04/05/2026
📍 Publiquei a Aula 03 da trilha de Cartografia e Geoprocessamento da GeoTática.
O tema é Sistemas de Coordenadas no SIG, uma base indispensável para quem trabalha com dados espaciais, mapas, análises territoriais, licenciamento, cadastro, meio ambiente, planejamento urbano ou qualquer rotina que dependa de localização.
Nesta aula, organizei uma explicação prática sobre:
• coordenadas geográf**as, latitude e longitude;
• diferença entre coordenadas em graus e coordenadas em metros;
• sistemas projetados e projeções cartográf**as;
• UTM, fusos, easting e northing;
• datum horizontal e datum vertical;
• SIRGAS 2000;
• códigos EPSG;
• cuidados com bases antigas em SAD69 e Córrego Alegre;
• transformação de coordenadas no QGIS, ArcGIS e ProGriD.
A ideia central da aula é simples de entender na prática: antes de cruzar camadas, calcular áreas, medir distâncias ou publicar mapas, é preciso conferir como aquele dado está posicionado na Terra.
Um arquivo pode abrir “bonitinho” no SIG e ainda assim estar com referência espacial incorreta, datum incompatível, projeção inadequada ou fuso mal definido.
Por isso, a aula traz também um checklist para conferência de referência espacial e exemplos de problemas comuns em projetos reais.
Dessa vez, além do conteúdo escrito no site, também incluí o vídeo da aula e o material de apoio para download.
Para quem está começando no geoprocessamento, essa aula ajuda a organizar a base.
Para quem já trabalha com SIG, ela funciona como revisão técnica e checklist de qualidade espacial.
Aula disponível no site da GeoTática. 🌎
SIRGAS2000 UTM QGIS ArcGIS InteligênciaTerritorial DadosEspaciais
Link da aula: https://www.geotatica.com/Aula%2003/
Vídeo no youtube: https://youtu.be/zv85fTa2Hl4?si=71h7ULp8azrzkVYm
Salve, compartilhe e acompanhe nas redes sociais:
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Instagram: https://www.instagram.com/geo_tatica/
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04/05/2026
📍 Publiquei a Aula 03 da trilha de Cartografia e Geoprocessamento da GeoTática.
O tema é Sistemas de Coordenadas no SIG, uma base indispensável para quem trabalha com dados espaciais, mapas, análises territoriais, licenciamento, cadastro, meio ambiente, planejamento urbano ou qualquer rotina que dependa de localização.
Nesta aula, organizei uma explicação prática sobre:
• coordenadas geográf**as, latitude e longitude;
• diferença entre coordenadas em graus e coordenadas em metros;
• sistemas projetados e projeções cartográf**as;
• UTM, fusos, easting e northing;
• datum horizontal e datum vertical;
• SIRGAS 2000;
• códigos EPSG;
• cuidados com bases antigas em SAD69 e Córrego Alegre;
• transformação de coordenadas no QGIS, ArcGIS e ProGriD.
A ideia central da aula é simples de entender na prática: antes de cruzar camadas, calcular áreas, medir distâncias ou publicar mapas, é preciso conferir como aquele dado está posicionado na Terra.
Um arquivo pode abrir “bonitinho” no SIG e ainda assim estar com referência espacial incorreta, datum incompatível, projeção inadequada ou fuso mal definido.
Por isso, a aula traz também um checklist para conferência de referência espacial e exemplos de problemas comuns em projetos reais.
Dessa vez, além do conteúdo escrito no site, também incluí o vídeo da aula e o material de apoio para download.
Para quem está começando no geoprocessamento, essa aula ajuda a organizar a base.
Para quem já trabalha com SIG, ela funciona como revisão técnica e checklist de qualidade espacial.
Aula disponível no site da GeoTática. 🌎
Link da aula: https://www.geotatica.com/Aula%2003/
Vídeo no youtube: https://youtu.be/uwDpifIQBLo?si=ydM9wQ7vi4AEU2hF
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29/04/2026
No ecossistema Esri, entender a fronteira exata entre ArcGIS Pro, ArcGIS Online (AGOL) e ArcGIS Enterprise é o que separa uma operação escalável de um gargalo técnico e financeiro.
