Academia Portuguesa de Belas Artes

A APBA, Academia Portuguesa de Belas Artes, é um espaço para acolher todos os que gostam de arte e que querem aprender correctamente todas as técnicas. LOCALIZAÇÃO: Rua José Joaquim Lopes de Lima, Aveiro, Aveiro 3810-101, Portugal 40.6360699, -8.

A Academia Portuguesa de Belas Artes foi criada pela mão do Mestre David Serra. Após vários anos de experiência, concebeu este espaço para todos os que gostam de Arte e pretendem aprender correctamente todas as técnicas, num ambiente apropriado para a criação das suas Obras.

Afrontamento (Edições)

LIVROS E FÉRIAS. Viaje, lendo. Sugestão do dia:

«DIÁRIO DE UM ESTUDANTE DE BELAS ARTES - HENRIQUE POUSÃO (1859-1884)», de Lúcia Almeida Matos, 2013 / 184 pp. / Col. Escola do Porto, 2 / formato: 24 X 28 cm / brochado / PVP c/ IVA: 28,00 Euros / ISBN: 978-972-36-1267-7

Henrique Pousão, uma das mais notáveis figuras da pintura portuguesa do século XIX, foi sempre um estudante de belas artes. Veio a morrer aos 25 anos de idade, quando ainda prosseguia os seus estudos em França e Itália. Construiu, apesar disso, uma obra autónoma e pessoal, num percurso indiscutivelmente fulgurante pela quantidade e qualidade dos trabalhos produzidos.

Grande parte dos trabalhos escolares de Henrique Pousão estão datados com dia, mês e ano, o que nos permite, como certamente lhe terá sido permitido a ele, avaliar o seu percurso de formação e compreender os caminhos artísticos que foi tomando.

#desenho #academia

youtube.com

Apresentação da Academia Portuguesa de Belas Artes

Dez anos de Academia de Belas Artes em Portugal

A Academia Portuguesa de Belas Artes foi criada e fundada pela mão do Mestre David Serra.

Após vários anos de experiência concebeu este espaço, para todos os que gostam e querem fazer Arte dentro de uma aprendizagem com padrões tecnicamente corretos.

Uma Academia de Artes realizada com um conceito único em Portugal, onde o ambiente é apropriado para a criação e concretização das suas obras.

#BelasArtes #Academia #10anos

A Academia portuguesa de Belas Artes foi criada e fundada pela mão do Mestre David Serra. Após vários e muitos anos de experiência, concebeu este espaço para...

A Academia Portuguesa de Belas Artes deseja-lhe Boas Festas! 💝🎁

Domingos Sequeira - Adoração dos Magos (Século XIX)
Museu Nacional de Arte Antiga

#BoasFestas #Natal

Galeria Contemporânea de Aveiro

Visite a Galeria Contemporânea de Aveiro!

A Galeria Contemporânea de Aveiro realiza mostras de trabalho, seguindo o padrão de qualidade específico para cada linhagem artística.
Exposições de alunos da Academia Portuguesa de Belas Artes e Artistas externos.
Serviço de curadoria de Obras de Arte.
Encomendas personalizadas
Profissionais de Restauro
Avaliação de Obras de Arte
Certificação de Obras de Arte
Colaboração técnica com empresas no ramo da decoração
Decoração personalizada para espaços particulares, comerciais e de eventos.
Dispomos de uma Equipa activa, completa e versátil no Domínio das Artes em Portugal e na Europa.

Columbano Bordalo Pinheiro

Columbano Bordalo Pinheiro

21 de novembro de 1857, Cacilhas, Almada - 6 de novembro de 1929, Lisboa

"A sua formação artística desenvolveu-se num ambiente familiar, entre os estudos de pintura holandesa e flamenga, exigidos pelo pai, o artista Manuel Maria Bordalo Pinheiro e o contacto com o realismo, sob influência do seu irmão mais velho, Rafael Bordalo Pinheiro. Aluno pouco assíduo da Academia de Belas-Artes de Lisboa, Columbano estreou-se nas exposições da Sociedade Promotora das Belas-Artes com pequenos quadros de género, na década de 70.

