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#CalendárioDaSaúde - No dia 1º de outubro, comemora-se o Dia Nacional do Idoso, pessoa que possui idade igual ou superior a 60 anos. Essa data, que marca o dia em que a Lei N°10.741 (Estatuto do Idoso) entrou em vigor, é fundamental para reforçar a importância da proteção a esse público e para reavaliarmos nossa atitude com relação aos idosos.

O farmacêutico é um profissional essencial na manutenção da qualidade de vida deste grupo de pacientes os quais apresentam uma série de alterações que interferem diretamente nos processos de absorção, distribuição, metabolização e eliminação dos medicamentos. E além disso, são pacientes que em geral fazem uso de vários medicamentos simultaneamente, sendo mais suscetíveis às reações adversas. 

Neste sentido, a atenção farmacêutica ao paciente idoso se mostra uma ferramenta importante capaz de prevenir complicações ocasionadas por falhas na terapia medicamentosa, como por exemplo, pelo uso inadequado ou indevido de algum medicamento. 

Temos, portanto, o dever de auxiliar os idosos no processo de uso dos medicamentos! 03/10/2020

- No dia 1º de outubro, comemora-se o Dia Nacional do Idoso, pessoa que possui idade igual ou superior a 60 anos. Essa data, que marca o dia em que a Lei N°10.741 (Estatuto do Idoso) entrou em vigor, é fundamental para reforçar a importância da proteção a esse público e para reavaliarmos nossa atitude com relação aos idosos.

O farmacêutico é um profissional essencial na manutenção da qualidade de vida deste grupo de pacientes os quais apresentam uma série de alterações que interferem diretamente nos processos de absorção, distribuição, metabolização e eliminação dos medicamentos. E além disso, são pacientes que em geral fazem uso de vários medicamentos simultaneamente, sendo mais suscetíveis às reações adversas.

Neste sentido, a atenção farmacêutica ao paciente idoso se mostra uma ferramenta importante capaz de prevenir complicações ocasionadas por falhas na terapia medicamentosa, como por exemplo, pelo uso inadequado ou indevido de algum medicamento.

Temos, portanto, o dever de auxiliar os idosos no processo de uso dos medicamentos!

#CalendárioDaSaúde - No dia 1º de outubro, comemora-se o Dia Nacional do Idoso, pessoa que possui idade igual ou superior a 60 anos. Essa data, que marca o dia em que a Lei N°10.741 (Estatuto do Idoso) entrou em vigor, é fundamental para reforçar a importância da proteção a esse público e para reavaliarmos nossa atitude com relação aos idosos. O farmacêutico é um profissional essencial na manutenção da qualidade de vida deste grupo de pacientes os quais apresentam uma série de alterações que interferem diretamente nos processos de absorção, distribuição, metabolização e eliminação dos medicamentos. E além disso, são pacientes que em geral fazem uso de vários medicamentos simultaneamente, sendo mais suscetíveis às reações adversas. Neste sentido, a atenção farmacêutica ao paciente idoso se mostra uma ferramenta importante capaz de prevenir complicações ocasionadas por falhas na terapia medicamentosa, como por exemplo, pelo uso inadequado ou indevido de algum medicamento. Temos, portanto, o dever de auxiliar os idosos no processo de uso dos medicamentos!

Outra expressão vem sendo comumente utilizada para se referir aos novos serviços prestados pelo farmacêutico aos pacientes, é o CUIDADO FARMACÊUTICO.

Mas antes de entender de onde esse conceito vem, é necessário entender o peso gerado pela publicação do artigo de Hepler & Strand e que, naturalmente, as conclusões desse trabalho repercutiriam eu outros países. 

De fato, farmacêuticos europeus passaram a produzir literatura científica nessa área e, como forma de tradução do pharmaceutical care, no inglês, utilizam o termo cuidado farmacêutico. Dessa forma, os termos pharmaceutical care, cuidados farmacêuticos e atenção farmacêutica são, na verdade, sinônimos de conceitos traduzidos para línguas diferentes.

