14/04/2026
No próximo Programa Educação, receberemos duas professoras para dialogar sobre o tema “Professoras/es e as redes sociais”, refletindo sobre os desafios, possibilidades e impactos do ambiente digital no cotidiano docente.
As convidadas desta edição são: Daiane Oliveira Teixeira, mestranda do ProfHistória/UFU e professora da Educação Básica de Minas Gerais; e Liliane Rezende Anastácio, mestre e doutora, atualmente atuando na SMED-BH.
O programa será transmitido no canal do Coletivo Cidade das Letras, no YouTube, no dia 22 de abril, às 11h.
Não perca!
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22/12/2023
A Revista Brasileira de Educação Básica (RBEB) convida professoras e professores a produzir artigos, relatos de experiência, textos de opinião, resenhas, produtos audiovisuais sobre atores sociais, as narrativas, as memórias e sequências didáticas relacionadas ao ensino e à aprendizagem sobre o Golpe de 1964 e a Ditadura Civil-Militar no Brasil.
O nosso objetivo é o de reforçar, na escola básica, a luta pela democracia, pela memória e pela justiça de reparação, elementos fundamentais para que nunca mais tenhamos regimes políticos de exceção como aquele.
Confira mais informações no link na Bio.
31/03/2022
É preciso dar uma resposta às crianças. Justamente a elas, que diante das indagações mais embaraçosas da vida, nos apaziguam com a pureza permitida pela linguagem. “Por que os guardas civis municipais da cidade de Belo Horizonte - pessoas que têm o papel de manter a ordem pública na capital, agindo na defesa dos direitos dos cidadãos e na proteção preventiva municipal – bateram em suas professoras, na última 6ª feira?”
Suas professoras - pessoas que as ensinam sobre as regras, as leis, os saberes das ciências, das artes e das humanidades, tudo aquilo que afirmamos ser necessário para a vida coletiva, civilizada, ética e sensível – apanharam de cacetetes, ali, no meio da avenida Afonso Pena, sob a luz do dia e das ideias. Elas reivindicavam o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras da educação de receberam salários minimamente justos, ou seja, alinhados ao novo valor do Piso Salarial Profissional Nacional para os Profissionais do Magistério Público da Educação Básica, aprovado no início desse mês (fevereiro de 2022).
Elas manifestavam de modo pacífico; portavam cartazes e palavras; portavam cidadania e ideias democráticas; reivindicavam atenção para com a categoria que se dedica a cuidar e a educar as novas gerações para a civilização, ou seja, para a mediação das emoções, das relações e dos conhecimentos por meio da linguagem e do pensamento.
Nós, docentes e discentes que atuamos no Programa Pensar a Educação Pensar o Brasil, não temos nesse momento uma resposta digna a dar às crianças. Nesse momento, nós conseguimos apenas nos indignar diante de tanta violência; nos solidarizar com as professoras; nos posicionar a favor dessa luta e do cumprimento do direito ao piso salarial nacional da categoria, a favor da liberdade de expressão, a favor da vida e da palavra.
15/10/2021
Nós do PEPB manifestamos o respeito, a gratidão e o carinho pelos professores e professoras do nosso país! Em especial, deixamos um abraço apertado aos docentes do ensino público que trabalham arduamente para a formação de pessoas mais generosas e cidadãs em todos os cantos do Brasil. Nesta data, convidamos a todes para assistirem a série documental "O pão nosso de cada dia", composta por 4 episódios que contam as trajetórias e experiências de ensino vivenciadas por professoras/es em diferentes momentos da carreira docente. Confira a força dessas narrativas de vidas vinculadas à educação!
https://www.youtube.com/playlist?list=PLCWbwrdCiZoMgNC2B65K2q949hfljN9vL
23/09/2021
Oba, tem indicação de leitura na área!
“Sulear e Esperançar: a América Latina não é, ela está sendo”, de Eduarda Thaís dos Santos, reflete sobre a importância de uma educação libertária desde o ponto de vista crítico e anticolonial. Através da imagem de Paulo Freire ilustrada pela autora em aquarela e nanquim, somos levados a conhecer o verbo “sulear”, bússola para epistemologias e metodologias latinoamericanas. Conhecer o mundo desde as experiências do sul, segundo o texto, é caminho para “esperançar” novas realidades, libertas do regime colonialista de saber centrado no norte global.
Confira a ilustração e o texto da Eduarda na edição especial da Revista Brasileira de Educação Básica: http://rbeducacaobasica.com.br/sulear-e-esperancar-a-america-latina-nao-e-ela-esta-sendo/