04/11/2020
Nossa roda de gestantes dessa semana traz um tema muito pertinente.
A média de amamentação exclusiva no Brasil é de apenas 54 dias. Amamentar não é instintivo como podemos pensar, por isso é muito importante nos prepararmos também para essa jornada.
Vem conversar com a gente sobre amamentação ♥️
Amanhã! Dia 05/11 às 20h, online pelo Zoom.
Link na bio.
09/10/2020
Próxima quinta, dia 15/10, às 20h teremos nossa roda de conversa.
O tema é muito pertinente, visto que a grande maioria das mulheres é usuária do sistema público e ainda têm muita insegurança e medo do SUS.
Vamos desmistificar o atendimento por plantão/SUS e trazer o relato lindo da que fez todo o pré natal e teve um parto humanizado no sistema público de saúde.
O encontro será realizado pela plataforma Google Meet, tem um valor simbólico opcional de 10,00 e o link para a sala está na nossa bio.
29/09/2020
É depois de amanhã! 🎉🎉🎉
Dia 01/10 às 20h teremos nossa primeira roda de conversa online para gestantes, tentantes, casais e todos os interessados.
O link para a sala do Zoom está na bio do nosso perfil.
A contribuição será voluntária, o link com a sugestão estará disponível no dia da roda.
Venha participar e convide uma gestante para construir com a gente ♥️🤰🏻
22/09/2020
Olá, mulheres!
Pensando em uma rede de apoio para gestantes que buscam um parto respeitoso e considerando que nem todas podem ter o acompanhamento de uma doula nessa busca, nós do Coletivo fizemos um grupo no whatsapp para compartilhar informações e trocar experiências.
Os grupos de apoio de gestantes constituem uma ferramenta importante no empoderamento para o parto.
É gestante? Vem fazer parte! Não é gestante? Marca uma aqui nos comentários para ela conhecer 👇🏻
O link para o grupo:
https://chat.whatsapp.com/Db4qHyWRwsS61vKmS0hHeS
03/09/2020
Conheça nossa equipe!
Michelle Dutra, 24 anos, mãe do Henrique, doula e educadora perinatal.
Estudei muito para o meu parto e mesmo assim sofri violência obstétrica e várias intervenções desnecessárias. Me tornei doula para ajudar outras mulheres, para que sejam respeitadas, para que tenham alguém que olhe para elas e não somente para o bebê e, claro, para continuar lutando contra o sistema.
26/02/2020
Tornar a cesárea um momento mais respeitoso é preciso e urgente!
Não podemos romantizar a cesárea desnecessária, muito menos ba**lizar. A cesariana é uma cirurgia de médio porte, com mais riscos associados do que um parto vaginal. Mas não é uma cirurgia qualquer, é uma cirurgia através da qual nasce uma vida.
Mesmo quando a cesárea é de emergência, é possível tornar esse momento mais respeitoso para a mulher e para o recém-nascido.
Deixar o momento menos tenso e menos “robotizado” não custa nadinha, é fácil, não atrapalha em nada o procedimento, torna aquela experiência mais satisfatória para a mulher e proporciona uma transição mais tranquila para o bebê.
Abaixo algumas medidas simples que podem fazer toda a diferença na experiência da mulher e na vida do bebê:
Manter temperatura da sala de cirurgia mais amena, com ar condicionado não muito frio;
Sem luzes fortes direcionadas ao bebê;
Ambiente calmo e silencioso, sem conversas paralelas;
Deixar as mãos da mulher livres para que ela possa pegar o bebê;
Abaixar o campo cirúrgico para que a mulher possa ver o bebê nascer;
Colocar o bebê em contato pele a pele assim que nasce;
Amamentação nos primeiros minutos de vida do bebê;
Clampeamento oportuno do cordão umbilical;
Golden Hour quando o bebê nasce bem ou assim que possível, após avaliação pediátrica;
Adiar pesagem, medições e vacinas para depois da primeira hora de vida;
Pele a pele com o pai/mãe/avó/etc, caso a mãe não esteja em condições;
Não aspirar o bebê;
Não aplicar colírio no bebê;
Mulher, converse com sua equipe e tenha no seu plano de parto suas escolhas para caso uma cesariana seja necessária. Se possível, consulte antes do parto com o neonatalogista que acompanhará vocês. Se for para o plantão, leve seu plano de parto e converse com a equipe plantonista.
Por .victoria.doula
24/02/2020
Conheça nossos serviços ☀️
🤰Acompanhamento de gestação e parto – os encontros são coletivos, com valor acessível e o parto é acompanhado por uma das três doulas do coletivo;
🍃Grupo de gestantes – toda primeira sexta-feira do mês, às 19h, na Rua Carlos de Carvalho, n° 64, Fragata. Os temas são variados e o grupo é aberto a todos, gestantes, tentantes, casais grávidos. Bebês são sempre bem-vindos;
💃Dança mãe e bebê – as aulas são em grupo, com crianças de zero a três anos e acontecem na última quarta-feira dos meses ímpares, às 19h, na Rua Carlos de Carvalho, nº64, Fragata. Evento gratuito;
🧘♀️Yoga para gestantes e bebês – as aulas de yoga acontecem na última quarta-feira dos meses pares, às 19h, na Rua Carlos de Carvalho, nº64, Fragata. Aulas gratuitas;
🌼Chá de bênçãos – o chá de bênçãos é um ritual de despedida da barriga cheio de boas energias e poder feminino. Pode ser coletivo ou individual e geralmente é feito após 38 semanas de gestação;
🖌Arte Gestacional - A arte gestacional pode ser feita a qualquer momento da gestação, inclusive como acompanhamento mensal.
