Instituto Sankofa

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O INSTITUTO SANKOFA é uma instituição de ciência e tecnologia que se dedica aos estudos afrikanos através do Sistema Mandombe.

Curso de Mandombe Online - Turma 504/2026 31/03/2026

📍 MANDOMBE PARA TODOS!

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Curso de Mandombe Online - Turma 504/2026 𝗜𝗻𝘁𝗿𝗼𝗱𝘂𝗰𝗮𝗼 Mandombe é ao mesmo tempo uma escritura e um novo sistema epistêmico afrikano surgido em 1978 para sistematizar o pensamento humano numa perspetiva afrikana. A 𝗘𝘀𝗰𝗼𝗹𝗮 𝗦𝗮𝗻𝗸𝗼𝗳𝗮, uma instituição académica que promove u...

04/03/2026

𝗖𝗨𝗥𝗦𝗢 𝗗𝗘 𝗠𝗔𝗡𝗗𝗢𝗠𝗕𝗘 𝗢𝗡𝗟𝗜𝗡𝗘 - 𝗜𝗡𝗦𝗖𝗥𝗜𝗖𝗢𝗘𝗦 𝗔𝗕𝗘𝗥𝗧𝗔𝗦!

𝗜𝗻𝘁𝗿𝗼𝗱𝘂𝗰𝗮𝗼

Mandombe é ao mesmo tempo uma escritura e um novo sistema epistêmico afrikano surgido em 1978 para sistematizar o pensamento humano numa perspetiva afrikana.

A 𝗘𝘀𝗰𝗼𝗹𝗮 𝗦𝗮𝗻𝗸𝗼𝗳𝗮, uma instituição académica que promove uma educação afrocentrada voltada para o renascimento intelectual, cultural e científico do continente afrikano, é pioneira no ensino de Mandombe, formando especialistas capazes não só de lerem e escrever Mandombe, mas sobretudo, capazes de articularem-se científ**a e academicamente nas línguas e sistemas gráficos afrikanos, conduzirem pesquisas e produzirem conhecimento científico e tecnologia dentro do novo sistema epistêmico, bem como na ciência cartesiana.

Fazemos-lhe um convite para embarcar connosco nesta 4ª Edição e descobrir esta ferramenta que irá transformar radicalmente a sua forma de ver e pensar ciência.

𝗜𝗡𝗙𝗢𝗥𝗠𝗔𝗖𝗢𝗘𝗦 𝗚𝗘𝗥𝗔𝗜𝗦 𝗦𝗢𝗕𝗥𝗘 𝗢 𝗖𝗨𝗥𝗦𝗢

A Primeira Temporada da 4ª Edição do Curso de Mandombe trás algumas inovações e curiosidades. Na presente edição, o curso poderá ser feito em duas modalidades e horários à escolha do formando. O material de apoio ao curso inclui videoaulas. Veja:

𝗠𝗼𝗱𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗲 𝗛𝗼𝗿𝗮𝗿𝗶𝗼𝘀
a) Curso Regular: 𝘚𝑒𝘨𝑢𝘯𝑑𝘢𝑠, 𝘘𝑢𝘢𝑟𝘵𝑎𝘴 𝘦 𝘚𝑒𝘹𝑡𝘢𝑠, 𝘥𝑎𝘴 20𝘩00 - 21𝘩30.
b) Curso Intensivo: 𝘚𝘢𝘣𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘦 𝘋𝘰𝘮𝘪𝘯𝘨𝘰𝘴, 𝘥𝘢𝘴 17𝘩00 - 19𝘩00.

𝗠𝗮𝘁𝗲𝗿𝗶𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗔𝗽𝗼𝗶𝗼
a) Manual do Curso (físico).
b) 35 Videoaulas (digital).
c) 1 Caderno Quadriculado (físico).
d) Slides de apoio às Aulas (digital).

𝗗𝘂𝗿𝗮𝗰𝗮𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝘂𝗿𝘀𝗼
O curso tem uma duração de 45 sessões, administradas em 4 meses.

