António José de SousaUnforgettable Smile Medicina Dentária

Reabilitação Oral Implantes Oclusão Periodontologia Estética Formação Profissional

Jovens Pela Medicina Dentária

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Somos um movimento de união jovem pelo futuro digno da Medicina Dentária em Portugal. Queremos sensibilizar a classe e a opinião pública para as reais dificuldades que atravessamos.

Miguel Pavao

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Sou candidato à Ordem dos Médicos Dentistas

[05/22/20]   Foram os últimos 19 anos dominados pela liderança do colega Orlando Monteiro da Silva à frente dos destinos da medicina dentária portuguesa.
O seu estatuto de bastonário e a sua habilidade política levaram-no à representação da medicina dentária portuguesa ao mais alto nível internacional. Neste percurso sempre acompanhado por um núcleo duro de fiéis era esperado pelos mesmos a sua recandidatura a um último mandato; cedo foi criado um movimento que de apoio à mesma. Essa recandidatura seria mais uma vez a continuidade da mesma política, das mesmas pessoas, sem qualquer vislumbre de renovação.
Quiseram as circunstâncias que o senhor bastonário não se recandidatasse, o futuro trará esses motivos.
Nesta altura todos nos sentimos órfãos, uma porque perderam o líder em que acreditaram durante anos e pelo qual estavam dispostos ao apoio a um último mandato, outros como eu por sentirem que esta seria a pior altura (pois as eleições estavam anunciadas para setembro) e um líder em saída perde peso político tão necessário nesta altura.
A ambição por uma carreira política poderá não estar colocada de parte, mas não podemos esquecer a gestão rocambolesca dos destinos da Ordem e da medicina dentária nestes tempos da COVID-19.
O descontrolo da situação foi notório e transpareceram desentendimentos e falta de comunicação entre os órgãos e dirigentes da OMD, sendo o quase culminar desta história o anúncio errado da nova data das eleições e a surpresa dos seus apoiantes da sua não recandidatura.
Gostava ter ter tido o colega Orlando nesta batalha final.
Quando pensávamos que mais nada poderia acontecer é feito o anúncio da reabertura dos consultórios num directo na televisão ao mesmo tempo que decorria uma reunião do Conselho Geral deixado mais uma vez surpresos todos os presentes.
Para nós, médicos dentistas o anúncio oficial chegou umas horas mais tarde via e-mail.
Anunciada a nova e definitiva data das eleições, o colega Ricardo Oliveira Pinto anuncia-se como a solução de continuidade prometendo “devolver a profissão aos médicos dentistas”.
Os apoios de muitos que sempre estiveram nos últimos anos na OMD não se fizeram esperar.
A equipa intergeracional parecia estar reunida.
Após uns dias e depois de um golpe palaciano “a bem dos colegas e pela reunificação da classe” decide retirar a sua candidatura.
Gostava de ter visto o Ricardo avançar e explicar como e quando iria devolver a profissão aos colegas, ele que se sentou 12 anos à mesma mesa que nos tirou muito do que a profissão necessita.
Os mesmos que apoiavam a recandidatura do colega Orlando e agora do colega Ricardo ficaram mais uma vez órfãos.
Do golpe palaciano surge a candidatura do colega Artur Lima, um ilustre desconhecido para os menos atentos, mas que já nos tinha brindado com um artigo de opinião na revista Saúde Oral e uma entrevista na Saúde + em nada abonatórios para os colegas.
Homem da política e para a política, oriundo dos Açores e representante dos colegas ilhéus no Conselho Directivo, era um dos homens de mão do senhor bastonário; numa rápida pesquisa pela Wikipédia era até há uns dias anunciado como ex-dentista.
Quis o destino que fosse a terceira escolha de um poder instituído há duas décadas.
Se o colega Orlando se recadidatasse teria avançado na mesma?
Anunciaria renovação com confiança?
Ou mantinha-se no seu lugar como representante açoreano honrando a Ordem e o seu líder numa solução de continuidade?
Continuidade esta, que independentemente do actor principal parece estar assegurada.
Perto de 50% dos quadros da sua lista transitam dos anteriores órgãos sociais; há ainda uma percentagem elevada de membros da lista que de uma forma ou de outra já faziam parte de grupos satélites, tais como Conselho Cientifico, grupos de Jovens Médicos Dentistas ou outros.
A outra parte já orbitava em torno dos actuais corpos sociais, ou nas clínicas e faculdades onde muitos membros exercem a sua actividade.
“Garantir o Futuro” com base no passado é a renovação que a medicina dentária não precisa.
Honrar a Ordem é um lema subjacente a todos os médicos dentistas, tal como deve ser da parte de quem os dirige Honrar os que representam.
A medicina dentária precisa de mudar, “mudar com confiança” numa equipa totalmente nova “pelo futuro da profissão”.
Desde há muitos anos que não me revi na política que quem me representava; apoiei o colega Américo Afonso, mais tarde o colega Fernando Guerra, criei o movimento “Pensar Dentária” em 2012 com mais colegas à porta da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Coimbra, ouvimos as inquietações dos colegas em reuniões que fizemos do Porto até Faro.
