Prof. Andesson Mendes

Prof. Andesson Mendes �� Professor de Ciências e Biologia | Divulgador Científico | Apaixonado por Astronomia ��

29/09/2026

Uma visão diferente da Starship em órbita!

O fotógrafo e engenheiro Mattias Malmer pegou uma imagem registrada por uma câmera instalada em um dos satélites Starlink V3 e fez uma correção digital na imagem.

A câmera utiliza uma lente olho de peixe (fisheye), que possui um campo de visão muito amplo, mas também provoca uma forte distorção.

Malmer aplicou um processo de “deswarping” (correção geométrica) para compensar essa distorção e, em seguida, reorientou o enquadramento para mostrar a Starship.

O resultado é impressionante: podemos ver a nave, a estrutura do satélite e a Terra ao fundo, tudo a partir de uma perspectiva orbital.

A imagem original foi publicada por Mattias Malmer, que explicou: “De-warped the fisheye lens and aimed the camera at Starship.”

29/09/2026

Uma visão diferente da Starship em órbita!

O fotógrafo Mattias Malmer pegou uma imagem registrada por uma câmera instalada em um dos satélites Starlink V3 e fez uma correção digital na imagem.

A câmera utiliza uma lente olho de peixe (fisheye), que possui um campo de visão muito amplo, mas também provoca uma forte distorção.

Malmer aplicou um processo de “deswarping” (correção geométrica) para compensar essa distorção e, em seguida, reorientou o enquadramento para mostrar a Starship.

O resultado é impressionante: podemos ver a nave, a estrutura do satélite e a Terra ao fundo, tudo a partir de uma perspectiva orbital.

A imagem original foi publicada por Mattias Malmer, que explicou: “De-warped the fisheye lens and aimed the camera at Starship.”

Você já parou para olhar para cima hoje? Um estudo de referência publicado na revista Science Advances revelou um dado a...
28/09/2026

Você já parou para olhar para cima hoje?

Um estudo de referência publicado na revista Science Advances revelou um dado alarmante: 80% da população mundial vive sob céus tomados pela poluição luminosa.

Mais do que apagar as estrelas do nosso horizonte, o excesso de luz artificial nas cidades gerou um abismo entre nós e o cosmos: 1 em cada 3 pessoas no planeta já não consegue ver a Via Láctea a olho nu do lugar onde mora. Em regiões como a América do Norte e partes da Europa, esse número chega a quase 80%.

Por milênios, a faixa leitosa da nossa galáxia inspirou mitologias, marcou ciclos agrícolas e guiou navegadores. Hoje, para grande parte da humanidade, ela se tornou uma imagem abstrata de tela de computador ou livro didático.

O céu escuro e estrelado não é apenas um espetáculo visual; é patrimônio natural e científico que estamos apagando sem perceber.

E você: já teve a experiência de ver a Via Láctea cruzando o céu longe das luzes da cidade, ou ainda é um sonho da sua lista? Me conta aqui nos comentários!

(Fonte: Falchi et al., "The new world atlas of artificial night sky brightness", Science Advances, 2016).

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Maceió, AL

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