Pr Kleber Maia

Pr Kleber Maia Mestre em teologia e escritor. 15 anos de estudos sobre Arminianismo, 20 anos como pastor evangéli

Parabéns, meu amor. Que Deus te abençoe, neste teu dia, e em todos os dias. Estar ao teu lado na caminhada da vida é um ...
10/12/2025

Parabéns, meu amor. Que Deus te abençoe, neste teu dia, e em todos os dias. Estar ao teu lado na caminhada da vida é um privilégio e um prazer. Deus me preseteou com uma joia preciosa, que é você. Um beijo carinhoso do seu p. r.

Comemorando com ela os nossos 34 anos de casados. Bodas de oliveira.  Te amo hoje mais do que há 34 anos.
01/08/2025

Comemorando com ela os nossos 34 anos de casados. Bodas de oliveira.
Te amo hoje mais do que há 34 anos.

Está chegando!Pregando a Fé Pentecostal - sermões baseados na Declaração de Fé das Assembleias de Deus.Uma obra essencia...
21/07/2025

Está chegando!

Pregando a Fé Pentecostal - sermões baseados na Declaração de Fé das Assembleias de Deus.

Uma obra essencial para pastores e pregadores comprometidos com a doutrina pentecostal assembleiana.

A provisão de Deus na Nova Jerusalém é descrita com águas puras, absolutamente não poluídas. No Antigo Testamento, os pr...
07/07/2025

A provisão de Deus na Nova Jerusalém é descrita com águas puras, absolutamente não poluídas. No Antigo Testamento, os profetas usaram a imagem de um rio como uma poderosa expressão de riqueza, provisão e paz. Na Nova Jerusalém, teremos isto em excelência. No meio da rua principal da cidade está a árvore da vida. A Bíblia começa com uma árvore da vida, da qual o homem não podia comer depois do pecado. Agora, vemos a árvore da vida novamente, que aponta para a restauração de todas as coisas.

Pode ser que não seja possível descrever outra dimensão como o céu sem usar símbolos, mas eles são símbolos conectados à sua realidade. João viu rio, árvore, frutos, cura, noite, sol etc. Pode ou não ser exatamente como estas coisas são na Terra, mas João escreveu dentro da cultura, dos símbolos e figuras de sua época. Devemos prestar mais atenção à mensagem do que aos detalhes. O significado dos símbolos é que deve ser guardado: uma provisão completa, bênção completa, vida completa, existência completa.

O céu será um lugar de trabalho e serviço para o povo de Deus. No entanto, esse é um retrato da pura bênção do serviço, em vez de uma labuta árdua e manchada de maldição. O céu será um lugar onde o povo de Deus verá a sua face, um lugar de comunhão íntima, face a face com Deus. Aquilo que foi negado a Moisés, o privilégio de ver Deus face a face, todos no céu terão. Spurgeon diz que os crentes, literal e fisicamente, com seus corpos ressuscitados, realmente olharão para a face de Jesus; e que, espiritualmente, suas faculdades mentais serão ampliadas, de modo que serão capazes de olhar para o próprio coração, alma e caráter de Cristo, de modo a entendê-lo, sua obra, seu amor, como nunca o entenderam antes.

Enquanto João vê estas coisas, o próprio Jesus entra em cena com um lembrete para todos de que Ele está vindo em breve. Por que parece que já passou tanto tempo? Jesus estava errado aqui? Não. A palavra em breve no grego antigo não é exatamente igual à nossa, mas pode ser traduzida com precisão como “de repente”. A igreja espera que Jesus volte em breve. Deus quer manter todas as gerações na expectativa, vigiando e prontas para o Seu retorno. O tempo da volta de (cont)

Neste último cenário, João vê algo maravilhoso: novos céus e nova terra. A ideia de uma nova Terra, com uma nova atmosfe...
07/07/2025

Neste último cenário, João vê algo maravilhoso: novos céus e nova terra. A ideia de uma nova Terra, com uma nova atmosfera e um novo céu, é um tema familiar nas Escrituras. Muitos dos profetas, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, falaram desses novos céus e dessa nova terra. O mar não existe mais: Para a mente judaica, o mar era um lugar de separação e maldade. No Apocalipse, ele é mostrado como a fonte da besta satânica e o lugar de mortos. Em outras passagens das Escrituras, é associado aos pagãos e, em um sentido mais geral, aos oponentes do Senhor que precisam ser vencidos. Tudo isto é passado, agora.

