Escola Tambores da Jurema - Magia da Terra

Escola Tambores da Jurema - Magia da Terra Escola Tambores da Jurema Magia da Nossa Terra - AVASSK
Cultura e Educação Religiosa. Cursos relacionados a Religiosidade Espiritualista.

Missão da Escola Tambores da Jurema
Magia da Nossa Terra

Servir aos apoiadores e simpatizantes e religiosos afro brasileiro com clareza, eficiência e doutrina, levando ao conhecimento espiritual. Desmistificar o dogmatismo, nosso foco é levar conhecimento a todos aqueles que acreditam no poder do espírito e encontram na espiritualidade um vórtice de força para continuar sua caminhada material e espiritual. As nossas ações são religiosas e os princípios e práticas são compreendidos e aplicados no contexto de uma Lei Maior e
mais ampla, apoiando-se no bom senso espiritual e no equilíbrio humano. Nosso propósito é evoluir espiritualmente, compreender melhor as situações vivenciadas, buscar o equilíbrio entre os aspectos positivos e negativos, e assim buscar contribuir para o bem-estar da sociedade. Garantir tranquilidade e enriquecer a vida das pessoas com conhecimento e qualidade por meio de ensino, esclarecimento e apoio espiritual. Aumentando assim o nível de compreensão e ajudando a religião a desenvolver-se e a estabelecer-se. Valorizar a confiança do culto afro-brasileiro com dignidade, respeito, equilíbrio, conhecimento e razão, fortalecendo cada vez mais a conexão entre os planos espirituais e materiais. Portanto, o desenvolvimento da religião é procurado através de praticantes religiosos preparados e orientados, e pelo desenvolvimento de padrões a serem seguidos e praticados por todos aqueles que simpatizam com a religião. Oca da Jurema Espiritualismo de Mata - O.J.E.M. Sacerdotisa
Regina Cancio Aiyra Iaé

Que nunca nos falte fé para seguir,força para resistire axé para vencer.Que a ancestralidade nos guarde,que a natureza n...
14/03/2026

Que nunca nos falte fé para seguir,
força para resistir
e axé para vencer.

Que a ancestralidade nos guarde,
que a natureza nos fortaleça
e que os bons caminhos sempre se abram diante de nós.
Axé hoje, axé amanhã e axé em todos os nossos passos.

Regina Cancio Aiyra Iaé
Sacerdotisa Oca da Jurema Espiritualismo de Mata
Terapeuta Holística - Oraculista
Espaço Mãe Terra
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Oráculos e Orientações especiais sobre banhos, rezas e firmezas para transformar sua energia. Em especial o Cuidado da Energia Feminina.

O que define a egrégora na Umbanda:Campo Estrutural Coletivo: Não é apenas um espaço físico, mas um "campo áurico" do te...
14/03/2026

O que define a egrégora na Umbanda:
Campo Estrutural Coletivo: Não é apenas um espaço físico, mas um "campo áurico" do terreiro, moldado pelo comportamento e fé dos frequentadores.

A alimentação Mútua dos participantes alimentam a egrégora com suas vibrações (firmeza de pensamento, orações) e, em troca, recebem a energia da casa (passe, axé, amparo dos guias).

A Hierarquia e Guias são sustentadas pela energia dos orixás, caboclos, pretos velhos, exus e todos os guias da corrente.

A Egrégora pode ser Positiva ou Negativa.
Uma egrégora positiva é formada por amor, união e doação sincera .
Se houver vaidade ou discórdia, a egrégora torna-se negativa, atraindo espíritos de baixa vibração.
Manter o pensamento firme e positivo durante a gira é crucial para sustentar a força da casa, pois a egrégora é a base de sustentação espiritual.

Portanto, a egrégora é o "chão espiritual" do terreiro, construído no dia a dia pelo conjunto de atitudes de seus membros.

Regina Cancio Aiyra Iaé
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O tabaco é nosso aliado. Nossas palavras, nosso silêncio, nossos pensamentos e sentimentos se transformam em fumaça, e i...
24/02/2026

O tabaco é nosso aliado.
Nossas palavras, nosso silêncio, nossos pensamentos e sentimentos se transformam em fumaça, e isso é sagrado.
Nós a libertamos ao vento para que ela se transforme e suba, tornando o invisível visível.
Não disfarçamos a doença ou o vício como remédio; nós os incorporamos à nossa relação íntima com eles.
É uma relação muito pessoal, que vai além do que os outros dizem ou do que se ouve.
É uma relação de poder, e nessa relação você reza para si mesmo, e nesse poder você se encontra e se entrega, não para se perder, mas para se reencontrar.