Outra coisa importante é que, durante um longo tempo, especialmente nas publicações brasileiras, o termo atenção farmacêutica também era usada como um sinônimo de um serviço, o acompanhamento farmacoterapêutico. Desse modo, a atenção ao contexto deve ser redobrada para reconhecer o contexto e a temporalidade desse uso.

📚MARTINS, Sílvia; COSTA, Filipa Alves da; CARAMONA, Margarida. Implementação de cuidados Farmacêuticos em Portugal, seis anos depois. Revista Portuguesa de Farmacoterapia, v. 5, p. 255 (7)-263 (15), 2013. 
📚CFF. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, v. 200, 2016. 03/10/2020

Outra expressão vem sendo comumente utilizada para se referir aos novos serviços prestados pelo farmacêutico aos pacientes, é o CUIDADO FARMACÊUTICO.

Mas antes de entender de onde esse conceito vem, é necessário entender o peso gerado pela publicação do artigo de Hepler & Strand e que, naturalmente, as conclusões desse trabalho repercutiriam eu outros países.

De fato, farmacêuticos europeus passaram a produzir literatura científica nessa área e, como forma de tradução do pharmaceutical care, no inglês, utilizam o termo cuidado farmacêutico. Dessa forma, os termos pharmaceutical care, cuidados farmacêuticos e atenção farmacêutica são, na verdade, sinônimos de conceitos traduzidos para línguas diferentes.

Outra coisa importante é que, durante um longo tempo, especialmente nas publicações brasileiras, o termo atenção farmacêutica também era usada como um sinônimo de um serviço, o acompanhamento farmacoterapêutico. Desse modo, a atenção ao contexto deve ser redobrada para reconhecer o contexto e a temporalidade desse uso.

📚MARTINS, Sílvia; COSTA, Filipa Alves da; CARAMONA, Margarida. Implementação de cuidados Farmacêuticos em Portugal, seis anos depois. Revista Portuguesa de Farmacoterapia, v. 5, p. 255 (7)-263 (15), 2013.
📚CFF. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, v. 200, 2016.

Outra expressão vem sendo comumente utilizada para se referir aos novos serviços prestados pelo farmacêutico aos pacientes, é o CUIDADO FARMACÊUTICO. Mas antes de entender de onde esse conceito vem, é necessário entender o peso gerado pela publicação do artigo de Hepler & Strand e que, naturalmente, as conclusões desse trabalho repercutiriam eu outros países. De fato, farmacêuticos europeus passaram a produzir literatura científica nessa área e, como forma de tradução do pharmaceutical care, no inglês, utilizam o termo cuidado farmacêutico. Dessa forma, os termos pharmaceutical care, cuidados farmacêuticos e atenção farmacêutica são, na verdade, sinônimos de conceitos traduzidos para línguas diferentes. Outra coisa importante é que, durante um longo tempo, especialmente nas publicações brasileiras, o termo atenção farmacêutica também era usada como um sinônimo de um serviço, o acompanhamento farmacoterapêutico. Desse modo, a atenção ao contexto deve ser redobrada para reconhecer o contexto e a temporalidade desse uso. 📚MARTINS, Sílvia; COSTA, Filipa Alves da; CARAMONA, Margarida. Implementação de cuidados Farmacêuticos em Portugal, seis anos depois. Revista Portuguesa de Farmacoterapia, v. 5, p. 255 (7)-263 (15), 2013. 📚CFF. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, v. 200, 2016.

São classificados como MMH e correlatos os aparelhos, produtos, substâncias ou acessórios não enquadrados como dr**as, medicamentos ou insumos farmacêuticos, utilizados direta ou indiretamente nos diversos procedimentos médicos, com a finalidade diagnóstica, terapêutica, curativa e preventiva do paciente, objetivando sua rápida recuperação.

Esses materiais constituem um elo de ligação entre o serviço de farmácia e o serviço de enfermagem dentro das instituições de saúde e possuem especificações técnicas que requerem uma gestão especializada.

Em diversos locais a gestão dos MMH está a cargo do serviço de farmácia e os farmacêuticos precisam se desdobrar para buscar o conhecimento necessário para gerir adequadamente esses materiais visto que não é objeto de estudo dos farmacêuticos durante a graduação. Ter a parceria de enfermeiros neste momento é essencial, mas nem sempre isso é possível.