Em seguida, João vê a Cidade Santa, a nova Jerusalém. Os termos santa e nova distinguem a cidade, como algo diferente de qualquer cidade terrena. O nome Jerusalém lhe dá continuidade com a terra, especialmente com o lugar de nossa redenção. O conceito cristão do céu como uma cidade – um lugar de vida, atividade, interesse e pessoas – é muito diferente de um jardim ou nuvens sem atividade, que alguns relacionam ao céu. O homem nunca conheceu uma comunidade sem ser marcada pelo pecado. Ali, teremos algo totalmente único: uma comunidade de justiça, pura e sem pecado, uma cidade santa.

A cidade desce dos céus de Deus. Essa cidade não é e nunca poderá ser uma conquista do homem, mas apenas um presente de Deus. João usou uma bela imagem para falar de um começo de relacionamento: um homem vendo sua noiva descendo o corredor, pronta para encontrá-lo. A cidade será o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá: O tabernáculo de Moisés representava a morada de Deus na Terra; esse tabernáculo é a realidade de Sua presença eterna.

O plano de Deus é viver em íntima comunhão com o homem, para sempre. Essa é a maior glória do céu e a restauração definitiva do que foi perdido na Queda. A glória do Éden não estava em ser um paraíso de natureza exuberante, mas no fato de que o Senhor Deus passeava no jardim e conversava com o homem. Ali estava o maior privilégio de Adão, que tinha a companhia do Altíssimo. Esta nova realidade se distingue pelo que ela não tem – sem lágrimas, sem tristeza, sem morte ou dor. A presença de Deus será desfrutada (cont)

João vê que apenas um simples anjo (não um querubim) prende Satanás por mil anos, no abismo. F**a claro que o inimigo nã...
05/07/2025

João vê que apenas um simples anjo (não um querubim) prende Satanás por mil anos, no abismo. F**a claro que o inimigo não é o oposto ou igual a Deus; e que Deus poderia facilmente interromper a atividade de Satanás a qualquer momento. Deus permite sua atividade, dentro de Seu plano. Contudo, ele não ultrapassa os limites estabelecidos pelo Criador. A autoridade final, inclusive sobre o mundo dos mortos e dos espíritos, pertence ao Cristo ressurreto.

Satanás é preso para não enganar as nações, pois sua principal arma é a falsidade. A verdade da Palavra de Deus é, portanto, nossa maior defesa. A mentira, por si só, é repulsiva; para ser aceita, precisa se disfarçar de verdade. Ela só tem poder quando é confundida com a verdade, e essa é a principal estratégia de Satanás ao longo dos tempos: levar os homens a abraçarem ilusões como se fossem realidade.

Durante o Milênio, os santos reinarão com Cristo, incluindo os que passaram pela Grande Tribulação. Todos os que vencerem pela fé governarão com Ele, conforme prometido às igrejas no início do Apocalipse. Os mártires da tribulação são destacados como exemplo de vitória, mas a promessa inclui todos os fiéis. A primeira ressurreição refere-se à glorificação dos que perseveraram. Não se trata de um único evento, mas de uma ordem que abrange todos os justos ressuscitados antes do reinado milenar.

Ao fim dos mil anos, Satanás será solto e conseguirá organizar outra rebelião contra Deus. Se Jesus reinará com justiça e glória durante esse tempo, por que razão haverá uma nova revolta? Isso se explica porque, durante o Milênio, haverá exigência de conformidade externa ao Seu governo, mas a aceitação interna do Seu senhorio ainda dependerá da disposição de cada indivíduo. Essa última rebelião confirmará, mais uma vez, que o ser humano, mesmo com todas as vantagens e em um ambiente ideal, continua, sem a graça de Deus e sem o novo nascimento, corrompido em seu íntimo e em oposição ao Senhor.

Depois disto, Jesus se sentará no Grande (em status, poder e autoridade) Trono (soberania real) Branco (pureza e santidade), para julgar todos os que viveram em incredulidade e rebelião contra Deus. Não há como se esconder (cont)

Se Apocalipse 18 é o capítulo dos “ais”, o capítulo 19 é o dos “aleluias”. No início do capítulo 19, o apóstolo mostra a...
04/07/2025

Se Apocalipse 18 é o capítulo dos “ais”, o capítulo 19 é o dos “aleluias”. No início do capítulo 19, o apóstolo mostra a mudança de foco da terra para o céu, usando uma fórmula comum no Apocalipse: “Depois destas coisas”. João descreve a cena que ocorre no céu, quando os seres celestiais entoam hinos de júbilo. Neste capítulo temos as únicas ocorrências da palavra “Aleluia” no Novo Testamento. O outro livro onde ocorrem “Aleluias” é o livro dos Salmos. Enquanto a terra chora por causa da ira de Deus, o céu celebra a vitória final.

