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Photos from Educa vida's post 02/11/2022
Photos from Educa vida's post 25/10/2022

💉Como aplicar injeção intramuscular: passos, locais e dúvidas.🔬

💉A injeção intramuscular pode ser aplicada no glúteo, no braço ou na coxa e serve para administrar vacinas e alguns remédios, como o Voltaren ou o Benzetacil, diretamente no músculo.

💊Sempre que possível, a injeção intramuscular deve ser aplicada por um profissional de saúde, como um médico, enfermeiro ou farmacêutico, para garantir que a técnica é feita da forma mais correta.

🛀Quando a injeção intramuscular é aplicada de forma errada pode atingir estruturas próximas, como nervos ou vasos sanguíneos, resultando em sintomas e complicações, como dor, alterações da pele, infecções e até paralisia.

🌡Passo a passo da injeção intramuscular
Para aplicar uma injeção intramuscular devem ser seguidos os seguintes passos:

💉Passar uma gaze com álcool na pele no local da aplicação da injeção;
Fazer uma prega na pele com o polegar e o indicador, no caso do braço ou da coxa. Não é necessário fazer a prega no caso do glúteo;
Inserir a agulha num ângulo de 90º, mantendo a prega. 💊No caso da aplicação da injeção no glúteo, deve-se inserir primeiro a agulha e só depois juntar a seringa;
Puxar um pouco o êmbolo, para verif**ar se existe entrada de sangue na seringa. Caso isso aconteça, signif**a que se está dentro de um vaso sanguíneo e, por isso, é importante levantar ligeiramente a agulha e virar a sua direção um pouco mais para o lado, para evitar injetar o remédio diretamente no sangue;
Empurrar o êmbolo da seringa lentamente enquanto se mantém a prega na pele;🛀
Remover a seringa e a agulha em um movimento único, desfazer a prega na pele e pressionar com uma gaze limpa durante 30 segundos;
Colocar um band-aid no local da aplicação da injeção.
As injeções intramusculares, especialmente em bebês ou crianças pequenas, só devem ser aplicadas por um enfermeiro, farmacêutico ou médico treinados para evitar complicações graves, como infecção, abcesso ou paralisia.
🌡
Como escolher o melhor local
A injeção intramuscular pode ser aplicada no glúteo, no braço ou na coxa, dependendo do tipo de medicamento e da quantidade a administrar:

1. Injeção no glúteo
Para saber qual o local exato da aplicação da injeção intramuscular no glúteo deve-se dividir o glúteo em 4 partes iguais e colocar 3 dedos, na diagonal, no quadrante superior direito, junto à interseção das linhas imaginárias, como mostra a primeira imagem. Desta forma é possível evitar ferir o nervo ciático que pode causar paralisia.

Quando administrar no glúteo: é o local mais utilizado na injeção de medicamentos muito espessos ou com mais de 3 mL, como Voltaren, Coltrax ou Benzetacil.

2. Injeção no braço
O local da injeção intramuscular no braço é o triângulo assinalado na imagem:

Quando administrar no braço: geralmente é usada para administrar vacinas ou medicamentos com menos de 3 mL.

3. Injeção na coxa
Para a injeção na coxa, o local de aplicação situa-se na parte lateral externa, um palmo acima do joelho e um palmo abaixo do osso da coxa, como mostra a imagem:

Quando administrar na coxa: este local de injeção é o mais seguro, pois o risco de atingir um nervo ou vaso sanguíneo é menor, e por isso deve ser o preferido para alguém que tem pouca prática em aplicar injeções.

O que acontece se a injeção for mal aplicada
A injeção intramuscular mal aplicada pode causar:

Dor intensa e endurecimento do local da injeção;
Vermelhidão da pele;
Diminuição da sensibilidade no local da aplicação;
Inchaço na pele no local da injeção;
Paralisia ou necrose, que é a morte do músculo.
Desta forma, é muito importante que a injeção seja aplicada, de preferência, por um enfermeiro, farmacêutico ou médico treinado, de forma a evitar estas complicações que, em casos graves, podem colocar em perigo a vida da pessoa.

