Lapidar Indaiatuba

Lapidar Indaiatuba Criar e manter grupos com pessoas que tenham interesse de discutir a aplicação prática da ciência universal de bhakti (devoção a Deus) no cotidiano

O Lapidar visa em cumprir os seguintes propṕsitos:

1. Fomentar discussões que ajudem na propagação sistemática do conhecimento espiritual, para que, assim, sejam promovidas as virtudes humanas e divinas.

2. Oferecer práticas e técnicas de vida espiritual, para difundir a ideia de que todos os seres vivos – independentemente da espécie, cor, religião, condição social, etc. – são partes integrant

es de uma única Verdade e, assim, ajudá-los a alcançar o equilíbrio e a paz interior.

3. Propagar a consciência de Deus de acordo com a revelação das escrituras védicas (sobretudo, da Bhagavad-gita).

4. Ensinar e encorajar o canto congregacional do santo nome de Deus (conforme é revelado por Sri Caitanya).

5. Criar no grupo uma atmosfera favorável no grupo de discussão, que possa facilitar o desenvolvimento dos estudos com base da amizade, respeito e gentileza e, assim, consiga encorajar os participantes a adotarem um modo de vida pautado em pensamentos elevados.

21/04/2020

Queridos amigos do Ashram Vrajabhumi, estamos abrindo espaço para o envio de perguntas no tema "Dharma". Todas as perguntas serão respondidas ao vivo, uma por dia, entre 17h30 e 18h no nosso Facebook e no Instagram. Enviem seus questionamentos nos Comentários ou Inbox. A primeira transmissão ao vivo acontece no dia 26 (domingo). Nos vemos lá!

Entrevista com Chandramukha Swami muito interessante sobre a prposta do  Projeto Lapidar, por favor  Vejam e compartilhe...
02/06/2015

Entrevista com Chandramukha Swami muito interessante sobre a prposta do Projeto Lapidar, por favor Vejam e compartilhem!!!

Entrevista com Chandramukha Swami Maharaja no Paraíso dos Pândavas, conduzida por Giridhari Das. Maharaja fala sobre o seu programa "Lapidar", o sucesso que ...

De 12 a 14 de junho teremos um retiro totalmente focado na apresentação dos conceitos chaves da filosofia védica e nas s...
01/05/2015

De 12 a 14 de junho teremos um retiro totalmente focado na apresentação dos conceitos chaves da filosofia védica e nas suas práticas essenciais. Será um bom ponto de partida para quem quer começar a desbravar o mundo encantador da Bhakti Yoga!
Uma ótima oportunidade para se estar no Ashram Vrajabhumi!
Informações e reservas:
Indaiatuba - Sandra: 19 3894-8564
Rio de Janeiro - Leopoldo: 21 99458-7037

Pessoal amigo de Indaiatuba, amanha, 25 de abril terá Lapidar, as 9hrs, todos convidados!!! apenas pedimos a contribuiça...
24/04/2015

Pessoal amigo de Indaiatuba, amanha, 25 de abril terá Lapidar, as 9hrs, todos convidados!!! apenas pedimos a contribuiçao de R$5,00.
Esperamos por vocês!!!

É com grande alegria que convidamos a todos pelo tao esperado Projeto Lapidar, idealizado pelo querido Chandramukha Swam...
18/03/2015

É com grande alegria que convidamos a todos pelo tao esperado Projeto Lapidar, idealizado pelo querido Chandramukha Swami, no próximo dia 26 de março, quinta-feira as 19:00 hrs. Façam sua inscriçao, pelo telefone 3875-7301.
Mais informaçoes sobre o projeto em: www.chand.com.br.
Esperamos por vocês !!!

