Ti'Elsa Explicações

Ti'Elsa Explicações

Comentários

A ave favorita dos meninos do Centro!
Muitos parabéns!!!! :)
Parabéns a esta equipa fantástica!!! Adoro-vos!!!!😘
Quero vos agradecer o empenho e dedicação que tiveram para com a minha filha Nicole Santos e os resultados do vosso trabalho juntamente com ela é este graças a deus...mto obrigada de ❤
Todos os dias vocês têm um trabalho extraordinário com as nossas crianças...hoje agradeço vos em especial por complementarem todos os dias a felicidade dos nossos pimpolhos! Um beijinho muito grande para todas ♡ E um extra especial para a Mena Rodrigues por toda a sua dedicação..e paciência para os meus horários difíceis de lidar ♡♡♡ Bem hajam :)
♡♡♡♡[
Resumos gratuitos.

Um novo sítio para aprender!

Funcionando normalmente

Hoje agradecemos aos pais do Afonso Gomes pelo dia que nos proporcionaram.
Carlos Gomes e Sandra Gomes muito obrigada de todos os meninos

Hoje dormimos todos juntos 😝😜😅

Hoje foi dia de visitar a família 🤣😂👀😝

Mais sobre o dia de hoje

A nossa aventura

Um dia para não esquecer ❤️😍

Hoje viemos até a uma das zonas mais bonitas da nossa região

De ❤️cheio

Que dia maravilhoso

Agora protegidas mas com estilo

Uns jogam outros rebolam

Depois do almoço

Hoje viemos picnicar no parque da paz

Aula de capoeira

Ontem foi um dia muito diferente🤪😊mas divertido. Tivemos uma demonstração de capoeira com o contra-mestre Bruno Marinheiro. Os nossos meninos adoraram.
Queremos agradecer ao Bruno Marinheiro a sua disponibilidade e boa disposição para os nossos 🧒

Terminou mais uma semana 💖
Tivemos entrega de projetos, um quiz🔝🔝🔝
Um aniversário 🎂parabéns Diego, que a vida te sorria sempre 🎈🍰🎉🎁
E muitos, muitos mergulhos 🏊 🏊‍♂️ 🤽‍♀️.
Uma semana maravilhástica😜😍🤪❤️

E hoje começamos as nossas férias ❤️😍🏊🏊‍♂️🤽‍♀️
Depois de muito trabalho e esforço todos passámos de ano e conseguimos superar as nossas dificuldades.
Agora só diversão 🏊🎊🔝😜🤪💪

“Praticar o bem sem olhar a quem”

Este ideal devia estar incutido em todos nós, para podermos ajudar quem mais precisa.
Na sexta-feira, explicámos aos nossos meninos que nem toda a gente tem a sorte de ter tudo o que precisa, e que a nossa ajuda é fundamental para melhorar a vida de outras pessoas. Os nossos meninos perceberam a mensagem e com a ajuda dos pais trouxeram bens essenciais (alimentos, produtos de higiene feminina, produtos de higiene, detergentes), brinquedos e livros, também essenciais para que outras crianças possam brincar e aprender com o que já os fez muito felizes.
Gostaríamos de agradecer a todos os pais e aos nossos meninos que se juntaram a nós nesta iniciativa de tentar ajudar quem mais precisa.
Gostaríamos também de deixar um apelo para que reutilizem brinquedos, livros e roupa que já não utilizem e que poderão fazer falta a outras famílias, e salientar que o nosso centro é um espaço seguro para todos aqueles que precisam e para serem deixados esses mesmos bens para que sejam entregues em instituições que precisem.

Obrigada novamente a todos pela ajuda que, todos juntos, pudemos dar. 💖

Quando somos mimados pelos pais dos nossos meninos😍💖❤️🎂obrigada Ana candeias

E chegou ao fim a primeira semana de férias 🤪🙏 tivemos muita diversão, gincanas, ⛹️‍♀️🚶🤾‍♂️, passeio sobre rodas🚴‍♂️⛸️ e terminamos a cozinhar👩‍🍳👨‍🍳.
Foi muito bom

Tarde sobre rodas

Que se passou aqui hoje??? 🤔 🤔 🤔

E hoje brincamos muito 🤩😍🥳 que saudades 💖🤪🤪

Vem divertir-te connosco. 🤹‍♀️🤸‍♂️🚴‍♀️🧗‍♀️🚣‍♂️🤽‍♂️🏊‍♂️

Vamos adoçar o fim de semana 😍

Entregas ao domicílio, vamos adoçar o final de semana 😍

Mas ainda temos os que trabalham em casa, o cuidado nunca é demais

E no final da primeira semana só temos alegria no coração.

