27/09/2020
Década de 60. O mundo vivia sacudido com a ordem mundial pós-segunda guerra. Os Beatles em ascensão meteórica, Elis Regina inaugura a Música Popular Brasileira e minissaia causava furor. Nesse mesmo período, de maneira mais insidiosa, um movimento novo se desenvolvia nos hospitais norte-americanos e que se revelou fundamental para a profissão farmacêutica não só naquele país, mas no mundo inteiro.
Era o período de desenvolvimento da farmácia clínica, iniciada na década de 60 por alguns pioneiros em alguns hospitais dos EUA. Pessoas que não só expandiram o escopo e tarefas relacionadas à profissão, mas também providenciaram uma grande variabilidade de estudos baseados na prática profissional que fundamentaram a prática orientada ao paciente na farmácia moderna.¹
De fato, por ser um terno relativamente antigo, há diversas interpretações. Contudo, no sentido original, esse termo marcou um movimento no qual esses farmacêuticos pioneiros se aproximavam da equipe de saúde e passaram a fazer contribuições originais à literatura científica. No bojo desse movimento, crescia uma maior preocupação e responsabilização com os desfechos da terapia farmacológica e, principalmente, com a aproximação com o doente².
¹ BERENGUER, B. et al. Pharmaceutical care: past, present and future. Current pharmaceutical design, v. 10, n. 31, p. 3931-3946, 2004.
² HEPLER, Charles D. The third wave in pharmaceutical education: the clinical movement. Journal of Pharmaceutical Education, v. 51, n. 4, p. 369-85, 1987.
³ HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990.
Década de 60. O mundo vivia sacudido com a ordem mundial pós-segunda guerra. Os Beatles em ascensão meteórica, Elis Regina inaugura a Música Popular Brasileira e minissaia causava furor. Nesse mesmo período, de maneira mais insidiosa, um movimento novo se desenvolvia nos hospitais norte-americanos e que se revelou fundamental para a profissão farmacêutica não só naquele país, mas no mundo inteiro.
Era o período de desenvolvimento da farmácia clínica, iniciada na década de 60 por alguns pioneiros em alguns hospitais dos EUA. Pessoas que não só expandiram o escopo e tarefas relacionadas à profissão, mas também providenciaram uma grande variabilidade de estudos baseados na prática profissional que fundamentaram a prática orientada ao paciente na farmácia moderna.
De fato, por ser um terno relativamente antigo, há diversas interpretações. Contudo, no sentido original, esse termo marcou um movimento no qual esses farmacêuticos pioneiros se aproximavam da equipe de saúde e passaram a fazer contribuições originais à literatura científica. No bojo desse movimento, crescia uma maior preocupação e responsabilização com os desfechos da terapia farmacológica e, principalmente, com a aproximação com o doente.
📚BERENGUER, B. et al. Pharmaceutical care: past, present and future. Current pharmaceutical design, v. 10, n. 31, p. 3931-3946, 2004.
📚HEPLER, Charles D. The third wave in pharmaceutical education: the clinical movement. Journal of Pharmaceutical Education, v. 51, n. 4, p. 369-85, 1987.
📚HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990.