25/03/2025
📺No dia 31/03 estreia a nova versão de Vale Tudo, sucesso dos anos 1980, a trama agora tem a direção de Manuela Dias e chega às telas da Globo num cenário de várias críticas a atual novela das nove e na esteira do sucesso do remake de Pantanal e da boa recepção, principalmente na primeira fase, da nova versão de Renascer. Vale Tudo é considerada um dos principais clássicos do gênero e em seus mais de 35 anos de história da primeira exibição, ocorrida em 1988, seus personagens povoam o imaginário brasileiro.
📺As expectativas são altas, tanto para os fãs da versão original, quanto para críticos e novos consumidores do gênero, seja daqueles que já decretaram o insucesso da trama mesmo antes de iniciar, seja aqueles que aguardam a narrativa num misto de nostalgia e dúvida quanto aos temas e personagens abordados na novela e se eles serão capazes de parar o Brasil, como na versão original.
📺 São outros tempos nas práticas do consumo audiovisual, mas a temática central de Vale Tudo, suas críticas ferrenhas ao cenário sociopolítico e cultural da época parecem em efetiva sintonia com a realidade brasileira mesmo passados quase 37 anos de sua exibição. A grande pergunta de Gilberto Braga em 1988 era: vale à pena ser honesto? Será que ela ainda é capaz de mobilizar nossas discussões e garantir o apelo da novela? Quais outros questionamentos nos trará Manuela Dias? Quem matou Odete Roitman será um tema de debates? O que significa essa nova onda de remakes na teledramaturgia e como lidar com a “memória afetiva” nesses casos?
📺 Essas e outras questões irão mobilizar o debate promovido pelos grupos Telas e Nefics na próxima terça, dia 01/04, um dia após a estreia de Vale Tudo. Venham debater conosco. O evento será transmitido pelo canal do youtube do grupo Telas em: https://www.youtube.com/
04/03/2025
A Revista Ação Midiática – PPGCOM UFPR – prorroga até 20 de março as submissões para o dossiê “Mídia e adaptação: texto, música, imagem, audiovisual”. A edição será publicada em julho de 2025.
Esse dossiê se concentra na elaboração de bens culturais a partir da adaptação midiática e na transposição de conteúdo entre mídias distintas. Com isso, a publicação espera abordar tanto estudos empíricos orientados por múltiplas visões teóricas e metodológicas quanto problematizações sobre os conceitos relevantes para o debate.
Esta edição está aberta a discussões sobre experiências midiáticas que envolvam diferentes gêneros e formatos, como literatura, audiovisual, jogos eletrônicos e analógicos, música e parques temáticos. O dossiê busca contemplar tanto as mídias digitais quanto as convencionais, abrangendo experiências que sejam focadas na narrativa e no storytelling, bem como aquelas que se afastem dessa abordagem.
A edição busca reunir trabalhos que explorem as diversas perspectivas relacionadas a essa agenda de pesquisa. Pretende abarcar orientações que se debrucem sobre intertextualidade e reinvenção; pastiche e paródia; fragmentação; autorreflexividade; palimpsesto; processo e produto; intertextualidade e interculturalidade, estudos de gêneros; dialogismo; materialismo cultural; relação com o público, entre outras. Paralelamente, a edição oferece também um espaço para reflexões sobre questões como a especificidade dos diferentes meios, os desafios envolvidos no processo de adaptação, as particularidades das mídias e os diferentes tipos de revisões possíveis entre materiais.
A publicação se encontra aberta não apenas à discussão sobre casos pontuais, mas também ao debate sobre o histórico da própria discussão sobre adaptação. Com isso, espera recuperar as diferentes perspectivas adotadas desde a instituição da discussão, concentrando-se nos diversos desdobramentos que o debate veio a receber ao longo do tempo.
https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica/announcement/view/841
14/02/2025
Está no ar o dossiê “Comunicação, algoritmos e cultura contemporânea”, edição 29 da Revista Ação Midiática está no ar.
O objetivo da publicação consiste em, a partir de perspectivas voltadas às discussões em comunicação, congregar análises empíricas e reflexões teóricas sobre a presença dos algoritmos nas mídias contemporâneas.
https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica/issue/view/3667
24/01/2025
A Revista Ação Midiática – PPGCOM UFPR – recebe até o dia 28 de fevereiro de 2025 submissões para o dossiê “Mídia e adaptação: texto, música, imagem, audiovisual”. A edição será publicada em julho de 2025:
https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica/about/submissions
Dossiê “Mídia e adaptação: texto, música, imagem, audiovisual”
Esse dossiê se concentra na elaboração de bens culturais a partir da adaptação midiática e na transposição de conteúdo entre mídias distintas. Com isso, a publicação espera abordar tanto estudos empíricos orientados por múltiplas visões teóricas e metodológicas quanto problematizações sobre os conceitos relevantes para o debate.
Esta edição está aberta a discussões sobre experiências midiáticas que envolvam diferentes gêneros e formatos, como literatura, audiovisual, jogos eletrônicos e analógicos, música e parques temáticos. O dossiê busca contemplar tanto as mídias digitais quanto as convencionais, abrangendo experiências que sejam focadas na narrativa e no storytelling, bem como aquelas que se afastem dessa abordagem.