■ 𝐼𝑛𝑖𝑐𝑖𝑜 𝑑𝑎𝑠 𝐴𝑢𝑙𝑎𝑠: 15 de Março de 2026.

𝗖𝘂𝘀𝘁𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝘂𝗿𝘀𝗼
O Curso tem um custo geral de 35.000,00 Kz subdividido em:
a) Aquisição do Material de Apoio: 15.000,00 Kz.
b) Mensalidade: 5.000,00 Kz.
c) Inscrição: Gratuita.

𝗡𝗢𝗧𝗔:
Instalar o Signal para ser adicionado ao Grupo da Escola e da Turma 504.

𝐴𝑑𝑒𝑟𝑖𝑟 𝑎𝑜 𝑆𝑖𝑔𝑛𝑎𝑙:
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Iɴsᴛɪᴛᴜᴛᴏ Sᴀɴᴋᴏғᴀ 2026




04/01/2026

Uma escola voltada para o Renascimento afrikano.

29/12/2025

CURSO DE MANDOMBE
Brevemente! Temporada 2026!

Liga-te à Frequência.

Iɴsᴛɪᴛᴜᴛᴏ Sᴀɴᴋᴏғᴀ 2025




09/08/2025

𝐎𝐒 𝐅𝐑𝐔𝐓𝐎𝐒 𝐃𝐎 𝐑𝐄𝐍𝐀𝐒𝐂𝐈𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎! | O Mandombe é um novo sistema epistemológico surgido na Áfrika Austral para sistematizar o pensamento humano numa perspectiva afrikana.

A Família de Bakwandwenga da 𝑁𝑠𝑎𝑛𝑑𝑎 𝑑𝑎 𝑆𝑎𝑛𝑘𝑜𝑓𝑎 está a cada dia a crescer. Um forte abraço para estes filhos e filhas do Sol!

Masono Mandombe Mambote?!

Iɴsᴛɪᴛᴜᴛᴏ Sᴀɴᴋᴏғᴀ 2025




24/04/2025

𝐔𝐌𝐀 𝐉𝐎́𝐈𝐀 𝐃𝐄 𝐈𝐌𝐄𝐍𝐒𝐎 𝐕𝐀𝐋𝐎𝐑 - 𝐇𝐈𝐒𝐓𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐃𝐀 𝐄𝐒𝐂𝐑𝐈𝐓𝐀 𝐄𝐌 𝐀́𝐅𝐑𝐈𝐊𝐀 | Em tradução livre Mandombe signif**a "o que pertence aos pretos" ou "feito à maneira dos afrikanos".

Assim, no campo da escrita dizer que o preto ou afrikano é agrafo foi uma tentativa do YURUGU rebaixar o imenso valor da jóia que pertence ao MUNTU. Pois que, quando olhamos para trás notámos com espanto o quanto de jóias em termos de tipos de escritas são de pertença e produção de afrikanos.
Quando o YURUGU diz que o MUNTU é àgrafo é um tremendo absurdo! Nunca, jamais o preto foi àgrafo. No campo da escrita, o MUNTU sempre esteve um (vários) passo (s) á frente quer seja na execução de pictogramas, ideogramas e Alfabetos.

É indiscutível o pioneirismo afrikano no que a escrita diz respeito, quando fazemos uma pequena incursão em torno deste pioneirismo desde os "Sistemas pré-gráficos" aos "Sistemas gráficos". Entre os sistemas pré gráficos temos as línguas, a provérbiologia, as pinturas rupestres.
Ao passo que nos sistemas gráficos encontramos os Ideogramas (Nsibidi, Adinkra, Sona, Lebombo); os Pictográmas (Wadi el-Hol, Medu Neter/Hieróglifos, Cuneiforme, Copta); por último os Gráficos ou Alfabetos (Shu-Mum, N'Ko, Mandombe).

