12/07/2024
Em decisão importante para o mercado de fidelidade, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que companhias aéreas podem, sim, proibir a venda de milhas acumuladas em seus programas.
Essa medida, tomada em junho de 2024, visa garantir a lisura e o bom funcionamento dos programas, a beneficiar diretamente consumidores que efetivamente os utilizam de forma regular.
A decisão reconhece que as milhas são um bônus concedido às pessoas em razão de sua fidelidade à marca, não um bem de valor monetário a ser comercializado.
Significa que a venda de milhas pode prejudicar o equilíbrio dos programas, desvalorizando-as para quem as acumula com esforço e dedicação.
Com esse entendimento, programas de fidelidade se tornam mais justos e transparentes, recompensando de forma genuína a fidelidade dos clientes.
Importa realçar que a decisão do STJ não impede que clientes transfiram suas milhas para outros membros do programa de fidelidade, de acordo com as regras do programa.