Pensando nisso, aqui também vamos abordar os MMH com o objetivo de contribuir para a ampliação do conhecimento dos farmacêuticos em relação a esses itens.

📚MICHELIN, A.F.; BONIFÁCIO, N.A.; DIAS, R.B.; MICHELIN, D.C. Gestão de Material Médico-Hospitalar em um Serviço de Farmácia de um Hospital Geral e Elaboração de um Manual de Material Médico-Hospitalar (MMH). Infarma.2005. 03/10/2020

São classificados como MMH e correlatos os aparelhos, produtos, substâncias ou acessórios não enquadrados como dr**as, medicamentos ou insumos farmacêuticos, utilizados direta ou indiretamente nos diversos procedimentos médicos, com a finalidade diagnóstica, terapêutica, curativa e preventiva do paciente, objetivando sua rápida recuperação.

Esses materiais constituem um elo de ligação entre o serviço de farmácia e o serviço de enfermagem dentro das instituições de saúde e possuem especificações técnicas que requerem uma gestão especializada.

Em diversos locais a gestão dos MMH está a cargo do serviço de farmácia e os farmacêuticos precisam se desdobrar para buscar o conhecimento necessário para gerir adequadamente esses materiais visto que não é objeto de estudo dos farmacêuticos durante a graduação. Ter a parceria de enfermeiros neste momento é essencial, mas nem sempre isso é possível.

Pensando nisso, aqui também vamos abordar os MMH com o objetivo de contribuir para a ampliação do conhecimento dos farmacêuticos em relação a esses itens.

📚MICHELIN, A.F.; BONIFÁCIO, N.A.; DIAS, R.B.; MICHELIN, D.C. Gestão de Material Médico-Hospitalar em um Serviço de Farmácia de um Hospital Geral e Elaboração de um Manual de Material Médico-Hospitalar (MMH). Infarma.2005.

São classificados como MMH e correlatos os aparelhos, produtos, substâncias ou acessórios não enquadrados como dr**as, medicamentos ou insumos farmacêuticos, utilizados direta ou indiretamente nos diversos procedimentos médicos, com a finalidade diagnóstica, terapêutica, curativa e preventiva do paciente, objetivando sua rápida recuperação. Esses materiais constituem um elo de ligação entre o serviço de farmácia e o serviço de enfermagem dentro das instituições de saúde e possuem especificações técnicas que requerem uma gestão especializada. Em diversos locais a gestão dos MMH está a cargo do serviço de farmácia e os farmacêuticos precisam se desdobrar para buscar o conhecimento necessário para gerir adequadamente esses materiais visto que não é objeto de estudo dos farmacêuticos durante a graduação. Ter a parceria de enfermeiros neste momento é essencial, mas nem sempre isso é possível. Pensando nisso, aqui também vamos abordar os MMH com o objetivo de contribuir para a ampliação do conhecimento dos farmacêuticos em relação a esses itens. 📚MICHELIN, A.F.; BONIFÁCIO, N.A.; DIAS, R.B.; MICHELIN, D.C. Gestão de Material Médico-Hospitalar em um Serviço de Farmácia de um Hospital Geral e Elaboração de um Manual de Material Médico-Hospitalar (MMH). Infarma.2005.