Portanto, o terceiro e actual quarto da jornada histórica em busca da escrita em Áfrika nos leva até aos sistemas que prevalecem até hoje.
Dentre todos que podemos estudar o Masono Mandombe se destaca por poder ser capaz de ao mesmo tempo ser: Ideograma, Pictograma e Gráfico/Alfabeto. O Mandombe é como se fosse a revivif**ação do Medu Neter/Hieróglifos. Porque estudar o Masono Mandombe?

Todos os sistemas de escritas anteriores ao Mandombe sofreram a mesma pilhagem e enfraquecimento que nós sofremos e perderam a força. As sociedades que lhes deram vida e força, já não existem. Logo, você pode rebuscar os Sona Lunda Tchokwe, Hieróglifos, o Nsibidi ou os Bidimbu no antigo Kongo, eles simplesmente já não terão a força que tiveram, pois o arranjo social é outro.

Assim sendo, é necessário um sistema a altura dos tempos, sim, dos tempos e das realidades e o MANDOMBE cumpre com estas particularidades. O Mandombe Rebusca a nossa grandeza, abundância e graciosidade anterior nos fazendo compreende-la com profundidade necessária, ao mesmo tempo que nos faz adentrar no tempo e nos desafios de hoje, trazendo soluções à medida que mostra a vanguarda] da jóia de imenso valor [que nos aguarda] para desfrutar e deleitar-se!

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Ps: para o MUNTU a vida processa-se em dois planos ou ambientes. No físico e no metafísico. Quem ignora isso, terá dificuldades de aceitar, respeitar ou envolver-se com MANDOMBE. UMA JÓIA DE IMENSO VALOR

Iɴsᴛɪᴛᴜᴛᴏ Sᴀɴᴋᴏғᴀ 2025




23/04/2025

𝐍𝐀 𝐅𝐎𝐑𝐂̧𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐀𝐌𝐃𝐎𝐌𝐁𝐄 | No passado dia 21 de Abril do corrente ano na Nsanda Virtual, em companhia dos dedicados Bankwandwenga e do prestimoso Nkwamazayi, fomos inspirados a cultivar o "amor e obras excelentes".

Amor para compreender e valorizar com todas as nossas forças, o Mandombe — nossas línguas, sistemas de escrita, nomes, alimentação e toda a riqueza cultural que nos define e dignif**a!

As obras excelentes, enquanto Bankwandwenga, signif**am empenharmo-nos nos exercícios e leituras do manual Mandombe para Portugueses, além de explorarmos todo o material complementar, a saber: vídeos, textos e demais recursos.

Foi esclarecedor compreender a razão do título do manual. O Masono Mandombe, embora codif**ado inicialmente em Kikongo, não se limita a uma língua ou povo — assim como o método cartesiano é estudado em idiomas europeus e asiáticos sem questionamentos...
Superamos o preconceito do falso congocentrismo, entendendo que a sabedoria africana é umbilical e aberta a todos de bom coração.

É motivo de orgulho ver na Nsanda Virtual homens e mulheres de todas as regiões de Angola — sul, norte, leste e oeste — dominando não apenas o português, mas também línguas africanas, demonstrando que nossa identidade é plural e poderosa.

Aprender Masono Mandombe é reconectar-se com nossa ancestralidade umbilical e elevar nossa cientificidade espiritual. É um reset que cura o espírito, libertando-nos das amarras e dos enganos de quem tentou alienar e subjugar nossa graciosidade, potência e abundância. Sim, é possível viver do que é nosso — na academia e em todos os espaços — sem mendigar o que é de fora.

