10/11/2020
Leia todo dia!!!!!!!! Desligue o celular, e leia todo dia!!!!!
Dicas de leitura: 6 - 12 meses
Por que ler?
Atenção para figuras
Reconhece objetos familiares
Vira páginas com ajuda
💋📚💋📚
Como escolher os livros?
Livros com fotos de bebês e objetos familiares
Que podem ser levados para o banho
Sobre rotinas do dia-a-dia
Com fotos da família
Livros multissensoriais
Livros com rimas infantis
📖📚📖📚
Estratégias de leitura:
Continue usando "voz de bebê" - quando falamos mais fino!!
Deixe os livros no alcance da criança - prateleiras mais baixas
Fale sobre as figuras, imite os sons!
Siga o interesse da criança, fale sobre as páginas que ela vai virando.
👏😘
Ler, observar, interagir: mais palavras para criar e aumentar a memória auditiva da criança!
Um abraço!
Fga. Dra. Maria Jaquelini Dias dos Santos
CRFa. 3-18098/2
🌞🤍♥️🌞
03/11/2020
Dicas de leitura: 0 - 6 meses
Por que ler?
Ajuda o bebê a se familiarizar com as vozes dos pais
Como escolher os livros?
Livros simples
Com figuras grandes
Com dobraduras
Macios, com texturas
Brilhantes e que chamam a atenção visualmente
Estratégias de leitura:
Use "voz de bebê" - quando falamos mais fino!!
Use frases simples
Aponte para as figuras
Leia sem pressa, ou seja, poucas páginas por vez
Deixe o bebê tocar o livro, especialmente se tiver textura
Referências:
https://leiturinha.com.br/blog/8-livros-para-bebes-recomendados-pela-leiturinha/
https://hearingfirst.org
https://fafaconta.com.br/leia-para-bebes/
Um abraço!
Fga. Dra. Maria Jaquelini Dias dos Santos
CRFa 3-18098/2
02/11/2020
Apenas 15 minutos por dia?
Olá pessoal!!! Espero que todos estejam bem!!!
Este post é para falar sobre uma das principais orientações que passamos aos pais como terapeutas de crianças com deficiência auditiva, e também para crianças com alterações de fala e linguagem mesmo que tenham respostas dentro da normalidade nos te**es auditivos: LER!
A leitura é uma das formas mais fáceis de estimular a audição da criança.
Quando lemos estamos proporcionado milhares de novas palavras para o cérebro em desenvolvimento!
E separar de 10 a 15 minutos para pegar um livro e ler com a criança é muito fácil e pode ser inserido na sua rotina diária, por exemplo, antes de dormir, ou depois de dar comida. Apenas os pais poderão determinar qual o melhor momento do dia para fazer isso, um dia o pai lê, no outro dia a mãe, inclua o irmão ou irmã, a tia, a madrinha, a avó, ..., a cuidadora, enfim.
Sentar e ler é um treino diário.
E não há uma maneira perfeita para ler um livro, não pense que vocês precisam ler palavra por palavra do começo ao fim, muitas crianças precisam pegar o livro, tocar, folhear, e vocês podem ir falando o que ela está vendo sobre as figuras, imitar os sons dos personagens, enfim! É um momento para ficar perto da criança e dar atenção e estimular com palavras.
E a vida é muito corrida, sim, todos sabemos, é muito raro os pais que podem passar o tempo todo com a criança brincando e estimulando, muitos pais trabalham o dia todo, e chegam em casa tem o trabalho da casa, e ficam preocupados se estão dando o estímulo correto para o desenvolvimento auditivo e linguístico. Mas separar de 10 a 15 minutos por dia para ler e/ou manusear um livro é extremamente importante!
E lembrem-se: não há muito segredo, por que a principal forma de estimular é aproveitar o aqui e o agora com a criança, seja enquanto você faz comida, ou lava roupa, ou vai fazer compras no mercado, enquanto organiza os brinquedos junto da criança!
Leiam, tentem, perseverem, tenham paciência se a sua criança não "gosta" ou não quer parar para ler, tudo é questão de treino e de repetir e repetir, e reforçar os comportamentos que está ensinando!
Um abraço!!!