O movimento de farmácia clínica legou diversas publicações. Artigos que atestavam a redução no tempo de internação, a redução de reações adversas e redução de custos como resultados de serviços estruturados, executados por farmacêuticos em hospitais. Acumulavam-se então, evidências de benefícios potenciais aos pacientes e às instituições.
Nesse contexto, em 1990, Charles Hepler e Linda Strand publicaram o emblemático artigo “Oportunities and responsabilities in pharmaceutical care”, cujo conteúdo demonstrava toda uma miríade de oportunidades abertas à farmacêuticos em serviços de saúde castigados por uma grande morbimortalidade associada ao uso de medicamentos. Ao mesmo, e fruto das reflexões iniciadas outrora sobre a responsabilidade dos farmacêuticos nesse contexto, os autores faziam um chamado à ação, estimulando os leitores à mudança do paradigma profissional.
Da tradução livre da expressão contida no título “pharmaceutical care” surgiu a “atenção farmacêutica” tupiniquim. Nessas bandas, a esse termo serviu tanto para definir toda uma filosofia de prática em que o farmacêutico se responsabiliza pelos desfechos da terapia medicamentosa a partir da provisão de serviços ao paciente, sua família ou à comunidade, como também para definir o serviço de acompanhamento farmacoterpêutico.
É assustador pensar o termo pharmaceutical care, então com meros trinta anos de existência, possa estar em mais de cem mil artigos listados no Pubmed. Mas assustador de verdade é pensar o que seria da farmácia sem essa ressignificação. No final das contas, assumir responsabilidades e agarrar as oportunidades foi a resposta a uma demanda de pacientes e instituições por maiores benefícios e menores riscos no curso da farmacoterapia. E, convenhamos, Hepler & Strand tinham razão: não há alternativas senão essa.

📚HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990.
📚 CFF. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, v. 200, 2016. 03/10/2020

O movimento de farmácia clínica legou diversas publicações. Artigos que atestavam a redução no tempo de internação, a redução de reações adversas e redução de custos como resultados de serviços estruturados, executados por farmacêuticos em hospitais. Acumulavam-se então, evidências de benefícios potenciais aos pacientes e às instituições.
Nesse contexto, em 1990, Charles Hepler e Linda Strand publicaram o emblemático artigo “Oportunities and responsabilities in pharmaceutical care”, cujo conteúdo demonstrava toda uma miríade de oportunidades abertas à farmacêuticos em serviços de saúde castigados por uma grande morbimortalidade associada ao uso de medicamentos. Ao mesmo, e fruto das reflexões iniciadas outrora sobre a responsabilidade dos farmacêuticos nesse contexto, os autores faziam um chamado à ação, estimulando os leitores à mudança do paradigma profissional.
Da tradução livre da expressão contida no título “pharmaceutical care” surgiu a “atenção farmacêutica” tupiniquim. Nessas bandas, a esse termo serviu tanto para definir toda uma filosofia de prática em que o farmacêutico se responsabiliza pelos desfechos da terapia medicamentosa a partir da provisão de serviços ao paciente, sua família ou à comunidade, como também para definir o serviço de acompanhamento farmacoterpêutico.
É assustador pensar o termo pharmaceutical care, então com meros trinta anos de existência, possa estar em mais de cem mil artigos listados no Pubmed. Mas assustador de verdade é pensar o que seria da farmácia sem essa ressignificação. No final das contas, assumir responsabilidades e agarrar as oportunidades foi a resposta a uma demanda de pacientes e instituições por maiores benefícios e menores riscos no curso da farmacoterapia. E, convenhamos, Hepler & Strand tinham razão: não há alternativas senão essa.

📚HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990.
📚 CFF. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, v. 200, 2016.

O movimento de farmácia clínica legou diversas publicações. Artigos que atestavam a redução no tempo de internação, a redução de reações adversas e redução de custos como resultados de serviços estruturados, executados por farmacêuticos em hospitais. Acumulavam-se então, evidências de benefícios potenciais aos pacientes e às instituições. Nesse contexto, em 1990, Charles Hepler e Linda Strand publicaram o emblemático artigo “Oportunities and responsabilities in pharmaceutical care”, cujo conteúdo demonstrava toda uma miríade de oportunidades abertas à farmacêuticos em serviços de saúde castigados por uma grande morbimortalidade associada ao uso de medicamentos. Ao mesmo, e fruto das reflexões iniciadas outrora sobre a responsabilidade dos farmacêuticos nesse contexto, os autores faziam um chamado à ação, estimulando os leitores à mudança do paradigma profissional. Da tradução livre da expressão contida no título “pharmaceutical care” surgiu a “atenção farmacêutica” tupiniquim. Nessas bandas, a esse termo serviu tanto para definir toda uma filosofia de prática em que o farmacêutico se responsabiliza pelos desfechos da terapia medicamentosa a partir da provisão de serviços ao paciente, sua família ou à comunidade, como também para definir o serviço de acompanhamento farmacoterpêutico. É assustador pensar o termo pharmaceutical care, então com meros trinta anos de existência, possa estar em mais de cem mil artigos listados no Pubmed. Mas assustador de verdade é pensar o que seria da farmácia sem essa ressignificação. No final das contas, assumir responsabilidades e agarrar as oportunidades foi a resposta a uma demanda de pacientes e instituições por maiores benefícios e menores riscos no curso da farmacoterapia. E, convenhamos, Hepler & Strand tinham razão: não há alternativas senão essa. 📚HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990. 📚 CFF. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, v. 200, 2016.

