Dr. Giuliano Ginani - Psicologia e Neurociência

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Neurofeedback
Avaliação Neuropsicológica
Mindfulness - Grupo e individual
Terapia Focada em Compa

Photos from Dr. Giuliano Ginani - Psicologia e Neurociência's post 18/05/2026

Protocolo não começa no diagnóstico.

Começa na leitura do funcionamento.

Dois pacientes podem chegar com o mesmo diagnóstico, mas com EEGs completamente diferentes. Um pode ter excesso de theta frontal. Outro pode ter excesso de beta difuso. E o mesmo protocolo, que ajuda um, pode ser inútil — ou até piorar o outro.

Por isso eu olho para três coisas antes de pensar em neurofeedback ou tDCS:

o padrão de ondas por região,
a assimetria entre os hemisférios,
e a comunicação entre as redes cerebrais.

O EEG não substitui a clínica.
Mas sem ele, muita coisa vira tentativa e erro.

Diagnóstico orienta a hipótese.
EEG ajuda a definir o alvo.
A clínica integra tudo.

Quer ver como eu faço essa leitura na prática?

Comenta **EEG** que eu te envio o link da live.

14/05/2026

Sonhar acordado e deixar a mente divagar não são a mesma coisa.

A maioria trata como sinônimo. Os dados do meu estudo mostram que não é.

Publicamos esse ano a adaptação brasileira da primeira escala validada para medir frequência de sonhar acordado — Psico-USF/SciELO, 2026.

Três achados do estudo:

→ Quem sona acordado mais tem mais sintomas de desatenção
→ Mais divagação = menor controle inibitório
→ Sonhar acordado é mais deliberado. Divagação mental é involuntária — você só percebe depois.

Na prática: são fenômenos diferentes, com implicações diferentes.

Você se identif**a mais com qual dos dois?

Comenta ESTUDO e te mando o link do artigo completo.

(Matos, Pinho, Ginani, Figueiredo & Braule Pinto, 2026)

13/05/2026

Se alguém disser que o EEG mostrou ansiedade — desconfie dessa frase.

O EEG não lê emoção. Não lê pensamento. Ele mostra atividade elétrica cerebral: mais ou menos ativação em determinadas regiões, padrões de regulação, variações de frequência.

O que você faz com isso depende de raciocínio clínico — cruzado com sono, sintomas, história de vida, medicação, rotina.

Sem esse contexto, o exame vira efeito tecnológico bonito com conclusão fraca.

E quando alguém vende exame cerebral como se fosse capaz de te dizer quem você é ou o que você tem — sem esse processo — é exatamente aí que mora o problema.

Você já viu esse tipo de promessa por aí? Comenta aqui embaixo.

Photos from Dr. Giuliano Ginani - Psicologia e Neurociência's post 12/05/2026

Muitas mulheres com TDAH não crescem pensando: “talvez eu tenha TDAH”.

Elas crescem pensando:
“sou ansiosa demais.”
“sou desorganizada.”
“não dou conta.”
“eu sou o problema.”

Mas, muitas vezes, o problema não é ausência de sintomas.

É invisibilidade clínica.

Quando o TDAH não aparece como agitação ou comportamento disruptivo, ele pode ser confundido com ansiedade, perfeccionismo, exaustão ou “fraqueza”.

Por isso, avaliar TDAH em mulheres adultas exige olhar para a história inteira: sintomas, compensações, prejuízos e contexto.

Compartilhe com uma mulher que talvez tenha passado anos se culpando.

11/05/2026

Diagnóstico não é uma caixinha.

É uma forma de organizar uma pergunta muito mais importante: como essa pessoa funciona e o que pode ser feito a partir disso?

Muita gente passa anos buscando o nome certo para o que sente. Mas, quando encontra, percebe que o nome sozinho não muda a vida.

O que muda é compreensão.
O que muda é direção.
O que muda é transformar informação clínica em plano.

A avaliação neuropsicológica não termina no diagnóstico.
Ela entrega clareza e ação.

Compartilhe com quem precisa de direção.

Photos from Dr. Giuliano Ginani - Psicologia e Neurociência's post 10/05/2026

O cérebro não foi feito para multitarefa.

Ele foi feito para atenção.

O que a gente chama de “fazer várias coisas ao mesmo tempo” geralmente é atenção alternada: você sai de uma tarefa, entra em outra, depois tenta voltar para a anterior.

E cada troca tem um custo.

Custo de foco.
Custo de energia.
Custo de reorientação.

Por isso, produtividade real não é fazer mais coisas ao mesmo tempo. É conseguir direcionar melhor sua energia para o que importa.

Uma coisa por vez.

Mesmo quando tudo grita para ser feito agora.

Photos from Dr. Giuliano Ginani - Psicologia e Neurociência's post 09/05/2026

Tentar “ter mais disciplina” com um cérebro descalibrado é como aumentar o volume de um violão desafinado.

O som f**a mais alto, mas continua fora do ritmo.

Se você sente que seu esforço não gera resultado, talvez o problema não seja falta de vontade, mas um padrão de funcionamento que se instalou.

Calibrar não é forçar. É dar ao sistema nervoso informação mais precisa para ele aprender a responder de outro modo.

Como fazemos isso:

Avaliação e qEEG: para entender o funcionamento.
Neurofeedback: para treinar o ajuste.

Seu cérebro talvez não precise de esforço dobrado.
Talvez precise do ajuste certo.

Salve este post se fez sentido para você. ✅

Photos from Dr. Giuliano Ginani - Psicologia e Neurociência's post 08/05/2026

Às vezes, a pessoa passa anos acreditando que é desorganizada, preguiçosa ou “fraca” para lidar com a própria rotina.

Mas, em muitos casos, o problema não está na falta de vontade. Está em compreender melhor como aquela pessoa funciona: sua atenção, memória, organização, controle inibitório, velocidade de processamento, funções executivas e também os fatores emocionais envolvidos.

A avaliação neuropsicológica não serve apenas para “dar um nome” ao que acontece. Ela ajuda a construir clareza: o que está preservado, o que está exigindo mais esforço, quais estratégias fazem sentido e quais caminhos de cuidado podem ser mais adequados.

Um laudo bem feito não deve ser o fim da investigação. Deve ser o começo de uma conversa mais precisa sobre funcionamento, sofrimento e possibilidades reais de mudança.

Se você se reconheceu nessa história, talvez seja hora de entender melhor o que está acontecendo.

Photos from Dr. Giuliano Ginani - Psicologia e Neurociência's post 07/05/2026

A evidência é real: a tDCS agora tem o aval do FDA para ser usada em casa, trazendo uma nova camada de alívio para quem convive com a depressão.

Mas tecnologia sem raciocínio clínico não é tratamento — é aposta.

O resultado sólido não depende apenas do aparelho, mas da avaliação precisa que guia o processo.

Manda esse carrossel para alguém que está buscando uma resposta real e precisa desse alívio hoje.

Clareza muda tudo.

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