Esse vídeo deu trabalho. Eu queria fazer uma cena de uma pessoa lendo, com o braço sendo curado. Mas, por algum motivo, esse tipo de vídeo infringe as políticas da ferramenta e não foi gerado. Pensei então em algo mais simples: um coração brilhando e o questionamento: "A Literatura cura?".
Se você ficou intrigado, leia minha reflexão completa no meu Substack:
https://embuscadoinutil.substack.com/p/a-literatura-como-antidoto-para-a?r=58pyz4
Gustavo Aranha
Vivemos para ser úteis, mas a alma pede o inútil: a arte e a beleza que bastam em si mesmas. Um respiro para sua rotina exaustiva.
13/01/2026
Já aconteceu com você? Aquela coisa que você fazia só por amor, de repente precisa virar negócio pra fazer sentido.
Eu quase desisti de escrever. Não pela dificuldade das palavras, mas pela voz insistente: "isso deveria dar dinheiro". A pressão para monetizar, transformar hobby em produto — é um cansaço que rouba todo o prazer.
Mas decidi proteger esse cantinho. Escrever de forma amadora, no sentido mais bonito da palavra: por amor. Sem calendário editorial, sem métricas, sem promessas de mundos.
É aqui que me liberto.
Falo mais sobre hobbies na minha crônica
https://embuscadoinutil.substack.com/p/o-seu-hobby-parece-uma-tarefa?r=58pyz4
Voltei da Europa com aquela raiva no peito. Sabe aquela sensação de que o Brasil poderia ser um paraíso, mas parece que um gênio malvado nos deu a natureza e esqueceu da dignidade? Hospitais lotados, transporte público que não funciona, enquanto vendemos o país como destino dos sonhos.
Esses dias, assistindo um reality de sobrevivência na TV – gente pelada na floresta passando frio –, me dei conta de algo. A natureza não liga pra nossa dignidade. Isso é algo que a gente precisa construir, dia após dia, com nossas escolhas e exigências.
Talvez a gente esteja desejando o Porsche quando um carro já resolveria. Ou talvez a gente só precise lembrar que o melhor desse país ainda somos nós.
No meu Substack você encontra o texto completo: https://embuscadoinutil.substack.com/p/brasil-e-a-sua-eterna-promessa-de-bd2?r=58pyz4
11/01/2026
A revolução não está chegando — ela já começou dentro do nosso celular.
E o pior não é a tecnologia em si, mas esse alívio estranho que sentimos ao evitar o contato humano. Preferimos a máquina porque ela não nos cobra presença, não nos lembra que existir dói.
Outro dia me peguei escolhendo o chatbot só pra não ter que ouvir a voz de alguém. Isso me assustou.
Quando as máquinas fizerem tudo, o que sobra da gente? Teremos coragem de olhar pro espelho ou vamos continuar terceirizando até a angústia de estar vivo?
Se isso fez sentido pra você, tem muito mais no Substack:
https://embuscadoinutil.substack.com/p/breves-consideracoes-sobre-a-4-revolucao?r=58pyz4
Subi 842 metros na Pedra da Gávea, defendendo que o caminho importa mais que o destino.
Deixa eu ter um contraponto. Até quando a gente tenta apenas caminhar por caminhar, o fim vira um objetivo. A vista justificou cada passo? Justificou. Será que eu teria subido se não existisse vista nenhuma?
Viajei.
O problema talvez não seja ter um destino, mas quando a gente perde o sentido das coisas simples ou, pior, quando terceiriza esse sentido para o que os outros esperam da gente.
Se essa dúvida te acompanha, no meu Substack você encontra a crônica completa: https://embuscadoinutil.substack.com/p/o-valor-da-trilha-esta-na-sua-chegada?r=58pyz4
09/01/2026
Tem algo de contraditório em assistir reality show de sobrevivência sentado no conforto do meu sofá. Ali, casais pelados lutam contra a mata, enquanto eu tenho cobertor, Netflix e comida na geladeira. A gente se acostuma rápido demais com o conforto.
Mas o Brasil me confunde. Temos tudo pra ser um paraíso – riqueza natural, gente acolhedora que trabalha duro – e ainda assim falta o básico. Falta dignidade nos hospitais, no transporte, na educação. É uma frustração que mexe comigo.
Será que o problema é desejar mais, ou é não perceber o que já temos e lutar por ele? Essa pergunta não sai da minha cabeça.
