Canal em Cristo

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Este é um espaço abençoado, onde fé e adoração se encontram para trazer paz, fortalecimento espiritual e a presença de Deus ao seu coração.

28/05/2026

O juiz representa o oposto de Deus, assista no YouTube:

https://youtu.be/r5-gdp7nhYM

O juiz, por fim, cede não por amor à justiça, mas para se livrar do incômodo.
“E Deus não fará justiça aos seus eleitos, que clamam a ele dia e noite? Porventura tardará em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Todavia, quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?”
Lucas já nos dá o propósito no versículo 1: Jesus contou isso “para mostrar aos discípulos a necessidade de orar sempre e nunca desanimar”.
O juiz representa o oposto de Deus.

28/05/2026

Quem foi verdadeiramente regenerado por Deus, assista no YouTube:

https://youtu.be/r5-gdp7nhYM

Quem foi verdadeiramente regenerado por Deus não abandonará a oração. A graça irresistível e sustentadora de Deus fará com que os eleitos perseverem até o fim. E a oração, além de ser o exercício da perseverança é o suporte necessário ao incognoscível, ou seja no momento do silêncio de Deus, enquanto a resposta não vem, o desejo específico Dele para nossa situação exata permanece desconhecida para o crente.

28/05/2026

Estudo bíblico sobre Lucas 18, assista no YouTube:

https://youtu.be/r5-gdp7nhYM

Na parábola, a viúva pobre e desamparada, repetidamente, pede justiça a um juiz injusto, ímpio e sem compaixão. E esse juiz nada faz, nem a recebe. Essa parábola representa bem a tensão agonizante que vivemos entre acreditar em um Deus todo-poderoso e experimentar o peso esmagador da aflição familiar.

27/05/2026

Assista no YouTube:

https://youtu.be/r5-gdp7nhYM

Neste estudo bíblico sobre Lucas 18:1-8, vamos olhar profundamente para a Parábola da Viúva Persistente e entender como Jesus nos ensina a orar sempre e nunca desanimar, mesmo em meio ao sofrimento, à demora aparente e ao peso da aflição familiar. O vídeo trabalha a relação entre fé no escuro, perseverança na oração, soberania de Deus e amadurecimento espiritual, mostrando que a persistência do crente não força a mão de Deus, mas revela uma fé sustentada pela graça.

26/05/2026

YouTube: https://youtu.be/YK6KlcRs2WM

Neste novo episódio, Alexandre Miranda conversa com a Professora Doutora Eliane Caniedo sobre uma pergunta decisiva:

A Teologia do Triunfalismo é a única leitura fiel e bíblica da soberania de Deus?

Uma conversa intensa sobre soberania divina, sofrimento, cruz, ressurreição, graça, vulnerabilidade, vitória em Cristo e o chão real da vida cristã.

De um lado, a defesa de que Cristo venceu e reina soberanamente sobre todas as coisas.
Do outro, o alerta contra um triunfalismo que pode gerar culpa nos que sofrem e soberba nos que confundem vitória com superioridade espiritual.

Um diálogo entre fé, razão, teologia e esperança.

Podcast Fé & Razão | Episódio 07 - Teologia Triunfalista
Disponível no Canal em Cristo.

25/05/2026

Veja o vídeo completo no YouTube:

https://youtu.be/GlJ7WBK2rY8

O espinho tinha aparência de ataque, mas estava debaixo do governo da graça.

O mal continua sendo mal.
A dor continua sendo dor.
O espinho continua sendo espinho.
Mas Deus continua sendo Deus.

Qual é a vontade de Deus para mim diante deste sofrimento?

25/05/2026

Veja o vídeo completo no YouTube:

https://youtu.be/GlJ7WBK2rY8

O espinho de Paulo não é romantização do sofrimento. Não é dizer: “sofra calado, porque Deus quis assim”. Também não é autoajuda espiritual dizendo: “você é forte”. Paulo diz o contrário: eu sou fraco. Mas é exatamente aí que a graça deixa de ser teoria e se torna chão.

25/05/2026

Podcast Fé e Razão | Canal em Cristo

Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/episode/6jIQPsY1ntQMGzLB9TIiCv?si=WRpv-1AdS6qfQCHIXsOQSA

Neste episódio, Alexandre Miranda apresenta a reflexão “A permissão para chorar em tempos de triunfalismo religioso”, a partir da coluna Ensaios de Domingo | Canal em Cristo no X.

Uma meditação sobre vulnerabilidade, sofrimento, fé e graça, contrapondo o triunfalismo religioso ao testemunho bíblico de Paulo diante do “espinho na carne” e de Cristo na cruz, em seu clamor: “Elí, Elí, lemá sabactâni?”

A proposta não é idolatrar a dor, nem negar a esperança, mas recuperar uma fé cristã mais humana, bíblica e verdadeira: uma fé que não exige máscaras de felicidade, mas também não transforma a ferida em identidade.

Em Cristo, há permissão para chorar — e graça suficiente para continuar.

25/05/2026

Assista ao vídeo todo no YouTube:

https://youtu.be/GlJ7WBK2rY8

Muitos chamariam isso hoje de “noite escura da alma”: aquele período em que a dor permanece, a resposta parece não vir, o céu parece silencioso e a fraqueza se torna impossível de esconder. Mas Paulo nos leva além da experiência subjetiva. Em 2 Coríntios 12, o centro não está na escuridão da alma, mas na suficiência da graça. Deus não apenas observa Paulo sofrer; Deus redefine o lugar da fraqueza.

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Belo Horizonte, MG