistindo ao furioso embate dos atacantes, embora as forças da Marinha tivessem ocupado a usina atacada.

A 20 ocorre a surpresa

O tenente-coronel Mário Abreu, cuidadosamente, havia deslocado suas tropas, em vasto movimento envolvente, pelos dois flancos. De Campos Novos, 250 homens sob o comando do Tenente Meirelles, [da 1ª Cia] do 4º Batalhão de Caçadores, equipados com quatro metralhadoras Hotchkiss, surpreendem, próximo ao Monjolo, a Força Policial do Espírito Santo, a qual debanda, deixando no terreno mais de 60 mortos e considerável quantidade de armamento.

As forças da Marinha, feito o vácuo à sua direita, não conseguem, por sua vez, avançar e veem-se agora ameaçadas, à sua esquerda, pelas forças [do Btl. Arquidiocesano] do Tenente Lacorte, que avançavam de Lagoinha. Eram 250 homens do 4º Batalhão de Caçadores e, à retaguarda, outros 110 [da 2ª Cia] do mesmo Batalhão vindos de Ubatuba, comandados pelos Tenentes Assis Brasil e Zerbini, coadjuvadas, as forças do Exército, pelo 4º, 5º e 8º Batalhões de Cavalaria Paulista (sic), e da Força Pública, sob o comando do Major Adonias Monteiro.

Ameaçada de cerco, a força da Marinha recuou, abandonando o espigão do Divino Mestre e indo fixar-se no Taboão, no dia 25.

No dia 26 de agosto, Nelson de Mello repassou o comando a Amaral Peixoto. Terminara o combate. Cunha resistira. Afastara-se a ameaça de envolvimento da frente paulista no Vale do Paraíba.

As tropas paulistas deixaram, porém, de explorar o sucesso obtido, estabilizando-se a frente, com a ocupação por estes do bairro de Aparição.
(...)
Cunha havia resistido vitoriosamente enquanto necessário, só cessando sua ação ao tornar-se ela inútil pela queda das demais frente de combate, resultantes da impossibilidade de continuar o combate, para as forças paulistas, contra o rigoroso bloqueio naval e o assalto que sofria em toda a extensão de suas fronteiras.

Sua resistência, porém, servia de base às forças políticas que lutavam pela reconstitucionalização do País, que logo viria, pressionada que fora pela longa resistência paulista, e, sob este ponto de vista, Cunha não lutou em vão."
Trecho do artigo “A atuação da Marinha nas operações resultantes do Movimento Constitucionalista de 1932.”, Revista Marítma Brazileira. 2º Trimestre de 2003. Páginas 201-204, Rio de Janeiro.
Na imagem, praças e oficias paulistas do Exército [provavelmente do 4º B.C.] em Cunha/SP na Revolução de 1932.

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CAPITÃO MANOEL DOS SANTOS SOBRINHONesse dia, há 94 anos, tombava heroicamente o capitão Manoel dos Santos Sobrinho em pl...
18/08/2026

CAPITÃO MANOEL DOS SANTOS SOBRINHO

Nesse dia, há 94 anos, tombava heroicamente o capitão Manoel dos Santos Sobrinho em pleno combate, numa trincheira em Águas de Lindóia/SP. Foi em 18 de agosto de 1932 (embora fontes divirjam sobre a data, em 18 ou 19 de agosto), após sua tropa ter sido cercada, esgotarem-se as munições e recusarem a intimação para a rendição. Os voluntários Aristeu Valente, Jorge Jones e Fernando Camargo também morreram no mesmo combate ao lado do capitão Sobrinho.

Segundo o livro "Cruzes Paulistas" (1936) e informações dos jornais da época, ele nasceu em 1907 no Estado de Pernambuco. Na ocasião do início da Revolução de 1932 era 2º tenente do 2º Batalhão de Caçadores Paulistas da Força Pública de São Paulo e seguiu com parte de sua unidade para a denominada "Frente leste" de combate (região nordeste de São Paulo, também conhecia como região Mogiana, na fronteira com Minas Gerais). Lá foi designado para assumir comando de uma Cia do Batalhão "23 de maio", que ficou responsável pela defesa de uma estrada que liga Águas de Lindoia/SP a Socorro/SP, nos arredores do Bairro dos Francos. Para tanto, foi comissionado capitão. Na notícia publicada no jornal "Diário Nacional" de 20 de agosto de 1932, pág. 1 (vide recorte), que reportou sua morte, consta que era filho de Quirino José dos Santos e de Marianna Monica de Jesus, e que também era noivo de Encarnação Simão. O enterro do capitão ocorreu no Cemitério São Paulo.