Década de 60. O mundo vivia sacudido com a ordem mundial pós-segunda guerra. Os Beatles em ascensão meteórica, Elis Regina inaugura a Música Popular Brasileira e minissaia causava furor. Nesse mesmo período, de maneira mais insidiosa, um movimento novo se desenvolvia nos hospitais norte-americanos e que se revelou fundamental para a profissão farmacêutica não só naquele país, mas no mundo inteiro.
Era o período de desenvolvimento da farmácia clínica, iniciada na década de 60 por alguns pioneiros em alguns hospitais dos EUA. Pessoas que não só expandiram o escopo e tarefas relacionadas à profissão, mas também providenciaram uma grande variabilidade de estudos baseados na prática profissional que fundamentaram a prática orientada ao paciente na farmácia moderna.
De fato, por ser um terno relativamente antigo, há diversas interpretações. Contudo, no sentido original, esse termo marcou um movimento no qual esses farmacêuticos pioneiros se aproximavam da equipe de saúde e passaram a fazer contribuições originais à literatura científica. No bojo desse movimento, crescia uma maior preocupação e responsabilização com os desfechos da terapia farmacológica e, principalmente, com a aproximação com o doente. 

📚BERENGUER, B. et al. Pharmaceutical care: past, present and future. Current pharmaceutical design, v. 10, n. 31, p. 3931-3946, 2004.
📚HEPLER, Charles D. The third wave in pharmaceutical education: the clinical movement. Journal of Pharmaceutical Education, v. 51, n. 4, p. 369-85, 1987.
📚HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990. 27/09/2020

Década de 60. O mundo vivia sacudido com a ordem mundial pós-segunda guerra. Os Beatles em ascensão meteórica, Elis Regina inaugura a Música Popular Brasileira e minissaia causava furor. Nesse mesmo período, de maneira mais insidiosa, um movimento novo se desenvolvia nos hospitais norte-americanos e que se revelou fundamental para a profissão farmacêutica não só naquele país, mas no mundo inteiro.
Era o período de desenvolvimento da farmácia clínica, iniciada na década de 60 por alguns pioneiros em alguns hospitais dos EUA. Pessoas que não só expandiram o escopo e tarefas relacionadas à profissão, mas também providenciaram uma grande variabilidade de estudos baseados na prática profissional que fundamentaram a prática orientada ao paciente na farmácia moderna.¹
De fato, por ser um terno relativamente antigo, há diversas interpretações. Contudo, no sentido original, esse termo marcou um movimento no qual esses farmacêuticos pioneiros se aproximavam da equipe de saúde e passaram a fazer contribuições originais à literatura científica. No bojo desse movimento, crescia uma maior preocupação e responsabilização com os desfechos da terapia farmacológica e, principalmente, com a aproximação com o doente².

¹ BERENGUER, B. et al. Pharmaceutical care: past, present and future. Current pharmaceutical design, v. 10, n. 31, p. 3931-3946, 2004.
² HEPLER, Charles D. The third wave in pharmaceutical education: the clinical movement. Journal of Pharmaceutical Education, v. 51, n. 4, p. 369-85, 1987.
³ HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990.

