04/11/2025
Muitas vezes nos deparamos com filhos ou crianças agitadas e logo pensamos: ah, este ser tem TDAH, mas rotular é um crime. Nem sempre o diagnóstico confirma nossas percepções, e por quê?
Simples, porque existe antes de tudo o que chamamos de personalidade e temperamento, e se observarmos bem sempre tem alguém em nossa família em que a criança se pareça em tal comportamento.
Por isso, antes de rotular, observe, dê limites, esteja presente nas tarefas escolares, nas atividades diárias, na vida de seu filho; muitos problemas comportamentais são solucionados com afeto e rotina estruturada.
Falar que alguém possui TDAH ou TOD é muito sério, pois envolvem medicações que afetam o comportamento do indivíduo, e se houver um cuidado com a presença ou até mesmo um acompanhamento psicopedagógico muitas atitudes ditas como anormais desaparecerão.
Então, busque ajuda, não faça uso de medicações sem terapia; é como tomar remédio para emagrecer e continuar comendo errado. É preciso aliar as formas de intervenção de modo assertivo.
Agende uma avaliação psicopedagógica, psicológica e peça um relatório escolar sobre os últimos 6 meses da criança, una essas informações e só depois procure o neurologista. Eis o caminho para o diagnóstico certo e preciso.
E se por acaso confirmar um diagnóstico de transtorno de neurodesenvolvimento, não dê medicações sem terapias semanais, aliás, as terapias irão ensinar a regular o comportamento sem a presença da medicação a um certo prazo.
E aí, o diga o que você pensa nos comentários 😉