No cemitério Memorial Parque Tardes Silenciosas, em Águas de Lindóia/SP, há um monumento em homenagem àqueles bravos (localização: 22°29'08.9"S 46°35'42.9"W). O monumento é acompanhado pelo seguinte texto:

"Marco Histórico da Revolução de 1932 (19.09.1932)
Aqui tombaram em defesa da democracia os heróis constitucionalistas:
Capitão Manoel dos Santos Sobrinho
Aristeu Valença
Jorge Jones
Fernando Camargo
Dulce et decorum est pro patria mori
(É belo e nobre morrer pela pátria)"

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Acampamento do Batalhão Jacques Felix, de Taubaté/SP, durante a Revolução de 1932. Oficiais e o Padre Cícero de Alvareng...
15/08/2026

Acampamento do Batalhão Jacques Felix, de Taubaté/SP, durante a Revolução de 1932. Oficiais e o Padre Cícero de Alvarenga posam para a foto. Essa tropa de taubateanos combateu em Cruzeiro (Bairro Batedor) e em Guaratinguetá (Bairro Eng. Neiva), integrada ao destacamento do coronel Antônio Paiva de Sampaio. Imagem do acervo do Museu da Imagem e do Som de Taubaté.

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Registro de voluntários paulistas de um Corpo Médico da Cruz Vermelha durante a Revolução de 1932, em algum lugar do Val...
12/08/2026

Registro de voluntários paulistas de um Corpo Médico da Cruz Vermelha durante a Revolução de 1932, em algum lugar do Vale do Paraíba. Identificado na imagem, o Vigário Andrade, que na época era notório redentorista da cidade de Aparecida/SP. Imagem do acervo de Tudo por S. Paulo 1932.

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Na imagem, um pelotão do Batalhão "14 de julho" ao redor do auto-blindado FS-1 "14 de julho" que operou na região de Bur...
09/08/2026

Na imagem, um pelotão do Batalhão "14 de julho" ao redor do auto-blindado FS-1 "14 de julho" que operou na região de Buri/SP e Capão Bonito/SP entre agosto e setembro de 1932, durante os combates da Revolução Constitucionalista. Destaque na foto para o intrépido 1º tenente do Exército Affonso Negrão (1901-1981), que é o terceiro em pé (da direita p/ esquerda da imagem). O tenente Negrão comandava os blindados daquela região do conflito e chegou a ser promovido a capitão em 2 de setembro daquele ano pelo comandante do setor, o coronel Brasílio Taborda, por atos de bravura. Após quase dois meses realizando diversas missões bem-sucedidas, com o trem blindado e depois com o auto-blindado, o então capitão Negrão foi gravemente ferido durante combate nesse mesmo blindado da foto, no final da tarde de 24 de setembro de 1932. Resgatado pelos colegas e trazido inicialmente para Itapetininga, para os primeiros socorros, foi logo transferido para o Hospital Santa Catarina, na capital paulista, onde ficou por quase um mês internado, conforme notícias publicadas nos jornais na época, tendo alta apenas em 20 de outubro. Após o conflito, seguiu carreira policial e chegou ao posto de coronel, com atuação também na política. Por causa de suas façanhas, em diversas missões com os blindados, sua figura se tornou lendária na literatura da Revolução Constitucionalista e no imaginário popular. Ele é homenageado na região onde residia, em Palmital/SP, dando nome a logradouros e estabelecimentos públicos. A imagem é da página Tudo por S. Paulo 1932.

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2ª Cia Batalhão Limeirense (incorporado ao Batalhão Barreto Leme e que integrou a Coluna Romão Gomes) posa para foto nas...
08/08/2026

2ª Cia Batalhão Limeirense (incorporado ao Batalhão Barreto Leme e que integrou a Coluna Romão Gomes) posa para foto nas suas trincheiras, provavelmente nos arredores do município de São José do Rio Pardo/SP, onde a tropa combateu ao longo de agosto e setembro de 1932 na Revolução Constitucionalista.

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Na Revolução de 1932, registro de um pelotão de voluntários da cidade de Assis/SP. O combatente Silvino Ferreira Lopes (...
06/08/2026

Na Revolução de 1932, registro de um pelotão de voluntários da cidade de Assis/SP. O combatente Silvino Ferreira Lopes (1905-1954) é o 6º da esquerda p/ direita. Imagem e informações gentilmente compartilhadas por sua neta, a sra Susana Carvalho Ferreira.