A fumaça é nossa aliada.
Com ela aprendemos e caminhamos.
Com ela fazemos acordos. Pedimos a ela ajuda e clareza.
Aí reside a magia...

Anciãos indígenas fumando ca****bo, frequentemente chamado de petyngua (ou petynguá) pelos Guarani, representam a sabedoria ancestral, espiritualidade e a conexão com a natureza.

O ato é comum em rituais religiosos, como o Ano Novo Guarani, simbolizando poder de cura e sabedoria, com o fumo sendo sagrado.
O tabaco e o ca****bo são considerados sagrados, usados para conexão com o mundo espiritual.

Regina Cancio Aiyra Iaé
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As Mulheres Celtas e sua Sexualidade  A maneira de ver, entender e se relacionar com as mulheres Celtas, se estabelecia ...
21/02/2026

As Mulheres Celtas e sua Sexualidade

A maneira de ver, entender e se relacionar com as mulheres Celtas, se estabelecia em bases de igualdade e em uma hierarquia horizontal, em se tratando de gênero.

O papel da mulher era tão relevante, que algumas tribos Celtas adotavam para seus descendentes, o sobrenome da mãe e não o do pai, caracterizando a MATRIARCALIDADE no sistema familiar.

Na maioria das vezes, não eram as mulheres que deixavam suas comunidades para viverem ao lado do marido, mas sim o contrário, o que recebia o nome de MATRILOCALIDADE.

A sexualidade, sobretudo a feminina, não era um tema que os Celtas tivéssem algum tabu ou vergonha, reprimissem ou controlassem.

A sexualidade era tratada com naturalidade, pois era vista como algo inerente a natureza humana e a espiritualidade.
A liberdade para as mulheres Celtas viverem sua sexualidade em plenitude, vinha da consciência do próprio corpo, do conhecimento profundo de cada parte de si, de cada ciclo da vida e de cada ponto onde se pode obter prazer.

As mulheres Celtas entendiam que sua sexualidade era representada por três fases, a saber:
1- TRANSFORMADORA: davam a luz (gestação), davam prazer a si e ao seu companheiro.

2- INICIADORA: o início nas artes divinas e nas práticas se***is.

3- FINALIZADORA: fase de prazer pleno e aquela que conduz ao outro mundo.

A sexualidade das mulheres Celtas, refletia uma sociedade singular, onde as mulheres desfrutavam de um status social e direitos pouco comuns para a época.

Fonte de pesquisa: Jean Markale e seu livro: La Femme Celta - Mythe et Sociologie.
Imagem: Q**m Borrasgrau - Comunidad Celta.
Texto: Maria Matos.
Se for compartilhar, não retire os créditos!

Regina Cancio Aiyra Iaé
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A Importância da Palma na Gira As palmas na gira são cruciais para criar e sustentar a energia do terreiro, funcionando ...
03/01/2026

A Importância da Palma na Gira

As palmas na gira são cruciais para criar e sustentar a energia do terreiro, funcionando como um catalisador vibracional que fortalece a corrente espiritual, atrai guias e Orixás, firma os pontos, auxilia na incorporação e desincorporação, e purifica o ambiente, sendo uma forma de louvor, comunicação e conexão com o sagrado.

Elas são um elemento fundamental para que os trabalhos espirituais aconteçam com força, foco e harmonia.

Funções principais das palmas:
A Energização e Vibração de Cada palma gera uma vibração que se espalha, criando o "combustível" energético para a gira e elevando a frequência do ambiente, quebrando energias densas.

A Convocação e Ativação das palmas, junto com os cantos e atabaques, chamam e ativam as entidades espirituais, como um "rádio antigo" sintonizando o sinal.

Com firmeza e foco ajudam a firmar os pontos no corpo dos médiuns e a manter o foco, alinhando a vibração de todos para o trabalho espiritual.

A Saudação e Respeito são um gesto de reverência, agradecimento e louvor aos Orixás, guias e protetores presentes.

O fortalecimento da Corrente quando todos batem palmas em conjunto, a energia se une, fortalecendo a corrente espiritual, tornando a gira mais segura e eficaz.

