Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM

Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM

Compartilhar

Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM, Site de ensino, Belém.

O Grupo de Estudos em Antropologia da Morte é um grupo destinado a discussões em torno da morte, dos mortos e do morrer nas Ciências Humanas, em especial, nas Ciências Sociais e na Antropologia.

Photos from Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM's post 20/01/2026

Publicado novo Dossiê da Revista Caderno 4 Campos (UFPA) v. 9 n. 2 (2025) Antropologias e Arqueologias do Extraordinário: Interagências de Encantados, Visagens e Alteridades outras-que-humanas, organizado por Elisa Rodrigues (UFPA) e Gabriel Rodrigues (UFPA).

Confira os 11 artigos que estão compondo o dossiê em:
https://periodicos.ufpa.br/index.php/caderno4campos/issue/view/942/showToc

13/01/2026

*Chamada para dossiê* | "Antropologias da perda: interpelações e interdições da morte e do morrer" na Revista de Ciências Sociais do Amapá (PRACS) - A3 - da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

Data limite para envio de artigos: 15/04/2026.

Organizadoras:
Elisa Rodrigues (PPGSA-UFPA)
Mónica Franch (PPGA-UFPB)

Áreas de debate convidadas a colaborar: Antropologia, Sociologia e Ciência Política (Ciências Sociais), Arqueologia, História.

Descrição reduzida:
Mediada por uma gramática social que regula o sofrimento e estabelece hierarquias, as experiências de perdas constituem um campo plural sobre as formas pelas quais diferentes sociedades lidam com a morte, os seus mortos e o morrer. A perda, em suas múltiplas dimensões, é atravessada e situada por marcadores sociais, culturais e simbólicos, que revelam os limites coletivos que autorizam determinadas experiências como passíveis de dor, luto e outras emoções, fazendo das interdições e interpelações dispositivos de poder que moldam os modos da lembrança e do esquecimento. Nessa direção, este dossiê acolherá pesquisas que se voltam para as perdas em diferentes camadas da vida vivida. Tratará, também, de temas relativos às práticas sociais em torno dos mortos, às formas de luto e memória, às materialidades da perda em instituições como cemitérios, hospitais e necrotérios, às violências em torno do morrer e de seu não reconhecimento, bem como às interdições, silenciamentos e disputas de sentido que marcam a experiência da finitude, das emoções, do luto e das práticas-rituais em torno deste acontecimento. O dossiê também se abre às investigações que exploram os modos de narrar, resistir, reinvidicar e ritualizar a perda, além das reconfigurações da perda em tempos de pandemia, violência urbana, midiatização, espetacularização e banalização das mortes. Serão bem-vindas pesquisas que transitem nas diferentes construções socioantropológicas dedicadas às visualidades, urbanidades, à saúde, ao corpo, às políticas públicas, ao Estado, entre outros.

Regras para submissão:
https://periodicos.unifap.br/pracs/index

Photos from Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM's post 13/01/2026

Memórias do GEAM no I Colóquio do Núcleo de Antropologia Urbana - Nau Cemiteriais, que ocorreu na Universidade de São Paulo (USP) em dezembro de 2025.

Rememoramos esse momento incrível vivido junto do .usp e agradecemos o espaço de partilha. Vida longa aos colóquios do NAU e as trocas acadêmicas fomentadas nesse espaço.

Em 2026 tem mais! Feliz ano novo! 😄

06/01/2026

O GEAM compôs a Mesa Redonda A morte, os mortos e o morrer: práticas, memórias e afetos a partir das etnografias do GEAM', com integrantes do Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM) (geam.antropomorte): Elisa Rodrigues (UFPA), Marcelo Alves (UFPA) e Weverson Bezerra (UFPB).

17 Dia: 12 de dezembro de 2025

Horário: 13h30 às 15h30

Local: Centro MariAntonia: Rua Maria Antônia, 294 - São Paulo

Elisa Rodrigues () é antropóloga, doutoranda e mestra em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Pará (PPGSA/UFPA) e psicanalista em formação (Corpo Freudiano Seção Belém). É pesquisadora vinculada e membro da diretoria da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC) e do NAU Estudos Cemiteriais (USP). É coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM).

