Exclusiva.mente- Psicologia e Terapia da Fala

Centro de psicologia e Terapia da Fala. Somos uma equipa constituída por psicólogos clínicos, educacionais, terapeutas da fala e terapeutas ocupacionais.

Temos vasta experiência com crianças com necessidades educativas especiais. Psicóloga clínica com especialidade em: Intervenção psicoterapêutica; Orientação vocacional; Aconselhamento Parental; Formações para pais e agentes educativos; Avaliação Psicológica; Avaliação de Condutores; Reeducação da Dislexia. Intervenção no divórcio

Funcionando normalmente

Qual a palavra que define o seu 2020?
A que melhor nos definiu foi resiliência.
Estamos a dizer adeus ao ano mais desafiante a vários níveis. Que levemos para 2021 todas as aprendizagens de 2020 e que tenhamos aprendido a dar valor ao essencial.
Que nunca percam o optimismo de ver o copo meio cheio e de conseguir no meio do caos ver algo positivo.
Bom ano!

Apesar de todas as mudanças que este ano nos obrigou, que o amor seja sempre uma constante nas nossas vidas. São os votos da Equipa da Exclusiva.mente

Apesar de todas as mudanças que aconteceram este ano, que o amor seja sempre uma constante nas nossas vidas. São os votos de todo a Equipa da Exclusiva.mente

Boas Festas! 🎄

hospitaldaluz.pt

Visitar recém-nascidos em casa e COVID-19 | Hospital da Luz

Sabemos que é difícil para as famílias que querem muito conhecer o novo membro da família, mas se em tempos “normais” as visitas ao recém nascido tem regras, na conjuntura atual ainda mais regras existem e há que respeitar.
Os pais que têm bebés em tempo de pandemia vivem em constante medo e ansiedade, sejam compreensivos com eles e não causem mais ansiedade pressionando para conhecerem o bebé.

hospitaldaluz.pt Quer ir visitar a casa bebés nascidos durante a COVID-19? Siga as regras, para segurança de todos.

Porque ler e escrever continua a ser divertido! 🤩 Hoje a atividade ainda inspirada pelo Go baby, go😊 foi decifrar a mensagem codificada e escrevê-la.
O natal está a chegar! 🎄🧡
#terapiadafala

Exclusiva.mente- Psicologia e Terapia da Fala

Porque ler e escrever pode ser e é divertido e não tem de ser aborrecido!!! 🤩😍
Criação de uma mensagem secreta na sessão de terapia da fala! O Natal está a chegar! 😊🧡

Obrigada pela inspiração Go baby, go! 🙂

Porque ler e escrever pode ser e é divertido e não tem de ser aborrecido!!! 🤩😍
Criação de uma mensagem secreta na sessão de terapia da fala! O Natal está a chegar! 😊🧡

Obrigada pela inspiração Go baby, go! 🙂

O preconceito é ensinado. Está na altura de mudarmos o paradigma.

Este ano, no dia nacional do terapeuta da fala, e tendo em conta a situação de pandemia que se vive na atualidade, chama-se a atenção para o papel do terapeuta da fala nos cuidados intensivos. Uma saudação a todos os Terapeutas da fala em todos os contextos em que trabalham diariamente para fazer a diferença.
Aos nossos Terapeutas da fala desejamos força para este ano desafiante agradecendo a sua dedicação.

DIA NACIONAL DO TERAPEUTA DA FALA | 14.NOV.2020
INTERVIR EM CUIDADOS INTENSIVOS

Hoje comemoramos o Dia Nacional do Terapeuta da Fala e, este ano, decidimos que não haveria melhor tema para dedicar a este dia tão especial para todos nós, que o tema “Intervir nos Cuidados Intensivos”.

Neste ano de 2020, com a pandemia que vivemos há já alguns duros meses, em que os Cuidados Intensivos são falados na comunicação social, sentimos que é de extrema relevância sublinhar o papel essencial que o Terapeuta da Fala tem nas diferentes Unidades de Cuidados Intensivos.

As nossas sinceras felicitações a todos os Terapeutas da Fala.

www.oterapeutadafalapodefazeradiferenca.org
#APTF #CUIDADOSINTENSIVOS #OTFPODEFAZERADIFERENÇA

sicnoticias.pt

Qual a máscara que protege a nossa Saúde Mental?

sicnoticias.pt Parece irónico ter sido a COVID a colocar o assunto da saúde mental na ordem do dia. A COVID pôs a humanidade a pensar na sua finitude e a saúde mental, sempre considerada como a parente pobre das doenças, assume o papel de protagonista nesta história viral.