A participação Ativa demonstram o envolvimento e a fé do médium, transformando-o em um participante ativo na "magia dos ritmos" da Umbanda.

A facilitação da incorporação/desincorporação ajudam a "adormecer" o espírito do médium, facilitando a entrega ao guia, e auxiliam na "subida" das entidades ao final do trabalho.

Por isso é bom entender que bater palmas na gira não é um mero acompanhamento, mas uma ferramenta espiritual poderosa para mover energias, estabelecer conexão e garantir o bom andamento dos trabalhos, sendo essencial para a força e o sucesso do terreiro.

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Sacerdotisa Regina Cancio Aiyra Iaé
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LúciferQuando você escuta o nome Lúcifer, quase todo mundo pensa logo em “capeta com chifre”.Mas isso é a versão popular...
26/12/2025

Lúcifer
Quando você escuta o nome Lúcifer, quase todo mundo pensa logo em “capeta com chifre”.
Mas isso é a versão popular, não a origem.
Lúcifer, no sentido original, não era um nome de demônio.
A palavra vem do latim:
Lux = luz
Ferre = portar
Portador da luz
Era um título, não um personagem fixo.

Na Bíblia
Na Bíblia, Lúcifer aparece indiretamente.
Principalmente num trecho de Isaías que fala da queda de um rei soberbo.
Mais tarde, teólogos ligaram essa imagem a um anjo que caiu por orgulho.
A ideia central não é “mal absoluto”.
É orgulho, ego, querer ser igual a Deus.
Ali nasce o símbolo da queda pela vaidade.

Na visão judaica
No judaísmo tradicional, não existe Lúcifer como diabo rebelde do jeito cristão.
Existe o Satã, que não é um inimigo de Deus, mas um acusador, um testador.
Ele aponta falhas humanas.
É quase um “promotor”, não um vilão.
Ou seja:
Não existe esse anjo lindo que virou um monstro vermelho.

Nos gnósticos
Aqui muda bastante.
Para muitos gnósticos, Lúcifer é um símbolo do conhecimento.
A luz não é moral, é consciência.
Eles viam o mundo material como uma prisão da ignorância.
E a “luz” seria aquilo que acorda o ser humano.

Por isso, em algumas correntes, Lúcifer é visto como:
aquele que revela
aquele que questiona
aquele que traz consciência, não obediência cega
Não é “bom” nem “mal”.
É despertar — e despertar dói.

Nos filósofos
Na filosofia, Lúcifer vira metáfora.
Ele representa:
a razão contra o dogma
a dúvida contra a obediência automática
o pensamento próprio
Por isso ele aparece muito ligado a:
rebeldia intelectual
quebra de ilusões
liberdade de pensamento
Não é adoração.
É símbolo.

Então… ele é real?
Depende do que você chama de “real”.
Como entidade literal? isso entra na fé de cada um.
Como símbolo humano? extremamente real.

Lúcifer representa aquilo dentro do ser humano que quer saber mais, mesmo correndo risco.
E isso pode levar tanto à luz quanto à queda.

O ponto mais importante
O erro é achar que Lúcifer é:
só o mal
ou só o herói
Ele é o espelho.
Onde há luz demais sem humildade vira cegueira.
Onde há obediência sem consciência vira escravidão.

E para você quem é Lúcifer?

Sacerdotisa - Terapeuta Holística - Oraculista
Regina Cancio Aiyra Iaé
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Essa história de que “Natal não é Natal, é Deus Sol, Natal Solar” não surgiu do nada. Ela é meia verdade misturada com c...
25/12/2025

Essa história de que “Natal não é Natal, é Deus Sol, Natal Solar” não surgiu do nada. Ela é meia verdade misturada com confusão.

Jesus nasceu dia 25 de dezembro?
Provavelmente não.
A Bíblia não diz a data do nascimento de Jesus. Isso é fato histórico.
Os primeiros cristãos nem comemoravam nascimento — isso era costume pagão, não judaico.

Então por que 25 de dezembro?
Porque já era uma data importante antes do cristianismo.
No Império Romano, nessa época rolavam festas como:
Sol Invictus (o “Sol Invencível”)
Saturnália
Tudo ligado ao solstício de inverno no hemisfério norte:

o dia mais curto do ano, quando o Sol “morre” e depois começa a “renascer”.
O Sol era visto como:
fonte de vida
luz vencendo a escuridão
renovação.