AVANTE, NA FORÇA DO MAMDOMBE
Iɴsᴛɪᴛᴜᴛᴏ Sᴀɴᴋᴏғᴀ 2025




Photos from Instituto Sankofa's post 27/02/2025

𝗗𝗘𝗕𝗔𝗧𝗘 𝗦𝗢𝗕𝗥𝗘 𝗔 𝗠𝗢𝗥𝗧𝗘 𝗗𝗔𝗦 𝗟𝗜𝗡𝗚𝗨𝗔𝗦 𝗡𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗜𝗦
𝑃𝑎𝑙𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎 𝑎𝑙𝑢𝑠𝑖𝑣𝑎 𝑎𝑜 𝑑𝑖𝑎 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑑𝑎 𝐿𝑖𝑛𝑔𝑢𝑎 𝑀𝑎𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 [21 𝑑𝑒 𝐹𝑒𝑣𝑒𝑟𝑒𝑖𝑟𝑜 𝑑𝑒 2025]

Já está disponível o vídeo da palestra de 21 de Fevereiro de 2025, 𝑫𝒆𝒃𝒂𝒕𝒆 𝒔𝒐𝒃𝒓𝒆 𝒂 𝒎𝒐𝒓𝒕𝒆 𝒅𝒂𝒔 𝒍𝒊𝒏𝒈𝒖𝒂𝒔 𝒏𝒂𝒄𝒊𝒐𝒏𝒂𝒊𝒔 a que o Grande Elefante foi convidado a tomar parte, na passada sexta-feira 21, pela Casa de Cultura e Artes Ubuntu.

Nesta palestra o Muntu defendeu que existe um deficit metodológico-epistêmico no ensino das Línguas Nativas de Angola, uma vez que segundo defende 'ainda não se ensinam as línguas nacionais nos espaços académicos, ensina-se é o português nas línguas nacionais."

Mbanza Hanza asseverou ainda que a morte das línguas nacionais é na verdade a morte "da nossa possibilidade de estabelecermos uma civilização", apresentando como solução para reverter este quadro o ensino e a adopção do Novo Sistema de Pensamento Afrikano, Mandombe. O Grande Elefante é defensor da unidade do nosso povo através de uma escrita ao invés de através de uma língua.

Para assistir à mesma, acesse o link abaixo:
https://youtu.be/2aCZX4YJSlI?si=RmEaxgtT-ahTsO98

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07/02/2025

MANDOMBE | Princípio de Espelho ou Lumwenu!

Princípio de Espelho ou Lumwenu é o princípio Mandombe que define a deslocação de um mvwala através do princípio de simetria axial, em duas perspectivas: axial horizontal e axial vertical.

É o princípio Lumwenu que governa a disciplina do NTUNGUNUNU que do Kikongo que dizer "descobrir, revelar" ou "acto de descobrir." Ntungununu é um método científico para a descoberta dos princípios cosmológicos que regem a construção das palavras da linguagem humana. Ou seja, é a ciência da palavra, sua origem, seus signif**ados, seus sentidos/construções e as suas relações com as demais palavras da família das línguas humanas. Ntungununu busca igualmente descobrir o passado remoto da humanidade do ponto de vista socio-linguístico e cultural através da filologia.

Um estudo que está a ser desenvolvido por Pesquisadores do Instituto Sankofa desde 2021, sugere que a medida que a quantidade de sílabas de uma determinada palavra aumenta, aumenta geometricamente na sequência de Fibonacci, a quantidade de novas palavras que ela pode gerar.

Este estudo sugere ainda que as línguas humanas têm um tronco comum e até um núcleo de palavras-base de onde derivaram todas as demais palavras que formam o mosáico linguístico da família humana. Os dados têm demonstrado que a diversidade na linguagem humana foi gerada aplicando aquilo que se conhece em Matemática como "Sequência de Fibonacci" para gerar novas palavras que não guardarão nem proximidade fonética, nem semântica com a palavra-base de origem. O referido estudo está a mapear o "DNA" desta engenharia que gerou as diversas línguas dos homens na terra.