Em 1880 obtém o pensionato particular da Condessa d’Edla para uma estada em Paris, depois de ser preterido em dois concursos do Estado. Antes de partir, realiza um conjunto de pinturas, importantes pela observação crítica e irónica de ambientes burgueses portugueses e realiza, já em Paris, Concerto de Amadores, obra intimista de grandes dimensões, recusada no salão da Promotora de 1883 e mal entendida por uma crítica artisticamente pouco preparada. Em Lisboa, regista a camaradagem do Grupo do Leão, 1885, num grande retrato colectivo, centrado na figura do mestre da geração naturalista, Silva Porto.

Realiza várias decorações em palacetes particulares, como o Valenças, Museu de Artilharia e sala dos Passos Perdidos da Assembleia da República, onde regista, em vastos painéis, um interessante conjunto de políticos contemporâneos que associa a figuras marcantes da História de Portugal.

Dedica-se preferencialmente ao retrato de amigos e familiares, nos anos 80, numa paleta de tonalidades claras, que posteriormente escurece, nos retratos de intelectuais portugueses, já na viragem do século, numa característica pintura em mancha e tonalidades, terminando numa obsessiva preocupação pelo tratamento da luz que desmaterializa a figura. Pioneiro do realismo, as suas obras referenciam artistas como Velázquez, Rembrandt, Manet, Degas, Courbet, Fantin-Latour. Amigo de Sargent, próximo da estética do alemão Leibl, Columbano constrói uma original modernidade."

#ColumbanoBordaloPinheiro #NesteDia #SabiaQue

Columbano Bordalo Pinheiro

21 de novembro de 1857, Cacilhas, Almada - 6 de novembro de 1929, Lisboa

"A sua formação artística desenvolveu-se num ambiente familiar, entre os estudos de pintura holandesa e flamenga, exigidos pelo pai, o artista Manuel Maria Bordalo Pinheiro e o contacto com o realismo, sob influência do seu irmão mais velho, Rafael Bordalo Pinheiro. Aluno pouco assíduo da Academia de Belas-Artes de Lisboa, Columbano estreou-se nas exposições da Sociedade Promotora das Belas-Artes com pequenos quadros de género, na década de 70.

Em 1880 obtém o pensionato particular da Condessa d’Edla para uma estada em Paris, depois de ser preterido em dois concursos do Estado. Antes de partir, realiza um conjunto de pinturas, importantes pela observação crítica e irónica de ambientes burgueses portugueses e realiza, já em Paris, Concerto de Amadores, obra intimista de grandes dimensões, recusada no salão da Promotora de 1883 e mal entendida por uma crítica artisticamente pouco preparada. Em Lisboa, regista a camaradagem do Grupo do Leão, 1885, num grande retrato colectivo, centrado na figura do mestre da geração naturalista, Silva Porto.

Realiza várias decorações em palacetes particulares, como o Valenças, Museu de Artilharia e sala dos Passos Perdidos da Assembleia da República, onde regista, em vastos painéis, um interessante conjunto de políticos contemporâneos que associa a figuras marcantes da História de Portugal.

Dedica-se preferencialmente ao retrato de amigos e familiares, nos anos 80, numa paleta de tonalidades claras, que posteriormente escurece, nos retratos de intelectuais portugueses, já na viragem do século, numa característica pintura em mancha e tonalidades, terminando numa obsessiva preocupação pelo tratamento da luz que desmaterializa a figura. Pioneiro do realismo, as suas obras referenciam artistas como Velázquez, Rembrandt, Manet, Degas, Courbet, Fantin-Latour. Amigo de Sargent, próximo da estética do alemão Leibl, Columbano constrói uma original modernidade."

#ColumbanoBordaloPinheiro #NesteDia #SabiaQue

Visita Guiada

📍 Episódio completo: https://bit.ly/2O8NvCH

No próximo programa andamos por Lisboa. Venha daí!