O que a Igreja fez?
Foi estratégica, não burra.
Quando o cristianismo começou a se espalhar, a Igreja pensou:
“Em vez de brigar com o povo, vamos resignificar a data.”
Ou seja:
antes: nascimento simbólico do Sol
depois: nascimento de Cristo, chamado de “a luz do mundo”

Percebe a ponte?
Não é Satanás, não é culto secreto, é adaptação cultural.

Então Natal é pagão?
Depende do ponto de vista.
A data tem raízes pagãs? Sim.
O significado atual para quem é cristão?
É outro.
Jesus vira Deus Sol? Não.
Isso é interpretação forçada.
O erro é achar que:
“Se algo veio antes, então é falso.”
Não é assim que a história funciona.

E por que falam “Deus Sol” hoje?
Porque muita gente:
descobre metade da história
junta com desconfiança de religião
joga tudo num pacote de “manipulação”.

Aí vira esse caos que te deixou confuso.
Agora, olho no olho:
O Natal não é uma mentira, mas também não é historicamente literal como ensinam na catequese infantil.

É um símbolo:
para alguns: Cristo
para outros: renovação
para outros: só família e comida
O problema não é o Natal.
O problema é quando dizem que todo mundo tem que sentir a mesma coisa.

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Regina Cancio Aiyra Iaé
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Vamos entender Origem do termo "Bruxaria”O termo bruxaria em português deriva de palavras antigas como:bruxa/bruxo – pro...
11/12/2025

Vamos entender Origem do termo "Bruxaria”

O termo bruxaria em português deriva de palavras antigas como:
bruxa/bruxo – provavelmente originadas do latim brucs/bruccus, associado a “encantador” ou “feiticeiro”.

Outra raíz possível é do termo protoeuropeu ligado a “grito”, “encantamento”, ou “sussurro ritual”.

O termo em outras línguas aparece como:
wicca (inglês antigo) – “aquele que dobra/transforma a realidade”
wicce – “mulher sábia”
witch – que originalmente não significava “maligna”, mas praticante de magia natural e de sabedoria popular.

A palavra bruxa só passou a ter conotação negativa na Idade Média, influenciada pela Igreja e pelos julgamentos de feitiçaria (Séculos XV–XVII).
Antes disso, a “bruxa” era vista como curandeira, parteira, benzedeira, vidente ou guardiã de saberes da natureza.

2. Bruxaria Ancestral – o que realmente era?
A bruxaria ancestral não era religião, nem culto ao “mal”.
Ela era um conjunto de práticas espirituais, mágicas e populares, ligadas a:

1. Medicina natural
uso de ervas – unguentos – infusões - práticas ritualísticas de cura

2. Comunicação com a natureza e os ciclos
fases da lua - solstícios e equinócios - observação de animais e plantas

3. Rituais comunitários
proteção de aldeias - celebrações da colheita - ritos de passagem - danças e transes

4. Saberes femininos

Muitas “bruxas” eram:
Parteiras - mulheres que sabiam ler sinais do corpo
- curandeiras - benzedeiras - sacerdotisas locais
Essas mulheres eram valorizadas pela comunidade — não perseguidas.

5. Magia prática
Rezas - feitiços simples - manipulação energética com mãos
talismãs e ervas - trabalho com ancestrais
observação dos elementos (terra, fogo, água, ar)

6. Tradições xamânicas antigas
Antes mesmo do termo “bruxa” existir, já havia:
Xamãs - homens e mulheres mediadores entre mundos
praticantes de transe e cura.
A bruxaria ancestral é, no fundo, a espiritualidade natural da humanidade.

3. A transformação na Idade Média
Com a expansão do cristianismo e a necessidade de controle social:
curandeiras viraram “heresias”
saberes femininos foram perseguidos
medicina popular se tornou “magia proibida”
práticas ancestrais foram demonizadas
É nesse período que nasce a ideia de “bruxaria” como algo maligno — uma construção política e religiosa, não espiritual.

4. Bruxaria Moderna – o que é hoje
A bruxaria atual é extremamente diversa, mas seus pilares vêm da ancestralidade.
Hoje, a prática se manifesta em diferentes caminhos:

1. Bruxaria natural (ou bruxaria verde)
Conexão com:
Plantas – cristais -ciclos da lua - feitiços naturais
magia prática do cotidiano
É o tipo mais próximo da bruxaria ancestral.