Fga. Dra. Maria Jaquelini
26/07/2020
O diagnóstico audiológico infantil
Segundo o princípio do cross-check (Jerger & Hayes, 1976; Baldwin et al, 2010), o diagnóstico audiológico infantil deve englobar avaliações comportamentais e objetivas, as quais devem ser analisadas em conjunto.
Audiometria com Reforço Visual (VRA):
Indicada para obter os níveis mínimos de respostas (NMR) de crianças entre 6 a 30 meses de idade, aproximadamente.
O desenvolvimento neuropsicomotor deve ser considerado quando utilizamos e analisamos as respostas!
Crianças pré-termo devem ter a idade corrigida até os dois anos de idade!
O que é resposta no VRA?
O reflexo de orientação, ou seja, a virada de cabeça para o lado após a apresentação do estímulo auditivo.
Nesse momento o reforço visual é ativado.
Como sabemos se é resposta ou não?
Utilize estímulos controle randomizados durante a sua avaliação, ou seja, realize a técnica de distração, mas não apresente o estímulo sonoro.
Tempos distintos entre uma
apresentação e outra do som de teste, são denominados de estímulos controles no VRA: intervalos de silêncio para checagem do condicionamento.
Avalie sua avaliação:
Se a criança sempre vira a cabeça nos estímulos controle, considere com baixa fidedignidade as respostas.
Te**es com baixa fidedignidade representam a maior porcentagem de não correspondência com os resultados dos exames objetivos (Widen et al., 2005).
Gostaria do protocolo completo?
Acesse a tese: Avaliação Audiológica Infantil: a utilização da Audiometria com Reforço Visual com estímulos de fala.
No banco de teses da USP:
www.teses.usp.br
@ Florianópolis, Santa Catarina
23/07/2020
🔙📸
Como o tempo voa! Tbt de 2015, mas parece que foi ontem!
Curso EaD de Especialização em Habilitação e Reabilitação Auditiva com ênfase na faixa etária de 0 a 3 anos!
Saudades, nostalgia, felicidades, gratidão!🤓♥️
Saudades de todos os alunos, dedicados e esforçados, estudar à distância e trabalhar 40 horas....🤓😣🤣, merecem aplausos!!!!
Sou muito grata por manter contato com muitos de vocês até hoje!!!!
Saudades equipe:
E todos os professores que tornaram esse trabalho possível e brilhante!♥️💝👩💻💝♥️
E em memória da idealizadora deste curso, nossa Mestre Dra. Maria Cecília Bevilacqua 🙏🙌♥️💞🙌🙏
Presente lindo da .jls
Ps. Eu tinha muitas fotos, mas o meu backup falhou 😭, se vocês tiverem me enviem!!!!!!
20/07/2020
Olá pessoal!!!! Espero que todos estejam bem!
Dentre as várias ações que realizamos nas primeiras sessões da terapia Fonoaudiológica de crianças com deficiência auditiva, gostaria de destacar duas:
- identicar o padrão de comunicação dos pais com a criança;
- identificar o nível de atenção e a intenção comunicativa da criança;
(Para todas as faixas etárias isso se aplica!)🙌♥️
Como eu faço isso!?
Por meio de escalas de desenvolvimento infantil.
Identificar o padrão de comunicação: é intervir no modelo de linguagem da criança.
Identificar o nível de atenção e intenção comunicativa: é ter a base para elaborar as suas estratégias terapêuticas!
Fazendo isso sempre com acolhimento e ♥️!
Para observação do comportamento comunicativo, utilizo a escala de Ferreira, 2010. Disponível no banco de teses da USP. Título: Vocabulário receptivo e expressivo de crianças com Síndrome de Down. Amanda Tragueta Ferreira, dissertação de Mestrado. FOB-USP. Orientação: Dra. Dionísia Lamonica.
@ Florianópolis, Santa Catarina
19/07/2020
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Técnicas terapêuticas: OUVIR NO SILÊNCIO
Nada melhor do que conversar no silêncio do que conversar no ruído!
Isso vale para todos nós!
E vale ainda mais para crianças com deficiência auditiva
As habilidades auditivas se desenvolvem gradativamente, ou seja, primeiro, percebemos que há som, depois qual a localização do som, depois qual som é esse, e assim por diante...
E ouvir no ruído é uma das habilidades desenvolvidas tardiamente, por volta dos 5 anos¹.