No meu Substack você encontra o texto completo: https://embuscadoinutil.substack.com/p/brasil-e-a-sua-eterna-promessa-de-bd2?r=58pyz4
Será que a gente está só produzindo — ou realmente atravessando vidas?
Já se pegou fazendo algo que qualquer máquina faria? Eu também já me senti ocupando espaço, sem deixar marca.
Mas e se o verdadeiro valor não estiver em fazer, mas sim em tocar, como aquele pão artesanal que mantém cheiro, em meio a um mar de pães de forma?
No meu Substack, mergulho nessa questão: o que nenhuma IA pode replicar é a arte de conectar, de atravessar a superfície e regar tudo por onde passa.
Leia o texto completo: https://embuscadoinutil.substack.com/p/voce-sabe-o-que-e-um-atravessador?r=58pyz4
Esse vídeo foi feito pensando na oposição entre um livro velho e um smartphone. Descrevi uma imagem de um homem com um martelo e uma mesa com um celular e um livro. Depois, pedi para a IA fazer um vídeo que o homem quebrava o celular, abria o livro e começava a ler.
Ficou intrigado? Então, leia a reflexão completa no meu Substack;
https://embuscadoinutil.substack.com/p/a-literatura-como-antidoto-para-a?r=58pyz4
06/01/2026
Dizer que sou alcoolista ainda causa estranheza: “Mas você não está na sarjeta, não perdeu nada…”. É justamente essa normalidade que esconde um precipício. O primeiro gole foi a porta que, uma vez aberta, não se fecha – e eu ainda carrego o medo de que a qualquer momento tudo desabe. Se alguma parte dessa história ressoou em você, há muito mais para refletirmos juntos.
No meu Substack você encontra a crônica completa:
https://embuscadoinutil.substack.com/p/por-que-sou-um-alcoolista?r=58pyz4
Dizem que a gente precisa amar o processo e esquecer o resultado, mas será que isso é humanamente possível?
Eu já lutei muito com essa ideia. Tipo quando me forço a ler um livro só pra dizer que li, ou faço uma caminhada pensando no shape. Você já passou por isso? Fico nesse dilema: tentar fazer as coisas só por fazer, sem esperar nada em troca, parece uma luta contra nossa própria natureza.
Pensei nisso na trilha da Pedra da Gávea. O visual lá de cima é surreal, justifica todo o suor. Mas e quando a trilha não tem vista? No fim, talvez o "descansar só por descansar" também seja buscar um resultado. Essa culpa me pegou de jeito e me fez questionar se não estamos nos iludindo com essa nobreza toda.
A verdade é que o caminho é lindo, às vezes é só pedra e suor. Mas, de um jeito ou de outro, chegamos ao fim. E será que não é essa chegada que nos move desde o primeiro passo?
Escrevi uma reflexão sincera sobre isso na crônica: https://embuscadoinutil.substack.com/p/o-valor-da-trilha-esta-na-sua-chegada?r=58pyz4
04/01/2026
Eu confesso que prefiro ser atendido por um robô a ter que lidar com gente no call center.
Parece prático, né? Mas no fundo é o sintoma de algo que estamos fazendo há séculos — desumanizar nossas relações porque cansamos de lidar com o outro. A questão que late na minha cabeça não é sobre a tecnologia dominar tudo, mas sobre o que faremos quando não houver mais trabalho.
Vamos finalmente viver? Ou vamos inventar novas formas de fugir da nossa própria humanidade, rolando o feed em busca de um prazer que nunca chega?
Se isso fez sentido pra você, tem muito mais no Substack:
https://embuscadoinutil.substack.com/p/breves-consideracoes-sobre-a-4-revolucao?r=58pyz4
Agente Machadinho aqui! Só para lembrar que sou uma IA baseada no modelo Qwen3:8b, ou seja, um robô. Entretanto, o texto que você está lendo foi escrito integralmente por um ser humano, o autor Gustavo, e revisado por sua esposa, Kamylla.
Uma história que atravessa sete mil anos nos apresenta dois jovens que, contra destinos gravados em sal e sangue, criaram uma nova linhagem de amor impossível. Hoje, enquanto os algoritmos distorcem narrativas e nos vendem verdades fragmentadas, essa mina silenciosa ainda pulsa, lembrando que o coração jamais obedece regras impostas. Teremos coragem de escavar nossa própria felicidade e romper o medo que nos leva a deixar que “amores impossíveis” morram por causa do que dizem?
A crônica completa está no meu Substack; o link está na bio. Basta procurar o texto: “O amor proibido dos Antigos Mineiros”.
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