Hoje assinala-se o dia Mundial da terapia ocupacional! Um bem haja a todos os terapeutas ocupacionais neste ano tão desafiante! E força para manter o foco e a determinação!

#reimaginandoofazer
#terapiaocupacional
#forçaatodososterapeutas
#manterofoco

tvi24.iol.pt

Gaguez: os sinais que devem alertar os pais | TVI24

Os sinais de alerta são sempre importantíssimos. Estejamos atentos aos sinais que devem alertar os pais para a gaguez. Neste dia internacional para a consciencialização da gaguez escutemos as palavras da terapeuta da fala Jaqueline Carmona.

tvi24.iol.pt Esta quinta-feira assinala-se o dia internacional de sensibilização para a gaguez. A terapeuta da fala Jaqueline Carmona, que colabora com Associação Portuguesa de Gagos, esteve esta quinta-feira no Diário da Manhã da TVI.

“A única diferença entre eu e um louco é que eu não sou louco” Salvador Dalí
Estejamos atentos aos sinais e procuremos ajuda ao mais pequeno sinal de alerta. Um pequeno problema pode atingir proporções enormes se não procurarmos ajuda!

📷 freepik.com

dislex.co.pt

Dislex - Associação Portuguesa de Dislexia

Hoje assinala-se o dia Mundial da Dislexia! A dislexia é um desafio mas torna-se, ao longo do tempo, e após trabalhadas as estratégias, apenas mais uma característica como qualquer outra.

O importante é perceber os sinais de alerta e procurar ajuda.

#diamundialdadislexia #dislex

dislex.co.pt Ser diagnosticado com dislexia pode parecer o fim do mundo, mas isso está longe da verdade. Durante este mês encorajamo-lo a partilhar a sua experiênc...

A leitura de histórias transmite muito mais do que a própria história! É tão importante para o desenvolvimento da linguagem e quanto mais cedo melhor! 👶🧡 boas leituras em família a todas as mães, pais, avós, tios...babados por esse lado!

📷 freepik.com

Hoje assinala-se o dia Mundial do Professor! Este dia foi proclamado pela UNESCO em 1994.
O professor transmite conhecimento e orienta os seus alunos para a vida.
Um bem-haja para todos os professores dos nossos meninos com muita força para este ano.

📷 freepik.com

Compreender as limitações do outro é empatia. Assim, podemos ajudá-lo a ser mais autónomo. As nossas ações podem fazer a diferença.

isad.isastutter.org

International Stuttering Awareness

Durante o mês de outubro, entre os dia 1 e 22, haverá conferências sobre gaguez através da International Stuttering Association. O objetivo é criar um mundo que compreenda, aceite e apoie as pessoas que gaguejam.
Também é possível consultar todos os palestrantes e informações sobre eles.

isad.isastutter.org ISAD 2020 Welcome to the 2020 online conference! Welcome message from Anita Blom. (If browsing the conference on a computer or tablet device, navigate through the conference using the menu at the top. ) International Stuttering Awareness DayOnline Conference, 2020 Creating a world that understands,...

Outubro é o mês para a Consciencialização da Gaguez.
“Não compare a sua fluência com a dos que a tomam como garantida!”

#juststutter

Hoje é o Dia Mundial da Pessoa com surdez!
Um bem haja a todos! O importante é persistir e aprender a comunicar de outras formas! 😊

Hoje assinala-se o Dia Mundial do Surdo. A surdez é a perda parcial ou total da audição, que dificulta a compreensão e a comunicação. 👂 #Saúde #SNS #Surdo

nytimes.com

How to Hug During a Pandemic

Porque um abraço é tão importante! Como podemos fazê-lo de forma segura e usando máscara!

nytimes.com Of the many things we miss from our pre-pandemic lives, hugging may top the list. We asked scientists who study airborne viruses to teach us the safest way to hug.

[09/22/20]   Bem-vindo Outono!!
Maravilhosas cores da natureza, chocolate quente, chazinhos, castanhas, doce de abóbora, roupas confortáveis e quentinhas...

📷 freepik

Como as nossas atitudes podem fazer a diferença na verdadeira inclusão! 🧡🤩
Bom fim de semana a todos!

Hoje é o Dia Internacional da Literacia, celebrado desde 1967 pela UNESCO!

