28/01/2022
Com pais ausentes ou displicentes, taxa de adolescentes que consomem álcool não para de subir! A garotada está virando todas! 🍺🍻🥃🍷🥂🍹🥃🍺🍺🍻🍹🍹🍹
O percentual de adolescentes entre 13 e 17 anos que consomem álcool no Brasil aumentou entre 2015 e 2019, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que ouviu 11,8 milhões de estudantes. Especialistas alertam que o cenário pode ter piorado ainda mais ao longo da pandemia, embora os dados sejam anteriores à crise sanitária.
Divulgada nesta semana, a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) aponta que 63,3% dos estudantes entrevistados haviam tomado uma dose de bebida alcoólica em 2019. Três anos antes, esse índice era de 61,4%.
O consumo do brasileiro, que era predominantemente feito fora de casa, vem mudando de padrão com a pandemia. Para as crianças isso é particularmente importante, porque os comportamentos que são adquiridos na infância e na adolescência tendem a se perpetuar na vida adulta.
Ainda de acordo com a PeNSE 2019, 34,6% do total de estudantes consultados havia experimentado bebida alcóolica pela primeira vez antes do 14 anos de idade. O indicador é maior entre as meninas - 36,8%, contra 32,3% entre os meninos - o que não era observado em 2015.
Episódios de embriaguez foram relatados por quase metade dos jovens entrevistados no estudo. Pelo menos 15% tiveram problemas com família ou amigos, perderam aulas ou brigaram, uma ou mais vezes, porque tinham bebido. Novamente as meninas foram maioria: 17,1% das entrevistadas contaram ter vivido situações dessa natureza. Entre os meninos o índice foi de 14%.
Os pais precisam acompanhar o que acontece na vida dos filhos de perto. Infelizmente em muitas famílias não existe relacionamento saudável: não há diálogo, as pessoas ficam isoladas no quarto, muitos adolescentes não obedecem aos pais, a indiferença parece ser “a bola da vez”. Inúmeras famílias estão se transformando numa fami-ilha 🏝 Moram na mesma casa mas ninguém participa da vida do outro. Triste…