ALer+ na Espjal

Página do projeto aLer+ da Escola Secundária Professor José Augusto Lucas, de Linda-a-Velha

“Imaginem como seria se todos os jovens gostassem de ler!” O convite foi dirigido na sessão de apresentação do aLeR+, em 2008, a uma assistência composta maioritariamente por trinta e três Escolas, escolhidas para lançar o projeto. Nós estivemos lá. Promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Leitura, e a Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, a iniciativa resultou da parceria com o National Reading Trust, do Reino Unido, contando com o apoio da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular e da Fundação Calouste Gulbenkian. Conferencistas nacionais e estrangeiros mencionaram então o que os mais diversos estudos têm confirmado, e que a nossa observação deixava suspeitar: a estreita associação entre o gosto pela leitura e o sucesso escolar, a importância do envolvimento de toda a escola e de todos os elementos da comunidade escolar, na promoção do prazer de ler, o papel determinante desempenhado pelas famílias, na aquisição e sedimentação dos hábitos de leitura. Algumas linhas orientadoras do aLeR+ · Colocar o prazer de ler no centro dos esforços da escola para elevar os níveis de aprendizagem e o sucesso dos alunos. · Envolver na promoção da leitura toda a comunidade escolar: professores, funcionários, pais, bibliotecários, animadores, autarcas, etc. · Trabalhar em parceria com as famílias para estimular a leitura em casa. · Assegurar o máximo de visibilidade à leitura em contexto escolar. Graças ao novo enquadramento assegurado por este projeto, desenvolvemos um conjunto de atividades muito diversas, e muitas outras irão acontecer, graças à estreita colaboração entre as equipas coordenadoras do projeto aLeR+, da Biblioteca, da direção da ESPJAL e de um grupo crescente de professores, alunos, funcionários e encarregados de educação. As equipas da Biblioteca e aLeR+ Adélia Simas, Ana Páscoa, Elisa Costa Pinto, José António Pacheco, Luísa Fragoso, Margarida Santos, Maria Machado, Maria João Cortegaça, Paula Fonseca

publico.pt

Morreu Albert Uderzo, o ilustrador que desenhou Astérix para o mundo

publico.pt Aos 92 anos, desaparece o co-autor de Astérix, Obélix e dos irredutíveis gauleses.

O Poema Ensina a Cair - Ainda

E ELES?!

Dia Mundial da Poesia.
Catarina Furtado lê Mahmoud Darwich.
Obrigada, Catarina.

O Poema Ensina a Cair - Ainda

Obrigada, Joana Pontes.

Não devemos sair de casa mas podemos partilhar poesia. Pedimos a alguns amigos para dizerem um poema. Mariana, a Miserável usou a sua arte para dizer Manuel António Pina.
Obrigada, Mariana.
Ficou mesmo bonito ❤️

Bode Inspiratório

MÁRIO DE CARVALHO LANÇA "RAIOS E CORISCOS".

CAPÍTULO 1 – RAIOS E CORISCOS

Por Mário de Carvalho

- Chame-me Ricardo. Ou Professor, se quiser. Mas isso de Rick é que não! Tenha lá paciência.

Pousados os papéis no tampo da mesa, o Professor olhava Teresa bem de frente, em suspenso durante uns instantes, marcando a diferença de gestos em relação à turbamulta, rápida e despachada dos últimos dias. A rapariga descaiu-se numas desculpas tímidas, sumidas. O Professor voltou a mergulhar e a azáfama continuou. Teresa era nova na equipa. Não sabia que com aquele chefe não se brincava.

Seria uma centena, uma centena e meia de cientistas a trabalhar naquele exíguo espaço. Tinham alteado o solo enrugado da caverna, com espeques de pau e construído um estrado sobre que se erguiam os gabinetes, delimitados por placas de vidro ou pela presença desconforme das grandes máquinas que impunham a sua dimensão. Ao fundo, no lugar mais distante da caverna, onde ela derivava para outras aberturas e câmaras escondidas, empinava-se o gabinete do professor, breve como os demais, tendo ao lado uma pequena sala de reuniões, com mesa corrida e quadro electrónico.

Toda aquela extensão fervilhava de gente, de bata branca, papéis e tabletes na mão, deslizando pelos corredores, concentrando-se em frente dos múltiplos monitores, confrontando dados com rapidez e empenho.
Lúcia, dedilhando no teclado, não resistiu à urgência dum comentário pessoal:

- Praticamente três anos juntos, e o tipo, em me vendo, é como se me não conhecesse!

A colega estava ao par da história e sabia como ela se sentia magoada.