Não foi nossa intenção qualquer candidatura a cargos da Ordem, mas sim ouvir e dar voz a muitos que como nós estavam insatisfeitos.
Os anos passam e há cerca de 4/3 anos a integração dos médicos dentistas no SNS levou a uma tomada de posição após uma reunião no Hotel Sheraton de Lisboa onde mais uma vez a nossa voz não foi ouvida.
Mais uma vez Coimbra foi o centro de decisão e nascia a Plataforma “Fazer Dentária”.
Foi a voz de muitos descontentes, aqueles que apenas dirigem a sua vida, as suas clínicas, as suas famílias no dia a dia.
Ao longo destes anos as inquietações com o futuro acumularam-se e era chegado o momento de tentar a mudança.
De a Norte a Sul, estendendo-se às ilhas e a muitos dos que foram obrigados a emigrar os médicos dentistas foram mostrando as suas preocupações, as suas dúvidas, as suas incertezas.
As comunicações enviadas à Ordem e tantas vezes ignoradas, a não receptividade ao voto electrónico, o caos constantemente instalado com a legislação que sai em catadupa (muitas vezes desadequada), a precariedade no emprego, o flagelo dos mais jovens, a unilateralidade dos regimes convencionados, o descontrolo nos números clausus, a certeza de um futuro incerto trouxeram uma certeza, uma nova liderança era necessária.
A liderança que não se faz apenas no líder, mas em toda a equipa.
Essa equipa e esse líder hoje existem, são a lista A encabeçada pelo candidato a Bastonário Miguel Pavão mais os 102 médicos dentistas clínicos como todos vós, que o acompanham.
Eu sou um desses médicos dentistas, tenho 52 anos, dois filhos, licencie-me em 1993 na primeira formatura do Instituto Superior de Ciências da Saúde Sul, sou especialista em cirurgia oral pela OMD e docente não doutorado na Egas Moniz.
Sou aluno de doutoramento em Ciências Biomédicas na Egas Moniz, presto serviço de cirurgia e reabilitação oral de Castelo Branco até ao Algarve, assumo a direção clínica do Instituto Dentário do Alto das Amoreiras que abri em 1991 com mais 3 colegas.
Já trabalhei como muitos de vocês em clínicas que me ficaram a dever, outras que por não reunirem condições não pude aceitar ou dar continuidade ao exercício da actividade, já vivi o despedimento por não concordar com a política da clínica, passei por situações de precariedade, de dificuldades também, passei por clínicas de franchising onde os donos não eram médicos dentistas, também atendo doentes segurados.
Não vim de uma família de médicos ou médicos dentistas, o meu pai faleceu com um tumor no dia em que mudei de engenheira para medicina dentária, sendo essa a última boa notícia que recebeu (que não pude dar pessoalmente), no ano após a minha licenciatura a minha mãe contraiu um tumor que a vitimou anos anos tarde, fui pai com dois anos de licenciatura, fui militar quase 10 anos e prestei serviço no Hospital Militar Principal 16 anos, trabalhei com reclusos 3 anos no EP do Linhó, voluntariei-me para uma missão da ONU e Angola no ano de 1997.
Sempre procurei dar a solução aos meus doentes, nunca aceitando o não ou o impossível como solução.
Cedo escolhi a Implantologia e mais tarde um curso de mestrado pela Universidade de Krems em diagnóstico, terapêutica e reabilitação oral com especialização em implantologia, pelo meio fui o médico dentista da seleção nacional de futebol de 2001 a 2016.
Hoje abraço com toda a convicção o projecto de mudança da lista A onde estão colegas como eu e como vocês, que vivem a realidade da medicina dentária todos os dias.
Acordamos cedo, chegamos tarde, umas vezes frustrados, outras contentes, muitas vezes cansados e sem tempo ou paciência para a família, para os amigos, para o nosso espaço, para os nossos animais, para as nossas coisas, mas também nos une a todos a necessidade de mudar.
A partir de 27 de junho serei vosso representante pela zona sul no Conselho Geral da Ordem dos Médicos Dentistas, mas isso não chega, o vosso voto é necessário para que toda a estrutura mude, para que o nosso futuro possa ser mais certo, para que possamos mudar com confiança.
Não deixes que mudem por ti.
Dirijo-me com especial carinho aos mais novos, aqueles que anseiam e precisam da mudança que vos podemos dar.
Desde os tempos de estudante que tive um entendimento fácil com com as gerações que vinham atrás, fruto talvez da época em estive na associação de estudantes, por ser do primeiro curso e por ter dado a primeira aula com 24 anos “a miúdos” com 22.
Para vocês terei sempre as portas, ouvidos e olhos abertos como sempre aconteceu, continuarei a ser o “professor Tozé” sempre disponível para uma dúvida, uma dica, um apoio.
Mais que um programa eleitoral, mais do que as promessas, mais do que todas as dificuldades que vamos encontrar nas mudanças que nos propomos fazer, estão na equipa do Miguel Pavão colegas vossos de todas as idades, de todas as regiões do país; esses 103 colegas serão a vossa voz.
Dia 27 de junho o voto de todos é importante.