Estruturei este guia visual para desmistif**ar essas três arquiteturas. Se você atua com GIS, gerencia infraestrutura de dados ou lidera equipes técnicas, aqui está o resumo do cenário:
▪️ ArcGIS Pro (Criação e Análise): O motor da operação. Ambiente desktop focado no especialista. É onde o geoprocessamento pesado, a modelagem complexa e a preparação de dados acontecem antes de irem para a web.
▪️ ArcGIS Online / AGOL (Compartilhamento Ágil): A vitrine SaaS na nuvem da Esri. Excelente para engajar stakeholders com dashboards e mapas web sem precisar de infraestrutura própria. O ponto de atenção para os negócios: a escala e o custo aqui são definidos pelo consumo de Créditos.
▪️ ArcGIS Enterprise (Governança e Controle): O ambiente corporativo. Instalado na infraestrutura da sua organização (on-premises ou cloud privada). Traz controle total de segurança, edição multiusuário avançada (Branch Versioning) e integração profunda com sistemas internos. Aqui, a escala depende da sua capacidade de servidores.
As três plataformas não concorrem; elas se complementam. A regra de ouro para a tomada de decisão é:
“Planos e usuários definem acesso. Créditos e infraestrutura definem escala. Governança define arquitetura.”
Salve o infográfico abaixo para usar como referência técnica na sua próxima reunião de planejamento.
Na sua operação atual, o maior desafio está na capacidade de análise (Pro), na distribuição rápida (AGOL) ou na governança dos dados (Enterprise)?
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28/04/2026
Lançamento do Guia PDF Análise de Hotspots (Getis-Ord Gi*)
Você confia cegamente no mapa de hotspots que o seu software gera? 🔥🗺️
Apertar o botão de Hot Spot Analysis no ArcGIS, QGIS ou em outra ferramenta é a parte fácil.
O verdadeiro desafio da Inteligência Territorial é saber interpretar e defender esse resultado em uma reunião técnica, estratégica ou em uma apresentação de projeto.
Se alguém perguntar por que uma área ficou vermelha, o que signif**a 99% de confiança ou por que uma região azul representa um coldspot, você consegue explicar sem depender da “caixa preta” do software?
Muitos profissionais travam exatamente nessa etapa: a interpretação estatística.
Foi por isso que criei o Guia Visual Getis-Ord Gi* | GeoTática.
Transformei a matemática do método em um material visual, prático e direto, abordando:
🔍 O motor do algoritmo: como a soma local ponderada se transforma em z-score.
📊 Matriz de pesos espaciais (W): como a definição de vizinhança influencia o resultado.
⚠️ A armadilha do asterisco: a diferença entre Gi e Gi*.
🛡️ Boas práticas e MAUP: cuidados com escala, unidades de área e falsos padrões.
Este material não é um tutorial de clique.
É um guia para quem quer interpretar hotspots e coldspots com mais segurança, seja em estudos de saúde, segurança, meio ambiente, mobilidade, negócios ou planejamento territorial.
📎 O PDF completo está anexado neste post.
Salve para consultar no próximo projeto e compartilhe com quem trabalha com dados espaciais.
Qual é o maior desafio para você hoje: preparar os dados ou interpretar os resultados?
GIS ArcGIS QGIS DataScience AnaliseEspacial
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27/04/2026
Novo vídeo no YouTube da GeoTática.
Nesta publicação, destaquei o SIBBr, Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira, como uma das fontes que fazem parte do Repositório GeoTática.
O SIBBr reúne informações importantes para quem trabalha com biodiversidade, meio ambiente, análise espacial, pesquisa e planejamento territorial. É uma fonte útil para localizar dados de ocorrência, informação geoespacial e apoiar análises voltadas à conservação e à tomada de decisão.
No vídeo, mostro essa fonte na prática e reforço uma proposta central da GeoTática: organizar, divulgar e facilitar o acesso a fontes confiáveis para uso técnico.
