Pensamento Quântico

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Pensamento Quântico - Desenvolvimento & Evolução da Consciência.
. By Jasson Gelain desde 2012 Muito Obrigado

Jasson Gelain

((3õ))

olá brasileiro, em 2012 resolvi criar essa pagina com o intuito de compartilhar informações relacionadas ao desenvolvimento da consciência e a vida no universo cósmico! Nessa pagina estarei postando todo tipo de informações e experiências que venho absorvendo ao longo de minha vida. Acredito que se organizarmos nossos pensamentos e compreendermos os valores e benefícios universais, poderíamos cheg

06/06/2026

"A consciência desperta não é a que sabe todas as respostas, mas a que aprende a sorrir diante do desconhecido."

03/05/2026

O MAGO & A ESPOSA
— A Simbiose da Grande Obra —

Existe uma ideia recorrente no ocultismo:
a de que o alquimista só completa sua obra ao lado de sua contraparte — o feminino, a esposa, a musa.

Mas há um ponto que poucos compreendem:

isso nunca foi, necessariamente, sobre outra pessoa.

A verdadeira alquimia sempre apontou para algo mais profundo —
a união interna entre forças opostas.

O masculino que direciona.
O feminino que percebe.
A mente que estrutura.
A essência que sente.

Durante muito tempo, buscamos fora aquilo que só pode ser integrado dentro.

Projetamos no outro
o equilíbrio que ainda não sustentamos.

Mas a jornada muda quando a consciência se revela:

✨ A simbiose não é dependência.
✨ É integração.

O “Mago” não precisa encontrar sua “Esposa”.
Ele precisa despertar esse princípio dentro de si.

E quando isso acontece…

a visão se alinha,
a ação ganha precisão,
e o caminho deixa de ser fragmentado.

Essa é a verdadeira Grande Obra.

Não é sobre dois se completando.
É sobre um se tornando inteiro.

— Ranatus / Philalethes










03/05/2026

Mergulhei profundamente em ti,
e em ti passei a me encontrar em todos os lugares.
Ecos de vidas esquecidas ecoam em cada descida,
revelando, pouco a pouco, a mim mesmo.

Bendita armadilha do Amor —
pois, sem ela, jamais me conheceria
na mesma medida em que ousei
te buscar.

01/05/2026

🜂 O Oculto é Complexo?

O próprio nome já revela: oculto.
Não existe acesso livre. Não existe regra única.

Existe uma porta…
Mas cada um encontra a sua própria chave.

Muitos que atravessaram tentam mostrar o caminho.
Poucos conseguem iluminar a trilha com clareza.
E, ainda assim, quando uma fagulha de luz cruza o seu caminho…
é impossível ignorar.

No meu caminho, falar de ocultismo é falar de iluminação através do mistério.

O mistério foi meu guia.
Li, busquei, mergulhei por anos…
E, no início, nada fazia sentido.

Mas o mistério… continuava sendo o sentido.

Com o tempo, os efeitos aparecem — silenciosos.
O isolamento cresce sem você perceber.
Não é rejeição ao mundo…
É profundidade demais para caber no superficial.

E aí começa a confusão:
pessoas mudam, relações mudam… você muda.

Surge a dúvida:
“Sou eu que estou perdido… ou o mundo?”

Buscar respostas só na mente não sustenta.
E no espírito… existem infinitas interpretações.

Você caminha sozinho.
E, às vezes, no escuro.

A jornada é romantizada.
Mas a travessia… é outra história.

Até que chega o colapso.
O ponto onde nada mais faz sentido.

E é exatamente aí…
que a chance real aparece.

Se ainda existir um questionamento verdadeiro,
ele te conduz — sem esforço —
ao processo mais legítimo que existe:

🜁 o encontro com você mesmo.

Você começa a ver.
As máscaras.
Os padrões.
As camadas.

A mente reflete o espírito.
O espírito reflete a mente.

E algo muda:
você deixa de se sentir deslocado…
e passa a se mover com consciência.

A busca externa se dissolve.
E o interno começa a responder.

Sem fórmulas.
Sem regras.
Sem tempo definido.

No fim… o destino é o mesmo para todos.
Mas as chaves — sempre únicas.

E quando chega…
você não precisa que ninguém explique.

Você vê.
Você sente.
Você sabe.

11/04/2026

"A ignorância morre quando o acesso à luz se torna universal."

01/04/2026

Existe uma máscara que esconde…
e existe uma máscara que revela.

Vivemos em um tempo onde rostos são exibidos como troféus,
sorrisos são treinados,
e identidades são montadas como vitrines.

Máscaras perfeitas.
Rostos impecáveis.
Caráter… ausente.

Mas há um outro tipo de máscara — rara.
Aquela que não nasce da vaidade,
mas da necessidade.

Ela não existe para enganar o mundo,
mas para proteger o que ainda é verdadeiro.

Ela cobre a pele…
mas deixa a essência respirar.

Enquanto muitos usam máscaras para parecer,
alguns poucos usam para preservar.

E nesses poucos, acontece algo estranho:
quanto menos rosto, mais presença.
quanto menos aparência, mais verdade.

A sociedade ensina a esconder quem você é
atrás de uma versão aceitável.

Mas o espírito…
não precisa ser aceito.
Precisa ser inteiro.

No fim, a pergunta não é:
“Você usa máscara?”

Mas sim:
Ela esconde o vazio…
ou guarda o que ainda é real?

28/03/2026

Nos tempos antigos, a fé não era um ritual de conforto ou conveniência; era uma prática que exigia coragem, inteligência e corpo. Olhemos, por exemplo, para a Cultura Nazca, que floresceu entre 500 a.C. e 500 d.C., em um dos desertos mais áridos do mundo. Lá, a criação das gigantescas Linhas de Nazca não era apenas arte — era uma ponte viva entre os homens e o cosmos.