A cena da celebração da vitória final da igreja é chamada de “As bodas do Cordeiro”, o seu casamento – união final com os redimidos. O noivo é o Cordeiro - Ele é o sacrifício perfeito e definitivo pelo pecado. A noiva é a igreja, formada por todos que se uniram a Cristo pela fé nele. As bodas é a expressão final desta união. Nos casamentos terrenos, quem recebe a maior atenção e honra é a noiva, mas nestas bodas quem tem toda a glória é o noivo! Aleluia! A noiva se apresentará gloriosa e pura, vestida de “linho fino, puro e resplandecente”, que representa a pureza dos servos redimidos e obedientes.

A beleza da noiva vem do noivo! Ele se entregou para santificar e lavar a igreja, para a apresentar a si mesmo uma igreja gloriosa, santa e sem defeito. Ao mesmo tempo que o vestido puro “foi dado” à igreja, pela obra de Cristo, ela “’se aprontou”, permanecendo fiel pela graça de Deus. As palavras “são chamados” revelam que o convite inicial foi emitido no passado, que os convidados responderam favoravelmente e que agora desfrutam do privilégio de estar assentados no banquete. Enquanto que outros que receberam o convite se recusaram a aceitá-lo, os que responderam favoravelmente são chamados bem-aventurados.

Após a celebração, João vê o céu se descortinar e descer um cavaleiro m***ado em um cavalo branco. Ele é identificado como Fiel e Verdadeiro, a Palavra de Deus, com vestes salpicadas de sangue; É o Senhor Jesus! O Rei dos reis e Senhor dos senhores virá julgar e reinar. Jesus demonstrou amplamente Sua natureza de misericórdia, perdão e graça a este mundo caído. Ele vem, no final, para julgar um mundo endurecido e totalmente (cont)

João vê um anjo que irradia a glória de Deus anunciar a queda de Babilônia. A grande cidade, cheia de idolatria, orgulho...
03/07/2025

João vê um anjo que irradia a glória de Deus anunciar a queda de Babilônia. A grande cidade, cheia de idolatria, orgulho e ganância será julgada e punida por Deus. Ao retratar a destruição de uma cidade (simbólica), o texto descreve o julgamento de Deus sobre o grande sistema satânico do mal que corrompeu a história da Terra. A habitação de demônios, espíritos imundos, faz deste lugar um “ninho onde todo tipo de pecado é chocado”. As pessoas buscam fama e riqueza a qualquer preço, mas descobrirão que o custo é alto demais para ser pago.

O povo de Deus deveria sair desta cidade. É inconcebível que um filho de Deus possa fazer parte da Babilônia. Porém, muitos são seduzidos pelo poder, dinheiro e pela glória. O chamado para sair da Babilônia e do mundanismo que ela representa é um tema repetido com frequência nas Escrituras. Quando Deus revela antecipadamente o final deste sistema mundano e daqueles que dele participam, é para que, no presente, as pessoas decidam corretamente de que lado estarão.

Babilônia receberá a justa retribuição pelos seus pecados. Deus irá “devolver o que é devido” a este sistema ímpio, exatamente o que ele merece. A restituição em dobro era exigida no Antigo Testamento em casos de roubo. Isso talvez seja uma denúncia sobre como a Babilônia fez sua riqueza – por meio de negócios desonestos. O mundo segue a máxima: “Tudo por dinheiro”, sem perceber que aqueles que ajuntam riquezas ilicitamente ficarão sem nada no final.

Aqueles que enriqueceram pelo envolvimento com Babilônia sentirão falta dos artigos de luxo que ela lhes proporcionou. Os lucros dela vieram por meio do uso cruel de outras pessoas. Eles venderam os corpos e almas dos homens. Essa ideia tem muitas aplicações, mas não menos do que o tráfico humano, a prostituição e a pornografia generalizados de hoje. Aqueles que viveram para os luxos da Babilônia serão atormentados ainda mais pela ausência eterna desses luxos: nunca mais serão recuperados. Em última análise, o inferno será um lugar de desejos não realizados.

A queda deste sistema mundano é simbolizada por uma pedra atirada ao mar. Em linguagem gráfica e poética, João descreve como a indústria e o comércio da (cont)

João testemunhará o momento em que Babilônia cairá. No Apocalipse, há duas grandes cidades: Babilônia e Jerusalém. A Bab...
02/07/2025

João testemunhará o momento em que Babilônia cairá. No Apocalipse, há duas grandes cidades: Babilônia e Jerusalém. A Babilônia é mencionada 287 vezes nas Escrituras, mais do que qualquer outra cidade, exceto Jerusalém. Babilônia, fundada na terra de Sinar (onde foi construída a torre de Babel), é símbolo da rebelião contra Deus, representando um sistema ímpio, idólatra e corrupto que se levanta contra o Criador Todo-poderoso. Se levanta para cair.

