14/07/2024
Vida Sim!
Ab**to Não!
Quem somos ? Somos um grupo que pretende levar esclarecimentos sobre, "ab**to e suas consequências" as escolas, associações e entidades.
O que é o Projeto Deixe-me Viver?
É um projeto que visa a esclarecer em muitos aspectos sobre este crime abominável:
o ab**to. Urge levar a maior quantidade possível de informações aos interessados no tema. Nosso objetivo principal: preservar a vida humana desde a concepção até o nascimento. Há outros temas de grande importância neste projeto que não podemos deixar de abordar como : edu
14/07/2024
Vida Sim!
Ab**to Não!
10/03/2024
"É exatamente disso que a vida é feita, de MOMENTOS. Momentos que temos que passar, sendo bons ou ruins, para o nosso próprio aprendizado. Nunca esquecendo do mais importante: Nada nessa vida é por acaso. Absolutamente nada. Por isso, temos que nos preocupar em fazer a nossa parte, da melhor forma possível. A vida nem sempre segue a nossa vontade, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser." - Chico Xavier
Vida Sim! Ab**to Não!
20/10/2022
Um coração não pode ser parado. A vida humana inicia-se no momento da conjugação dos gâmetas masculino e feminino, e termina na morte natural. Esta vida merece viver com dignidade e deverá ser sempre respeitada.
Defende a vida!
27/01/2021
"...filme “Unplanned” (“Não Planejado“) conquistou o notável sucesso de ficar em 5º lugar entre as maiores bilheterias dos Estados Unidos na sua primeira semana de exibição nos cinemas do país, apesar da forte campanha de boicote realizada por grupos abortistas contra esta produção pró-vida."
"História real
O filme é baseado na história real de Abby Johnson, que foi uma das mais jovens diretoras do gigantesco conglomerado de clínicas abortistas Planned Parenthood. Depois de ter participado de mais de 22.000 ab**tos, ela mudou radicalmente de postura, uniu-se à iniciativa “40 Dias pela Vida” e se tornou uma das maiores referências pró-vida em território americano."
24/01/2021
24/01/2021
“HOJE PERDI MEU PRÊMIO NOBEL”
"Conheça a heroica atitude de um cientista contra o Ab**to:
Jérôme Lejeune é reconhecido por sua fidelidade à Igreja Católica assim como por sua excelência como cientista.
Aos 33 anos de idade, em 1959, publicou sua descoberta sobre a causa da síndrome de Down, a trissomia 21.
Em 1962 foi indicado como especialista em genética humana na Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em 1964, foi nomeado Diretor do Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França e, no mesmo ano, criou-se para ele, na Faculdade de Medicina da Sorbona, a primeira cátedra de Genética fundamental.
O professor Lejeune era reconhecido por todos. Esperava-se que recebesse o Prêmio Nobel. Mas, em 1970, opôs-se firmemente ao projeto de lei do ab**to eugenista da França.
Isto causou sua queda em “desgraça” diante do mundo. Preferiu manter-se em graça diante da verdade e de Deus: matar a uma criança por estar doente é um assassinato.
Sempre utilizou argumentos racionais fundamentados na ciência.
Levou a causa pró-vida às Nações Unidas. Referiu-se à *Organização Mundial da Saúde* dizendo: “eis aqui uma instituição para a saúde que se transformou em uma instituição para a morte”.
Nessa mesma tarde escreveu para sua esposa e filha, dizendo: “Hoje perdi meu Prêmio Nobel”. Tinha razão. Não lhe foi dado. Não queriam um cientista que se opusesse à agenda abortista.
LeJeune também rejeitou os conceitos ideológicos (conceito não científico) que são utilizados para justificar o ab**to, como o de “pré-embrião”.
* * *
O texto abaixo foi adapatado da entrevista de Clara Lejeune-Gaymard, filha do Dr. Lejeune, à Carrie Gress, com motivo da publicação do livro A vida é uma benção: Biografia de Jérôme Lejeune, em 2011:
Quando ele fez a descoberta da trissomia 21, poderia tê-la chamado “Lejeune”, como fazem muitos cientistas quando realizam descobertas.
Mas ele não era esse tipo de homem e pretendia realizar duas coisas.
A primeira tinha a ver com todas as coisas humilhantes que se diziam sobre as crianças com síndrome de Down – que a mãe havia tido um mal comportamento sexual ou que sua herança familiar era má.
Estas crianças eram escondidas, especialmente na França ou no resto da Europa.
Ele quis devolver a dignidade a estas crianças e a seus pais dizendo-lhes que estava em seu código genético e que não vinha de família nem de um mau comportamento.
Também foi a primeira vez que se descobriu que uma doença podia vir do código genético, de maneira que se abria a porta à medicina genética e à compreensão de que um cromossomo podia ser a causa de uma doença.
Seis meses antes da descoberta, dizia-se que era impossível que o código genético pudesse causar uma doença. Assim que ele conseguiu provar o contrário.
E a segunda coisa que queria era proteger aos não nascidos.
Era muito conhecido na França e muito conhecido também na comunidade científica porque ajudou a construir a primeira cátedra conhecida em genética em Israel e na Espanha e trabalhou com cientistas nos Estados Unidos. …
Em 1969, começou a campanha do ab**to na Europa (França) e Estados Unidos.
E desde que ele se declarou contra, fecharam-lhe todas as portas. Já não formou parte da atualidade. Ninguém o quis entrevistar quando realizou sua descoberta.
Creio que em 1971 foi aos Estados Unidos e realizou um discurso no Instituto Nacional para a Saúde e depois disto mandou uma mensagem a minha mãe, dizendo: “Hoje perdi meu Prêmio Nobel”.
No discurso, ele falou sobre o ab**to, dizendo, “vocês estão transformando seu instituto de saúde em um instituto de morte”. E isto não foi bem recebido.
Por isso ele foi tão odiado pelos partidários do ab**to. Era difícil lutar contra ele porque seus argumentos eram de base científica.
A vida começa no mesmo instante da concepção, quando os cromossomos da mãe e os do pai se unem para formar um novo ser humano, que é absolutamente único.
Todo o patrimônio genético está já ali. É como a música de Mozart na partitura. A vida inteira está já ali.
Aos dois meses, o embrião já tem tudo, as mãos, os olhos, o corpo. É um corpo muito pequeno, mas depois de dois meses o único que faz é crescer.
Meu pai quis criar esta fundação quando ainda estava vivo, porque ele sabia que teria que retirar-se e queria que sua pesquisa continuasse.
O tratamento real não existe na atualidade, já que os pesquisadores estão trabalhando em solucionar este problema genético.
O patrimônio genético das crianças é correto, simplesmente se repete como um disco arranhado.
Meu pai sempre dizia que uma criança com síndrome de Down é mais criança que outras; é como se não estivesse de todo acabado. Assim que se esse cromossomo (21) pudesse ser silenciado, a criança poderia ser normal.
E este é realmente o futuro da medicina, reparar o código genético. Portanto, não é descabido que possamos tratá-los algum dia.
A dificuldade esbarra em que se gasta muito dinheiro em realizar o diagnóstico e em matá-las, ao ponto em que se pudéssemos ter só uns 10% deste dinheiro para pesquisa, poderíamos já ter conseguido a cura.".
26/04/2019
Voltando de Salvador pela linha verde, esta placa me chamou atenção, resolvi fotografar. Acho válido, e porque não colocar também esta placa espalhada pelo Brasil a fora "Preserve a vida, proteja os bebês " Vida Sim! Ab**to Não!