17/04/2026
A reportagem do g1 - Campinas e Região destaca que pesquisadores do CEPID CancerThera estão testando e desenvolvendo novos radiofármacos para aplicação no modelo Teranóstico, uma estratégia de Medicina Nuclear que integra diagnóstico e tratamento em uma mesma abordagem com pacientes oncológicos.
A técnica permite localizar o tumor por exames de imagem e, em seguida, aplicar radiação em doses muito pequenas diretamente nas células tumorais, tornando o tratamento mais preciso, personalizado e com menos efeitos colaterais. A matéria destaca que os estudos ainda estão em fase de investigação no âmbito acadêmico, sem previsão de disponibilização para a população em geral.
Ao g1, o Dr. Carmino A. de Souza, onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador responsável pelo CancerThera, explicou que o método funciona como uma “radioterapia por dentro da célula”, com menor toxicidade do que tratamentos convencionais, pois atua diretamente no alvo tumoral e preserva tecidos saudáveis.
A pesquisa é classificada como "translacional", ocorrendo simultaneamente em diferentes etapas de investigação interligadas (básica, pré-clínica e clínica). O projeto envolve dezenas de cientistas, além de uma parceria internacional recém-firmada com o Centro Uruguaio de Imagenologia Molecular (CUDIM) para acelerar avanços e ampliar o desenvolvimento de novos radiofármacos e formação de pessoal especializado.
Leia a matéria na íntegra neste link: bit.ly/4cxbzsK
16/04/2026
Pesquisadores da Unicamp desenvolveram um tratamento contra o câncer de pele baseado em um composto que combina prata com um anti-inflamatório (a nimesulida), resultando em uma molécula com potencial antitumoral.
Os te**es em humanos tiveram início em 2026, e os resultados preliminares são considerados promissores, especialmente por indicarem uma alternativa menos invasiva e com menor toxicidade em comparação às abordagens tradicionais, como cirurgias ou quimioterapia.
O estudo está sendo liderado por pesquisadores principais do CEPID CancerThera: a Dra. Carmen Silvia Passos Lima, médica oncologista e hematologista e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, e o Dr. Pedro Paulo Corbi, químico e professor do Instituto de Química da Unicamp.
Fruto de uma trajetória de pesquisa translacional, que avançou desde experimentos pré-clínicos até a fase clínica, o estudo apresenta eficácia na redução ou na eliminação de tumores sem efeitos colaterais significativos em modelos experimentais. A estratégia terapêutica inclui a aplicação do composto na pele por meio de sistemas que liberam o fármaco diretamente no tumor, aumentando a precisão do tratamento e reduzindo impactos sistêmicos.
A atuação integrada dos grupos de pesquisa liderados por Lima e Corbi reforça o modelo colaborativo e multidisciplinar do CancerThera, conectando Química, Biologia e Oncologia para acelerar o desenvolvimento de novas terapias contra o câncer.
Leia a matéria na íntegra neste link: bit.ly/3O6GNir
15/04/2026
O Hospital de Clínicas da Unicamp (HC/Unicamp) inaugurou, em 10 de abril, uma nova área para o Serviço de Medicina Nuclear (SMN) equipada com um sistema capaz de realizar exames oncológicos com maior rapidez e precisão por meio do uso de radioisótopos e inteligência artificial: o SPECT/CT CZT.
A novidade ganhou destaque em reportagem exibida no jornal EPTV 2, que contou com depoimentos do Dr. Carmino Antonio de Souza, médico onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador responsável pelo CEPID CancerThera; e da Dra. Bárbara Juarez Amorim, médica nuclear, coordenadora do SMN/HC/Unicamp e pesquisadora associada ao CancerThera.
A tecnologia do equipamento permite a geração de imagens tridimensionais de alta definição e reduz significativamente o tempo de aquisição dos exames, proporcionando mais conforto aos pacientes e ampliando a capacidade de atendimento.
A iniciativa integra o projeto CEPID CancerThera, e contou com investimentos de emendas parlamentares, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da Reitoria da Unicamp.
Assista à reportagem na íntegra neste link: bit.ly/4ctrs3m
14/04/2026
O Hospital de Clínicas da Unicamp (HC/Unicamp) inaugurou, em 10 de abril, sua nova área do Serviço de Medicina Nuclear — reestruturada após mais de 30 anos de funcionamento —, marcando um avanço relevante com a incorporação de um equipamento SPECT/CT com tecnologia CZT, inédito em hospitais públicos da América Latina.