Voltamos mais fortes e cheios de energia ♥️😍🤩🙏

O regresso

Depois de três longos meses de portas fechadas vamos finalmente poder reabrir e receber os nossos tesouros em segurança e em conformidade com todas as indicações da DGS.
Sem abraços e beijinhos, mas com muito amor, ansiosa para vos receber de volta.
Até segunda meus amores.

Para tornar a vossa quarentena um pouco mais doce 🍬🍭

⚠️ NOVIDADE ⚠️

Temos surpresas para vocês para o dia da mãe 🤩

🍭 Bolos de gomas
🍭 Espetadas de gomas personalizadas
🍭 Caixa brinde com 6 items sortidos
🍭 Caixinhas de gomas personalizadas

Fazemos entregas ao domicilio em Fernao Ferro, Pinhal de Frades e Quinta do Conde 🛵

Parabéns 🎊 Rúben

A distância não nos impede de felicitar quem amamos.
Parabéns Rúben

[04/03/20]   Os Colégios, os pais e os afetos

A ordem de encerramento das escolas, veio pôr à prova a estabilidade, ao nível do relacionamento interpessoal, dos colégios.
Na sua grande maioria, os colégios comunicaram aos pais que, no mês de Abril teriam de pagar mensalidade. Uns solicitaram-na por inteiro, enquanto outros aplicaram reduções de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, etc. Pelo que me é dado a observar, a maioria aplicou uma redução. Chegamos assim à primeira fase desta “Ode aos Colégios".
O choque
Espantados, ofendidos e magoados, muitos pais reagem de imediato. Compreende-se. A mais comum das reações parece ser: “Como se atrevem a pedir mensalidade se não nos estão a prestar nenhum serviço?"
Este comentário encerra uma visão unilateral do problema que, apesar de legítima, vai ser o ponto de partida para problemas e desorientações várias que se seguirão.
Perante esta questão que os pais colocam, os colégios lá vão dizendo que foram mandados fechar e que, se os pais não pagarem não conseguem aguentar o barco.
Não me parece correto os colégios pedirem a mensalidade por inteiro.
Tudo isto tive oportunidade de assistir, no jornal da noite da SIC, onde muitas opiniões, incluindo da DECO, tive oportunidade de assimilar.
O problema
O problema é que existe um contrato. Esse contrato tem duas partes e ambas se obrigam a missões especificas. Uma parte presta o serviço à criança e a outra parte paga o mesmo. O contrato tem uma duração correspondente ao ano letivo. Os pais dizem que o serviço não está a ser prestado, logo não devem pagar.
Permitam-me que acrescente o seguinte:
Não é só o colégio que não está a prestar o serviço na sua plenitude, as crianças também estão impossibilitados de o frequentar. Ou seja, ambas as partes do contrato estão impossibilitadas de lhe dar aplicação. E isto não deve ser reduzido a opiniões frias do direito.
A visão seca de que o colégio não está a prestar o serviço, logo não tem direito a receber nada, omite o facto de também as crianças não poderem frequentar o mesmo, porque o estado de emergência as obriga a estar ausentes desse mesmo serviço. Ambas as partes estão obrigadas, por ordem do governo, a estarem distantes uma da outra. Será boa ideia apontar os dedos em riste às direções dos colégios?
Já imaginou um colégio vir dizer “não temos culpa que as crianças não apareçam”? Por outras palavras é o que muitos pais estão a dizer: “Não temos culpa que não prestem o serviço”!
Imaginem um proprietário de um colégio, usando a mesma argumentação dos pais, ir dizer à senhora da cozinha:
- Dª Antónia. Eu contratei-a para cozinhar não foi?
- Foi.
- Mas a senhora não me está a prestar esse serviço, pois não?
- Realmente não.
- Então não lhe pago.
E esta visão vai ser o ponto de partida para aquilo que acho que vai acontecer. E não vai ser bom.
No espirito do lay off, a empresa suspende os contratos de trabalho e paga uma parte ao trabalhador. No caso das famílias, pretendem a suspensão do contrato mas sem pagar nada ao colégio.Todas as posições são legitimas e compreendo-as.
Está assim encontrado o caminho para a rutura dos colégios.
Passemos à prática