22/10/2022
22/10/2022

Doença Inflamatória Pélvica (DIP): o que é, sintomas, causas e tratamento

Revisão médica: Drª. Sheila Sedicias
Ginecologista
setembro 2022

A doença inflamatória pélvica é uma inflamação e infecção que atinge os órgãos reprodutores femininos e tem origem na va**na, progredindo e afetando o útero, trompas e ovários, se espalhando por uma grande área pélvica, e acontecendo na maioria dos casos como consequência de uma infecção que não foi devidamente tratada.

A doença inflamatória pélvica, também chamada de DIP, afeta principalmente adolescentes e jovens sexualmente ativas, com vários parceiros se***is, que não usam ca*****ha e que mantém o hábito de lavar internamente a va**na, já que essas situações podem provocar desequilíbrio da microbiota va**nal normal e aumentar o risco de infecções, principalmente por Chlamydia trachomatis ou Neisseria gonorrhoeae, que são as bactérias mais frequentemente associadas com a DIP.

Apesar de ser normalmente relacionada com infecções sexualmente transmissíveis, a DIP pode estar também relacionada com outras situações como a colocação de DIU ou endometriose, que é uma situação em que o tecido do endométrio cresce fora do útero. Saiba mais sobre a endometriose.

Sintomas de DIP
Os principais sintomas de DIP são:

Febre igual ou superior a 38ºC;
Dor no abdômen e na região pélvica, principalmente durante a sua palpação;
Sangramento va**nal fora da menstruação ou após a relação sexual;
Corrimento va**nal amarelado ou esverdeado com mau cheiro;
Dor durante o contato íntimo, principalmente durante a menstruação.
Na maioria dos casos, a doença inflamatória pélvica pode ser muito sutil, e nem sempre a mulher consegue perceber seus sinais e sintomas, favorecendo a proliferação dos microrganismos e resultando em maiores inflamações da região ge***al.

As mulheres que possuem mais chances de desenvolver esse tipo de inflamação são as que possuem entre 15 e 25 anos de idade, não usam ca*****ha em todas relações se***is, que possuem diversos parceiros se***is, e as que tem o hábito de usar a ducha va**nal, o que muda a flora va**nal facilitando o desenvolvimento de doenças.

Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico da doença inflamatória pélvica é feito a partir da observação e análise dos sintomas pelo ginecologista, além de outros exames que podem ser solicitados, como a ultrassonografia pélvica ou transva**nal, tomografia computadorizada, ressonância magnética ou laparoscopia, que é o exame que costuma confirmar a doença. Além disso, o médico pode indicar a realização da análise da secreção va**nal com o objetivo de identif**ar o microrganismo relacionado com a inflamação.

Estágios da DIP
A partir dos resultados dos exames de diagnóstico realizados, o médico é capaz de verif**ar o estágio da doença, sendo eles:

Estádio 1: Inflamação do endométrio e das trompas, mas sem infecção do peritôneo;
Estádio 2: Inflamação das trompas com infecção do peritôneo;
Estádio 3: Inflamação das trompas com oclusão tubária ou comprometimento tubo-ovariano, e abscesso íntegro;
Estádio 4: Abscesso tubo-ovariano roto, ou secreção purulenta na cavidade.
Dessa forma, ao identif**ar a gravidade da DIP e o agente infeccioso responsável, é possível que o tratamento mais adequado seja indicado.

Principais causas
A doença inflamatória pélvica está normalmente relacionada com a proliferação de microrganismos e ausência de tratamento adequado. A principal causa de DIP são os microrganismos transmitidos sexualmente, podendo, nesses casos, ser consequência de gonorreia ou clamídia, que são infecções causadas por Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, respectivamente.

Além disso, a DIP pode se desenvolver como consequência de infecção no momento do parto, introdução de objetos contaminados na va**na durante a masturbação, colocação de DIU a menos de 3 semanas, endometriose ou após a realização de biópsia do endométrio ou curetagem uterina.