- Bem vê. Emergência! As coisas depois voltam ao normal…

Dizer por dizer. Espontânea solidariedade. Na verdade, não haveria ocasião de aprofundar.

A jovem Teresa, pelo corredor fora, procurava esconder as lágrimas. No gabinete contíguo à entrada, os da equipa mais jovem tentaram consolá-la:

- O Professor é mesmo assim. Nada de pessoal. Anda pior desde que a Cacilda o deixou.

- Como assim?

- Foi uma fita, lá na faculdade, raios e coriscos... Não ficou uma cadeira inteira. Olhem, falai no Diabo...

A Professora Cacilda entrava, lentamente, pelo corredor, no seu trajo de estrada, prateado, carregada com o capacete de mota e diversos sacos. Atrás dela, um pobre diabo, manifestamente admirado por se encontrar ali, transportava, em esforço, uma grande caixa. Cacilda atirou o capacete e uns sacos para dentro do seu gabinete, ao passar por ele, e disse ao homem que continuasse, até ao fundo.

- É preciso ajuda? – Perguntaram-lhe.

- Obrigada, – respondeu ela cortesmente – Isto vai.

Todos esperavam que o encontro entre Cacilda e o Professor Ricardo pudesse resultar em contenda, num estremeção que aliviasse a monotonia daquelas tarefas. Mas não: O Professor levantou-se, recebeu-a cortesmente, ajudou o homem a colocar o pacote sobre a mesa, e disse apenas, em voz baixa e indiferente:

- Obrigado, Professora. Por favor, fique.

Não tardou a convocar todos os chefes de equipa ao seu espaço de reuniões:

- Querem saber as potencialidades deste aparelho? –
Começou, apontando para o embrulho sobre a mesa.

Dia Mundial da Poesia

Ana Hatherly (1929 - 2015)

ÁRVORE DA POESIA

Todos os anos celebramos o Dia Mundial da Poesia, mas a festa mais bonita foi, provavelmente, em 2011, quando a João Cortegaça plantou a árvore, em papel e pano, e a escola inteira a cobriu de poemas.
[A foto foi retirada do sítio do aLer+ na página da ESPJAL, onde o álbum já não está acessível; o campo de flores foi da lavra da Dolores, da Suzete e do Mário.]

Bode Inspiratório

O PRIMEIRO, MÁRIO DE CARVALHO, JÁ ESTEVE NA NOSSA BIBLIOTECA, QUEM MAIS?

Quarenta (ou mais) escritores enclausurados escrevem para leitores também eles enclausurados. Dia a dia, capítulo a capítulo, a fingir que rompemos as paredes das casas e nos encontramos nas linhas deste folhetim... Está quase a começar, mantenham-se em estado de alerta

Bode Inspiratório

A LITERATURA CONTRA O MEDO
40 escritores em folhetim diário.

Fazer dos nossos sofás as nossas trincheiras pareceu-nos pouco. Mais de 40 escritores e artistas plásticos juntaram-se para vos apresentar, a cada dia, um capítulo daquele que será o grande documento dos tempos do isolamento social.

A NOSSA RUA

Foi a primeira mulher a dar aulas numa universidade portuguesa e uma das primeiras a entrar para a Academia das Ciências de Lisboa. Carolina Michaëlis, nascida neste dia 15 de Março, em 1851, crítica literária, escritora e linguista, teve um papel determinante na mediação entre a cultura portuguesa e a cultura alemã, sendo autora edições críticas e comentadas das Poesias de Sá de Miranda, Vida e Obra de Luís de Camões ou de uma história da literatura portuguesa, em edição alemã. Nasceu em Berlim, mas foi em Portugal que viveu grande parte da sua vida, no Porto, com o historiador de Arte e musicólogo português Joaquim de Vasconcellos.

#CarolinaMichaëlis #culturaemcasa

pnl2027.gov.pt

Anti quarentena de Leituras

pnl2027.gov.pt Dia 16 de março - Atividades em Família

Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S. A.

«Livros para a quarentena» - consciente de que muitos de nós estaremos nos próximos tempos em isolamento social, a Imprensa Nacional dá cumprimento à sua missão de serviço público, de preservar e divulgar a memória e o património comuns, antecipando a disponibilização de conteúdos digitais, que estarão acessíveis gratuitamente e de forma partilhável ainda hoje no nosso website.
Aí serão, para já, disponibilizados os mais recentes títulos da coleção «O Essencial Sobre…».