Há vida além das máscaras

Nos preocupamos em manter o controle de nossa vida. Aprendemos que isso é sinônimo de sucesso. E, para tal, melhor não depender de mais ninguém. Com isso em mente, lutamos pela autossuficiência. E nos convencemos de que precisamos de posses, muitas posses. Mas cá entre nós, acreditamos mesmo nisso?
A nossa pobre condição de urbanoides nos conecta invariavelmente a uma complexa rede de indivíduos isolados e perdidos. Ninguém tem absoluto controle de nada. Nas ruas, no trabalho, nos metrôs, nos aeroportos, na academia de musculação ou em qualquer ambiente social, vivemos em atrito conosco mesmo e com os outros. Como evitar esta imposição inevitável, esse emaranhamento indesejável? Temos duas escolhas. Ou desenvolvemos nossa consciência espiritual e sabedoria e nos tornamos donos de uma privacidade interior invisível que nos proporcionará plenitude. Ou nos rendemos ao recurso do uso de máscaras – uma para o escritório, outra para o templo, outra os amigos, outra para os vizinhos. Nesse caso, mantemos a falsa e perigosa sensação de controle, pois acreditamos que a solução está em simplesmente escolher qual máscara usar em cada momento.
Mas, todo cuidado é pouco, pois as máscaras são muito mais do que um jeito inocente de permanecermos anônimos no metrô! Elas nos impõem um modo de vida e, assim, escondem nossa vulnerabilidade, nossa grande ansiedade, nossas inseguranças, nossa falta de autoconfiança. E nos leva a acreditar que somos quem não somos, precisamos do que não precisamos. Somente a primeira opção – o cultivo da privacidade interior e transcendental, que resulta das práticas espirituais diárias e regulares – é viável. Somente esta opção nos libertará da sensação falsa de estarmos satisfazendo as exigências da manada social. Somente ela nos deixará fora dos jogos de papéis sociais e das propostas egoístas que a dita sofisticada sociedade moderna parece exigir. E, acima de tudo, nos trará a mais profunda e encorajadora revelação: há vida além das máscaras!

Há vida além das máscarasNos preocupamos em manter o controle de nossa vida. Aprendemos que isso é sinônimo de sucesso. ...
18/02/2015

Há vida além das máscaras

Nos preocupamos em manter o controle de nossa vida. Aprendemos que isso é sinônimo de sucesso. E, para tal, melhor não depender de mais ninguém. Com isso em mente, lutamos pela autossuficiência. E nos convencemos de que precisamos de posses, muitas posses. Mas cá entre nós, acreditamos mesmo nisso?
A nossa pobre condição de urbanoides nos conecta invariavelmente a uma complexa rede de indivíduos isolados e perdidos. Ninguém tem absoluto controle de nada. Nas ruas, no trabalho, nos metrôs, nos aeroportos, na academia de musculação ou em qualquer ambiente social, vivemos em atrito conosco mesmo e com os outros. Como evitar esta imposição inevitável, esse emaranhamento indesejável? Temos duas escolhas. Ou desenvolvemos nossa consciência espiritual e sabedoria e nos tornamos donos de uma privacidade interior invisível que nos proporcionará plenitude. Ou nos rendemos ao recurso do uso de máscaras – uma para o escritório, outra para o templo, outra os amigos, outra para os vizinhos. Nesse caso, mantemos a falsa e perigosa sensação de controle, pois acreditamos que a solução está em simplesmente escolher qual máscara usar em cada momento.
Mas, todo cuidado é pouco, pois as máscaras são muito mais do que um jeito inocente de permanecermos anônimos no metrô! Elas nos impõem um modo de vida e, assim, escondem nossa vulnerabilidade, nossa grande ansiedade, nossas inseguranças, nossa falta de autoconfiança. E nos leva a acreditar que somos quem não somos, precisamos do que não precisamos. Somente a primeira opção – o cultivo da privacidade interior e transcendental, que resulta das práticas espirituais diárias e regulares – é viável. Somente esta opção nos libertará da sensação falsa de estarmos satisfazendo as exigências da manada social. Somente ela nos deixará fora dos jogos de papéis sociais e das propostas egoístas que a dita sofisticada sociedade moderna parece exigir. E, acima de tudo, nos trará a mais profunda e encorajadora revelação: há vida além das máscaras!

17/02/2015

Recolher-se em si mesmo é o melhor remédio

Numa era onde o mundo, convertido num enorme sanduíche da Subway, tem transformado os indivíduos em meros consumidores (com direito a escolhas dos mais variados tipos), tudo indica que o mais excelente ponto de partida é o recolhimento, ou pratyahara, como nos ensina a sabedoria do yoga. Embora recolher-se ao silêncio interior seja o melhor remédio, para os “marinheiros de primeira viagem” trata-se de uma jornada que assusta: “Que caminho pegar?”, “Quão longo ele é?”, “Como será a paisagem interior?”, “Qual será a voz do silêncio?”, “O que ela tem a me dizer?”.