António José de Sousa
01047 OMD.

O Tinto já apareceu.
Obrigado pelas partilhas.
Obrigado por ter sido recolhido.
❤️❤️❤️

O Tinto foi visto hoje junto ao Minipreço da Costa da Caparica atrás do CC Pescador; estava com um casal de brasileiros entre os 30 e os 40 mais ou menos, ela é morena cabelo preto liso abaixo dos ombros e ele também tem a pele morena cabelo bem curto e bem constituído.
O Tinto estava com uma coleira vermelha que não tinha quando desapareceu.

Photos from António José de SousaUnforgettable Smile Medicina Dentária's post

expresso.pt

Covid-19. Dentistas pedem apoio ao Governo: “milhares de pessoas podem ficar desempregadas”

expresso.pt

DentalPro

O texto é do médico dentista António José de Sousa, a propósito da situação da medicina dentária no atual panorama da Covid-19. #DentalPro

Quando uma orto pode enganar na quantidade óssea.

Sexo M
55a
Perda de dentes por periodontite
HIV1
VHC

Referenciado para reabilitação fixa inferior e superior.
Tinha TAC prévia onde era possível ver a grande quantidade óssea em altura mas muito diminuta em largura.

Planeamento para Implantize com Rui Coelho

Retalho total mandíbular com identificação dos mentonianos.
Osteotomia de redução até ao osso basal
Preparação do leito ósseo receptor.
Cirurgia com Nuno Ferreira, Miguel Caldeira Pestana e Andreia Paulino.
Tdp Paulo Martins Bigas

Todo o procedimento protético foi pós cirúrgico.
No 4o quadrante houve que cruzar a mordia pois o Implantize tem de ter a emergência no rebordo ósseo o que levou a que na montagem de dentes tivéssemos de cruzar a mordida; esta situação será compensada pela prótese superior quando a reabilitação for feita.