Livros disponíveis em: https://www.incm.pt/portal/livros_edicoes_gratuitas.jsp

palavrascruzadas-paulofreixinho.blogspot.com

Os Livros Que Devoraram o Meu Pai

PARA PAIS E FILHOS

palavrascruzadas-paulofreixinho.blogspot.com Palavras Cruzadas com vocabulário do livro 'Os Livros Que Devoraram o Meu Pai', de Afonso Cruz

FILOSOFIA AO PEQUENO-ALMOÇO

O professor José António Pacheco, nas suas turmas de Filosofia do 11º ano, criou já o hábito de abrir caminho para a filosofia de Descartes tomando como ponto de partida a apresentação de excertos do livro PEQUENO-ALMOÇO COM SÓCRATES, de Robert Rowland Smith, seguida de uma conversa e acompanhada por um pequeno-almoço na Biblioteca.
Este ano, como sempre, o enquadramento pouco habitual refletiu-se visivelmente na dinâmica da discussão do tema em foco. Aconteceu nos dias 3 e 6 de março, com os alunos do 11º A e do 11º B.

AS MULHERES EM PORTUGAL

A propósito do Dia Internacional da Mulher, a Fundação Francisco Manuel dos Santos, através da Rede de Bibliotecas Escolares, cedeu temporariamente à Biblioteca da Espjal um conjunto de oito painéis, onde são apresentados os dados de um estudo sobre as Mulheres em Portugal; a exposição tem atraído a atenção dos alunos para o que revela, entre outros temas, acerca da violência doméstica, da avaliação do grau de felicidade, ou da conciliação de diferentes atividades, e pode ser visitada até final de março.

aLer+ CIÊNCIA

Integrada na Semana das Ciências, promovida pelo Departamento de Ciências Experimentais, a sessão aLer+ Ciência trouxe aos alunos do 11ºD, das professoras Maria João Ferreira e Teresa Palhares, a poesia de António Gedeão e de Nuno Júdice. Foram escutados e comentados "Como se faz um poema" (do último), o "Poema para Galileu" e "Lágrima de preta" (do primeiro), nas vozes inesquecíveis de Mário Viegas e Adriano Correia de Oliveira.

ALICE BRITO NA NOSSA ESCOLA

É já na próxima 2ª feira, logo a seguir ao Dia Internacional da Mulher, que a escritora Alice Brito estará presente em mais uma sessão de "Os Meus Livros". Em foco, o romance A NOITE PASSADA, as mulheres e os homens que o habitam, no tempo que é preciso lembrar. Para que a noite continue assim: passada.

"Um grande bem-haja à Biblioteca que nos recebeu e que, como sempre, nos recebe com tanto carinho.

Que espantoso e feliz foi o tempo em que alguns autores e alguns leitores da revista Fluir se reuniram na Biblioteca da ESPJAL, para conversar sobre a memória, memórias, nostalgia.
Foi também a apresentação - e venda - de uma estreia absoluta, a irmã da Fluir digital, uma maravilhosa versão em papel, do quarto número desta revista.
A conversa encadeou-se e ligou pessoas entre si, com momentos intensos e preciosos de emotividade; prolongou-se, por fim, em redor de uma mesa sobre a qual o Projecto Escola Vegana preparara um sedutor cocktail vegan.
Quem perdeu, nem sabe o que perdeu."

Que espantoso e feliz foi o tempo em que alguns autores e alguns leitores da revista Fluir se reuniram na Biblioteca da ESPJAL, para conversar sobre a memória, memórias, nostalgia.

Foi também a apresentação - e venda - de uma estreia absoluta, a irmã da Fluir digital, uma maravilhosa versão em papel, do quarto número desta revista.

A conversa encadeou-se e ligou pessoas entre si, com momentos intensos e preciosos de emotividade; prolongou-se, por fim, em redor de uma mesa sobre a qual o Projecto Escola Vegana preparara um sedutor cocktail vegan.

Quem perdeu, nem sabe o que perdeu.

Um grande bem-haja à Biblioteca que nos recebeu e que, como sempre, nos recebe com tanto carinho.

comunidadeculturaearte.com

RTP2 exibe documentário sobre Franz Kafka

No dia 5 de março.

comunidadeculturaearte.com Em vida, Franz Kafka (1883-1924) ordenou que o seu espólio de obras por publicar, cartas e escritos fossem queimados após a sua morte. Felizmente, o seu editor e amigo Max Brod não realizou esses desejos e deste modo salvou uma obra fundamental da literatura mundial. Mas quem foi realmente o Dout...

filmlinc.org

New Directors/New Films 2020 Lineup Announced

Muitas felicidades, nossa querida ex-aluna Catarina Vasconcelos! Voos altos, sempre com o vento de feição!

filmlinc.org Featuring 27 feature films and 10 short films from 35 countries with 13 North American Premieres and 4 U.S. Premieres, 15 films directed or co-directed by women, and 15 works by first-time feature filmmakers.

youtube.com

A Metamorfose dos pássaros | Trailer | Berlinale Encounters 2020

'A METAMORFOSE DOS PÁSSAROS' de CATARINA VASCONCELOS (nossa ex-aluna) 👏👏👏

1 - "A Metamorfose dos Pássaros" está em estreia mundial na BERLINALE, o Festival de Cinema de Berlim.

