Patrícia Nivoloni Psicóloga e Psicopedagoga

Patrícia Nivoloni Psicóloga e Psicopedagoga

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▫️Cuidados Paliativos | Bariátrica | Crianças
A sua ansiedade não é maior que você, respira 🌬️

Sempre que vejo esse vídeo, me emociono.

Me tocou como mãe, como a adolescente que já fui, como ser humano repleto de vazios e faltas, também com milhares de falhas. 

Filhos um dia irão embora. Mas eles sabem quem sempre esteve lá e fez tudo o que podia (e o que não podia também) para que nada lhes faltasse, para que recebessem amor, cuidado, atenção, afeto, amparo. E ainda assim, tenho certeza, sempre algo irá faltar. Porque somos humanos e somos falhos. 

Meus filhos não me devem nada. Não espero que sintam-se em dívida por nada do que faço, fiz ou farei. Nem espero que eles sejam “bonzinhos” e sintam medo de voar. Eu diariamente me esforço para que eles saibam que são aceitos e podem ser quem são e que ninguém deve-lhes dizer o que sentem, como deveriam agir ou sentir, ou fazer. Para que eles saibam que sua essência deve ser sempre nutrida, e que eles não têm de temer, porque enquanto eu puder, estarei sempre aqui, para ser porto, comigo podem rir, chorar, esbravejar. Eu os aceito. 

Busco todo dia separar minhas projeções, e sei que não passarão incólumes a traumas, a dores, faltas, e falhas, minhas e do mundo, mas aqui podem ser quem são sempre e sempre serão amados.

👇👇👇

Se você quer ajuda para se conectar e ter relações mais saudáveis e positivas com seus filhos, seus alunos, ou se você trabalha com crianças e adolescentes e quer ampliar o olhar,agende seu atendimento. O link está na bio do perfil. ❤️

Texto e tradução @indimaedosgemeos
🎥 upworthy 07/08/2025

Sempre que vejo esse vídeo, me emociono. Me tocou como mãe, como a adolescente que já fui, como ser humano repleto de vazios e faltas, também com milhares de falhas. Filhos um dia irão embora. Mas eles sabem quem sempre esteve lá e fez tudo o que podia (e o que não podia também) para que nada lhes faltasse, para que recebessem amor, cuidado, atenção, afeto, amparo. E ainda assim, tenho certeza, sempre algo irá faltar. Porque somos humanos e somos falhos. Meus filhos não me devem nada. Não espero que sintam-se em dívida por nada do que faço, fiz ou farei. Nem espero que eles sejam “bonzinhos” e sintam medo de voar. Eu diariamente me esforço para que eles saibam que são aceitos e podem ser quem são e que ninguém deve-lhes dizer o que sentem, como deveriam agir ou sentir, ou fazer. Para que eles saibam que sua essência deve ser sempre nutrida, e que eles não têm de temer, porque enquanto eu puder, estarei sempre aqui, para ser porto, comigo podem rir, chorar, esbravejar. Eu os aceito. Busco todo dia separar minhas projeções, e sei que não passarão incólumes a traumas, a dores, faltas, e falhas, minhas e do mundo, mas aqui podem ser quem são sempre e sempre serão amados. 👇👇👇 Se você quer ajuda para se conectar e ter relações mais saudáveis e positivas com seus filhos, seus alunos, ou se você trabalha com crianças e adolescentes e quer ampliar o olhar,agende seu atendimento. O link está na bio do perfil. ❤️ Texto e tradução @indimaedosgemeos 🎥 upworthy

Na visão psicanalítica, o surto coletivo do morango do amor — ou seja, a adesão massiva e repentina a um comportamento ou objeto de desejo aparentemente banal — pode ser compreendido como uma manifestação do inconsciente coletivo, do efeito manada e de mecanismos psíquicos como projeção, identificação e desejo mimético.

1. Desejo mimético (René Girard)

Embora Girard não seja psicanalista, seu conceito de desejo mimético dialoga com a psicanálise: o desejo de um objeto surge porque o outro deseja. O morango do amor não é desejado por suas qualidades reais, mas porque os outros o desejam — criando um contágio emocional e simbólico.

2. Projeção e idealização

Na psicanálise freudiana, os indivíduos projetam no objeto (neste caso, o morango do amor) significados inconscientes: afeto, infância, romantismo, nostalgia, prazer. A massa, ao idealizar esse objeto, cria uma fantasia coletiva de satisfação imediata, de reencontro com algo perdido — como o seio materno, fonte de prazer primário.

3. Efeito manada como defesa psíquica

O “ir com a maioria” pode ser uma defesa contra a angústia da individualidade e da diferença. O sujeito, ao aderir ao movimento coletivo, encontra pertencimento, o que reduz a tensão psíquica da exclusão. Freud aborda isso em Psicologia das Massas e Análise do Eu (1921), mostrando como o indivíduo, ao se inserir numa massa, se submete ao ideal do grupo, reduz o senso crítico e se identifica com o desejo do líder ou da maioria.

4- Freud e a ilusão coletiva
Freud, em O Futuro de uma Ilusão, diz que o ser humano tende a criar crenças ilusórias que aliviam o sofrimento psíquico. O morango do amor, nesse contexto, é mais do que um doce: é um símbolo coletivo de uma promessa de prazer, de leveza, de pertencimento — uma fantasia socialmente construída.