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94 ANOS DA MORTE DO LENDÁRIO "CAPITÃO NECO"Nesse dia, há 94 anos, tombava heroicamente o capitão do Exército Manuel de F...
05/08/2026

94 ANOS DA MORTE DO LENDÁRIO "CAPITÃO NECO"

Nesse dia, há 94 anos, tombava heroicamente o capitão do Exército Manuel de Freitas Novaes Neto (1892-1932), o "Capitão Neco", como era conhecido na sua cidade natal, Cruzeiro/SP, onde lá atuou durante a Revolução de 1932, exercendo papel fundamental nos primeiros dias do levante para garantir o controle do território pelas tropas paulistas. Ele foi um exemplo de integridade, coragem e lealdade aos seus companheiros e também pela causa Constitucionalista.

Pertencia a uma tradicional família cruzeirense, filho do coronel Francisco de Paula Novaes (ex-comandante da 29ª Brigada de Cavalaria da Guarda Nacional) e de Dona Anna Romeu. Era neto do major Manuel de Freitas Novaes, considerado fundador da cidade de Cruzeiro. Cresceu na Fazenda Boa Vista, atualmente sede do Museu Municipal Major Novaes de Cruzeiro. Era casado com Maria Izabel Maldonado Novaes.

Ingressou no Exército Brasileiro em 1912, após concluir o curso do Colégio Militar no Rio de Janeiro, quando se matriculou na Escola de Guerra, anexa a Escola de Artilharia e Engenharia, sediada naquela cidade, saindo em 1915 como aspirante a oficial e lotado 53º B.C. Ao longo de sua carreira serviu em diversos unidades e obteve sucessivas promoções até o posto de capitão.

Por ocasião da deflagração da Revolução Constitucionalista ele comandava a 2ª Cia do 1º Batalhão (aquartelado em Pindamonhangaba/SP) do 5º Regimento de Infantaria do Exército. De lá se dirigiu para Cruzeiro, junto com sua tropa, para tomar as estações da linha férrea do sul de Minas e providenciar o aquartelamento dos seus comandados nas imediações do Túnel da Mantiqueira, em auxílio ao Major Henrique Quintiliano de Castro e Silva, então comandante do 2º Batalhão (aquartelado em Lorena/SP) do 5º R.I. do Exército, de modo a garantir aquela posição às tropas paulistas. Nos primeiros dias da guerra também comandou a praça militar de Cruzeiro/SP, baixando ordens aos moradores e organizando a passagem das tropas pela localidade.

Posteriormente passou a comandar o tráfego na linha férrea entre Queluz e Cruzeiro. Também garantindo o bloqueio da linha em direção ao Rio de Janeiro, por meio da manipulação das agulhas.

Faleceu na Santa Casa de Cruzeiro, em 5 de agosto de 1932, em decorrência de ferimentos no abdômem por disparo de arma de fogo, após realizar uma missão nos arredores da cidade de Queluz/SP, próximo à Estação Ferroviária de Engenheiro Bianor.

O episódio de sua morte ficou marcado na história da Revolução de 1932 como exemplo da coragem do combatente paulista e determinação a causa Constitucionalista. Conforme a versão popular, Manuel de Freitas Novaes Neto foi rendido por um sargento ditatorial que teria dito no ato:

— "Renda-se paulista!".

Porém, ao resistir à prisão, o capitão paulista teria respondido:

— “Um Paulista morre, mas não se rende!"

E na sequência, teria sido fuzilado impiedosamente à queima roupa.

Em Cruzeiro, a notícia da morte do Capitão Neco consternou a todos, que também foi divulgado nos jornais da capital. O "Diário Popular" declarou: " O movimento constitucionalista acaba de perder, com a morte do Capitão Manoel de Freitas Novaes, um dos seus mais ardorosos defensores e um dos mais vigorosos esteios da vitória(… ) Inteligente e perspicaz, herdeiro legítimo das tradições de uma família bandeirante, paulista de velha têmpera, empregava o melhor de suas energias para que a pátria se visse logo liberta dos terríveis grilhões da ditadura e da tirania(… )".

O falecimento do capitão foi também sentido nos meios governistas, onde era muito estimado, embora fossem adversários naquele conflito.

Na cidade de São Paulo é homenageado com a Rua "Capitão Manuel Novaes", situada no bairro de Santana, zona norte, assim denominada por meio do Decreto municipal nº 8.118 de 3 de abril de 1969.

Em Cruzeiro, sua cidade natal, também há a Rua "Capitão Neco", também em homenagem àquele bravo militar.

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Endereço

Rifaina, SP

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