FCSH +Lisboa

Link: https://bit.ly/2Kv9WzF

Columbano Bordalo Pinheiro perdeu a vida pouco depois de ter saído da direção do Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), a 6 de novembro de 1929. Irmão de Rafael Bordalo Pinheiro, o pintor marcou uma geração e foi um dos responsáveis pelo desenho da bandeira nacional portuguesa.

#desenho #academia

Silva Porto

António da Silva Porto

11 de novembro de 1850, Porto - 11 de junho de 1893, Lisboa

"Era natural do Porto, da freguesia da Sé, onde nasceu a 11 de Novembro de 1850. Filho de um latoeiro e cinzelador, António da Silva Carvalho e de uma bordadeira (premiada pela Associação Industrial do Porto), Margarida de Silva Carvalho, viveu com a sua família no mais antigo bairro da cidade. Primeiro, habitaram na Rua da Ponte Nova e, depois, na Rua de Santo António do Penedo. Ao seu nome, o jovem recatado e pouco exuberante, acabaria por anexar o cognome “Porto”, dizem, que por bairrismo, como homenagem à sua cidade natal.

Silva Porto, depois de ter frequentado a Instrução Primária, ingressou na Escola Industrial, onde depressa sobressaíram a sua sensibilidade para a arte e o seu talento, sobretudo no desenho. Mas, dessa época, conhecem-se-lhe outros trabalhos artísticos, nomeadamente, aguarelas e numerosas esculturas miniaturais, sobre caroços de fruta.

Em 1865, iniciou a frequência na Academia Portuense de Belas Artes, na aula de Desenho Histórico. Nesta instituição, frequentou vários cursos (Escultura, Arquitectura), obtendo sempre as mais altas classificações.

Com vinte e três anos de idade (1873) inscreveu-se no Concurso de Pintura de Paisagem e, depois de ter sido seleccionado, partiu para Paris, a fim de frequentar a Escola Nacional e Especial de Belas Artes, onde foi discípulo de mestres insignes. Durante esse tempo, teve possibilidade de conviver com outros grandes pintores. Entre 1877 e 1878, desenvolveu a sua aprendizagem com uma estada em Itália e com viagens, pela Bélgica, Holanda, Inglaterra e Espanha, no sentido de completar a sua formação artística e sempre empenhado em saber mais e fazer melhor.

Quando em 1879 regressou a Portugal, foi proposto, pelo vice-inspector da Academia de Belas Artes de Lisboa, para reger a cadeira de Pintura de Paisagem, daquela instituição. Foi aceite por unanimidade sendo, depois, nomeado “Académico de Mérito”, pela Academia Portuense de Belas Artes.

Em Lisboa, foi frequentador do Café Leão d’Ouro, onde se constituiu o “Grupo do Leão”, uma tertúlia de artistas e escritores portugueses, de que fizeram parte, entre outros, os irmãos Rafael e Columbano Bordalo Pinheiro, o pintor José Malhoa e o próprio Silva Porto.

Em 1885 o “Grupo do Leão” foi imortalizado num óleo sobre tela com o mesmo nome, da autoria do pintor Columbano Bordalo Pinheiro, onde Silva Porto também se encontra representado.

Entre meados do século XIX e inícios do século XX, a Europa viveu um tempo de enormes transformações, em diversos domínios e a pintura não fugiu a essas mudanças, pois surgiram várias correntes artísticas e criam-se novas técnicas de pintura.

Silva Porto foi seguidor das correntes artísticas, em voga na época, expressas numa pintura com características naturalistas e realistas. Sobressaía um gosto pela natureza observável, de preferência in loco (árvores, animais, pastos, rios,…), representando-a com a maior fidelidade e minúcia e um realismo plasmado nas cenas pintadas que deveriam mostrar a vida tal como ela era, tanto na vida citadina, como nas temáticas rurais. Para ser o mais fiel possível a estas tendências, Silva Porto deslocava-se com os seus cavaletes para o campo e pintava os motivos ao natural. Foi considerado, pela crítica da época, como o mestre do Naturalismo e o renovador da pintura de paisagem, em Portugal. Este portuense, desempenhou um papel relevante no meio artístico português, distinguindo-se a sua pintura pela luminosidade e cor.