Imagine um colégio com Creche e Jardim de Infância (privado, sem apoios do estado por aluno). Tem crianças do Berçário aos 6 anos, num total de 100. Vejamos dois cenários distintos.
A. As familias foram informadas de que têm de pagar a mensalidade por inteiro (tirando a alimentação e as extra curriculares). Oitenta por cento das famílias reage dizendo que não. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço. Começa o conflito.
B. As familias foram informadas de que têm de pagar 50% da mensalidade (tirando a alimentação e as extra curriculares). Trinta por cento das famílias reagem dizendo que não. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço. Começa o conflito.
Os grupos de whatsApp começam a deitar fumo, tal é a atividade. Os pais de sala juntam-se, fazem-se discursos inflamados, juras de posição comum e avança-se para conflito com o colégio. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço, é este o argumento. Tomam-se posições de força e o colégio começa a não conseguir gerir a situação.
Os dias, até à data limite do pagamento da mensalidade, vão-se sucedendo. Umas famílias fazem o pagamento e outras não, visto serem da opinião de que não o devem fazer. Está encontrada a primeira divisão. Os que pagaram e os que não. Está instalado o primeiro grande problema, a cisão.
Segunda quinzena de abril
A segunda metade do mês vai ser o da consolidação do conflito. Ou seja, o colégio dá-se conta que metade das pessoas pagaram. E começa a fazer contas. Apercebe-se que, caso se incompatibilize de vez com os que não pagaram vai perder metade dos clientes. Fica sem saber o que fazer pois, os que pagaram merecem-lhe respeito e consideração. O tempo continua a passar e o colégio está inundado de emails a dizerem: “Quando a criança voltar ao colégio logo retomo os pagamentos”. Irados, muitos responsáveis de colégios vão adoptar posições igualmente extremadas, do género: “Queira então cancelar a matricula do seu filho!!" O conflito assume proporções maiores, consolida-se e muitos pais vão responder: “É para já! Não quero mais ter o meu filho numa instituição que não é solidária connosco e insiste em pedir dinheiro por uma serviço que não presta!"
Chega o final do mês de abril e o colégio vai contar espingardas. Apercebe-se que - das 100 crianças - 50 pagaram, 30 bateram com a porta e 20 nem se manifestaram. O problema agrava-se.
Mês de Maio
- Não achas que fiz bem em rescindir com eles? - pergunta o pai
- Claro que sim. Onde é que já se viu quererem dinheiro sem fazerem nada? - responde a mãe
Dão-se então conta de que precisam de solução. Há que procurar um novo colégio, na zona de residência da família ou nas zonas de trabalho de ambos. Afinal de contas assim que puderem ir trabalhar, a criança tem de ficar nalgum lado. Depois de várias pesquisas e pedidos de opinião a amigos, reuniram 2 hipóteses. Começam os contactos. Claro que só vão poder visitar quando isso for possível. Desdobram-se em visitas aos sites e às paginas de facebook e insta dos colégios alvo, para melhor os conhecerem. Mas…pasme-se, vão poder ler muitos comentários dos pais irados desses colégios, aos quais também foi pedida a mensalidade ou parte dela. Nesse momento apercebem-se de que apenas estão a fazer fuga geográfica e não uma fuga ao paradigma.
Durante o mês de maio, todos os colégios do país vão ter menos alunos ativos em sistema (mesmo fechados). Todos. Até porque, nalguns casos há mesmo famílias que, infelizmente, ficaram sem rendimento. Mas as crianças continuam a existir, continuam a precisar do serviço e os pais continuam a precisar de solução para elas, assim que puderem ir trabalhar. Quer isto dizer que em maio o país terá uma mole flutuante de crianças sem vinculo a nenhuma Creche ou Jardim de Infância.
O final do mês de maio vai ser particularmente dramático para muitos colégios. Porquê?