Os viajantes experientes, os mestres nessa arte do recolhimento, nos fornecem o roteiro e nos segredam que, ao nos depararmos com a face do nosso verdadeiro eu, que se esconde por trás do ego, conheceremos também o Outro que nos reside – a fonte de indizível felicidade, a Superalma, o Absoluto. É para isso que nos recolhemos. Para cantar corretamente os santos nomes. Para, assim, flutuar à deriva nas águas bem-aventuradas do Senhor. Para superar por completo o medo de nós mesmos. Para nos libertaremos das vertigens provocadas pelo falso vazio que construímos em nós. Para, através da experiência extática e mística, perceber que a gravidade interior é tão ausente quanto o espaço sideral. Para desaparecerem gradualmente as ideias e os ideais, os sentimentos e os desejos, as imagens e as recordações materiais. Para que Ele, finalmente, rompa Seu silêncio e fale em nosso íntimo.

Estamos esperando por voces amigos, aproveitem a oportunidade e se abram para este grandioso conhecimento que é o Bhagav...
25/11/2014

Estamos esperando por voces amigos, aproveitem a oportunidade e se abram para este grandioso conhecimento que é o Bhagavad-gita!Para os interessados ao Projeto, deixem uma mensagem e convide os amigos!
A maioria das pessoas que é criada em alguma confissão cristã talvez se sinta inquieta ouvindo sobre Krishna. Quem é Krishna? Os ensinamentos dEle estão em contradição com a doutrina bíblica? Neste artigo, compara-se a essência dessas religiões hoje difundidas pelo mundo inteiro.
Krishna disse sobre Si mesmo: “Eu sou a fonte de todos os mundos materiais e espirituais. Tudo emana de Mim. Os sábios que conhecem isto perfeitamente ocupam-se a Meu serviço devocional e adoram-Me de todo o coração”. (Bhagavad-gita 10.8) Assim, se nós procuramos a causa primordial de tudo o que existe dentro deste mundo e fora dele, chegaremos a uma só pessoa. Essa pessoa é Deus. Não existe Deus cristão ou Deus hindu, porque Deus é um só. Ele é o Pai de todos os seres vivos, como Ele mesmo afirma: “Eu sou o pai que dá a semente”. (Bhagavad-gita 14.4) E, compreendendo isso, dedicamos a vida a servi-lO com todo o coração.

23/11/2014

"Lapidar" Dentro de todo ser vivo, encontra-se o mais valioso de todos os tesouros, a alma- um diamante indestrutível de uma preciosidade infinita.
Este Projeto é um Presente que está sendo oferecido por amor a todos os interessados, através de um trabalho devocional dos devotos de Krishna, sendo o idealizador Maharaj Chandramukha Swami.
Está sendo realizado em várias cidades dos Estados brasileiros, e sendo iniciado agora em Indaiatuba. Estamos nos organizando para termos encontros quinzenais ao sábados, quem puder vivencie" esta valiosa oportunidade de compartilharmos pérolas de sabedoria
e ensinamentos que nos levam a praticar açoes diárias para nossa Conexao com a Luz Divina.