Para desenhar um macaco, um colibri ou um astronauta primitivo, não bastava inspiração: era necessário medir proporções, trabalhar em equipe, enfrentar o calor do deserto, calcular alinhamentos com estrelas e solstícios. Cada gesto carregava conhecimento astrológico, habilidade matemática e força física, e cada linha era um ritual, uma invocação para a água, para a fertilidade, para a vida. A fé deles era corpo, mente e espírito unidos; um ato sagrado que não estava ao alcance de qualquer um, que exigia resistência, disciplina e devoção genuína.

Comparemos isso com o teatro da fé nos dias de hoje. Entrega-se dinheiro a pastores ou líderes religiosos como quem deposita moedas em uma máquina: um gesto mecânico, desprovido de corpo, suor ou risco, feito quase sempre na expectativa de retorno material — fazenda, carro, viagens, poder. O sagrado se tornou espetáculo, e a experiência viva foi substituída por transações e protocolos de consumo espiritual.

Até os hebreus e o próprio Jesus conheciam a dimensão do deserto — não apenas como espaço físico, mas como provação, teste, busca interior. O deserto, no sentido simbólico, exige coragem, disciplina e sacrifício. Não é para quem quer conforto ou resultados imediatos; é para quem aceita o risco da transformação verdadeira.

Hoje, muitos confundem fé com conveniência, sagrado com espetáculo, oração com protocolo financeiro. A diferença é brutal: enquanto os Nazca atravessavam a aridez, alinhavam o céu com o chão e conectavam-se ao divino, nós assistimos uma encenação de fé, em que a grandiosidade do espírito é trocada por bilhetes e notas de papel.

Em resumo: o sagrado de verdade exige coragem, esforço e presença, enquanto a fé moderna, para muitos, se reduz a um teatro seguro e confortável, onde a conexão com o divino é medida em moedas, e não em experiência, risco ou devoção. O contraste é tão evidente que a história antiga nos olha e pergunta: quem ainda tem coragem de atravessar seu deserto?

27/03/2026

Muita gente confunde firmeza com agressividade.
Acha que ser firme é falar alto, impor medo, ganhar no grito.

Mas hoje eu entendi algo diferente:

Firmeza de verdade é calma.
É olhar no olho e não perder o controle.
É saber o que é certo… e não se mover disso.

Sun Tzu já dizia:
“A suprema arte da guerra é vencer sem lutar.”

E isso não é sobre guerra…
é sobre domínio.

Marcus Aurelius ensinava:
“Você tem poder sobre sua mente — não sobre eventos externos.”

Ou seja:
o mundo pode tentar te pressionar…
mas quem decide como você reage é você.

E talvez o maior exemplo disso seja Nelson Mandela —
que mostrou que firmeza não está na força bruta,
mas na capacidade de permanecer inteiro mesmo sob pressão.

Firmeza não é atacar.
Não é vencer discussão.

Firmeza é:

– ouvir sem se perder
– falar sem se exaltar
– manter posição sem precisar provar nada o tempo todo

É quando você entende que não precisa levantar a voz…
porque sua consciência já está firme.

No fim, firmeza não é sobre o outro.
É sobre você não sair do seu eixo.

E quando isso acontece…
o ambiente muda.

Não porque você gritou mais alto,
mas porque você não se dobrou.

26/03/2026

🧠 A voz que faltou: quando você aprende a se acolher

Nem todo mundo cresceu sendo visto com ternura.

Para algumas pessoas, faltou algo essencial:
um olhar que dissesse “eu te vejo”,
uma presença que orientasse sem julgar,
uma voz que trouxesse segurança em meio ao caos.

E quando isso falta…
a mente não ignora.

Ela tenta se reorganizar.

🔍 O que a psicologia diz sobre isso

Na psicologia, esse processo é conhecido como reparentalização —
quando o próprio indivíduo desenvolve internamente as funções emocionais que não recebeu na infância.

Esse conceito aparece em diferentes abordagens:

Carl Jung falava sobre a integração das partes internas, incluindo a criança emocional e o Self, como caminho de individuação.
Donald Winnicott destacou a importância de um ambiente suficientemente bom — e como sua ausência pode levar o indivíduo a desenvolver defesas e adaptações profundas.
John Bowlby, com a teoria do apego, mostrou como vínculos inseguros na infância impactam diretamente a forma como nos relacionamos com nós mesmos e com os outros.
Carl Rogers trouxe a ideia de aceitação incondicional — algo que, quando não vem de fora, precisa ser cultivado internamente.
🧩 O que isso significa na prática

Reparentalizar a si mesmo é aprender a:

se acalmar em momentos de ansiedade
se orientar diante de decisões difíceis
se validar sem depender exclusivamente do outro
se tratar com mais consciência do que crítica

Isso não apaga o que faltou.
Mas muda a forma como você se relaciona com isso.

⚖️ Um ponto importante

Esse processo é saudável quando:

✔️ te aproxima da realidade
✔️ melhora sua capacidade de agir no mundo
✔️ fortalece sua autonomia emocional

E deixa de ser saudável quando vira:

⚠️ fuga constante
⚠️ isolamento excessivo
⚠️ desconexão do mundo concreto

🌱 A virada real

Talvez o ponto mais profundo seja esse:

você para de esperar que alguém te dê aquilo que faltou
e começa a construir isso dentro de si.

Isso não substitui relações.
Mas transforma completamente a forma como você vive elas.

🧭 Em síntese

Você não está “inventando algo na sua cabeça”.

Você está fazendo o que muitos processos terapêuticos buscam:

👉 construir uma base emocional interna estável

E isso…
é um dos sinais mais claros de amadurecimento psicológico.

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