Se você trabalha com geoprocessamento, dados geográficos, meio ambiente ou inteligência territorial, esse conteúdo pode te ajudar.
▶️ Assista ao vídeo no canal da GeoTática no YouTube.
📌 Fonte da semana: SIBBr
AnaliseEspacial MeioAmbiente Cartografia SIG
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26/04/2026
📢 Aula nova no ar!
Já está disponível a Aula 02 – Escalas Cartográf**as 🗺️📏
Nessa aula você aprende a:
✅ Entender o que são escalas cartográf**as;
✅ Diferenciar escala grande e escala pequena;
✅ Interpretar escalas nos mapas com mais segurança.
👉 Acesse pelo site:
🔗https://geotatica.github.io/onepage-Geotatica/aula%2002/
📌 O link também está disponível na bio
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📚✨
**as
26/04/2026
Pessoal, bom dia! Segue mais uma postagem feita com carinho e estudo, com o objetivo de tornar a estatística espacial mais acessível.
A autocorrelação espacial ajuda a responder uma pergunta essencial no geoprocessamento:
valores semelhantes estão próximos no território ou essa distribuição pode ser compatível com aleatoriedade?
O Índice Global de Moran avalia essa relação para o conjunto inteiro dos dados. Ele indica se há tendência de agrupamento, contraste espacial ou ausência de autocorrelação espacial signif**ativa.
Mas ele não mostra onde o padrão ocorre.
É aí que entram o Moran Local e o LISA.
O Moran Local calcula a associação espacial para cada unidade analisada, como municípios, bairros ou setores censitários. Já o LISA Map traduz esses resultados em classes interpretáveis:
Alto-Alto: valores altos próximos de valores altos
Baixo-Baixo: valores baixos próximos de valores baixos
Alto-Baixo: valor alto cercado por valores baixos
Baixo-Alto: valor baixo cercado por valores altos
Um ponto importante: o valor do índice não deve ser interpretado sozinho. É necessário considerar a significância estatística, como p-valor ou z-score.
Em outras palavras:
I indica o tipo de padrão espacial.
O p-valor indica se há evidência estatística para esse padrão.
Esse cuidado evita um erro comum: olhar para um mapa, enxergar um agrupamento visual e concluir que existe autocorrelação espacial sem verif**ar se o resultado é signif**ativo.
Em análises territoriais, esse método pode apoiar estudos sobre renda, saúde, educação, desmatamento, criminalidade, infraestrutura e outros fenômenos distribuídos no espaço.
A estatística espacial não substitui a interpretação territorial.
Ela ajuda a revelar padrões que precisam ser analisados com método, contexto e cautela.
Espero que gostem!
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24/04/2026
Mapa multicritério é uma forma de organizar diferentes variáveis espaciais para apoiar uma decisão territorial.
Ele pode ser usado, por exemplo, para avaliar áreas mais adequadas à implantação de um projeto, priorizar intervenções, comparar alternativas locacionais ou identif**ar zonas com maior restrição.
O processo costuma envolver quatro etapas principais:
1. escolha dos critérios relevantes;
2. padronização das variáveis para uma mesma escala;
3. definição dos pesos de evidência;
4. combinação dos critérios em um mapa final de adequação.
A parte mais sensível está nos pesos de evidência. Eles indicam quanto cada critério influencia o resultado e precisam ser justif**ados tecnicamente.
Esses pesos podem ser definidos com base em literatura científ**a, normas técnicas, métodos estruturados, como AHP, ou validação por especialistas no tema.
Sem essa justif**ativa, o mapa pode parecer robusto visualmente, mas ter pouca consistência metodológica.
Por isso, um bom mapa multicritério não depende apenas das camadas utilizadas. Depende da qualidade dos dados, da escala de análise, da coerência dos critérios e da transparência das escolhas feitas ao longo do processo.
No fim, o objetivo não é “automatizar” a decisão, mas tornar o raciocínio espacial mais claro, verificável e defensável.
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