26/06/2026
Frases que eu não canso de repetir sobre negociação e que fico na torcida para você aplicar no seu dia a dia.
Você adicionaria alguma?
Curso baseado na metodologia do Harvard Negotiation Project (HNP): negociação baseada em princípi https://www.linkedin.com/in/brenopaquelet/
Sobre o Professor: Breno Paquelet
Formação Acadêmica:
* Especialista em Negociações Estratégicas em Harvard/EUA
* MBA em Gestão de Negócios no Ibmec/RJ
* Pós-Graduado em Administração Internacional no Coppead/UFRJ
* Graduado em Direito na Universidade Federal Fluminense/RJ
Experiência Profissional:
* 13 anos de experiência em gestão empresarial em indústrias de grande porte no segmento de b
26/06/2026
Frases que eu não canso de repetir sobre negociação e que fico na torcida para você aplicar no seu dia a dia.
Você adicionaria alguma?
Um dos maiores obstáculos numa negociação não é o outro lado.
É a crença de que não existe saída antes mesmo de procurar uma.
Existe um conceito na negociação chamado “mito da torta fixa”: a suposição de que os recursos disponíveis são fixos e que, para eu ganhar, o outro precisa perder.
Essa crença faz com que as pessoas entrem na negociação já fechadas para qualquer possibilidade que não seja a que imaginaram antes de sentar à mesa.
E aí a negociação fracassa, não pela dificuldade real, mas pela dificuldade presumida.
Criatividade em negociação não é talento. É disposição para questionar os próprios pressupostos.
É preciso se perguntar: o que eu ainda não enxerguei aqui? Que variável eu ainda não coloquei na mesa? Que interesse do outro lado eu ainda não entendi?
F**a a reflexão: Qual barreira pode estar te impedindo de encontrar uma saída melhor?
24/06/2026
Numa Copa onde quase todo jogador usa chuteiras patrocinadas, esse atleta escolheu seguir o caminho contrário.
Neymar, por exemplo, recebe 26 milhões de euros por ano só de patrocínio de chuteira. Enquanto Olise recusou propostas das maiores marcas do mundo e não tem contrato com nenhuma delas.
O que me chama atenção nesse caso não é a recusa em si, é o que ela mostra sobre como a negociação vem sendo conduzida pelas marcas.
A posição dele está clara “não quero patrocínio de chuteira”. Mas aparentemente há interesses de Olise, como liberdade de escolha, conforto e identidade visual, que poderiam ser atendidos, para destravar essa negociação.
Qual marca você acha que vai conseguir fechar um acordo com ele?
Como as negociações são interações humanas, as emoções sempre estarão presentes, em menor ou maior grau.
A questão então não é evitar que elas apareçam e sim lidar com elas de forma produtiva.
O principal ponto aqui é considerar que as emoções são contagiosas numa negociação.
Agressividade gera agressividade ou defensividade. Já tranquilidade e curiosidade geram abertura e conexão.
Acredite: Quando você muda suas atitudes e reações, o ambiente todo muda.
O que você faz quando um cliente pede desconto?
Esse parece ser um problema de preço, mas raramente é só isso.
Na maioria das vezes, é sinal de que algo ainda não ficou claro: o valor do que você está oferecendo, um detalhe para que o acordo fosse viável ou um obstáculo concreto para o outro lado.
Por isso, as três respostas que trago no vídeo seguem essa lógica: diagnosticar antes de ceder, reforçar valor antes de argumentar preço, e se precisar mexer no número, fazer isso de forma que preserve sua margem.
Se quer desenvolver suas habilidades de negociação, veja todos os meus conteúdos disponíveis gratuitamente no link da bio.
19/06/2026
Quanto mais itens você coloca numa negociação, mais moedas de troca você cria.
A FIFA não tinha como vender mais ingressos. Não tinha mais espaço para vender mais comerciais no intervalo do jogo, que dura no máximo 15 minutos, com apenas 12 minutos de tempo útil.
Então ela fez a pergunta: qual outro item, além dos que já vendo, poderia entrar nessa equação?
A resposta foi uma variável, que cria valor para todos os envolvidos: a pausa para hidratação.
Essa fonte de receita não existia, até alguém pensar em soluções criativas.
Para criar valor na negociação, é preciso pensar em itens que custem pouco para alguém e valha muito para os outros. Nesse estudo de caso, mostro como isso está acontecendo na Copa do Mundo.
Se você quer aprender a negociar melhor com casos reais, os conteúdos aqui do perfil vão te ajudar.
Por que certos feedbacks incomodam mais do que deveriam? Sheila Heen, professora de Harvard, explica.
Tive o prazer de interagir com ela num seminário em Harvard e gravamos juntos alguns conteúdos sobre negociação para as editoras Sextante e Companhia das Letras, que publicam os livros dela e os meus no Brasil.
Seus livros me marcaram no início da carreira, lá pelos anos 2000, e despertaram meu interesse por estudar negociação. Sempre que possível, compartilho aqui o que aprendi com ela. Dessa vez, seus estudos sobre como as pessoas recebem feedback, um tema pouco explorado até então, inspiraram a 28ª edição da “Negocie com Breno”, minha newsletter.
Leia na íntegra agora: o link está no story.
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