#psicanalise #psicanalista #saudemental #saúdemental #ansiedade 31/07/2025

Na visão psicanalítica, o surto coletivo do morango do amor — ou seja, a adesão massiva e repentina a um comportamento ou objeto de desejo aparentemente banal — pode ser compreendido como uma manifestação do inconsciente coletivo, do efeito manada e de mecanismos psíquicos como projeção, identificação e desejo mimético. 1. Desejo mimético (René Girard) Embora Girard não seja psicanalista, seu conceito de desejo mimético dialoga com a psicanálise: o desejo de um objeto surge porque o outro deseja. O morango do amor não é desejado por suas qualidades reais, mas porque os outros o desejam — criando um contágio emocional e simbólico. 2. Projeção e idealização Na psicanálise freudiana, os indivíduos projetam no objeto (neste caso, o morango do amor) significados inconscientes: afeto, infância, romantismo, nostalgia, prazer. A massa, ao idealizar esse objeto, cria uma fantasia coletiva de satisfação imediata, de reencontro com algo perdido — como o seio materno, fonte de prazer primário. 3. Efeito manada como defesa psíquica O “ir com a maioria” pode ser uma defesa contra a angústia da individualidade e da diferença. O sujeito, ao aderir ao movimento coletivo, encontra pertencimento, o que reduz a tensão psíquica da exclusão. Freud aborda isso em Psicologia das Massas e Análise do Eu (1921), mostrando como o indivíduo, ao se inserir numa massa, se submete ao ideal do grupo, reduz o senso crítico e se identifica com o desejo do líder ou da maioria. 4- Freud e a ilusão coletiva Freud, em O Futuro de uma Ilusão, diz que o ser humano tende a criar crenças ilusórias que aliviam o sofrimento psíquico. O morango do amor, nesse contexto, é mais do que um doce: é um símbolo coletivo de uma promessa de prazer, de leveza, de pertencimento — uma fantasia socialmente construída. #psicanalise #psicanalista #saudemental #saúdemental #ansiedade

Mulher: Buda, por que algumas dores nunca passam?

Buda: Porque você as revive todos os dias como se ainda estivessem acontecendo.

Mulher: Mas eu não consigo esquecer…

Buda: Não é sobre esquecer. É sobre parar de visitar a ferida com os mesmos pensamentos.

Mulher: Então é culpa minha?

Buda: Não é culpa. É hábito. Um hábito de se machucar com lembranças que não podem mais te tocar, a menos que você permita.

Mulher: Mas às vezes é mais forte que eu…

Buda: Nada é mais forte que sua escolha de onde colocar sua atenção.

Mulher: E se eu estiver viciada em lembrar?

Buda: Então aceite: você se alimenta da dor porque ela te faz sentir viva.

Mulher: Isso é muito cruel…

Buda: A mente não se importa com crueldade. Ela busca padrões familiares, mesmo que te destruam.

Mulher: Então como sair desse ciclo?

Buda: Parando de se contar a mesma história como se ainda fosse real. O passado só vive se você o ressuscitar.

Mulher: Mas por que continuo voltando?

Buda: Porque ainda espera que o passado mude. E isso nunca vai acontecer.

Lição do Dia:
Reviver o que te fez sofrer é como abrir uma ferida todos os dias e se perguntar por que ela não cicatriza. O passado não tem mais força, a menos que você o alimente com lembranças. A dor antiga só continua viva porque você a escolhe, mesmo inconscientemente. Quando você para, ela para.

🌀 Você diz que quer seguir em frente, mas continua revivendo a dor todos os dias?

Quantas vezes você repassou a mesma história triste, esperando que isso mudasse o passado?

Conheça o nosso livro 📕:

Guia Completo Para Soltar o Passado, nele você aprende a interromper os ciclos de sofrimento, a soltar memórias dolorosas com consciência e a viver com mais leveza, sem carregar o que já não existe.

💡 Digite a palavra LIBERDADE nos comentários para receber o link do livro no seu direct. 30/07/2025

Mulher: Buda, por que algumas dores nunca passam? Buda: Porque você as revive todos os dias como se ainda estivessem acontecendo. Mulher: Mas eu não consigo esquecer… Buda: Não é sobre esquecer. É sobre parar de visitar a ferida com os mesmos pensamentos. Mulher: Então é culpa minha? Buda: Não é culpa. É hábito. Um hábito de se machucar com lembranças que não podem mais te tocar, a menos que você permita. Mulher: Mas às vezes é mais forte que eu… Buda: Nada é mais forte que sua escolha de onde colocar sua atenção. Mulher: E se eu estiver viciada em lembrar? Buda: Então aceite: você se alimenta da dor porque ela te faz sentir viva. Mulher: Isso é muito cruel… Buda: A mente não se importa com crueldade. Ela busca padrões familiares, mesmo que te destruam. Mulher: Então como sair desse ciclo? Buda: Parando de se contar a mesma história como se ainda fosse real. O passado só vive se você o ressuscitar. Mulher: Mas por que continuo voltando? Buda: Porque ainda espera que o passado mude. E isso nunca vai acontecer. Lição do Dia: Reviver o que te fez sofrer é como abrir uma ferida todos os dias e se perguntar por que ela não cicatriza. O passado não tem mais força, a menos que você o alimente com lembranças. A dor antiga só continua viva porque você a escolhe, mesmo inconscientemente. Quando você para, ela para. 🌀 Você diz que quer seguir em frente, mas continua revivendo a dor todos os dias? Quantas vezes você repassou a mesma história triste, esperando que isso mudasse o passado? Conheça o nosso livro 📕: Guia Completo Para Soltar o Passado, nele você aprende a interromper os ciclos de sofrimento, a soltar memórias dolorosas com consciência e a viver com mais leveza, sem carregar o que já não existe. 💡 Digite a palavra LIBERDADE nos comentários para receber o link do livro no seu direct.

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