Sexo F
50A
Fractura de raiz do 1.1
1.2 por palatino
Exo de 1.1 sem regeneração
Alongamento coronário de 1.2
Sutura 5/0 nylon a distal de 1.1
Colocação de dente acrilico com rede metálica ferulizado a palatino de 2.1 e vestibular de 1.2
Restauração sobre a rede vestibular de 1.2 com resina composta Z100 A2
Sem férula a 1.3
Manutenção de espaço entre a face palatina do novo 1.2 e a face vestibular do 1.2 que está por palatino por causa da Oclusão
Por causa do sangramento não foi possível caracterizar as faces vestibulares de 1.1 e 1.2
Na próxima consulta serão feitos os arranjos estéticos.
Plano tratamento:
Colocação de implante em 1.1
Opção 1:
Ortodontia para vestibularizar 1.2
Opção 2:
Exodontia de 1.2 e implante de 1.1 com coroa canteleaver de 1.2
Opção de fazer já o 1.2 hoje para a doente aferir a estética.
Saiu muito contente apesar do carácter ainda provisório e por acabar dos procedimentos clínicos de hoje.

Mais um transplante.
Dente 4.6 com lesão em J, avaliado previamente pelo Antonio Roma Torres e Luis Côrte-Real.

Sexo F
16 anos
Durante a cirurgia e adaptação do alvéolo receptor o 4.8 foi conservado no pavimento da boca.
Com Mercia Cabrera

Férula com flow
Ligeira rotação, mas a menina vai fazer Ortodontia e a posição será normalizada, daí não ter feito slice mesial ou distal.
Foi ajustado na posição colocando em MIC.

Prognóstico bom, pois a exodonita foi atraumática nos dois leitos, e o tempo curto.
Outro factor importante o facto de a raiz ter muito para se desenvolver e ter saco epitelial apical.

Noutro caso que actualizei hoje, o dente transplantado mantém a vitalidade ao fim de 6 meses e com sinais de formação radícular.

Mais um transplante.
Dente 4.6 com lesão em J, avaliado previamente pelo Antonio Roma Torres e Luis Côrte-Real.

Sexo F
16 anos
Durante a cirurgia e adaptação do alvéolo receptor o 4.8 foi conservado no pavimento da boca.
Com Mercia Cabrera

Férula com flow
Ligeira rotação, mas a menina vai fazer Ortodontia e a posição será normalizada, daí não ter feito slice mesial ou distal.
Foi ajustado na posição colocando em MIC.

Prognóstico bom, pois a exodonita foi atraumática nos dois leitos, e o tempo curto.
Outro factor importante o facto de a raiz ter muito para se desenvolver e ter saco epitelial apical.

Noutro caso que actualizei hoje, o dente transplantado mantém a vitalidade ao fim de 6 meses e com sinais de formação radícular.

20 anos de follow-up
Sexo F
69A

Um dos meus primeiros casos de reabilitação total em pareceria com o J João Mendes.
8 Straumann TL superiores e 4 inferiores.
Para os inferiores pedi ajuda ao Antonio Mano Azul; na altura não havia protocolos de implantes inclinados e eu era escola Straumann e fizemos os 4 com telescópicas e PT removível.
No superior coloquei os implantes e esperamos os 6 meses, fizemos a definitiva sem passar por provisória... uma trabalheira.
Foi com a ajuda do Jorge Patrao na altura a acabar o curso que fizemos a prótese fixa e a PT no laboratório da Monique De Gee Moorse e do Kees Moors.
Após 14 anos o Ricardo Dinis Ricardo Almeida fez nova prótese superior com o Ricardo Pitschieller e na inferior retirou os copings telescópicos e colocou Kerator.
São 20 anos de follow-up numa doente com excelente higiene, colegas e TdP’s fantásticos e implantes a toda a prova.
Obrigado a todos.
Nota: as Fotos são antes da higienização de rotina... pois a última consulta tinha sido há dois anos.
Nota 2: a primeira prótese fixa superior era cimentada, ou melhor, retida só com algum cimento nos 8 pilares, pois o Kees fez um trabalho extraordinário de fundição, na segunda com o Ricardo Pitschieller optámos por aparafusada pois os componentes Straumann já eram maus user friendly e a manutenção assim é mais fácil.