2 - "A Metamorfose dos Pássaros" será estreado em Nova Iorque, no MoMA The Museum of Modern Art New Directors/New Films.
Eis as palavras com que a organização apresenta o filme:

"Um documentário profundamente pouco ortodoxo, que tem a sensação de uma preciosa herança, este filme impressionista mas emocionalmente rico encontra a cineasta portuguesa Catarina Vasconcelos a peneirar as memórias e sonhos dos seus antepassados. Em imagens prismáticas, ricamente filmado em filme de 16 mm, temos a sensação de toda a linhagem de uma família, começando com o seu avô oficial naval, Henrique, que se casou com a sua avó, Beatriz, no seu 21º aniversário; ele então passei períodos prolongados no mar, deixando-a com uma ninhada de crianças em expansão Este é o início de uma saga geracional, contada em fragmentos de memória e voz. 'A Metamorfose dos Pássaros' evoca atentamente o mundo natural - as estações em mudança, a brincadeira da luz solar, as marés sempre fluindo e a vida vegetal e animal - que contrabalança e alimenta os ciclos de vida humana".

https://www.filmlinc.org/…/new-directors-new-films-2020-l…/…

https://www.youtube.com/watch…

https://www.publico.pt/…/berlim-catarina-vasconcelos-conta-

The trailer for "A Metamorfose dos pássaros" (The Metamorphosis of Birds) by Catarina Vasconcelos, starring Manuel Rosa, João Móra, Ana Vasconcelos, Henrique...

A ler! Disponível na biblioteca da nossa escola.

Situado em Maycomb, uma pequena cidade imaginária do Alabama, durante a Grande Depressão, o romance de Harper Lee, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1961, fala-nos do crescimento de uma rapariga numa sociedade racista.
Scout, a protagonista rebelde e irónica, é criada com o irmão, Jem, pelo seu pai viúvo, Atticus Finch. Ele é um advogado que lhes fala como se fossem capazes de entender as suas ideias, encorajando-os a refletirem, em vez de se deixarem arrastar pela ignorância e o preconceito.
Atticus vive de acordo com as suas convicções. É então que uma acusação de violação de uma jovem branca é lançada contra Tom Robinson, um dos habitantes negros da cidade. Atticus concorda em defendê-lo, oferecendo uma interpretação plausível das provas e preparando-se para resistir à intimidação dos que desejam resolver o caso através do linchamento. Quando a histeria aumenta, Tom é condenado e Bob Ewell, o acusador, tenta punir o advogado de um modo brutal.
Entretanto, os seus dois filhos e um amigo encenam em miniatura o seu próprio drama de medos, centrado em Boo Radley, uma lenda local que vive em reclusão numa casa vizinha.

«O estilo de Harper Lee revela-nos uma prosa enérgica e vigorosa capaz de traduzir com minúcia o modo de vida e o falar sulistas, bem como uma imensa panóplia de verdades úteis sobre a infância no Sul dos EUA.» [Time]

mag.sapo.pt

Pepetela vence prémio literário Correntes d’Escritas 2020

O autor do inesquecível LUEJI vence a edição deste ano das Correntes d' Escritas. PARABÉNS, Pepetela!

mag.sapo.pt O escritor angolano Pepetela venceu hoje o Prémio Literário Casino da Póvoa 2020, com o livro "Sua Excelência de Corpo Presente", atribuído no âmbito do encontro literário Correntes d'...

OS MEUS LIVROS, com JULIETA MONGINHO

Derrubar muros
OS MEUS LIVROS, com JULIETA MONGINHO

Nos grandes livros, a escrita surpreende e encanta, o tema transborda limites de tempo e espaço, as personagens são próximas de nós, pela profunda humanidade, distantes de nós, pela profunda singularidade.

Por estas e diversas outras razões UM MURO NO MEIO DO CAMINHO é um grande livro, e dele retirámos os excertos lidos ao longo da manhã de 10 de Dezembro, a assinalar o dia Internacional dos Direitos Humanos.