Na visão, Babilônia está sentada sobre muitas águas (preside muitas nações); ela tem um caráter universal e internacional. Trata-se da unificação de todas as religiões falsas e idólatras; a falsa religião que dominará o mundo no período da grande tribulação. A pr******ta m***a a mesma besta (sete cabeças e dez chifres) que foi vista anteriormente: o Anticristo e sua ditadura, que mata os santos de Deus. Sua posição indica, por um lado, que ela é apoiada pelo poder político da besta e, por outro, que ela tem um papel dominante sobre o Anticristo.

Babilônia é vista vestida de luxo, mas bebe coisas imundas. Há um forte contraste entre a mulher de Apocalipse 12 (que representa Israel), a pr******ta Babilônia (que representa a religião idólatra e falsa) e a noiva do capítulo 19 (A igreja redimida no céu). A primeira é identificada como a que gerou o Filho, a segunda como aquela que o persegue e a última, como aquela que foi salva e vive com Ele para sempre. A primeira experimenta a proteção de Deus, a segunda, o seu juízo e a última, sua presença amorosa em aliança perpétua.

A explicação do anjo sobre a identidade de Babilônia é de difícil compreensão, mas pode referir-se aos impérios mundiais que já tinham passado, no tempo de João e aqueles que ainda se levantariam; o último, que viria e reinaria por pouco tempo, deve ser o Anticristo. Ele reunirá o poder político mundial para combater contra Cristo e seu povo. Contudo, sua derrota já está decretada. Ninguém pode vencer o Todo-poderoso Deus. O Senhor dos senhores e Rei dos reis vencerá e aqueles que estão com Ele compartilharão de sua vitória.

Muitas pessoas se “embriagam” com o poder, seja na esfera política ou religiosa (às vezes, em ambas) e se consideram (cont)

João ouve uma voz poderosa (deve ser de Deus), ordenando que as sete taças da sua ira sejam derramadas sobre a terra. El...
01/07/2025

João ouve uma voz poderosa (deve ser de Deus), ordenando que as sete taças da sua ira sejam derramadas sobre a terra. Elas são tanto castigos (com o propósito de trazer arrependimento) tanto quanto punições (com o propósito de distribuir justiça). Isto pode acontecer no final da Grande Tribulação, perto do fim ou vinda do Filho do homem para estabelecer o seu Reino.

A primeira taça atinge os adoradores da Besta com feridas terríveis. A segunda taça é derramada no mar e causa uma contaminação completa, levando à morte todos os seres marinhos. A terceira taça é derramada nos rios e eles se transformam em sangue. Estes episódios devem acontecer bem próximos à volta de Jesus, pois o planeta não sobreviveria durante muito tempo com tamanha destruição ambiental. A chegada do Rei dos reis será um momento de restauração completa.

A justiça divina é perfeita; não é apenas justa, ela também é pura e apropriada. Aqueles que se deleitavam em derramar o sangue dos santos serão agora forçados a beber sangue. Eles recusaram a Água Viva e agora receberão a morte para beber. Deus é um justo juiz, que não pune sem razão e oferece graça e perdão para os que se arrependerem a aceitarem sua misericórdia oferecida na cruz. A rejeição do perdão divino traz como consequência o recebimento de sua ira justa.

A quarta taça tem como alvo o sol, fazendo-o ampliar o seu calor. Ainda assim, as pessoas não se arrependem. A quinta taça é voltada para a Besta e seu reino, causando trevas e dor (uma amostra grátis do inferno?), mas as pessoas não se arrependeram. A sexta taça secou o rio Eufrates, preparando o caminho para um exército vindo do oriente de Israel (da Ásia?), para a batalha do Armagedon. A sétima, encerrará o juízo de Deus sobre a terra, com grande mortandade.

Deus derramará a sua ira sobre as pessoas, uma ira justa. Antes de aplicar a sua ira aos seres humanos, Deus a aplicou ao Seu próprio Filho, na cruz. Os juízos finais são progressivos, dando chance para arrependimento; contudo, muitos não se arrependerão e sofrerão as consequências de suas escolhas. Ler o apocalipse e não temer a Deus é como pular dentro de uma fornalha pensando que não se queimará. O tempo do juízo(cont)

As revelações do apocalipse não estão seguindo uma estrita ordem cronológica. João reapresenta cenas e descreve novos de...
30/06/2025

As revelações do apocalipse não estão seguindo uma estrita ordem cronológica. João reapresenta cenas e descreve novos detalhes sobre o que está para acontecer. O apóstolo vê sete anjos com as sete pragas que completarão o derramamento da ira de Deus sobre o mundo rebelde. A palavra “completa” (grego etelesthe) significa “alcançar um fim ou um objetivo, consumar”. Lembra-nos as palavras finais de Jesus na cruz. Ali, a graça completou sua obra. Aqui, a ira ardente de Deus cumprirá um propósito eterno. Na cruz ou no juízo, o plano de Deus se completa.