Manuseamento de tecidos moles.
Sexo F
60A
Fumadora
Perda de dentes superiores por periodontite
Follow-up de 3 anos
Reabilitação sobre 4 implantes em 1.5; 1.3; 2.3; 25.
Nas próteses cravadas não coloco nos laterais pois compromete o perfil de emergência.
Opto por centrais ou caninos ou centrais e caninos mais os posteriores, fazendo com 4 ou 6 implantes.

[12/02/18]   25 anos.
2 de dezembro de 1993 data do exame de saída da primeira licenciatura em medicina dentária pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde - Sul.
Para mim tudo começou em junho de 1987 quando cheguei a Xabregas e me inscrevi num curso com futuro incerto por o mesmo não estar aprovado.
Essa inscrição deu-me o número 001, sendo por isso o primeiro inscrito nesse ano lectivo; muitos dos meus colegas já andavam há uns anos na luta para o que foi o primeiro curso particular da área da saúde (o mesmo aconteceu no Porto com o ISCS Norte).
Nesse mesmo ano lectivo entrei em engenheira mecânica na UBI (Covilhã), em 25 de janeiro de 1988 soube que o ministério da educação dava autorização para as actividades preparatórias do 1.º ano lectivo, no dia 26 de Janeiro o meu pai faleceu vítima de um linfoma não Hodgkin, tendo sido essa a última e grande noticia que recebeu.
Dia 26 ao receber a notícia rumei a Lisboa para não mais voltar à Covilhã; se tivesse seguido engenharia mecânica o sonho era chegar à Fórmula 1, no entanto troquei o certo pelo incerto e em 18 de Fevereiro de 88 começavam as aulas na nova aventura da medicina dentária.
Não tinha ninguém na família ligado à dentária, mas a partir daí foi essa a minha aposta.
Nesse ano lectivo fiz uma lista para a que foi a primeira associação de estudantes eleita, antes de mim passaram pela pré-AE o José Pinheiro Correia, a Sara Pereira e a Cristina Manso.
Desde então foram 30 anos ligados à casa que me formou, depois da AE e já licenciado (1993) fiquei como monitor de Saúde Pública, assistente de Anatomia e em 1995 também de Dentisteria Restauradora; em 1995 iniciámos o processo de cisão da CESPU, nesse processo estive 5 anos no conselho de administração sul acompanhando todo o processo de criação da Egas Moniz.
Ao longo destes anos o nome foi mudando, Instituto Superior de Ciências Dentárias de Lisboa, Instituto Superior de Ciências da Saúde Sul, Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz e finalmente Instituto Universitário Egas Moniz.
Em 50 anos já vivi 30 na Egas e 25 como licenciado, a todos aqueles com quem lidei, aprendi e ensinei o meu muito obrigado; agarrei-me com unhas e dentes a uma profissão que amo, que me realiza.
A aposta dos que um dia sonharam com a primeira privada e a maluquice dos que tudo arriscaram num curso que se sabia incerto resultou; em 18 de maio de 1989 quando soubemos da aprovação da nossa escola pelo Conselho de Ministros a festa e alegria foram imensas, os 4 anos seguintes até nos licenciarmos foram de muita luta e dedicação deixado em todos nós o ADN que só quem estuda e estudou na Egas sabe explicar.
1 de abril de 1994 foi o sonho tornado realidade quando finalmente recebemos o cartão amarelo da Associação Profiissional dos Médicos Dentistas, mais tarde passada a Ordem, que nos permita trabalhar abrindo assim caminho para o sonho de tantos outros que também sonhavam serem médicos dentistas ou terem outra profissão ligada à saúde.
Todas as lutas me ensinaram que quando sonhamos e acreditamos nunca devemos desistir.
Obrigado a quem tronou possível.

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