Neste mês de regresso à escola e que marca o início de um novo ano letivo a nossa equipa já está preparada para mais um ano cheio de desafios! 💪

Na semana que marca o regresso às aulas e o Dia Internacional da Literacia ✏️, relembramos as palavras de Malala Yousafzai - ativista paquistanesa, Nobel da Paz e Mensageira da Paz das Nações Unidas 🕊 - e a importância da educação como parte dos direitos humanos e da missão para um mundo mais pacífico, igualitário e sustentável 🌎.

Em 2018, cerca de 260 milhões de crianças- quase um quinto da população global nessa faixa etária - não frequentavam a escola 📚 e, ainda hoje, mais de metade das crianças e adolescentes em todo o mundo não atingem os padrões mínimos de proficiência em leitura e matemática 📊. Com a pandemia da covid-19, a situação tornou-se ainda mais crítica, com o encerramento das escolhas a afetar cerca de 1.6 mil milhões de crianças ⚠️.

A educação é um direito de todos, sem exceção 👫. O caminho está a ser feito e cabe-nos a nós, enquanto sociedade, garantir que continuamos a dar passos em direção à igualdade de oportunidades, sem distinção de raça ou género ✊!

A Exclusiva.mente quis marcar um início de um ano letivo que será certamente desafiante entregando à sua equipa agendas e bolachas personalizadas! Obrigada a Murana e a Birras No Forno pela originalidade e criatividade que nos inspiraram! Adoramos! Foi um sucesso! 😊
#forcaequipaexclusivamente #amaisumanocheiodedeterminaçao

Estamos cá para ajudar. Não hesite em pedir ajuda.

[08/31/20]   Início do ano escolar 2020 - Sociedade Portuguesa de Pediatria

"O início deste ano escolar é um motivo de preocupação para pais, crianças, educadores, professores e profissionais de saúde, que procuram certezas num mundo em que as informações mudam rapidamente.

Sabemos hoje que, contrariamente à grande maioria das infeções víricas, a infeção pelo novo coronavirus SARS-CoV-2 tem causado doença menos grave em idade pediátrica do que no adulto. As crianças parecem ter menor incidência da doença e desenvolver sintomas ligeiros e transitórios, de evolução benigna, sendo os internamentos e as fatalidades excecionais. Apesar disso, os pais continuam a sentir angústia no regresso à escola.

A interrupção das atividades escolares e extra-escolares ditada pelo confinamento teve grande impacto na saúde das crianças, a nível da aprendizagem, da socialização e da saúde mental. As crianças, sobretudo as do 1o ciclo, sentiram insatisfação com as novas modalidades de ensino por videoconferência, dificuldades de concentração e na realização de tarefas, e saudades da escola e dos colegas. As dificuldades de acesso a meios informáticos veio acentuar ainda mais as diferenças nas crianças mais desfavorecidas. O apoio a crianças com necessidades educativas especiais foi escasso. Crianças com doença crónica complexa ficaram privadas das diferentes terapias de que beneficiavam em ambiente escolar, o que contribuiu, em muitos casos, para a regressão da condição de base. A escola deixou de ser o espaço para brincar, processo essencial ao desenvolvimento infantil, e o espaço seguro, onde existe alimento e ternura, tão necessários em alguns casos. Foi exigido enorme esforço às famílias na conciliação entre o trabalho e a vida familiar, que não se poderá prolongar no tempo. São todas fortes razões para que se retome o ensino presencial.

A inquietação quanto ao ensino presencial deve-se, sobretudo, ao possível impacto da abertura das escolas na propagação da COVID-19 na comunidade. A informação existente sobre a carga viral nas crianças infetadas é escassa mas sugere que estas não sejam o grande veículo de transmissão da infeção SARS-CoV-2. Especificamente, os poucos estudos disponíveis sobre a transmissão da infeção na comunidade escolar, em países onde o ensino presencial foi retomado, indicam que os surtos escolares são raros e tendem a ocorrer sobretudo por transmissão entre os profissionais adultos, em zonas onde a transmissão na comunidade é elevada, não parecendo ser a transmissão criança a criança nem adulto a criança relevante na propagação de surtos. Embora seja fundamental manter vigilância, pois os dados podem vir a sofrer alterações com a reabertura total das escolas, até agora as crianças parecem ter menor probabilidade de contrair a infeção na escola do que na comunidade.

Assim, para proteção de todos, o mais importante continua a ser o comportamento responsável dos adultos, na escola mas também na comunidade, com cumprimento estrito das normas de distanciamento social físico e de higienização recomendadas, o isolamento precoce de casos sintomáticos e o rastreio rápido dos contactos.