Diante do mar de vidro (ou cristal), que reflete a glória de Deus, João vê a multidão dos mártires da grande tribulação. Eles venceram a Besta, mesmo tendo sido mortos por ela. A mensagem do Apocalipse lembra constantemente que os vencedores são aqueles que perseveram firmes até o fim, até a morte, para receber a coroa da vida. A igreja primitiva sempre descreveu o dia do martírio como “um dia de vitória”. Eles recebem harpas para adorar. Nossa fidelidade diante do sofrimento é “música para os ouvidos de Deus”?

O hino que eles cantam tem dois títulos (o cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro); uma união perfeita entre a lei e a graça, entre a Antiga Aliança e a Nova Aliança. Eles não se concentraram em sua própria vitória custosa e gloriosa. Não exaltam o fato de terem “pago o preço” ou serem vencedores; eles têm o coração da verdadeira adoração, entendendo que tudo gira em torno de Deus, não de nós. O hino exalta as obras de Deus, seus caminhos (modo de agir), sua santidade e sua soberania sobre todas as nações. Quem dera que os nossos hinos tivessem sempre este propósito!

Os anjos trazem o julgamento de Deus sobre a terra. Eles vieram diretamente do templo celestial, da presença e do trono de Deus. Eles não agem com sua própria autoridade, mas com a de Deus. Suas vestimentas são um lembrete de que o julgamento de Deus é sempre completamente puro e justo; eles não são justiceiros ou “batmans”. As taças são tigelas ou pires largos e planos usados ritualmente para derramar libações em sacrifícios. O conteúdo de uma tigela tão rasa era derramado de forma rápida, fácil e completa. Assim será o juízo divino. (cont)

As revelações do apocalipse não estão seguindo uma estrita ordem cronológica. João reapresenta cenas e descreve novos de...
30/06/2025

As revelações do apocalipse não estão seguindo uma estrita ordem cronológica. João reapresenta cenas e descreve novos detalhes sobre o que está para acontecer. O apóstolo vê sete anjos com as sete pragas que completarão o derramamento da ira de Deus sobre o mundo rebelde. A palavra “completa” (grego etelesthe) significa “alcançar um fim ou um objetivo, consumar”. Lembra-nos as palavras finais de Jesus na cruz. Ali, a graça completou sua obra. Aqui, a ira ardente de Deus cumprirá um propósito eterno. Na cruz ou no juízo, o plano de Deus se completa.

Diante do mar de vidro (ou cristal), que reflete a glória de Deus, João vê a multidão dos mártires da grande tribulação. Eles venceram a Besta, mesmo tendo sido mortos por ela. A mensagem do Apocalipse lembra constantemente que os vencedores são aqueles que perseveram firmes até o fim, até a morte, para receber a coroa da vida. A igreja primitiva sempre descreveu o dia do martírio como “um dia de vitória”. Eles recebem harpas para adorar. Nossa fidelidade diante do sofrimento é “música para os ouvidos de Deus”?

O hino que eles cantam tem dois títulos (o cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro); uma união perfeita entre a lei e a graça, entre a Antiga Aliança e a Nova Aliança. Eles não se concentraram em sua própria vitória custosa e gloriosa. Não exaltam o fato de terem “pago o preço” ou serem vencedores; eles têm o coração da verdadeira adoração, entendendo que tudo gira em torno de Deus, não de nós. O hino exalta as obras de Deus, seus caminhos (modo de agir), sua santidade e sua soberania sobre todas as nações. Quem dera que os nossos hinos tivessem sempre este propósito!

Os anjos trazem o julgamento de Deus sobre a terra. Eles vieram diretamente do templo celestial, da presença e do trono de Deus. Eles não agem com sua própria autoridade, mas com a de Deus. Suas vestimentas são um lembrete de que o julgamento de Deus é sempre completamente puro e justo; eles não são justiceiros ou “batmans”. As taças são tigelas ou pires largos e planos usados ritualmente para derramar libações em sacrifícios. O conteúdo de uma tigela tão rasa era derramado de forma rápida, fácil e completa. Assim será o juízo divino.
(cont)

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