Segundo os dados preliminares do estudo:
■ Uma palavra Mandombe de 0 sílabas [uma letra ou grafema na verdade], gera 4 outras letras;
■ Uma palavra de 1 sílaba, gera 16 novas palavras;
■ Uma palavra de 2 sílabas, gera 64 novas palavras;
■ Uma palavra de 3 sílabas, gera 1024 novas palavras;
■ Uma palavra de 4 sílabas, gera 65.536 novas plavras;
■ Já uma palavra de 6 sílabas geraria 4 triliões de novas palavras, ou seja, 4.398.046.511.104 novas palavras. Uma palavra de 8 sílabas seria expressa em 4⁵⁵ e se subissemos para uma palavra de 16 sílabas (embora não exista), não existe computador na terra para transcrever o número, ou seja, seria 4²⁵⁸⁴!

Demonstração da Função Ntungununu:
■ P(0) => 4¹ = 4 palavras;
■ P(1) => 4² = 16 palavras;
■ P(2) => 4³ = 64 palavras;
■ P(3) => 4⁵ = 1024 palavras;
■ P(4) => 4⁸ = 65.536 palavras;
■ P(5) => 4¹³ = 67.108.864 palavras.

Detalhes da Função:
■ P é a palavra;
■ (0, 1, 2, 3, 4, 5) é a quantidade de sílabas da palavra;
■ 4 é a base, uma vez que o Mandombe escreve-se em 4 posições diferentes e seus grafemas/letras têm valor trigonométrico (os zimvwala de Mandombe são de 0⁰, 45⁰, 90⁰, 135⁰ e 180⁰), cobrindo os quatro quadrantes de um círculo trigonométrico;
■¹ ² ³ ⁵ ⁸ ¹³ são os expoentes que crescem na base da sequência de Fibonacci à medida que o número de sílabas da palavra aumenta.

O estudo já conseguiu demonstrar até palavras de 3 silabas, estando a concluir a demonstração para palavras de 4 sílabas, 65.536 palavras. O trabalho ainda é feito à mão e de cabeça, a fim de que a lógica de progressão seja percebida na sua plenitude para que se possa desenvolver um software para lidar com isso e tornar a pesquisa mais célere, incisiva e dinâmica.

A IMAGEM ILUSTRATIVA
A imagem que acompanha esta publicação mostra o palco onde tudo isso se dá. Os que dominam a escritura Mandombe conseguem identif**ar as posições de escrita distribuídas no círculo trigonométrico aplicando o Nkawu-a-Lulendo.

Não se assuste, no Mandombe matemática, sintaxe e trigonometria podem intercambiar-se numa bela paz sem causar stress a ninguém. A pessoa pode f**ar a navegar nestas áreas sem sequer se aperceber que está a navegar em campos muito profundos e complexos na ciência cartesiana!

Escolhemos como palavra de estudo a palavra Umbundu SUKU. Aplicando ela ao Nkawu-a-Lulendo, o princípio de espelho que estamos a analisar, onde as linhas cruzadas representam espelhos que reflectindo, levam a palavra SUKU do primeiro quadrante (Nkenge) ao quarto quadrante (Konzo); o contrário também vale.

É interessante notar o resultado que se obtem no terceiro quadrante (Nkandu) que f**a à diagonal do primeiro (Nkenge). A palavra SUKU neste quadrante gerou MUTU, palavra Kimbundu para pessoa, ou seja, MUTHU, que quando nasalada, leva à palavra Kikongo MUNTU.

Com este resultado podiam terminar as discussões e teimas em torno da tese de que o Muntu é Suku ou Nzambi. Aqui temos apenas as primeiras 4 palavras das 64 que a palavra SUKU gera.

Muitas palavras podem não fazer sentido na sua língua, mas não é porque elas estejam erradas ou não existam, elas são só palavras de outras línguas mundo afora.

Tem dúvidas? Pesquise pelas duas outras palavras na imagem, que não foram exploradas, no Google e admire-se por favor!