A edição busca reunir trabalhos que explorem as diversas perspectivas relacionadas a essa agenda de pesquisa. Pretende abarcar orientações que se debrucem sobre intertextualidade e reinvenção; pastiche e paródia; fragmentação; autorreflexividade; palimpsesto; processo e produto; intertextualidade e interculturalidade, estudos de gêneros; dialogismo; materialismo cultural; relação com o público, entre outras. Paralelamente, a edição oferece também um espaço para reflexões sobre questões como a especificidade dos diferentes meios, os desafios envolvidos no processo de adaptação, as particularidades das mídias e os diferentes tipos de revisões possíveis entre materiais.
A publicação se encontra aberta não apenas à discussão sobre casos pontuais, mas também ao debate sobre o histórico da própria discussão sobre adaptação. Com isso, espera recuperar as diferentes perspectivas adotadas desde a instituição da discussão, concentrando-se nos diversos desdobramentos que o debate veio a receber ao longo do tempo.
16/01/2025
A Revista Ação Midiática recebe artigos em fluxo contínuo para suas edições semestrais, publicadas em janeiro e julho de cada ano.
A publicação aceita artigos produzidos por doutores; doutores em colaboração com mestres, mestrandos ou doutorandos. Ao mesmo tempo, a Ação Midiática adota como política publicar artigos de doutorandos dentro de um limite por edição.
São aceitas artigos e resenhas, segundo os critérios estabelecidos em nossas “diretrizes para autores”.
Agradecemos a todos pelo interesse e pela leitura da Ação Midiática.
https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica/index
27/08/2024
Prorrogado até o dia 10 de setembro de 2024 o prazo para submissão de trabalhos para o dossiê “Comunicação, algoritmos e cultura contemporânea” da Revista Ação Midiática – https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica – (PPGCOM UFPR – https://www.prppg.ufpr.br/site/ppgcom/pb/). A edição será publicada em janeiro de 2025.
Submissões pelo site: https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica/index
Ementa da edição: https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica/announcement/view/808
25/07/2024
A Revista Ação Midiática – PPGCOM UFPR – recebe até o dia 20 de agosto de 2024 submissões para o dossiê “Comunicação, algoritmos e cultura contemporânea”. A edição será publicada em janeiro de 2025.
Submissões pelo site: https://revistas.ufpr.br/acaomidiatica/index
A partir de perspectivas voltadas às discussões em comunicação, este dossiê visa a congregar análises empíricas e reflexões teóricas sobre a presença dos algoritmos nas mídias contemporâneas. Com isso, a edição se mantém aberta a visadas plurais, centradas sempre nos reflexos dessa tecnologia no que se refere à mídia e à cultura, no intuito de reunir discussões sobre os desdobramentos de tal técnica.
Assim, espera-se contar com contribuições sobre a importância dessa tecnologia para as profissões já instituídas no cenário comunicacional, assim como para novas ocupações que tendem a surgir, no ambiente midiático, como desdobramento da renovação tecnológica contemporânea.
O dossiê vai abordar a presença crescente dos instrumentos para aprendizado de máquina (machine learning), aprendizado profundo (deep learning) e inteligência artificial em suas diferentes dimensões, na expectativa de pensar sobre os diversos desdobramentos no presente, assim como sobre as direções possíveis de inferir para o futuro.
Em foco, estarão os dilemas e as complexidades introduzidas pelo uso de dados. Frente a um cenário de expansão recorrente das plataformas, uma faceta da discussão está na atenção recorrente à constituição de métricas; nas possibilidades para monitoramento sistemático; nas diferentes soluções para a expectativa de instituir previsibilidade no que se refere às decisões e ao comportamento de usuários, considerando seus variados desdobramentos (o caráter opaco das ferramentas, a problemática dos filtros invisíveis e de outros mecanismos semelhantes, os desdobramentos no que se refere à tendência para uma carência de consenso na discussão pública, entre outros dilemas).
Eixo de interesse adicional está no vínculo entre tais tecnologias e as categorias de tempo e espaço, na expectativa de pensar a redefinição do elo entre o global e o local; as pressões introduzidas pelo tempo real; os impactos decorrentes da expansão da velocidade e as tentativas de tensionar as barreiras convencionais no que se refere a tais categorias.
Temas igualmente relevantes são os impactos dessas ferramentas para a cultura visual, em abordagens que se concentram sobre o tipo de relação construída com as telas, presentes ou em espaço público ou em dispositivos privados, com o objetivo de pensar em que termos os algoritmos permitem sua operação.
Ao mesmo tempo, interessa pensar sobre a importância desses algoritmos para os processos de consumo contemporâneos, na expectativa de considerar seus impactos da perspectiva dos produtores e/ou receptores da comunicação.
De modo homólogo, a publicação espera considerar o impacto dessas ferramentas no que se refere aos processos de formação de novas identidades, consequência do tipo de relacionamento estabelecido com tais algoritmos e dos mecanismos nos quais operam, resultado possível mediante os diferentes usos que o público institui para esses instrumentos, seja em consonância ou em tensão com os propósitos para o qual esses mecanismos foram inicialmente pensados.