Década de 60. O mundo vivia sacudido com a ordem mundial pós-segunda guerra. Os Beatles em ascensão meteórica, Elis Regina inaugura a Música Popular Brasileira e minissaia causava furor. Nesse mesmo período, de maneira mais insidiosa, um movimento novo se desenvolvia nos hospitais norte-americanos e que se revelou fundamental para a profissão farmacêutica não só naquele país, mas no mundo inteiro. Era o período de desenvolvimento da farmácia clínica, iniciada na década de 60 por alguns pioneiros em alguns hospitais dos EUA. Pessoas que não só expandiram o escopo e tarefas relacionadas à profissão, mas também providenciaram uma grande variabilidade de estudos baseados na prática profissional que fundamentaram a prática orientada ao paciente na farmácia moderna. De fato, por ser um terno relativamente antigo, há diversas interpretações. Contudo, no sentido original, esse termo marcou um movimento no qual esses farmacêuticos pioneiros se aproximavam da equipe de saúde e passaram a fazer contribuições originais à literatura científica. No bojo desse movimento, crescia uma maior preocupação e responsabilização com os desfechos da terapia farmacológica e, principalmente, com a aproximação com o doente. 📚BERENGUER, B. et al. Pharmaceutical care: past, present and future. Current pharmaceutical design, v. 10, n. 31, p. 3931-3946, 2004. 📚HEPLER, Charles D. The third wave in pharmaceutical education: the clinical movement. Journal of Pharmaceutical Education, v. 51, n. 4, p. 369-85, 1987. 📚HEPLER, Charles D.; STRAND, Linda M. Opportunities and responsibilities in pharmaceutical care. American journal of hospital pharmacy, v. 47, n. 3, p. 533-543, 1990.

Em 2010 o Conselho da Federação Internacional Farmacêutica (FIP) instituiu o Dia Internacional do Farmacêutico. O objetivo é integrar a categoria em todo o mundo. Um dia mundialmente dedicado ao farmacêutico para que  a população, em todos os países, se lembre deste profissional. O farmacêutica é o profissional que apesar dos desafios encontrados no dia a dia possui a capacidade de cuidar do próximo e de servir à comunidade, sempre em busca do bem-estar coletivo. Desejamos a todos colegas um Feliz Dia do Farmacêutico! 👏👏👏 27/09/2020

Em 2010 o Conselho da Federação Internacional Farmacêutica (FIP) instituiu o Dia Internacional do Farmacêutico. O objetivo é integrar a categoria em todo o mundo. Um dia mundialmente dedicado ao farmacêutico para que a população, em todos os países, se lembre deste profissional. O farmacêutica é o profissional que apesar dos desafios encontrados no dia a dia possui a capacidade de cuidar do próximo e de servir à comunidade, sempre em busca do bem-estar coletivo. Desejamos a todos colegas um Feliz Dia do Farmacêutico! 👏👏👏

Em 2010 o Conselho da Federação Internacional Farmacêutica (FIP) instituiu o Dia Internacional do Farmacêutico. O objetivo é integrar a categoria em todo o mundo. Um dia mundialmente dedicado ao farmacêutico para que a população, em todos os países, se lembre deste profissional. O farmacêutica é o profissional que apesar dos desafios encontrados no dia a dia possui a capacidade de cuidar do próximo e de servir à comunidade, sempre em busca do bem-estar coletivo. Desejamos a todos colegas um Feliz Dia do Farmacêutico! 👏👏👏

E agora? Tanto termo para a mesma coisa, será que são mesmo sinônimos? Parece preciosismo acadêmico, mas não se engane: prestar atenção às definições utilizadas pode melhorar a compreensão coletiva sobre o assunto e facilitar a comunicação no ambiente profissional.
É possível observar no diagrama conceitual acima que a linha pontilhada divide tarefas relacionadas, ora à atuação logística, ora à prestação de serviços relacionados ao cuidado, mas, sendo pontilhada, expressa que esse fluxo ainda pertence a um todo indivisível. Desse modo, da mesma forma que o termo “assistência médica” abrange todas as possibilidades de atuação desse profissional, o termo Assistência Farmacêutica abarca todo esse ciclo da imagem, desde a aquisição (há quem diga desde a pesquisa por novos medicamentos...) até a conclusão do processo de uso do medicamento. Essa é a tão falada assistência farmacêutica, um conjunto de atividades e ações de responsabilidade do farmacêutico a fim de garantir a promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual quanto coletiva, tendo o medicamento e seu uso racional como pilares.
A primeira vista parece confuso mas cada termo tem seu significado e sua importância dentro da atuação do farmacêutico. Vamos discutir cada termo, vem com a gente!

