14/05/2026
Anos atrás, em 2020, eu estava morando em New York.
Do outro lado do mundo, em Dubai, esse casal, por quem tenho uma grande admiração, fazia aulas on-line comigo.
Naquela época, provavelmente nenhum de nós imaginava que um dia estaríamos sentados na mesma mesa, almoçando juntos no interior de São Paulo.
E talvez seja isso que mais me impressiona na vida.
Algumas conexões atravessam países, fusos, rotinas…
e mesmo assim conseguem se tornar reais, profundas e humanas.
Hoje foi um daqueles encontros que fazem a gente lembrar que o Yôga nunca foi apenas sobre posições.
É sobre presença.
Sobre pessoas.
Sobre vínculos que vão sendo construídos silenciosamente com o tempo.
Graciela e João, que alegria encontrar vocês fora da tela depois de tantos anos.
A vida tem caminhos realmente incríveis…
e sempre nos surpreende com coisas boas.
Encontrar vocês hoje foi um grande presente.
E eu espero, sinceramente, que um dia possamos nos reencontrar pessoalmente — nas montanhas de Curitiba… ou em Dubai. 🙏🤍🧘♀️🧘
01/05/2026
Eu lembro de uma fase da minha vida
em que parecia que nada andava.
As coisas não encaixavam.
Os resultados não vinham.
E a sensação era sempre a mesma:
“tem algo errado no meu mundo.”
Até que, com o tempo —
e depois de muita prática de Yôga e Meditação —
as fichas foram caindo.
E eu comecei a entender uma coisa
que, pra muita gente, soa como clichê:
“Mude o mundo…
mas comece por você.”
E foi aí que algo realmente mudou.
Não porque a vida ficou mais fácil.
Mas porque eu comecei a enxergar diferente.
Situações que antes eram problema
viraram processo.
Desconfortos que antes eu evitava
viraram parte do caminho.
E o que parecia travado…
começou a fluir.
A maioria de nós espera a vida mudar
pra então se sentir melhor.
Mas a ordem é outra.
👉 Quando você muda a forma de ver…
você muda o que é possível.
E talvez hoje não seja sobre resolver tudo.
Talvez seja só sobre observar melhor.
Porque, no fundo…
não é o mundo que precisa mudar primeiro.
É o olhar…
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18/04/2026
Quando comecei a praticar Yôga, eu achava que equilíbrio, flexibilidade e força eram coisas que aconteciam apenas no corpo — na força dos braços, na firmeza das pernas, na precisão de uma posição.
Com o tempo, entendi que a parte mais interessante do Yôga é que tudo isso acontece no corpo… mas também por dentro.
Cada posição me ensinou alguma coisa sobre mim:
que estabilidade exige paciência,
que foco exige silêncio,
e que consciência exige coragem para olhar o que eu preferia ignorar.
Nas posições que desafiam o centro de gravidade, descobri que o verdadeiro desafio era com o meu próprio mundo interno:
respirar quando tudo quer acelerar,
não forçar quando o ego quer vencer,
e não desistir quando a mente quer escapar.
Foi assim que eu percebi algo simples e poderoso:
o que você treina durante uma prática, você leva pra vida.
E é por isso que sigo praticando, todos os dias.
Porque o Yôga não me transformou só fisicamente — ele me deu clareza, maturidade emocional e um senso de presença que mudou a forma como eu caminho no mundo.
No fim das contas, é sempre assim:
a prática do Yôga ensina, a vida confirma.
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