Você cria baixa autoestima alimentando sua mente com informações negativas. A mente é especialista em criar cenários catastróficos, imaginando o pior em vez de uma explicação lógica e banal. Por que fazemos isso? Nosso cérebro prioriza o negativo para nos manter vivos.
Carla Nascimento
Pare de travar e se encolher nas situações em que se sente exposta. Desenvolva mobilidade emocional e habite sua vida com mais presença.
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Passamos a vida construindo uma biografia sobre quem somos, muitas vezes melhor ou pior do que a realidade. Essa imagem grandiosa, seja de perfeição ou de inadequação, nos leva a um ciclo de sofrimento. Lutamos para manter essa ilusão, mesmo que ela nos confronte com verdades incômodas sobre nós mesmos.
A intolerância ao erro e à crítica destrói a ilusão da onipotência. Pessoas com ego frágil sofrem com a vergonha de não corresponder à imagem perfeita que projetam, impactando diretamente a autoestima.
Você se sente invisível, reclamando que ninguém reconhece seu valor? Mas quando a atenção finalmente chega, você recua? A invisibilidade pode parecer proteção, evitando decepções e cobranças. No entanto, ela pode se tornar uma prisão, fazendo você esquecer como ser vista. Comenta aqui se você se identifica.
Muitos chegam à vida adulta sem saber o que realmente querem ou precisam. É hora de escrever seu próprio manual, começando por se fazer as perguntas certas. Descubra o que está por trás das suas demandas e aprenda a ter conversas adultas, mesmo quando a raiva vier. A relação vale mais que a vingança.
Nossas feridas podem se tornar cicatrizes, parte da nossa história, mas sem dor. Se a história que contamos sobre nós mesmos pode ser mudada, que libertador! Essa é a essência do eu que observa, que pode dar um passo atrás e decidir o que fazer.
Aprenda a se descolar dos seus pensamentos. Seus pensamentos não te definem, mas sua identificação com eles sim. Descubra como observar seus pensamentos e agir conscientemente, em vez de ser determinado por eles. A liberdade está em observar e escolher.
Se alguém te parasse hoje em uma festa e proibisse você de usar sua profissão, seu estado civil, seus títulos acadêmicos ou sua história de infância para se apresentar... como você responderia à pergunta: "Quem é você?"
Nesta live, eu respondo a perguntas da audiência sobre "quem sou eu sem meus rótulos e títulos", O 'eu' não seria o produto da nossa história de vida?" e outras.
A resposta para isso é o ponto nevrálgico de qualquer travamento emocional.
Assista a esta aula até o final para entender a diferença científica entre o "filme" (seus pensamentos e sua história) e a "tela" (a sua consciência pura). É nesse espaço de observação que mora a verdadeira mobilidade emocional e o fim do travamento.
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Tudo o que te irrita profundamente revela algo seu. É difícil aceitar, mas o problema muitas vezes está em nós. Se uma atitude te incomoda, pode ser um sinal de algo não resolvido em você.
Crianças testam limites e isso é normal. Mas é crucial que elas aprendam que nem sempre vão ganhar. Pais, escolham bem seus 'nãos' e sejam firmes. Ceder à birra ensina que insistir sempre funciona.