SÓ PARA ATIÇAR A SUA CURIOSIDADE
LUNU por exemplo, que está no segundo quadrante (Nsona) é um método de pagamento e uma Start-up financeira na Alemanha, Berlin, chamada Lunu Pay criada em 2018 por dois empreenderes tecnológicos Artem Shaginyan e Petr Vishnyakov. Artem e Petr exploram as facilidades que os blockchains podem oferecer no mercado financeiro das criptomoedas. Continue lendo aqui: https://lunu.io/company

VUPU no quarto e último quadrante (Konzo) é um nome/apelido muito comum na Índia. É título de uma música de um cantor indiano chamado NaveenRobot. Assista aqui: https://youtu.be/ACpEqjlOEtg?si=8V9Txt8LKq2Flfh9

Como pode ver, só o Mandombe nos pode proporcionar tamanha façanha. Onde teríamos imaginado que existe na Alemanha uma Start-up chamada Lunu, ou que Lunu seja a palavra Suku oculta?!

Vemos que através da palavra SUKU, saímos do Huambo, fomos para Malanje (com uma breve pausa em Mbanza Kongo) e zarpamos depois para Berlim tendo finalizado na Índia. E você ainda assim, acha que o Mandombe veio para te colonizar!😅 Nossa raça wawe, twafu! Mandombe veio é para te dar poder!✊🏿

~ 06 de Fevereiro de 2025.






20/09/2024

MANDOMBE | Uma herança ancestral que vive entre nós!

No documentário "Jogo de Corpo - Capoeira e Ancestralidade", um filme de 2014 que conta a história do Mestre Cobra Mansa que procura entender a sua herança afro-brasileira, e em particular explorar a ancestralidade da sua arte, a capoeira, uma exploração que o leva até ao Sul de Angola em busca do mito que vincula a capoeira a uma lendária luta ancestral angolana chamada Engolo – a dança da zebra, fascina-se ao chegar a povoados remotos no sul de Angola onde lutadores de engolo lhe ensinam “a arte de se dobrar com o vento” e falam dos “antigos” que entram no jogo incorporando os seus antepassados.

É um documentário muito rico, pois além de encontrar outras lutas que lhe trazem a memória as brigas de rua da década de 1970 no Brasil, no sul de Angola ele também descobre arcos musicais parecidos com o berimbau brasileiro, o instrumento tocado pelos capoeiristas.

O que não ficou para trás e que nós, Renascentistas Afrikanos através do Novo Sistema de Pensamento Mandombe, foi reparar que, a partir do minuto 01:14:00, enquanto se narra a preparação dos ritos de iniciação feminina, ainda vivos no Sul de Angola, as cestas onde se prepara a massambala para a cerimónia tinham entre as figuras de adorno trançadas nelas, os dois elementos fundamentais da escritura Mandombe: PAKUNDUNGU e PELEKETE!

Nós não vemos outras palavras para descrever esse achado senão dizer simplesmente que o Mandombe é uma herança ancestral que vive em nós sem o sabermos!

Link para o documentário "Jogos de Corpo", que ganhou 6 prémios:

https://youtu.be/HD2PPxL6-j8?si=AR6HZ62C-o3SsbST





31/03/2024

UMA CARTA | de amigo para amigo.





08/03/2024

MANUAL DE MANDOMBE | Já está em formato livro, o manual de ensino e aprendizagem da escritura Mandombe.

Está feito e intitula-se "Mandombe para Portugueses", justif**a-se:

"A primeira edição do Manual de Ensino de Mandombe redigido em português, publicado em Abril de 2021 intitulava-se «Mandombe para Todos». No entanto, a partir da presente edição, a Comissão de Redacção do Kangu dya Masono Mandombe Angola e suas Instituições Associadas alteraram o seu título com a seguinte justif**ação:

A Comissão de Redacção do Kangu dya Masono Mandombe Angola e suas Instituições Associadas designam o Manual de Ensino de Mandombe redigido em Português como «Mandombe para Portugueses», no estrito espírito de que todos aqueles que só se podem articular e manifestar a sua intelectualidade através da língua portuguesa, são por essência portugueses, ainda que factores biológicos ou geográficos não concorram para este desiderato»." in Justif**ativa do Título, p. 08





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