A evidência sobre os potenciais benefícios do uso de máscaras por crianças na transmissão do novo coronavírus são ainda limitadas, mas os estudos que avaliaram a eficácia do uso de máscaras na prevenção de outras infeções apontam para que sejam menos eficazes nas crianças mais jovens, possivelmente pela menor adaptação à face, menor tolerância e uso inapropriado. A idade em que se preconiza o uso de máscaras na escola terá de ter em conta os novos dados que estão a surgir na literatura.

Assim, para que o ano escolar decorra sem necessidade de interrupções, deverão ser mantidas as medidas propostas que evitem o cruzamento desnecessário de grandes grupos de crianças mas, em cada grupo, dever-se-á assegurar normalidade nas relações entre crianças, não impondo medidas estritas que sejam impossíveis de cumprir, sobretudo pelas mais jovens. É essencial que se retomem as brincadeiras nos intervalos das aulas e que estes tenham uma duração adequada.

Finalmente, deve existir flexibilidade no cumprimento das normas, em cada momento e tendo em conta os dados locais de transmissão na comunidade. No início do ano escolar, para as crianças que vão contactar pela primeira vez com a escola, devem criar-se condições de segurança que permitam o acompanhamento de um familiar ao novo espaço, dando tempo à criação de vínculo afetivo.

Agosto de 2020

Direção da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP)

Direção da Sociedade de Infeciologia Pediátrica da SPP

Direção do Colégio de Especialidade de Pediatria da Ordem dos Médicos"

A escola não é segura enquanto as necessidades afetivas das crianças não estiverem atendidas.
Movimento #assimnãoéescola#

Carta aberta à ordem dos psicólogos portugueses.

1-Sobre o distanciamento entre as crianças
A escola não serve apenas para aprender e trabalhar as capacidades cognitivas. Um ponto muito importante da escola é a socialização. Quando afastamos as crianças e lhes transmitimos a mensagem de que elas precisam de se manter afastadas, estamos a bloquear um instinto natural das crianças de procurarem o contacto físico e de se manterem próximas umas das outras. Isto cria-lhes tensão e uma pressão grande que facilmente se torna num elemento de ansiedade que sabemos ser tão prejudicial ao seu desenvolvimento e, consequentemente, à sua aprendizagem. Por sua vez, as medidas de distanciamento irão fomentar o uso de ecrãs durante os intervalos, algo que irá alimentar um problema que já existe nas nossas escolas e que sabemos ter consequências muito nefastas para o desenvolvimento de crianças e jovens.

2. Sobre a redução dos intervalos
Os intervalos são momentos importantes de socialização e constituem pausas essenciais para uma boa aprendizagem e para potenciar os tempos de atenção/concentração, frisando-se a importância de estes intervalos serem fora da sala de aula. A saber-se a importância de potenciar os momentos ao ar livre, é insensato e paradoxal diminuir-se os intervalos. Estes devem continuar a acontecer, de preferência ao ar livre e com horários desfasados entre turmas, para que não haja tanta aglomeração entre alunos.

3. Sobre a proibição da entrada dos pais
Permitir a entrada dos pais na escola, quando vão deixar ou buscar os filhos, não é um capricho. Uma criança que entra num lugar novo fica sempre num certo estado de alerta, principalmente quando essa entrada implica a separação das suas figuras de apego, as suas referências. A única forma de desactivar esse alerta é o contacto com as figuras de apego. E enquanto ele não for desactivado, a criança não está disponível para estabelecer novas relações seguras, que, por sua vez, são essenciais para que o seu dia na escola seja vivido da melhor forma e até para que consiga aprender realmente. Isto é muito importante em todo o processo de adaptação dos mais novos, que pode durar dias, semanas ou meses e que acontece sempre outra vez, depois de um período de afastamento. Mas também dos mais velhos, depois de tudo o que aconteceu este ano, com um período de afastamento tão prolongado e carregado de tensão por vários motivos. Permitir a entrada dos pais na escola é fundamental para que esta não se torne um mundo completamente estranho e separado da família, em que a criança nunca se sentirá realmente segura.