22/11/2014

Queridos amigos, vamos entender o Projeto Lapidar!!!??
O verbo “lapidar” é autoexplicativo. Se procurarmos nos dicionários, veremos que a palavra “lapidar” carrega em si alguns conceitos muito signif**ativos. No que diz respeito às pedras preciosas, a ideia de lapidar está ligada a talhar, polir, lavrar e aperfeiçoar. Mas, também pode ser traduzida como educar, cultivar e, novamente, polir e aperfeiçoar. Por isso, uma pessoa educada é chamada de “polida”. Na nossa logomarca, encontramos também a imagem de um diamante, o mais precioso dos minerais. Sua preciosidade superior é explicada pelo fato de ele ser o mais antigo de todos os materiais existentes na Terra e, ao mesmo tempo, o mais resistente. Ou seja, o diamante possui três características particulares que são incomparáveis: ele é o mais precioso, o mais antigo e o mais resistente. Isso tudo vai ao encontro de um ponto fundamental da filosofia védica: “Nós não somos este corpo”. Sabemos que o corpo nada mais é do que a mera cobertura do verdadeiro eu. Então, o que seria este verdadeiro eu? Segundo a Bhagavad-gita, o livro que nos serve o tempo todo como referência, o eu é a consciência, aquilo que dá vida ao corpo e, portanto, nada pode ser mais precioso do que este verdadeiro eu. Diferentemente do corpo, que é feito de matéria, a consciência (ou a alma, como quisermos chamar) é espiritual. Sendo espiritual, ela é eterna e sempre existente e, portanto, mais do que o próprio diamante, a mais antiga possível. Mas, será que além de preciosa e eterna a alma é também resistente? Claro que sim! Segundo a Bhagavad-gita, a alma é mais do que resistente: ela é imutável e nada pode afetá-la. Ela não pode ser destruída por nenhuma arma, nem pelo fogo ou qualquer elemento material que exista. Baseando-nos no capítulo 2 da Bhagavad-gita, vamos refletir um pouco sobre as suas qualidades...
“Para a alma, em tempo algum, existe criação ou destruição. Ela não passou a existir ou passará a existir a partir de um momento da história. Ela é não-nascida, eterna, sempre-existente, primordial e não morre juntamente com o corpo. Ela não pode ser dividida por nenhuma arma, nem queimada pelo fogo, nem umedecida pela água ou definhada pelo vento. Ela é inquebrável, indissolúvel, permanente, imutável, e pode estar em toda parte”.
Através dessas palavras de Krishna na Bhagavad-gita f**a fácil estabelecer uma relação entre o diamante e a alma. Ou seja, se, por um lado, o diamante é o mais precioso de todos os minerais, por outro, a alma é o mais precioso de todos os diamantes, pois nada pode ser mais precioso do que a própria vida! Se o diamante é considerado o elemento mais antigo, com existência estimada de centenas de milhões de anos, a alma é, evidentemente, mais antiga que o primeiro diamante que se manifestou na Terra, pois é eterna e sempre-existente! Além disso, não se pode comparar a resistência do diamante com a resistência da alma. Pode ser que, materialmente falando, nada é mais resistente que o diamante, mas, do ponto de vista espiritual, a alma é infinitamente superior, pois, como refletimos anteriormente, a alma é indestrutível, imutável, inabalável e indissolúvel. A conclusão é que dentro de todo e qualquer ser vivo, sem nenhuma exceção, se encontra o mais valioso de todos os tesouros, a alma – um diamante totalmente indestrutível de uma preciosidade infinita e eterna!
Mas, a analogia com o diamante não para por aí...
Depois de encontrar um diamante, começa-se a fase inicial, que é a limpeza bruta. Na etapa seguinte, o lapidador tenta aproximar o diamante do seu formato final e ideal. É quando a pedra começa a manifestar suas várias facetas e seu brilho. Mas, para tal tarefa, o lapidador terá que necessariamente valer-se de outro diamante. Temos aí um problema: Como aparar as arestas desse minério que é considerado o mais resistente? A resposta é: Valendo-se de outro material igualmente resistente. A conclusão é que apenas um diamante pode ser usado como ferramenta para lapidar outro...
A limpeza inicial ou bruta é feita pela própria vida. É uma fase mais dura, mais austera. De fato, o conjunto de experiências que a alma adquire em suas várias vidas pode ajudá-la no processo de aperfeiçoamento ou polimento. Mas, como já mencionamos, para a etapa seguinte, a alma-diamante precisará da ajuda de outra alma-diamante. Ela precisará do que chamamos de sat-sanga, associação espiritual. E como na lapidação comum usa-se também azeite para facilitar o processo, para se lapidar a alma é preciso de alegria, de celebração, de música, de companhia agradáveis...
Quando a luz entra numa das várias facetas de um diamante perfeitamente lapidado, ocorre um fenômeno interessante. De uma face, a luz reflete em outra, e assim uma face potencializa o brilho da outra, que potencializa o brilho da outra, etc. Depois disso, a luz sobe ao topo e se espalha por todo o corpo do diamante. Assim mesmo acontece com uma pessoa lapidada, de coração puro e é por isso que seu comportamento e reações são naturalmente apropriados. Ou seja, a luz do conhecimento transcendental, que tem Deus como origem, consegue entrar em sua consciência, passar por todos os cantos de seu ser até brilhar em sua face e resplandecer em suas atitudes. Então, querido diamante, você quer ser lapidado?
Chandramukha swami

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