A renovação infraestrutural e a aquisição do equipamento foram viabilizadas com recursos da FAPESP, no âmbito do CEPID CancerThera, e com emendas parlamentares e investimentos da Reitoria da Unicamp. A modernização inclui ainda a atualização de sistemas de PET/CT, a implantação de um quarto terapêutico e melhorias na radiofarmácia, ampliando a capacidade de diagnóstico de alta precisão, pesquisa clínica e tratamento oncológico personalizado.
Para o Dr. Carmino Antônio de Souza, médico onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador responsável pelo CancerThera, o trabalho dos pesquisadores do centro "está vinculado a grandes instituições de ensino e pesquisa, que são entidades públicas trabalhando exclusivamente para pacientes do sistema público de saúde”.
E completa apontando o objetivo maior da universidade: “O HC/Unicamp tem que estar na ponta. Temos de buscar todos os meios possíveis para que cumpramos essa função de Medicina, de Ciências da Saúde, na fronteira do conhecimento”.
Leia a matéria na íntegra e confira fotos da cerimônia de inauguração e da abertura do espaço à visitação neste link: bit.ly/3O43G65
13/04/2026
A Sociedade Brasileira de Biociências Nucleares - SBBN inicia o biênio 2026–2028 sob a presidência do Dr. Fabio Luiz Navarro Marques, radioquímico da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador associado ao CEPID CancerThera. A nova gestão aposta na integração entre ensino, pesquisa e aplicações científicas e tecnológicas, com ênfase na formação de recursos humanos e na expansão da atuação em radioisótopos, radiotraçadores e radiofármacos.
Entre as prioridades estratégicas está o fortalecimento do diálogo interdisciplinar, incluindo a ampliação das radiações não ionizantes e a aproximação com outras áreas científicas. A proposta é fomentar conexões entre diferentes frentes de pesquisa, integrando abordagens diagnósticas e terapêuticas. A gestão também defende maior articulação com órgãos reguladores e formuladores de políticas públicas para impulsionar o desenvolvimento da área no País.
Segundo Marques, “a ciência nuclear brasileira ganhará força quando as instituições reguladoras e as sociedades científicas caminharem em sintonia”, envolvendo entidades como a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear e a Comissão Nacional de Energia Nuclear. Nesse cenário, iniciativas como o CancerThera, ele ressalta, são destacadas como modelos de integração e inovação, reforçando o potencial do Brasil no avanço das Biociências Nucleares.
Leia a matéria na íntegra no link a seguir: bit.ly/4tJ3aJM
02/04/2026
Pesquisadores do CEPID CancerThera propõem o uso de uma métrica simples, baseada em imagens do exame PET/CT produzidas a partir da aplicação do radiofármaco 18F-FDG, capaz de prever a agressividade do mieloma múltiplo e a sobrevida dos pacientes.
A proposta surgiu da observação de que, em casos mais graves desse tipo de câncer na medula óssea, o cérebro dos pacientes apresentava captação de glicose mais discreta. A partir disso, os pesquisadores utilizaram a Razão Cérebro-Fígado (BLR, do inglês Brain to Liver Ratio), que compara a captação de glicose entre esses dois órgãos para gerar um índice prognóstico.
Mas por que o fígado neste caso? A Dra. Maria Emília Takahashi, física médica e pesquisadora do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp, justifica: "A comparação entre cérebro e fígado foi escolhida para obter uma métrica que permitisse uma avaliação dentro do próprio paciente". Como a captação de glicose pelo fígado costuma ser muito estável entre diferentes pessoas, o órgão funciona como uma referência confiável.
Os resultados mostraram forte correlação entre o BLR e a sobrevida: pacientes com índice acima de 2,7 apresentaram 52% de sobrevida em cinco anos, enquanto aqueles abaixo desse valor tiveram apenas 10%. O índice também se mostrou inversamente proporcional à carga tumoral, reforçando seu potencial como marcador clínico.
Além da relevância científica, a BLR se destaca pela aplicabilidade prática, já que não exige novos exames ou tecnologias, o que mostra um potencial de adoção no Sistema Único de Saúde.
"A principal mensagem desse estudo é que o corpo reage como um todo ao câncer, inclusive o cérebro”, diz o Dr. Celso Dario Ramos, médico nuclear, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador principal no CancerThera, indicando que a análise da captação cerebral pode complementar a avaliação tumoral em Oncologia.
Saiba mais sobre a publicação neste link: bit.ly/4v8s5YL
31/03/2026
Hoje, 31/03, é dia de celebrar o Teranóstico, que propõe a integração entre diagnóstico e terapia em uma abordagem coordenada. Nesse modelo aplicado em Medicina Nuclear, um mesmo alvo molecular é utilizado tanto para identificar quanto para tratar o câncer, otimizando decisões clínicas na Oncologia e ampliando a eficácia das intervenções.