Porque em abril aderiram ao lay off para tentar aguentar o navio.Os contratos de trabalho do colégio ficaram em suspenso, o trabalhador está em casa e recebe 65%. Deste valor a Segurança Social suporta 70% e a empresa proprietária do colégio os restantes 30%. Até aqui tudo certo. Só que como os colaboradores foram para lay off, os mesmos não podem ser dispensados (por despedimento coletivo ou por extinção do posto de trabalho) durante o processo, nem nos 2 meses seguintes. Acontece que no final do mês de maio, os colégios vão aperceber-se que, o equivalente a duas das suas salas desapareceu. Duas salas representam quatro colaboradores. E aí agudizam-se as ansiedades. Como é que vão aguentar o barco na reabertura, se perderam 30% da receita? Não vão. Ninguém aguenta uma perda de 30% de faturação e durante ainda 2 meses, não poder fazer ajustes nos recursos humanos.
Reabertura dos estabelecimentos
Quando tal acontecer a família que rescindiu contrato com o colégio, vai fazer a inscrição num novo estabelecimento. Faz a visita, paga a inscrição, paga o seguro escolar, paga a mensalidade e começa uma nova vida. Mas não faz a mínima ideia, de quanto tempo esse colégio vai estar em funcionamento.
O colégio que essa família deixou para trás lambe as feridas, começa também ele a aceitar novas inscrições. Pasme-se, são inscrições de famílias que ficaram iradas nos seus anteriores colégios, porque lhe pediram 50% da mensalidade. É isto que vai acontecer, uma autêntica dança de cadeiras das famílias que não conseguem ou não querem agora em abril, contribuir pelo menos com uma parte da mensalidade.
Passados dois meses sobre a reabertura, muitos colégios vão fechar. Infelizmente, os dois meses em que não puderam ajustar os recursos humanos, dispensando os que ficaram sem sala, vão matá-los.
Mas ainda acontece mais um pormenor. Trata-se das famílias que não contribuíram com parte da mensalidade e vão querer regressar. E agora? O que faz o colégio? Por um lado, não é justo para com os que aguentaram e pagaram mesmo com o colégio fechado, por outro precisam do regresso dos mesmos. Problema!!
Neste momento, educadoras, auxiliares, cozinheiros, vigilantes e administrativos dos colégios, estão nas mãos dos níveis de bom senso, que as partes conseguirem injetar. Pensem neles.
Não me parece correto as Creches e Jardins de Infância quererem receber a totalidade da mensalidade, mas também não me parece correto as famílias não quererem contribuir com uma parte. Entendo os argumentos das partes mas, vão ter de injetar mais bom senso e compreensão mutuas. Os colégios devem perceber que nesta altura, cada caso é um caso. É mesmo verdade que há famílias que ficaram sem rendimento. Por outro lado, as famílias devem entender que, não é só o colégio que não está a prestar o serviço, elas próprias estão impedidas de frequentar esse mesmo serviço, que é suposto ser prestado e que contrataram. Talvez o legislador deva dar um contributo, se tudo isto se extremar.
Por favor, não se esqueçam da criança. Ela apenas quer voltar para a sua referência afetiva!!

Francisco Alvernaz
(Diretor Geral da Forbrain)

Nota: este texto pretende apenas ser um contributo, para que as partes consigam, no meio de tanta dificuldade e incerteza, um entendimento que não coloque em causa o equilíbrio emocional das crianças. Esse equilíbrio é a nossa preocupação.

[03/13/20]   O centro de estudos Tielsa informa que a partir de segunda-feira dia 16/03 e tal como ordem do governo irá fechar até ao fim do mês.
Estamos disponíveis para qualquer assunto através do número de telemóvel 967916109 e do e-mail.
Obrigada a todos pela compreensão.

Que este dia tão especial seja quase tão bonito como tu.
Feliz dia da mulher a todas as mulheres do mundo

Dia dos afetos

Feliz dia dos afetos

Antónia Tobias - Psicóloga Clínica e da Saúde

Infelizmente é verdade!!!!!
Porque é que somos assim para quem devíamos amar incondicionalmente?????

😕

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Quem terá ganho 🤔🤔🤔

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Esta página destina-se a quem pretenda aprender a tocar um instrumento musical e integrar a nossa formação, constituída por músicos da nossa escola