Como é o tratamento
O tratamento para doença inflamatória pélvica pode ser feito com o uso de antibióticos por via oral ou por via intramuscular por cerca de 14 dias. Além disso, é importante repouso, ausência de contato íntimo durante o tratamento, nem mesmo com ca*****ha para dar tempo para os tecidos cicatrizarem, e a retirada do DIU, se for o caso.

Um exemplo de antibiótico para doença inflamatória pélvica é a Azitromicina, mas outros, como o Levofloxacino, Ceftriaxona, Clindamicina ou Ceftriaxona também podem ser indicados. Durante o tratamento é recomendado que o parceiro sexual também seja tratado mesmo que não tenha sintomas para evitar a recontaminação e a cirurgia pode ser necessária para tratar a inflamação das tubas uterinas ou para drenagem de abscessos. Entenda como é feito o tratamento da DIP.

Photos from Educa vida's post 22/10/2022

😱O que é AVC?

AVC é a sigla para Acidente Vascular Cerebral. Esse é o termo médico utilizado para o derrame, condição que afeta o suprimento de sangue, oxigênio e suprimentos que mantêm o cérebro em pleno funcionamento.

Quando o AVC ocorre, ele pode afetar uma ou mais áreas do cérebro, sendo que os neurônios, células que compõem o cérebro, podem acabar morrendo caso o AVC não seja tratado o mais rápido possível.

Como os neurônios não se multiplicam como o resto das células do corpo, a morte de um deles por conta do AVC pode gerar sequelas para o indivíduo, já que a função daquela célula não poderá ser realizada por alguma outra.

De forma geral, os primeiros três meses após o acontecimento do AVC são essenciais para avaliar a recuperação do paciente e aprimorar seu estado geral.

Existem diferentes tipos de AVC, sendo que cada um possui um tipo de tratamento e uma orientação médica a ser seguida. No geral, mais de 80% dos AVC são do tipo isquêmico, onde acontece algum tipo de obstrução ou entupimento em uma ou mais veias que suprem o cérebro.

Ter um AVC uma vez na vida não signif**a que isso não pode acontecer de novo, sendo que vários pacientes que já tiveram essa condição podem apresentá-la novamente.

Quais são os sinais de AVC?
Curiosamente, a pessoa que está tendo um AVC geralmente não percebe os sinais da doença. É por isso que todos devem saber identif**ar os sinais primários de AVC, auxiliando a pessoa que está passando por isso na hora de procurar um atendimento médico.

Os sinais de AVC são:

– Perda súbita de força;
– Formigamento de um lado do corpo, atingindo rosto, braço ou perna;
– Paralisia facial;
– Dificuldade para falar e para caminhar;
– Dor de cabeça forte;
– Perda de visão repentina em um dos olhos
– Vertigem;
– Convulsões;
– Desmaios;
– Desequilíbrio e
– Náuseas e vômitos.



Como é o diagnóstico de AVC?
Assim que o paciente apresentar um ou mais dos sintomas acima, ele deve ser levado a um pronto-socorro. Lá, o médico fará exames e te**es físicos para avaliar se há a possibilidade de o diagnóstico ser um AVC.

O paciente poderá realizar exames como uma tomografia computadorizada e uma ressonância magnética, que vão auxiliar o médico a determinar o tipo de AVC que ele sofreu.



Quais são os tipos de AVC?
Existem três tipos diferentes de AVC, sendo eles: o AVC isquêmico, o AVC hemorrágico e o AVC transitório, que também pode ser denominado de Acidente Isquêmico Transitório (AIT).

O AVC isquêmico acontece quando um dos vasos do sistema circulatório que fazem o suprimento de sangue e oxigênio do cérebro f**a entupido ou obstruído de alguma forma, por meio de materiais como placas de gordura e coágulos sanguíneos.

Já o AVC hemorrágico faz com que o paciente tenha um rompimento efetivo de uma ou mais veias de seu cérebro, causando um sangramento que pode gerar uma pressão no cérebro.

Por fim, o AVC transitório ocorre quando há uma interrupção temporária do fluxo de sangue ao cérebro, que pode acontecer por diversos motivos.