Silva Porto, representante do Naturalismo em Portugal, ficou sobretudo conhecido como pintor de paisagens, colhidas principalmente nos meios rurais, paisagens povoadas de animais e de pessoas, desempenhando tarefas do quotidiano.

Silva Porto deixou uma obra onde o Homem e a Natureza se encontram em harmonia, numa relação marcada pelo sentimentalismo e pela fidelidade à realidade do campo.

Participou em múltiplas exposições de pintura, quer em Portugal, quer no estrangeiro e foi admirado e aclamado como “Divino Mestre” pelos companheiros, como um dos melhores valores da nova geração, da segunda metade do século XIX.

Foi casado com D. Adelaide Torres que quem teve vários filhos. A sua vida foi breve, mas intensa. Faleceu em Lisboa, a 1 de Junho de 1893, com 43 anos, legando-nos uma vasta e valiosa obra pictórica, amplamente representada no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto e no Museu do Chiado, em Lisboa."

Fonte: http://etcetaljornal.pt

António da Silva Porto

11 de novembro de 1850, Porto - 11 de junho de 1893, Lisboa

"Era natural do Porto, da freguesia da Sé, onde nasceu a 11 de Novembro de 1850. Filho de um latoeiro e cinzelador, António da Silva Carvalho e de uma bordadeira (premiada pela Associação Industrial do Porto), Margarida de Silva Carvalho, viveu com a sua família no mais antigo bairro da cidade. Primeiro, habitaram na Rua da Ponte Nova e, depois, na Rua de Santo António do Penedo. Ao seu nome, o jovem recatado e pouco exuberante, acabaria por anexar o cognome “Porto”, dizem, que por bairrismo, como homenagem à sua cidade natal.

Silva Porto, depois de ter frequentado a Instrução Primária, ingressou na Escola Industrial, onde depressa sobressaíram a sua sensibilidade para a arte e o seu talento, sobretudo no desenho. Mas, dessa época, conhecem-se-lhe outros trabalhos artísticos, nomeadamente, aguarelas e numerosas esculturas miniaturais, sobre caroços de fruta.

Em 1865, iniciou a frequência na Academia Portuense de Belas Artes, na aula de Desenho Histórico. Nesta instituição, frequentou vários cursos (Escultura, Arquitectura), obtendo sempre as mais altas classificações.

Com vinte e três anos de idade (1873) inscreveu-se no Concurso de Pintura de Paisagem e, depois de ter sido seleccionado, partiu para Paris, a fim de frequentar a Escola Nacional e Especial de Belas Artes, onde foi discípulo de mestres insignes. Durante esse tempo, teve possibilidade de conviver com outros grandes pintores. Entre 1877 e 1878, desenvolveu a sua aprendizagem com uma estada em Itália e com viagens, pela Bélgica, Holanda, Inglaterra e Espanha, no sentido de completar a sua formação artística e sempre empenhado em saber mais e fazer melhor.

Quando em 1879 regressou a Portugal, foi proposto, pelo vice-inspector da Academia de Belas Artes de Lisboa, para reger a cadeira de Pintura de Paisagem, daquela instituição. Foi aceite por unanimidade sendo, depois, nomeado “Académico de Mérito”, pela Academia Portuense de Belas Artes.

Em Lisboa, foi frequentador do Café Leão d’Ouro, onde se constituiu o “Grupo do Leão”, uma tertúlia de artistas e escritores portugueses, de que fizeram parte, entre outros, os irmãos Rafael e Columbano Bordalo Pinheiro, o pintor José Malhoa e o próprio Silva Porto.

Em 1885 o “Grupo do Leão” foi imortalizado num óleo sobre tela com o mesmo nome, da autoria do pintor Columbano Bordalo Pinheiro, onde Silva Porto também se encontra representado.