Weverson Bezerra () é cientista social, doutorando e mestre em Antropologia pela Universidade Federal da Paraíba (PPGA/UFPB). Membro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC) e do NAU Estudos Cemiteriais (USP). Foi voluntário do Memorial e Rede de Apoio das vítimas do Coronavírus no Brasil e da Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19 (AVICO) e integrante do Projeto intitulado 'Estado, populações e políticas locais no enfrentamento à pandemia de Covid-19' (ANTROPOCOVID) e Ecos da Pandemia.

Marcelo Alves () é mestrando em Antropologia no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e graduado em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Pará (UEPA). Integra o Grupo de Estudos e Práticas com Crianças e Adolescentes (GECA) da UEPA. Tem interesse nas áreas de etnologia indígena, antropologia da morte e antropologia da alimentação.

A mesa é aberta e gratuita para todos os públicos, bem como o conjunto de atividades programadas para o 1º Colóquio NAU Estudos Cemiteriais. Para mais informações, acesse o link na bio de .usp.

Photos from Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM's post 18/11/2025

O Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM) esteve presente no VI Encontro Discente do PPGAS-UFRGS, que foi realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul | Porto Alegre (RS), entre os dias 10 a 14 de novembro de 2025.

Elisa Rodrigues, coordenadora do grupo e doutoranda em Antropologia (UFPA) e Geissy Reis, doutoranda em Antropologia (UFPB), coordenaram o GT 09 - A morte e os rastros da Covid-19: 5 anos depois.

O integrante do grupo Felipe Pires, doutorando em Antropologia (UFAM), apresentou o trabalho “Panorama etnográfico da Covid-19 na sociedade Manauara e seus impactos no Cemitério Parque de Manaus e no Cemitério Nossa Senhora Aparecida" no GT 09 - A morte e os rastros da Covid-19: 5 anos depois.

Karla Magalhães, integrante do grupo e doutora em Saúde Coletiva (UFRJ), apresentou o seguinte trabalho "Entre o reconhecimento e o esquecimento: o trabalho dos sepultadores cinco anos após a pandemia da Covid-19 no Brasil" no GT 09 - A morte e os rastros da Covid-19: 5 anos depois.

Já Weverson Bezerra, integrante do grupo e doutorando em Antropologia (UFPB), apresentou a comunicação "Deu vontade de trazer ele para casa, o corpo estava inteiro”: exumação, dor e indignação nas narrativas de Nalva sobre o corpo de Fernando, vítima da Covid-19" no GT 09 - A morte e os rastros da Covid-19: 5 anos depois.

Para maiores informações, acesse o site:
https://www.ufrgs.br/encontrodiscenteppgas2025/

Photos from Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM's post 18/11/2025

O Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM) esteve presente nas Jornadas de Antropologia John Monteiro, que foi realizada na Universidade Federal de Campinas | Campinas (SP), entre os dias 24 a 26 de setembro de 2025.

Elisa Rodrigues, coordenadora do grupo e doutoranda em Antropologia (UFPA), Weverson Bezerra, integrante do grupo e doutorando em Antropologia (UFPB) e Pollyana Calado (ABEC), coordenaram o GT 23 – Representações e sociabilidades da morte na paisagem urbana: instituições, memoriais, materialidades e outros símbolos.

O integrante do grupo Marcos Sousa, mestrando em Sociedade, Ambiente e Território (UFMG/UNIMONTES) apresentou a comunicação: "A relação entre urbanização e espaços fúnebres em territórios da Serra Geral-MG" no GT 23 – Representações e sociabilidades da morte na paisagem urbana: instituições, memoriais, materialidades e outros símbolos.

Para maiores informações, acesse o site:
https://jornadasantropologia.wordpress.com/

Photos from Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM's post 18/11/2025

Produções do GEAM

Confira as produções mais recentes dos integrantes do Grupo de Estudos em Antropologia da Morte, dos Mortos e do Morrer (GEAM).