É muito importante que os pais possam ver diariamente os professores e educadores e que sejam eles a entregar-lhes a criança, porque é isso que lhes permite fazer a ponte. O instinto da criança diz-lhes que não devem ficar com estranhos, que devem procurar sempre as pessoas com quem se sentem seguras. Então, para que os professores deixem de ser estranhos para elas, é preciso que os pais façam essa ponte, que lhes mostra que podem construir uma ligação com aquela pessoa, e isso faz-se de forma simples, falando com a pessoa, mostrando que ela é de confiança e que já temos uma relação com ela.

4. Sobre o uso das máscaras
O uso prolongado de máscara pelos adultos nas creches e jardins-de-infância também não facilita o processo de adaptação, porque as expressões faciais são uma parte fundamental da comunicação não-verbal e daquilo que nos faz ou não sentir segurança na presença da outra pessoa. Stephen Porges usa o termo “neurocepção” para falar de um mecanismo inconsciente que nos faz avaliar constantemente a segurança do ambiente externo e interno e essa avaliação passa, em grande parte, pela comunicação não-verbal. Essa comunicação não é apenas facial, também passa pelos olhos, pelo tom de voz e pela prosódia do discurso, coisas que a máscara ainda nos permite perceber, mas que podem ser insuficientes para uma criança pequena. Sem ver totalmente a cara da pessoa com quem nos relacionamos, é bem mais difícil recolher essas pistas de segurança, e quando nem sequer conhecemos essa pessoa, como irá acontecer na adaptação à escola para muitas crianças, então isto torna-se praticamente impossível.

Por outro lado, a evidência científica até ao momento remete para uma prevalência muito reduzida desta nova doença (covid-19) em crianças (cerca de 2%), sendo que, quanto mais nova for a criança (sem problemas de saúde prévios), menor é o risco. Os estudos realizados até ao momento chegam cada vez mais ao consenso de que a criança tem um papel quase nulo na transmissão do vírus, sendo geralmente essa transmissão feita de adulto para criança (embora, mesmo assim, maioritariamente benigno para a criança). Segundo vários pediatras europeus, o uso de máscaras em creches, jardins-de-infância, 1.º e 2.º ciclos por crianças sem patologia grave subjacente não é nem necessário, nem apropriado, nem razoável. Mais ainda: isso limitaria ainda mais a socialização entre pares. Na esmagadora maioria dos países que optaram por tornar obrigatório o uso de máscaras nas escolas, esta norma só se aplica a partir dos 13 anos. E alguns países como a Suíça e a Dinamarca optaram mesmo por não as tornar obrigatórias para os adultos nas creches e, ainda assim, a Dinamarca não registou um aumento dos casos que fosse associado às escolas, que estão a funcionar desde 15 de Abril. A Noruega, que reabriu as escolas a 20 de Abril, também não registou nenhum impacto causado por esta reabertura, sendo um dos países em que também não são obrigatórias as máscaras nas escolas.

Quando nos concentramos apenas na comunicação oral, algo que é forçado pelo uso continuo de máscaras, estamos a estimular o uso do hemisfério esquerdo em detrimento do direito, algo que sabemos estar bastante mais associado a sentimentos de agitação, ansiedade e até de depressão.
O uso prolongado de máscaras em crianças – até porque antes dos 12 anos de idade a expressão verbal ainda não é tão preponderante – pode conduzir facilmente a uma condição de stress crónico que interfere no humor, na atenção/concentração, no comportamento e na aprendizagem.

Conclusão:
As investigações ligadas às experiências adversas na infância mostram bem como o stress que estas provocam está ligado a uma série de complicações de saúde na vida adulta: a obesidade, diabetes tipo II, perturbações de ansiedade e depressão e até problemas cardiovasculares, a principal causa de morte na sociedade ocidental.

Atendendo a que, felizmente, as crianças constituem um grupo de baixo risco, não é de todo razoável que se apliquem medidas tão restritivas e limitadoras de um desenvolvimento integral harmonioso e saudável, pelo que é urgente proporcionar às crianças um regresso à escola dentro da maior normalidade possível, reforçando as medidas de higiene das mãos, as actividades ao ar livre e acautelando que crianças com sintomas da doença fiquem em casa, criando também condições para que os pais possam ficar com elas.

Não podemos deixar que as medidas sanitárias se sobreponham à necessidade de preservar a saúde mental das nossas crianças e jovens. Porque, se o fizermos, teremos com certeza em mãos uma outra pandemia no campo da saúde mental, com resultados bem mais dramáticos, provavelmente.

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Terça-feira 09:00 - 19:30
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Quinta-feira 09:00 - 19:30
Sexta-feira 09:00 - 19:15