GENI - Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos

GENI - Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos GENI/UFF

E se você pudesse saber qual grupo armado controla o seu bairro?O Mapa Histórico dos Grupos Armados do Rio de Janeiro mo...
17/09/2026

E se você pudesse saber qual grupo armado controla o seu bairro?

O Mapa Histórico dos Grupos Armados do Rio de Janeiro mostra onde facções e milícias controlam territórios, como esse domínio se expandiu e os impactos sobre a vida cotidiana.

Confira o mapa e o estudo completo do GENI/UFF e do Instituto Fogo Cruzado.

Entender as transformações das organizações criminosas no Brasil também passa por compreender como elas atuam nos mercad...
15/09/2026

Entender as transformações das organizações criminosas no Brasil também passa por compreender como elas atuam nos mercados ilegais e se relacionam com o território e o Estado.

No artigo “Tráfico de dr**as e segurança no Brasil: mecanismos de um ciclo vicioso”, Gabriel Feltran e Deborah Fromm analisam essas dinâmicas e os desafios que elas colocam para a segurança pública.

O texto integra a publicação Criminalidade Organizada: Diagnóstico e Políticas Públicas e Legislativas, lançada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL), em parceria com o Geni-UFF, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o Instituto Fogo Cruzado.

Leia o capítulo completo. Link tá na bio.

Como a questão da segurança pública aparece nos debates políticos?O sentimento de insegurança experimentado pela populaç...
11/09/2026

Como a questão da segurança pública aparece nos debates políticos?

O sentimento de insegurança experimentado pela população é frequentemente instrumentalizado por candidaturas políticas que prometem soluções fáceis para problemas complexos. Prometem intensificar tudo aquilo que já não funcionou nas últimas décadas: endurecimento penal, encarceramento em massa e extermínio.

Esse discurso traz consideráveis retornos eleitorais, justamente porque o tema da criminalidade e da violência não vem sendo tratado com seriedade no debate público. Há uma ênfase muito grande nos juízos de valor sobre as condutas individuais, acreditando-se que a criminalidade pode ser controlada por meio da incapacitação de indivíduos desviantes.

No entanto, uma sociedade que acredita na necessidade de prender e matar mais, enquanto o Estado mantém cerca de 800 mil pessoas encarceradas e mata outros tantos milhares, é uma sociedade adoecida, incapaz de olhar para as suas próprias contradições.

É justamente por isso que fortalecer a democracia também significa qualificar o debate público sobre segurança. Acompanhar pesquisas sérias, produzidas a partir de evidências e comprometidas com a compreensão da realidade, é fundamental para que a sociedade possa avaliar criticamente as políticas propostas e seus resultados. Em vez de respostas fáceis e soluções baseadas no medo, é preciso ampliar o espaço para o conhecimento, para o debate democrático e para políticas públicas capazes de enfrentar a complexidade da violência no Brasil.

19/08/2026

A expansão do crime organizado nem sempre aparece nas estatísticas de homicídios.

Nesse novo vídeo, a nossa coordenadora, Carolina Grillo, explica como a disputa entre grupos armados pode provocar um aumento inicial dos homicídios e, quando uma organização se torna hegemônica, levar à redução dessas mortes.

Mas isso não significa que a população esteja mais segura. Em territórios controlados por facções ou milícias, moradores e comerciantes podem estar submetidos à extorsão e à cobrança de taxas sobre serviços como gás, energia elétrica, internet e TV a cabo.

A violência, portanto, também se manifesta no controle do território e na imposição cotidiana de regras e custos à população. É preciso olhar para além dos homicídios para compreender como o crime organizado afeta a percepção e as condições de segurança.

Assista ao vídeo e entenda a análise completa!

07/08/2026

A política de encarceramento em massa torna a sociedade mais segura? Para a coordenadora do Geni-UFF, Carolina Grillo, os dados mostram que não!

Em participação no canal MyNews, a pesquisadora analisa o crescimento da população carcerária brasileira nas últimas décadas e explica por que o aumento de penas e do encarceramento não tem se traduzido em redução da violência. Ela também discute como a produção de leis em resposta a casos de grande repercussão pode gerar uma sensação de ação, sem necessariamente produzir resultados efetivos no enfrentamento da criminalidade.

Assista à análise completa e entenda por que o debate sobre segurança pública exige evidências, e não apenas respostas imediatas.

