05/07/2019
III Congresso Internacional: Política Social e Serviço Social: Desafios Contemporâneos
Apresentação da pesquisa realizada pelo grupo GPI CRESer intitulada "Estudos de Gênero em questão e o Serviço Social na atualidade" com Silmara Nascimento, Mayara Porfirio, Lice Venancio e Carol Remedi.
05/07/2019
III Congresso Internacional de Política Social e Serviço Social: Desafios Contemporâneos
*Apresentação de trabalhos nos dias 03 e 04/07 no GT Ordem Patriarcal de Gênero.
05/07/2019
III Congresso Internacional de Política Social e Serviço Social: Desafios Contemporâneos dia 04/07
MESA 7: COMBINAÇÃO STRAIGHT: UMA PROPOSTA FEMINISTA MATERIALISTA PARA ALÉM DA INTERSECCIONALIDADE com Jules Falquet e Mirla Cisne sob mediação da Prof Dra Sandra Lourenço
03/07/2019
Dando início ao III Congresso Internacional de Política Social e Serviço Social: Desafios Contemporâneos com os Minicursos de "Produção do Conhecimento e Serviço Social" com Dr. Javier León Aravena da Universidade Dele Bio Chile e "Feminismo Materialista" com Dra Jules Falquet da Universidade de Paris e Profa Dra Miriam Cisne Álvaro da Universidade Federal Rio Grande do Norte, ambos coordenados pela querida Profa Dra Sandra Lourenço de Andrade Fortuna do Departamento de Serviço Social Cesa UEL.
06/01/2019
Vale a pena leitura! Sobre direitos, cidadania e políticas para as mulheres!
www.scielo.br
08/09/2018
GÊNERO NÃO É IDEOLOGIA!!! URGENTE!!! ESCLARECIMENTO SOBRE ESTUDOS DE GÊNERO E EDUCAÇÃO:
Pedimos para a comunidade escolar e para os senhores pais que atentem para os problemas do Abaixo Assinado Virtual que está rolando nos grupos de Whatsapp da cidade de Londrina!
O abaixo assinado se sustenta, infelizmente, em informações falsas e mostra um total desconhecimento a respeito dos estudos de gênero no espaço da Escola. Vamos refletir!
Os estudos de gênero surgem nos países da Europa e dos EUA na década de 60 e 70 e entram nas Universidades brasileiras na década de 80. Esses estudos, de início se debruçaram sobre a situação da mulher, principalmente, na esfera pública. Você sabia que as mulheres, até pouco tempo atrás eram impedidas de votar?! É por conta desses estudos e da luta das mulheres que conseguimos direito ao voto!!!
Os estudos de gênero buscam compreender também situações de violência dos homens contra as mulheres, como, por exemplo, a violência doméstica! Você sabia que agredir uma mulher não é algo natural ou biológico? É um fenômenos social e devemos evitar e punir! Foi por conta dos estudos de gênero, que conseguimos leis como a Lei Maria da Penha, que pune os agressores de mulheres.
Os estudos de gênero pesquisam também a situação da comunidade LGBT no mundo todo! Os estudos de gênero querem entender porque agredimos e matamos sujeitos LGBTs. Você sabia que apedrejar uma pessoa por conta de sua orientação sexual não é normal ou biológico? É um problema que precisa ser enfrentado por todos nós. Os estudos de gênero nos ajudam a pensar como evitar essas formas de violência!!
Percebe que não queremos o fim das famílias tradicionais?!! Evitar as violências diversas não é colocar fim a família e também não é ideologia!!! Chamar os estudos de gênero de ideologia é desqualificar todo conhecimento desenvolvido sobre isso e todas as lutas por uma sociedade mais justa!!!
Assinar o documento que está circulando na internet é concordar com essas formas de violência! CUIDADO! A escola, segundo nossa Constituição, precisa ser democrática e plural, isso inclui condições de acolhimento e carinho para homens, mulheres, pessoas LGBT, pessoas negras, pessoas com necessidades especiais, etc!!!
NÃO FAZEMOS IDEOLOGIA! FAZEMOS PESQUISAS E DEBATES!
01/09/2018
Radis é uma revista que aborda discussões na área de saúde pública e no mês de agosto trouxe reportagens bem interessantes sobre a descriminalização do ab**to.
Revista Radis - número: 191 - reportagens
27/08/2018
O Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Avon, lança hoje a plataforma Violência contra as Mulheres em Dados. O site reúne dados das principais pesquisas sobre o assunto no Brasil com foco na violência doméstica, sexual e online, no feminicídio e na intersecção com o racismo e a LGBTTfobia.
“A proposta é que os materiais da plataforma possam ser usados e compartilhados no debate público para promover uma ampla reflexão – não apenas sobre os índices de violência de gênero, mas como transformá-los – e alertar que por trás das estatísticas alarmantes há vidas e trajetórias violadas pela naturalização e perpetuação da violência”, ressalta Marisa Sanematsu, diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão.
Acesse a plataforma!
http://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/violencia-em-dados/
Violência contra a mulher em dados | Um site sobre os dados de violência contra a mulher