Para acompanhar nossas atividades, acesse nosso site:
https://sites.google.com/view/antropologiadamorte/

Photos from Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM's post 30/10/2025

Nota de repúdio | "Megaoperação" no Rio de Janeiro (RJ)

O Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM), dos Mortos e do Morrer manifesta seu veemente repúdio à “megaoperação” realizada no Rio de Janeiro no dia 28 de outubro de 2025, resultando na morte de mais de 130 pessoas. A “operação” se configura como a mais letal da história recente do país, superando a chacina do Jacarezinho (2021) e o massacre de Carandiru (1992).

O episódio evidencia, mais uma vez, a consolidação de uma política de segurança pública baseada na letalidade e na lógica do extermínio, direcionada, sobretudo, contra as populações negras e periféricas. Sob a retórica da manutenção da ordem, do combate ao crime organizado e da guerra às dr**as, o Estado brasileiro perpetua uma necropolítica institucional, na qual a produção da morte é um instrumento de governo e de controle social.

A “ação”, marcada por uso desproporcional da força e violência generalizada, demonstra a barbárie e a persistência de um modelo militarizado de atuação policial que transforma comunidades em espaços de exceção, nos quais direitos fundamentais são sistematicamente e sumariamente violados. Essa política de segurança institucionaliza o medo e legitima a morte como prática de gestão das populações marginalizadas.

Tais práticas não devem ser naturalizadas nem interpretadas como pontuais, mas como parte de um projeto necro-político-histórico de Estado que seleciona quais vidas são consideradas legítimas e quais podem ser eliminadas, alvejadas, massacradas e violentadas. Trata-se, portanto, de uma violência de Estado que se reproduz no cotidiano das periferias urbanas e que deve ser reconhecida como expressão extrema das desigualdades raciais e sociais que estruturam o país.

Diante do exposto, o Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM) defende a urgente reformulação das políticas de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil, que devem ser orientadas por princípios de direitos humanos, justiça social e garantia da vida. É imprescindível que haja investigação rigorosa por parte dos órgãos competentes, perícia ética e responsabilização dos agentes e autoridades envolvidas, bem como o compromisso com a desinstitucionalização de práticas letais e discriminatórias contra a população.

Manifestamos nossa solidariedade às famílias, amigos/as das vítimas e a todos/as os/as moradores/as das comunidades do Complexo do Alemão e Complexo da Penha que vivenciaram a brutal chacina e intervenção violenta do Estado numa data que ficará marcada para sempre na história do país.

Belém-PA, 30 de outubro de 2025.

Nota completa:
https://sites.google.com/view/antropologiadamorte/notas

22/10/2025

Cirkula do PPGA-UFPE

Dados do GT:
GT 16 – "Antropologias da perda: interpelações e interdições da morte, dos mortos e do morrer"

Coordenação: Elisa Rodrigues (UFPA) e Weverson Bezerra (UFPB)
Modalidade: remoto
Submissões: 22/10/2025 a 12/11/2025
Realização do evento: 02/12/2025 a 05/12/2025

Descrição:
Mediada por uma gramática social que regula o sofrimento e estabelece hierarquias, as experiências de perdas constituem um campo plural sobre as formas pelas quais diferentes sociedades lidam com a morte, os seus mortos e o morrer. A perda, em suas múltiplas dimensões, é atravessada e situada por marcadores sociais, culturais e simbólicos, que revelam os limites coletivos que autorizam determinadas experiências como passíveis de dor, luto e outras emoções, fazendo das interdições e interpelações dispositivos de poder que moldam os modos da lembrança e do esquecimento. Nessa direção, este Grupo de Trabalho (GT) acolherá pesquisas que se voltam para as perdas em diferentes camadas da vida vivida. Tratará, também, de temas relativos às práticas sociais em torno dos mortos, às formas de luto e memória, às materialidades da perda em instituições como cemitérios, hospitais e necrotérios, às violências em torno do morrer e de seu não reconhecimento, bem como às interdições, silenciamentos e disputas de sentido que marcam a experiência da finitude, das emoções, do luto e das práticas-rituais em torno deste acontecimento. O GT também se abre a investigações que exploram os modos de narrar, resistir, reinvidicar e ritualizar a perda, além das reconfigurações da perda em tempos de pandemia, violência urbana, midiatização, espetacularização e banalização das mortes. Serão bem-vindas pesquisas que transitem nas diferentes construções socioantropológicas dedicadas às visualidades, urbanidades, à saúde, ao corpo, às políticas públicas, ao Estado, entre outros.