Entre meados do século XIX e inícios do século XX, a Europa viveu um tempo de enormes transformações, em diversos domínios e a pintura não fugiu a essas mudanças, pois surgiram várias correntes artísticas e criam-se novas técnicas de pintura.

Silva Porto foi seguidor das correntes artísticas, em voga na época, expressas numa pintura com características naturalistas e realistas. Sobressaía um gosto pela natureza observável, de preferência in loco (árvores, animais, pastos, rios,…), representando-a com a maior fidelidade e minúcia e um realismo plasmado nas cenas pintadas que deveriam mostrar a vida tal como ela era, tanto na vida citadina, como nas temáticas rurais. Para ser o mais fiel possível a estas tendências, Silva Porto deslocava-se com os seus cavaletes para o campo e pintava os motivos ao natural. Foi considerado, pela crítica da época, como o mestre do Naturalismo e o renovador da pintura de paisagem, em Portugal. Este portuense, desempenhou um papel relevante no meio artístico português, distinguindo-se a sua pintura pela luminosidade e cor.

Silva Porto, representante do Naturalismo em Portugal, ficou sobretudo conhecido como pintor de paisagens, colhidas principalmente nos meios rurais, paisagens povoadas de animais e de pessoas, desempenhando tarefas do quotidiano.

Silva Porto deixou uma obra onde o Homem e a Natureza se encontram em harmonia, numa relação marcada pelo sentimentalismo e pela fidelidade à realidade do campo.

Participou em múltiplas exposições de pintura, quer em Portugal, quer no estrangeiro e foi admirado e aclamado como “Divino Mestre” pelos companheiros, como um dos melhores valores da nova geração, da segunda metade do século XIX.

Foi casado com D. Adelaide Torres que quem teve vários filhos. A sua vida foi breve, mas intensa. Faleceu em Lisboa, a 1 de Junho de 1893, com 43 anos, legando-nos uma vasta e valiosa obra pictórica, amplamente representada no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto e no Museu do Chiado, em Lisboa."

Fonte: http://etcetaljornal.pt

“[…] foi ele o primeiro dos nossos pintores que, frente a frente com a natureza, humildemente, pacientemente e apaixonadamente a inquiriu nos seus múltiplos aspectos, fugidios como o dia que corre e o sol que passa […]." - Ramalho Ortigão

António da Silva Porto - Charneca Alentejana (1881/1889)
Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

José Malhoa - Festejando o S. Martinho (1907)
Museu José Malhoa

José Malhoa - Festejando o S. Martinho (1907)

Visita Guiada

📍 Episódio completo: https://bit.ly/2qKwWn7

A pintura “O Fado”, de José Malhoa, é uma grande obra da História da Arte Portuguesa. Com o tempo, “O Fado” do Malhoa fixou-se como ícone da cultura popular lisboeta e como símbolo de uma certa “portugalidade”. Os episódios rocambolescos que envolvem a produção deste quadro nos inícios do séc. XX fazem parte da mitologia que o envolve. Mas, no Museu do Fado, em Lisboa, há muito mais pinturas sobre fado que merecem a nossa atenção. Os historiadores de arte Nuno Saldanha e Sara Pereira, que é também a diretora do museu, conduzem-nos nesta visita guiada pelas pinturas que o fado inspirou. Pergunta: por que razão há tão poucos retratos pintados de Amália Rodrigues?

RTP2, 2ª feira, 28 dezembro, pelas 23h; sábado, 2 janeiro, pelas 19h40 (repetição)
Antena 1, 5as feiras, pelas 21h10

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Academia Portuguesa de Belas Artes

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Quinta-feira 10:00 - 13:00
Sexta-feira 14:30 - 21:00
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Sábado 10:00 - 13:00
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Banda Amizade Aveiro Banda Amizade Aveiro
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Bem-vindo à página de divulgação da Banda Amizade - Banda. Com este espaço pretendemos divulgar e valorizar o trabalho realizado.

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A Dança está no SEU ADN, e de todos NÓS, apenas têm que se "fazer a ela". #fazteadança

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