Se a criança está aprendendo a ouvir, ela primeiro precisa aprender a ouvir no silêncio.
O som da voz deve se sobressair perante os outros sons, isso significa que é importante que a criança tenha oportunidade de ouvir a fala quando não há muito ruído.
Isso não significa que a família tenha que manter a casa em silêncio, mas, que tenha que proporcionar momentos em que a fala seja o som predominante.
Ouvir no silêncio é uma técnica utilizada nos primeiros estágios do desenvolvimento, pois, futuramente, ouvir no ruído também será uma meta terapêutica.
CONSIDERAÇÕES:
- Desligue televisão, rádio, celular, e outros equipamentos que produzam ruídos;
- Foque sua atenção na criança;
- Organize a terapia explicando aos pais que cada um terá um momento para falar durante a brincadeira.
LEMBRE-SE SEMPRE:
- Quando for brincar/conversar, mantenha-se no nível da criança e próximo à ela;
- Dê tempo para ela responder;
- Fale devagar e com intensidade normal de fala.
Referências:
Pereira LD, Schochat E. Processamento Auditivo Central: manual de avaliação. São Paulo: Ed. Lovise; 1997.
Alves A. Terapia Fonoaudiológica - Os primeiros anos. In: Tratado de Audiologia, São Paulo: Ed. Santos, 2011. pag. 611-35.
: quatro fotos, um pai com sua filha brincando de jogar no ar, duas crianças pequenas correndo em um gramado com balões na mão, uma mãe e seu filho olhando um para o outro com um mapa no chão, uma criança com fones de ouvido apreciando uma música. @ Florianópolis, Santa Catarina
19/07/2020
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Técnicas terapêuticas: ouvir no silêncio!
Nada melhor do que conversar no silêncio do que conversar no ruído!
Isso vale para todos nós!
E vale ainda mais para crianças com deficiência auditiva.
As habilidades auditivas se desenvolvem gradativamente, ou seja, primeiro, percebemos que há som, depois qual a localização do som, depois qual som é esse, e assim por diante...
E ouvir no ruído é uma das habilidades desenvolvidas tardiamente, por volta dos 5 anos¹.
Se a criança está aprendendo a ouvir, ela primeiro precisa aprender a ouvir no silêncio.
O som da voz deve se sobressair perante os outros sons, isso significa que é importante que a criança tenha oportunidade de ouvir a fala quando não há muito ruído.
Isso não significa que a família tenha que manter a casa em silêncio, mas, que tenha que proporcionar momentos em que a fala seja o som predominante.
Ouvir no silêncio é uma técnica utilizada nos primeiros estágios do desenvolvimento, pois, futuramente, ouvir no ruído também será uma meta terapêutica;
Considerações:
- Desligue televisão, rádio, celular, e outros equipamentos que produzam ruídos;
- Foque sua atenção na criança;
- Organize a terapia explicando aos pais que cada um terá um momento para falar durante a brincadeira.
LEMBRE-SE SEMPRE:
- Quando for brincar/conversar, mantenha-se no nível da criança e próximo à ela;
- Dê tempo para ela responder;
- Fale devagar e com intensidade normal de fala.
Referências:
Pereira LD, Schochat E. Processamento Auditivo Central: manual de avaliação. São Paulo: Ed. Lovise; 1997.
Alves A. Terapia Fonoaudiológica - Os primeiros anos. In: Tratado de Audiologia, São Paulo: Ed. Santos, 2011. pag. 611-35.
16/07/2020
🔙📸
Ciclo de palestras promovido pelo CEMEAR em diversas cidades de Minas Gerais!
Saudades demais!
Especialmente Fga. Luana Deva Mendes!
Foram dois ciclos, dois anos, 2018 e 2019!
Só agradece!
♥️🤓🙌
@ Belo Horizonte, Brazil
14/07/2020
Conhecendo as diferenças entre fones e campo livre, e as algumas das implicações na percepção de fala!
Referência completa nesse endereço: Primus, 1992 https://doi.org/10.1044/jshr.3505.1137
Um abraço!!!
Dúvidas? Comentem aqui!!!♥️🙌
Foto de uma criança ruiva, branca, com fones brancos no ouvido, com a expressão de que está apreciando alguma música.
@ Florianópolis, Santa Catarina