Ao possibilitar abordagens personalizadas, baseadas nas características biológicas de cada tumor, o modelo contribui para terapias mais assertivas e para o acompanhamento individualizado da resposta ao tratamento.
Aqui no CEPID CancerThera, as pesquisas em prol do Teranóstico são sustentadas por um ecossistema de inovação colaborativo e translacional (da bancada do laboratório ao leito do hospital), que envolve o desenvolvimento de radiofármacos e metalofármacos cada vez mais específicos, plataformas de imagem de alta sensibilidade e estratégias terapêuticas direcionadas.
Juntamo-nos a outros tantos pesquisadores e profissionais de saúde neste Dia Mundial do Teranóstico para valorizar não apenas os progressos já alcançados nessa área, mas também o potencial contínuo de transformar os cuidados para pacientes com câncer por meio desse modelo.
20/03/2026
O 3º Congresso CancerThera, realizado entre 11 e 13 de março de 2026 na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM/Unicamp), consolidou-se como um espaço de integração multidisciplinar no campo do Teranóstico em câncer, reunindo mais de 250 participantes de oito países.
Com 79 trabalhos apresentados, 36 palestras e dois cursos pré-congresso, o evento promoveu discussões robustas que articularam pesquisa básica, pré-clínica e clínica.
Para o Dr. Carmino Antonio de Souza, onco-hematologista, professor da FCM/Unicamp e diretor do CEPID CancerThera, “foi um evento bastante exitoso, com forte participação, muitas informações, grandes discussões e muita cooperação, que é a coisa mais importante”, destacando ainda o avanço acelerado das atividades do centro e a responsabilidade de manter esse ritmo.
Um dos principais diferenciais foi o formato integrador, com todas as atividades concentradas em um único ambiente, favorecendo a interação entre diferentes áreas. Essa estrutura ampliou o intercâmbio científico e estimulou novas colaborações, conectando desde o desenvolvimento laboratorial até sua aplicação clínica.
O congresso evidenciou o papel do Teranóstico como eixo estratégico para a medicina personalizada, reunindo especialistas nacionais e internacionais em torno de desafios e oportunidades da pesquisa translacional.
O evento também se destacou pelo protagonismo de jovens pesquisadores e pela alta qualidade científica dos trabalhos apresentados, culminando na premiação das melhores contribuições. Nesse contexto de colaboração ampla, o Dr. Giuseppe Saglio, hematologista e professor da Universidade de Turim, na Itália, ressaltou a importância da interdisciplinaridade ao afirmar que ela contribui para “moldar um novo cenário também em termos de pesquisa médica e clínica”, além de reforçar que o trabalho em equipe é essencial para alcançar avanços significativos na área.
Confira outros depoimentos e informações sobre o congresso neste link: bit.ly/40IWdfs.
Este é o carrossel 3 de 3.
20/03/2026
O 3º Congresso CancerThera, realizado entre 11 e 13 de março de 2026 na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM/Unicamp), consolidou-se como um espaço de integração multidisciplinar no campo do Teranóstico em câncer, reunindo mais de 250 participantes de oito países.
Com 79 trabalhos apresentados, 36 palestras e dois cursos pré-congresso, o evento promoveu discussões robustas que articularam pesquisa básica, pré-clínica e clínica.
Para o Dr. Carmino Antonio de Souza, onco-hematologista, professor da FCM/Unicamp e diretor do CEPID CancerThera, “foi um evento bastante exitoso, com forte participação, muitas informações, grandes discussões e muita cooperação, que é a coisa mais importante”, destacando ainda o avanço acelerado das atividades do centro e a responsabilidade de manter esse ritmo.
Um dos principais diferenciais foi o formato integrador, com todas as atividades concentradas em um único ambiente, favorecendo a interação entre diferentes áreas. Essa estrutura ampliou o intercâmbio científico e estimulou novas colaborações, conectando desde o desenvolvimento laboratorial até sua aplicação clínica.
O congresso evidenciou o papel do Teranóstico como eixo estratégico para a medicina personalizada, reunindo especialistas nacionais e internacionais em torno de desafios e oportunidades da pesquisa translacional.
O evento também se destacou pelo protagonismo de jovens pesquisadores e pela alta qualidade científica dos trabalhos apresentados, culminando na premiação das melhores contribuições. Nesse contexto de colaboração ampla, o Dr. Giuseppe Saglio, hematologista e professor da Universidade de Turim, na Itália, ressaltou a importância da interdisciplinaridade ao afirmar que ela contribui para “moldar um novo cenário também em termos de pesquisa médica e clínica”, além de reforçar que o trabalho em equipe é essencial para alcançar avanços significativos na área.