Referências:
CORRER, Cassyano Januário; OTUKI, Michel Fleith; SOLER, Orenzio. Servícios farmacéuticos integrados al proceso de cuidado en salud: gestión clínica del medicamento. Rev Pan-Amaz Saude,  Ananindeua ,  v. 2, n. 3, p. 41-49,  set.  2011 .  
BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução n°338, de 06 de maio de 2004. Política Nacional de Assistência Farmacêutica.2004. 27/09/2020

E agora? Tanto termo para a mesma coisa, será que são mesmo sinônimos? Parece preciosismo acadêmico, mas não se engane: prestar atenção às definições utilizadas pode melhorar a compreensão coletiva sobre o assunto e facilitar a comunicação no ambiente profissional.
É possível observar no diagrama conceitual acima que a linha pontilhada divide tarefas relacionadas, ora à atuação logística, ora à prestação de serviços relacionados ao cuidado, mas, sendo pontilhada, expressa que esse fluxo ainda pertence a um todo indivisível. Desse modo, da mesma forma que o termo “assistência médica” abrange todas as possibilidades de atuação desse profissional, o termo Assistência Farmacêutica abarca todo esse ciclo da imagem, desde a aquisição (há quem diga desde a pesquisa por novos medicamentos...) até a conclusão do processo de uso do medicamento. Essa é a tão falada assistência farmacêutica, um conjunto de atividades e ações de responsabilidade do farmacêutico a fim de garantir a promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual quanto coletiva, tendo o medicamento e seu uso racional como pilares.
A primeira vista parece confuso mas cada termo tem seu significado e sua importância dentro da atuação do farmacêutico. Vamos discutir cada termo, vem com a gente!

Referências:
CORRER, Cassyano Januário; OTUKI, Michel Fleith; SOLER, Orenzio. Servícios farmacéuticos integrados al proceso de cuidado en salud: gestión clínica del medicamento. Rev Pan-Amaz Saude, Ananindeua , v. 2, n. 3, p. 41-49, set. 2011 .
BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução n°338, de 06 de maio de 2004. Política Nacional de Assistência Farmacêutica.2004.

E agora? Tanto termo para a mesma coisa, será que são mesmo sinônimos? Parece preciosismo acadêmico, mas não se engane: prestar atenção às definições utilizadas pode melhorar a compreensão coletiva sobre o assunto e facilitar a comunicação no ambiente profissional. É possível observar no diagrama conceitual acima que a linha pontilhada divide tarefas relacionadas, ora à atuação logística, ora à prestação de serviços relacionados ao cuidado, mas, sendo pontilhada, expressa que esse fluxo ainda pertence a um todo indivisível. Desse modo, da mesma forma que o termo “assistência médica” abrange todas as possibilidades de atuação desse profissional, o termo Assistência Farmacêutica abarca todo esse ciclo da imagem, desde a aquisição (há quem diga desde a pesquisa por novos medicamentos...) até a conclusão do processo de uso do medicamento. Essa é a tão falada assistência farmacêutica, um conjunto de atividades e ações de responsabilidade do farmacêutico a fim de garantir a promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual quanto coletiva, tendo o medicamento e seu uso racional como pilares. A primeira vista parece confuso mas cada termo tem seu significado e sua importância dentro da atuação do farmacêutico. Vamos discutir cada termo, vem com a gente! Referências: CORRER, Cassyano Januário; OTUKI, Michel Fleith; SOLER, Orenzio. Servícios farmacéuticos integrados al proceso de cuidado en salud: gestión clínica del medicamento. Rev Pan-Amaz Saude,  Ananindeua ,  v. 2, n. 3, p. 41-49,  set.  2011 .   BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução n°338, de 06 de maio de 2004. Política Nacional de Assistência Farmacêutica.2004.

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