Maiores informações:
https://www.instagram.com/cirkulaufpe?igsh=dDlmOG0zZmR6emd4

22/10/2025

Nosso próximo encontro será com a antropóloga Elisa Elisa Gonçalves Rodrigues .

Elisa Rodrigues é Doutoranda e Mestre em Antropologia pela UFPA e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM).

A Elisa nos trará uma outra palestra de natureza interprofissional, intitulada "A Morte, os Mortos e o Morrer: Algumas Dimensões Socioculturais".

O encontro será online no próximo sábado, dia 25/10, às 9h30, pelo Google Meet: https://meet.google.com/fqb-kuzx-ezq

Esperamos vocês lá!!

Photos from Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte - GEAM's post 01/10/2025

Encontro Discente da UFRGS

Convidamos a comunidade acadêmica antropológica para enviarem trabalho para o GT 9: "A morte e os rastros da Covid-19: 5 anos depois", coordenado por Elisa Rodrigues (UFPA) e Geissy Reis (UFPB).

Modalidade: remoto
Submissões: 30/09/2025 a 15/10/2025
Realização do evento: 10/11/2025 a 14/11/2025

Descrição: Ainda transitando pelos rastros da COVID-19, seguimos atravessadas/os/es por seus impactos nos diferentes aspectos da vida, interpelada para sempre pelas mais de 700 mil mortes vivenciadas no Brasil entre os anos de 2020 e 2025. Sensíveis a estas confluências contemporâneas com as quais passamos a coabitar, este Grupo de Trabalho (GT) acolherá pesquisas que interseccionam COVID-19, a morte e seus ritos. No marco destes debates, tratará de temas relativos aos itinerários terapêuticos, experiências de adoecimento, temporalidades epidêmicas e pandêmicas, corpos e técnicas corporais, diagnósticos, sequelas, emoções, saúde mental, práticas-rituais, supressões e reinvenções dos ritos de morte, necropolíticas, espetacularização e banalização da morte, dos mortos e do morrer nos mais diversos contextos e que tensionam, a nível local, regional e nacional, as múltiplas experiências destes fenômenos, ampliando desta maneira as discussões acerca destas temáticas nas Ciências Sociais. Serão bem-vindas pesquisas que transitem nas diferentes construções socioantropológicas dedicadas às visualidades, urbanidades, à saúde, ao corpo, à doença, à morte, às políticas públicas, ao Estado, entre outros.

Maiores informações:
https://www.ufrgs.br/encontrodiscenteppgas2025/

Contamos com a participação de todos/as/es!

01/10/2025

Circuito urbano-cemiterial no Cemitério Senhor da Boa Sentença (PB)

Convidamos todos/as os/as interessados/as para participar do nosso circuito urbano-cemiterial, atividade que será conduzida pela antropóloga Elisa Rodrigues (PPGSA-UFPA) e pelo antropólogo Weverson Bezerra (PPGA-UFPB).

O objetivo da atividade é ser uma visita mediada no Cemitério Senhor da Boa Sentença (PB). A ideia é levar os/as interessados/as parq explorar o cemitério, conhecer a história do lugar e as imediações do espaço.

Vamos? Já anota na agenda!

Data: 03/10
Horário: 9h
Local: Cemitério Senhor da Boa Sentença, bairro do Varadouro.
Localizado na Rua Sebastião Oliveira Lima, Varadouro, (PB)

Concentração: entrada principal do cemitério.

Sugestão: Levar água, repelente, protetor solar e chapéu/boné para se proteger do sol.

Inscrições: Serão realizadas no ato do evento.

Nos vemos dia 03/10! ✨

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Belém?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Entre em contato com a escola/colégio

Endereço

Belém, PA