Como é feito o tratamento do AVC?
O tratamento do AVC é feito de acordo com o tipo de AVC que o paciente teve. Via de regra, esse tratamento é feito o mais rápido possível, para evitar que aconteça a morte de neurônios no cérebro, que podem trazer sequelas para sempre para o paciente.

No caso do AVC isquêmico, por exemplo, podem ser aplicadas medicações que dissolvem coágulos e entupimentos nas veias do paciente. Existe a possibilidade de retirada mecânica, por meio de procedimentos que inserem um cateter no cérebro do paciente e conseguem dissolver o entupimento no local, com agilidade e rapidez.

No AVC hemorrágico podem ser feitas cirurgias que removem o sangue que ficou no local e que pode estar causando pressão no cérebro.

No geral, o tratamento do AVC depende do paciente, do tipo de AVC e da extensão do problema.



Quais as sequelas do AVC?
O AVC pode deixar algumas sequelas no paciente, como dificuldades em se movimentar, em falar e em sentir um dos lados do corpo, além de problemas para entender o que lhe é dito, de reconhecer objetos comuns e de se lembrar de fatos de sua vida.

O paciente com AVC também pode sofrer de alterações no temperamento ou no comportamento em geral, além de depressão. As sequelas do AVC dependem diretamente da região do cérebro que foi afetada pela falta de suprimento sanguíneo.

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22/10/2022

💊O que faz um Farmacêutico Hospitalar?

Para quem busca seguir carreira na área de farmácia, saiba que existem vários setores de atuação além de trabalhar em uma drogaria. Você sabe, por exemplo, o que faz um farmacêutico hospitalar?

Ao fazer o curso de farmácia, o profissional pode atuar em farmácias ou laboratórios, mas esta área é ainda mais específ**a. Ela dá a chance de a pessoa trabalhar em hospitais públicos, privados ou filantrópicos. Mas siga com a gente que vamos falar tudo sobre este cargo!

O farmacêutico hospitalar atua em várias frentes e uma delas é com a logística dos medicamentos dentro da unidade. Isso é fundamental para o uso racional do medicamento, o que é bom para o paciente e para o hospital.

É uma área que abrange a parte técnica, assistencial e administrativa. Na técnica, o farmacêutico saberá quais medicamentos são necessários para o hospital. Na assistencial, o profissional atuará com o paciente, analisando a medicação.

Por fim, na parte administrativa ele cuida do estoque e situações de compra, como cotações.

A duração de um curso de farmácia é de cinco anos, em média, e o aluno estuda desde a composição e processo produtivo, até a assistência farmacêutica. Confira a seguir cinco funções deste profissional!

Assistência farmacêutica

O profissional tem como função atuar na assistência farmacêutica do hospital, o que conta com ações voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde. Isso é tanto de um paciente, como de toda coletividade.


Esta assistência busca educar o público mostrando que o medicamento é um insumo essencial e o seu uso deve ser racional. Assim, evita o desperdício e, o mais perigoso, a automedicação.

Cuidar da logística

Um hospital tem um gasto grande com medicamentos. O farmacêutico hospitalar pode atuar nesta área mais administrativa, cuidando da logística de reposição de remédios, compra, estoque e até mesmo a cotação de preço.

Manipulação ou produção

O farmacêutico hospitalar tem a função de manipular ou produzir o medicamento. O objetivo de manipular as fórmulas é entregar medicamentos com segurança e qualidade, adaptados à necessidade do paciente. Além disso, ao produzir, se torna estratégico e até mesmo econômico para o hospital.

Garantir a qualidade do medicamento

Como se trata da saúde da população, os hospitais sempre buscam a qualidade não só do atendimento, mas dos remédios usados. Essa é uma das funções do farmacêutico hospitalar, que deve se preocupar com a melhoria permanente dos produtos. É a cultura do controle da qualidade.

Ter sinergia com a equipe

O hospital é um ambiente complexo, com vários profissionais diferentes e ações multidisciplinares.

Tudo para atingir a melhora da saúde do paciente. Por isso, o farmacêutico atua em atividades intersetoriais, monitorando os efeitos adversos. Isso é ensinado no curso da farmácia, na grade curricular do curso.

22/10/2022

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