Confira outros depoimentos e informações sobre o congresso neste link: bit.ly/40IWdfs.
Este é o carrossel 2 de 3.
20/03/2026
O 3º Congresso CancerThera, realizado entre 11 e 13 de março de 2026 na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM/Unicamp), consolidou-se como um espaço de integração multidisciplinar no campo do Teranóstico em câncer, reunindo mais de 250 participantes de oito países.
Com 79 trabalhos apresentados, 36 palestras e dois cursos pré-congresso, o evento promoveu discussões robustas que articularam pesquisa básica, pré-clínica e clínica.
Para o Dr. Carmino Antonio de Souza, onco-hematologista, professor da FCM/Unicamp e diretor do CEPID CancerThera, “foi um evento bastante exitoso, com forte participação, muitas informações, grandes discussões e muita cooperação, que é a coisa mais importante”, destacando ainda o avanço acelerado das atividades do centro e a responsabilidade de manter esse ritmo.
Um dos principais diferenciais foi o formato integrador, com todas as atividades concentradas em um único ambiente, favorecendo a interação entre diferentes áreas. Essa estrutura ampliou o intercâmbio científico e estimulou novas colaborações, conectando desde o desenvolvimento laboratorial até sua aplicação clínica.
O congresso evidenciou o papel do Teranóstico como eixo estratégico para a medicina personalizada, reunindo especialistas nacionais e internacionais em torno de desafios e oportunidades da pesquisa translacional.
O evento também se destacou pelo protagonismo de jovens pesquisadores e pela alta qualidade científica dos trabalhos apresentados, culminando na premiação das melhores contribuições. Nesse contexto de colaboração ampla, o Dr. Giuseppe Saglio, hematologista e professor da Universidade de Turim, na Itália, ressaltou a importância da interdisciplinaridade ao afirmar que ela contribui para “moldar um novo cenário também em termos de pesquisa médica e clínica”, além de reforçar que o trabalho em equipe é essencial para alcançar avanços significativos na área.
Confira outros depoimentos e informações sobre o congresso neste link: bit.ly/40IWdfs
Este é o carrossel 1 de 3.
19/03/2026
Neste episódio do HempoPlay Podcast, o Dr. Victor Marcelo Deflon, radioquímico, professor do Instituto de Química de São Carlos da USP e pesquisador principal no CEPID CancerThera, compartilha sua trajetória na Química Medicinal e explica como a Química Inorgânica e a Medicina Nuclear podem se unir no desenvolvimento de radiofármacos para diagnóstico e tratamento de doenças como o câncer.
A conversa aborda desde a criação de moléculas capazes de transportar elementos radioativos com precisão até os desafios científicos e logísticos da produção desses compostos no Brasil.
O episódio, que é conduzido pelo Dr. Carmino Antonio de Souza, onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador responsável pelo CancerThera, também trata da importância da colaboração entre Química, Medicina, Biologia e Farmácia para transformar ciência básica em aplicações clínicas.
Confira no Spotify: bit.ly/4sX3hkB
Esta é a décima primeira vez que um pesquisador do CancerThera participa do HemoPlay Podcast, uma realização da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular — ABHH (). Além do Spotify, você também pode acessar o episódio nas seguintes plataformas: Deezer, Apple e YouTube.
17/03/2026
Neste episódio do HemoPlay Podcast, o Dr. Pedro Paulo Corbi, químico, professor do Instituto de Química da Unicamp e pesquisador principal no CEPID CancerThera, explica sobre o papel da Química Inorgânica e dos complexos metálicos no desenvolvimento de novos medicamentos, especialmente no tratamento do câncer.
Quem conduz a conversa é o Dr. Carmino Antonio de Souza, onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador responsável pelo CancerThera.
Eles abordam como a pesquisa básica em Química pode gerar aplicações médicas concretas, destacando a evolução dos metalofármacos desde a descoberta da cisplatina até novas moléculas em estudo clínico.
Corbi também explica como a escolha de metais e ligantes é feita de forma estratégica, a importância da colaboração entre Química, Biologia e Medicina, e os desafios de transformar descobertas de laboratório em terapias seguras e eficazes para pacientes, considerando também o modelo Teranóstico.
Confira no Spotify: bit.ly/4sPjJTW
Esta é a décima vez que um pesquisador do CancerThera participa do HemoPlay Podcast, uma realização da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular — ABHH (). Além do Spotify, você também pode acessar o episódio nas seguintes plataformas: Deezer, Apple e YouTube.