Foi por isso um luxo, ainda não previsto na altura, a oportunidade de escutarmos da autora, Julieta Monginho, o relato, tão fascinante como despretensioso, de algumas das experiências de que viria a ser feito o seu romance, vividas durante as cerca de três semanas passadas em Chios, voluntária num campo de refugiados.

As perguntas sucederam-se, de muito se falou, de mitos, de medos e de esperanças, do alastrar dos preconceitos, dos efeitos do desconhecimento e da indiferença. De vidas.

O nosso reconhecimento, Julieta Monginho!

Nota – no corredor da Biblioteca, encontram-se expostas fotografias escolhidas e legendadas por alguns dos alunos participantes (turmas A, B e C, do 12º ano), num caminho com pedras , com muros, que alguns livros ajudam a derrubar.
Como sempre, a supervisão gráfica e a criatividade são da professora Maria João Cortegaça.

Derrubar muros
OS MEUS LIVROS, com JULIETA MONGINHO

Nos grandes livros, a escrita surpreende e encanta, o tema transborda limites de tempo e espaço, as personagens são próximas de nós, pela profunda humanidade, distantes de nós, pela profunda singularidade.

Por estas e diversas outras razões UM MURO NO MEIO DO CAMINHO é um grande livro, e dele retirámos os excertos lidos ao longo da manhã de 10 de Dezembro, a assinalar o dia Internacional dos Direitos Humanos.

Foi por isso um luxo, ainda não previsto na altura, a oportunidade de escutarmos da autora, Julieta Monginho, o relato, tão fascinante como despretensioso, de algumas das experiências de que viria a ser feito o seu romance, vividas durante as cerca de três semanas passadas em Chios, voluntária num campo de refugiados.

As perguntas sucederam-se, de muito se falou, de mitos, de medos e de esperanças, do alastrar dos preconceitos, dos efeitos do desconhecimento e da indiferença. De vidas.

O nosso reconhecimento, Julieta Monginho!

Nota – no corredor da Biblioteca, encontram-se expostas fotografias escolhidas e legendadas por alguns dos alunos participantes (turmas A, B e C, do 12º ano), num caminho com pedras , com muros, que alguns livros ajudam a derrubar.
Como sempre, a supervisão gráfica e a criatividade são da professora Maria João Cortegaça.

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Nos grandes livros, a escrita surpreende e encanta, o tema transborda limites de tempo e espaço, as personagens são próximas de nós, pela profunda humanidade, distantes de nós, pela profunda singularidade.

Por estas e diversas outras razões UM MURO NO MEIO DO CAMINHO é um grande livro, e dele retirámos os excertos lidos ao longo da manhã de 10 de Dezembro, a assinalar o dia Internacional dos Direitos Humanos.

Foi por isso um luxo, ainda não previsto na altura, a oportunidade de escutarmos da autora, Julieta Monginho, o relato, tão fascinante como despretensioso, de algumas das experiências de que viria a ser feito o seu romance, vividas durante as cerca de três semanas passadas em Chios, voluntária num campo de refugiados.

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O nosso reconhecimento, Julieta Monginho!

Nota – no corredor da Biblioteca, encontram-se expostas fotografias escolhidas e legendadas por alguns dos alunos participantes (turmas A, B e C, do 12º ano), num caminho com pedras , com muros, que alguns livros ajudam a derrubar.

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Nos grandes livros, a escrita surpreende e encanta, o tema transborda limites de tempo e espaço, as personagens são próximas de nós, pela profunda humanidade, distantes de nós, pela profunda singularidade.

Por estas e diversas outras razões UM MURO NO MEIO DO CAMINHO é um grande livro, e dele retirámos os excertos lidos ao longo da manhã de 10 de Dezembro, a assinalar o dia Internacional dos Direitos Humanos.

Foi por isso um luxo, ainda não previsto na altura, a oportunidade de escutarmos da autora, Julieta Monginho, o relato, tão fascinante como despretensioso, de algumas das experiências de que viria a ser feito o seu romance, vividas durante as cerca de três semanas passadas em Chios, voluntária num campo de refugiados.

As perguntas sucederam-se, de muito se falou, de mitos, de medos e de esperanças, do alastrar dos preconceitos, dos efeitos do desconhecimento e da indiferença. De vidas.

O nosso reconhecimento, Julieta Monginho!

Nota – no corredor da Biblioteca, encontram-se expostas fotografias escolhidas e legendadas por alguns dos alunos participantes (turmas A, B e C, do 12º ano), num caminho com pedras , com muros, que alguns livros ajudam a derrubar.
Como sempre, a supervisão gráfica e a criatividade são da professora Maria João Cortegaça.

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