A segurança pública é um desafio que exige diálogo, pesquisa e cooperação entre diferentes setores da sociedade. É com e...
28/07/2026

A segurança pública é um desafio que exige diálogo, pesquisa e cooperação entre diferentes setores da sociedade. É com esse objetivo que a Rede Universitária Segurança para Todos RJ – Artigo 5º realiza seu 4º encontro, dedicado ao tema “Pacto Federativo e Políticas de Segurança Pública”.

O debate reunirá especialistas com ampla atuação na área: Daniel Hirata (Ministério da Justiça/GENI), Silvia Ramos (CESeC), Luiz Eduardo Soares (CBAE/UFRJ), Marcelo Burgos (DCS-PUC) e Lenin Pires (INCT-InEAC). A proposta é discutir os desafios da coordenação entre os diferentes níveis de governo e refletir sobre caminhos para o fortalecimento das políticas públicas de segurança no estado do Rio de Janeiro.

O encontro acontece no dia 4 de agosto, às 18h, na Casa da Ciência – UFRJ, e é aberto a todas as pessoas interessadas em aprofundar o debate sobre segurança pública, produção de conhecimento e formulação de políticas baseadas em evidências.

Participe e contribua para essa conversa. Acompanhe a Rede Universitária Segurança para Todos RJ – Artigo 5º nas redes sociais para mais informações.

Convidamos todas e todos para participar da palestra “Evidências para enfrentar o crime organizado no Rio de Janeiro”, q...
30/06/2026

Convidamos todas e todos para participar da palestra “Evidências para enfrentar o crime organizado no Rio de Janeiro”, que acontecerá nesta quinta-feira (2), na UFF.

O debate será mediado por Carolina Grillo, coordenadora do Geni-UFF, e reunirá nome de referência para debater o assunto: Maria Isabel Macdowell (Instituto Fogo Cruzado), Larissa Lacerda (Observatório das Metrópoles), João Trajano (LAV/UERJ), Pedro Benetti (LAV/UERJ), Tarcisio Motta (Deputado Federal do PSOL) e Monica Benício (Vereadora do PSOL).

Data: 2 de julho
Horário: 10h
Local: Miniauditório da Sociologia, sala 319, bloco O, ICHF-UFF, Campus Gragoatá, UFF.

A atividade é gratuita e aberta ao público.

O Construindo Ferramentas é uma iniciativa do Geni-UFF voltada ao desenvolvimento de metodologias para a produção de dad...
18/06/2026

O Construindo Ferramentas é uma iniciativa do Geni-UFF voltada ao desenvolvimento de metodologias para a produção de dados, evidências e atendimento psicossocial em casos de violações de direitos humanos.

Realizado em parceria com a Redes da Maré e o Napave, o projeto reúne diferentes áreas do conhecimento para fortalecer investigações, qualificar a produção de evidências e ampliar o acesso à justiça para vítimas e familiares afetados pela violência de Estado.

Deslize para conhecer mais sobre o projeto!

Afinal, as operações policiais ajudam a combater os grupos armados? Arraste para o lado e entenda! 👉🏽
16/04/2026

Afinal, as operações policiais ajudam a combater os grupos armados? Arraste para o lado e entenda! 👉🏽

Após oito anos de investigação e mobilização social, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou os mandantes ...
25/02/2026

Após oito anos de investigação e mobilização social, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou os mandantes e envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão reconheceu a existência de uma organização criminosa armada, com participação de agentes públicos, responsável pelo planejamento, execução e tentativa de obstrução das investigações.

O julgamento revelou como estruturas do Estado podem ser capturadas por redes criminosas ligadas à milícia, que utilizam a violência, a corrupção e o controle territorial como instrumentos de poder político. A atuação de policiais, ex-parlamentares e autoridades públicas no caso evidencia ainda que o crime não foi isolado, mas parte de um sistema que busca silenciar lideranças populares, especialmente mulheres negras e defensoras de direitos humanos. A condenação reafirma que a violência política não pode ser naturalizada em uma democracia.

A supervisão da execução das penas ficará sob responsabilidade do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. Para o Geni-UFF, a decisão representa um marco no enfrentamento à impunidade e reforça a importância da pressão da sociedade civil, da família e dos movimentos sociais por justiça. Honrar a memória de Marielle e Anderson exige, além da responsabilização, o combate permanente às milícias e à infiltração do crime organizado nas instituições públicas!

Endereço

Niterói, RJ

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