Todos os serviços são prestados tanto para mulheres acompanhadas pelo coletivo quanto para as demais. Consulte maiores informações pelo messenger ou mande um email para [email protected] para receber nosso portfólio.
24/02/2020
Conheça nossa equipe!
Geana Tadiello, 24 anos, mãe do Pedro, feminista e militante pelos direitos das mulheres. Doula e educadora perinatal, instrutora de yoga, dança materna, luta pelos direitos iguais e pela vivência através do empoderamento feminino e da libertação dos padrões patriarcais, levando informação a todas as mulheres, dando apoio e acolhimento. Como doula busca atender as necessidades da mulher e ajudá-la a parir com respeito.
23/02/2020
"Puerpério? O que é isso? Na minha época isso não existia."
Basta uma rápida pesquisa no Google que se encontra: "Puerpério: período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação."
O temido puerpério. Estar informada te ajuda a vivenciar uma experiência melhor de parto, mas não podemos esquecer de estudar muito também sobre o pós parto.
Então sim, o puerpério sempre existiu, só é pouco falado e compreendido.
Para os hospitais e profissionais da saúde física, o puerpério dura cerca de 40/45 dias pós parto, que seria o tempo que o útero leva pra voltar ao tamanho pré gravídico, e os hormônios voltarem "ao normal". As aspas no normal são justamente porque depois que um bebê nasce, nada mais é normal, e tá tudo bem. Psicologicamente se fala que o puerpério pode vir a durar até DOIS ANOS.
Cada mulher vivência o seu puerpério de um modo, cada bebê tem suas demandas, mas você que tá com o bebê no colo, o peito vazando leite e a lágrima escorrendo dos olhos, vai ficar tudo bem. Permita-se viver o próprio puerpério, e conhecer esse bebê e essa mulher que acabaram de nascer. Naturalizar o puerpério diminuirão as chances de uma possível depressão pós parto, então se cuide psicologicamente e fisicamente. Dívida as tarefas, acione a rede de apoio.
As coisas não voltam pro lugar, mas tomam novos lugares e tudo se estabiliza, faça as pazes com a nova você.
Por Doula Laura Bastos
22/02/2020
Conheça nossa equipe!
Juliana Victoria, 30 anos, doula e educadora perinatal, mãe de três, o último nascido de um VBA2C (parto normal após duas cesáreas) muito desejado. Feminista, militante do protagonismo feminino, do parto humanizado e do aleitamento materno. Luta por políticas públicas e para que cada vez mais mulheres tenham acesso a informação e possam ter um parto digno. Entende que a doula é uma ferramenta de resgate ao fisiológico e natural e acredita na coletividade e nos três pilares da humanização enquanto movimento político e não como nicho de mercado.
22/02/2020
Um dos maiores medos da mulher quando se fala em parto normal é a laceração. Quem nunca ouviu que "o parto normal vai te rasgar todinha", não é mesmo? Mas e se lacerar? Uma laceração é tão ruim assim?
Existem quatro tipos de laceração:
1° grau: atinge apenas pele e/ou mucosas, normalmente não precisa de sutura
2° grau: atinge pele e/ou mucosas e músculos, às vezes precisa de sutura
3° grau: além de pele e/ou mucosas e músculos, atinge o esfíncter a**l
4° grau: atinge pele e/ou mucosas, músculos, esfíncter a**l e mucosa do intestino
Alguns fatores podem favorecer a ocorrência de lacerações:
❌Posição ginecológica
❌Puxos dirigidos
❌Ocitocina sintética
❌Manobra de kristeller
Como diminuir o risco de sofrer uma laceração?
✔️Prática de exercícios na gestação
✔️Massagem perineal durante a gestação
✔️Livre deambulação e escolha, por parte da mulher, da posição para parir
✔️Respeitar os puxos espontâneos
✔️Não manipular o períneo
✔️Fisioterapia pélvica
✔️Uso do Epi-no
Como aliviar a dor e ajudar na cicatrização?
❄️Absorvente congelado com ervas e chás
🌪️Deixar a região respirar o máximo que puder
👙Utilizar calcinhas de algodão ou não usar calcinhas sempre que possível
❌Não utilizar cintas de compressão
🥯Utilizar almofada com furo no meio para sentar - aquelas para hemorroidas
💊Utilizar medicamentos prescritos pelo médico
Lembre-se:
🍃Laceração é um evento fisiológico
🍃A cicatrização é mais rápida que uma episiotomia
🍃Existe uma boa chance de você sair do parto com o períneo íntegro se todo o processo for conduzido de acordo com as melhores práticas
Por Juliana Victoria Doula
21/02/2020
Conheça nossa equipe!
Laura Bastos tem 21 anos, é mãe do Henrique e da Ana Carolina, feminista e militante da humanização do nascimento. Doula e educadora perinatal, se indentifica com as causas sociais e a maior luta diária é a desromantização da maternidade. Tem como objetivo levar a doulagem para mulheres menos privilegiadas financeiramente, abrangendo e tornando o mundo da humanização acessível para todas!