2. Bruxaria tradicional
Inspirada em linhagens europeias:
trabalho com espíritos locais - ancestralidade
magia folclórica - ritos antigos sem influência do neopaganismo moderno

3. Wicca (moderna)
Surgiu nos anos 1950 com Gerald Gardner.
É uma religião estruturada que:
cultua a Deusa e o Deus - segue Sabbats e Esbats
utiliza o círculo mágico - tem ética própria (“A ninguém prejudique”)
É popular, mas não é “a bruxaria original”.

4. Bruxaria contemporânea independente
Praticantes solitários ou ecléticos que misturam:
magia popular – ocultismo - espiritualidade ancestral
práticas culturais diversas - desenvolvimento psíquico e energético

5. Bruxaria de matriz cultural
Incluindo práticas como:
stregheria italiana - brujería latino-americana
curandeirismo - herbologia indígena
tradições afro-diaspóricas (embora não sejam “bruxaria”, influenciam alguns caminhos)

5. A verdadeira essência da bruxaria (ontem e hoje)
Ao olhar profundamente, percebemos que nada mudou:
A bruxaria sempre foi:
um caminho de cura, natureza e intuição
uma forma de alterar a realidade com energia e intenção
um conhecimento transmitido por mulheres, anciãs, benzedeiras, curandeiras e sábios
uma prática de poder pessoal e espiritualidade livre
O que mudou foi apenas o nome e a percepção social.

Regina Cancio Aiyra Iaé
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Atabaque é mais que um instrumento; é uma ferramenta sagrada que conecta o som ao espírito, sendo o condutor do Axé (ene...
11/12/2025

Atabaque é mais que um instrumento; é uma ferramenta sagrada que conecta o som ao espírito, sendo o condutor do Axé (energia vital) nos rituais.

É um portal para o sagrado, uma ferramenta de conexão espiritual e um guardião das tradições culturais.

Conhecer e valorizar o fundamento do atabaque é preservar não apenas um instrumento musical, mas uma herança viva que carrega consigo séculos de história, fé e expressão artística.

Regina Cancio Aiyra Iaé
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Em rituais afro-brasileiros, o atabaque é considerado um instrumento sagrado, utilizado para convocar e louvar as divind...
12/08/2025

Em rituais afro-brasileiros, o atabaque é considerado um instrumento sagrado, utilizado para convocar e louvar as divindades.

O toque do atabaque é uma forma de comunicação com o mundo espiritual, estabelecendo uma conexão entre o físico e o transcendental.

Cada atabaque possui um toque específico, com diferentes ritmos e variações que são empregados para evocar diferentes entidades e estados de espírito.

Na Umbanda, a consagração de um atabaque envolve um ritual para torná-lo um instrumento sagrado, capaz de evocar e conectar com as energias.
Este processo envolve limpeza, energização com oferendas e toques específicos, além de cuidados e respeito contínuos.

O atabaque é limpo física e energeticamente.
Isso pode ser feito com água e ervas específicas, ou com outros elementos purificadores, como fumaça de incenso.

São oferecidos ao atabaque elementos que correspondam a Energia Espiritual com o qual ele será ligado.
Essas oferendas podem incluir alimentos, bebidas, flores, velas, e outros itens simbólicos.

O atabaque é tocado com ritmos e toques específicos, acompanhados de cânticos e orações.

Durante os toques e cânticos, busca-se a conexão Espiritual, visualizando sua energia e presença no instrumento.

O atabaque é dedicado a Espiritualidade, tornando-se um canal de comunicação entre o mundo material e o espiritual.

Após a consagração, o atabaque deve ser tratado com respeito, cuidado e utilizado apenas em momentos de rituais e celebrações específicas.

Observações importantes:
A consagração do atabaque é um processo delicado e importante, por isso, é fundamental que seja realizada por um ogan experiente e com conhecimento.

Cada atabaque pode ter rituais específicos de consagração, dependendo da Energia Espiritual a que ele será dedicado.

O atabaque é um instrumento sagrado e deve ser tratado com reverência e respeito, pois ele é considerado um portal de ligação entre os orixás e os seres humanos.

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Comunidade Colina Verde, Chácara 28 Rua Das Plantas
Cuiabá

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Terça-feira 14:00 - 18:00
Quarta-feira 14:00 - 18:00
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