Centro de Dança de Oeiras

O CDO é um espaço de divulgação, ensino, criação e investigação na área da dança onde inclui estúdio de dança, uma zona de biblioteca, e outra de arquivo. O CDO localiza-se na baixa de Algés.

O CENTRO de DANÇA de OEIRAS (CDO) nasceu da ideia da criação de uma Casa da Dança no nosso País. Trata-se, pois, de uma estrutura inovadora em Portugal, criada à semelhança das muitas que existem em diversas cidades europeias, com o estatuto de associação cultural sem fins lucrativos. O CDO é um espaço de divulgação, ensino, criação e investigação na área da dança. As suas instalações - na ala norte do piso térreo do Palácio Ribamar, debaixo da Biblioteca Municipal de Algés - incluem um estúdio, para a leccionação das mais variadas técnicas de dança e apoio a grupos e companhias (em regime de residência temporária), uma zona de biblioteca - com possibilidades de leitura e pesquisa assistida, de visionamento de material videográfico, de audição de música de bailado e de acesso à Internet – e outra de arquivo, onde se encontra a mais completa e melhor colecção de documentos de dança portuguesa dos séculos XX e XXI. Às suas áreas principais - estúdio de dança, biblioteca e arquivo - foram dados os nomes de três grandes personalidades da dança portuguesa do século XX, respectivamente, Carlos Trincheiras, Margarida de Abreu e Águeda Sena. O projecto do CDO, além das actividades acima mencionadas, passa também pela organização de oficinas coreográficas, exposições de pintura e fotografia de dança e de documentação diversa, cursos específicos de curta e longa duração, aulas para indivíduos com deficiência, organização de conferências didácticas e intercâmbio de âmbito nacional e internacional. O “espaço Ribamar”, que funciona também como sede da Revista da Dança e do Centro de Pesquisa e Documentação de Dança, é uma estrutura aberta e flexível que pretende servir não só os moradores da zona e do concelho, como todos os que se interessam pela pesquisa e prática dos mais variados estilos de dança ou procuram, simplesmente, um espaço de lazer dentro da diversidade lúdica que, actualmente, a arte de Terspsicore nos pode oferecer. Projectos como os espectáculos didácticos, “Ver a Música e Ouvir a Dança”, os cursos de danças tradicionais para alunos das escolas do ensino básico, “Da Escola à Dança”, e o ciclo “Dança ao Cair da Tarde”, no pátio do Palácio Ribamar, são outras actividades de sucesso do CDO.

[02/04/20]   GISELLE AFRICANA IMPETUOSA E VINGATIVA

Por razões muito variadas a versão do bailado clássico Giselle que a sul-africana Dada Masilo e companhia trouxeram ao Centro Cultural de Belém (CCB) logo no início do mês de Fevereiro, não parece enfatizar um longo caminho de quase 180 anos.
A obra-prima do romantismo terpsicoreano estreou-se na Salle Le Peletier em Paris, em 1841, e nunca mais deixou de espantar e enternecer as plateias de todo o mundo. Tal facto deve-se, sobretudo, à humanidade da história que apela aos sentimentos humanos exibindo um enredo ingénuo mas muito bem gizado por Théophile Gautier. O mesmo juntou a uma trágica história de amor nos campos da Silésia (na actual Alemanha) um segundo acto em que a lenda das willis, umas figuras sobrenaturais que atacam os homens pela calada da noite, serve para continuar, num campo mais espiritual, todo um ritual de vingança e de perdão. Que, aliás, assenta magistralmente nos canones do romantismo europeu do século XIX.
Com o passar dos tempos muitas foram as adaptações e mudanças na obra, sendo que, Marius Petipa, na Rússia, lhe deu o formato – sobretudo no segundo acto – a que nos habituámos até aos dias de hoje. Contudo, nos finais de Janeiro de 2020, o Ballet Bolchoi, pela mão de Alexei Ratmansky, apresentou via televisão em directo para todo o mundo, uma nova/velha Giselle em que se recuperou, entre outras “subtilezas”, um final mais enternecedor que se perdera e fora mantido nos tempos do regime soviético.

Entre as versões clássicas famosas, conta-se a que o Dance Theatre of Harlem (de Nova Iorque) criou – com um elenco totalmente negro – intitulada Creole Giselle, em 1984, com coreografia de Frederick Franklyn em que a história se passa, não na Europa, mas no estado norte-americano da Luisiana.

Mais para os finais do século XX, inevitavelmente, assistiu-se a uma “reconversão” da história da camponesa Giselle para o idioma contemporâneo, tendo surgido muitas variantes, mais ou menos conseguidas. Sendo que a do sueco Mats Ek (de 1982, passada num manicómio) fez história.
É claro que, ao descartar-se as sapatilhas de pontas e “actualizar-se” a história, qualquer cunho romântico tem, repetidamente, caído logo por terra e, a maior parte das vezes, com ele, também a essência da própria peça.
Em 2016 o conhecido coreógrafo inglês Akram Khan – que há pouco tempo passou “a solo” pelo palco do CCB – criou uma Giselle contemporânea para o English National Ballet tendo, mesmo, descartado a partitura original de Adolph Adam. E o resultado (com música original de Vincenzo Lamagna) foi tão contemporâneo como controverso.

A proposta de Masilo, não sendo drástica na configuração das personagens centrais, mostra-se mais radical na segunda parte, em que o grupo de “espíritos” – que de espiritual pouco ou nada têm – é formado por homens e mulheres vestidos de vermelho e com uns folhos que parecem resquícios de tutus.

Percebe-se que esta Giselle (estreada em 2017 e com a própria Dada no papel titular) se move entre pessoas de camadas sociais diversas e que tem uma paixão por um homem que a troca por outra. Ela sente-se mais humilhada que traída e, sobretudo, dança com um ímpeto algo visceral. Mas, tirando o facto da sua tristeza e raiva a levarem a dançar desesperada e de peito nu, pouco mais se entende relativamente aos detalhes de tão pungente cena que se desenrola no seio de uma comunidade em África.

Curiosamente, onde a Giselle, coreografada por Perrot e Coralli, surge desgrenhada como uma mulher louca nos séculos passados caminhando através do mundo dos sãos, a de Dada surge de cabeça rapada, como se o drama se restringisse à sua expressão mais simples. Juntamente com o romantismo e sentimentalismo, que alimentam o bailado original, caíram detalhes de enorme importância para o entendimento da narrativa. Existe alguma gritaria e palavreado pouco perceptível, mas, quase nenhuma mímica. Já para não mencionar o facto da história se completar com um grupo de “espíritos ancestrais” vestidos de vermelho unissexo em volta de uma feiticeira de chicote em punho, cuja energia é o verdadeiro espelho da vingança.
Os treze bailarinos do grupo dançam com excelente ritmo, energia e determinação, em frente de algumas projecções que tentam criar um espaço e um tempo algo indefinidos.
A curiosa música de Phillip Miller, serve muito bem os propósitos de Masilo e, sendo muito diferente da de Adolphe Adam, em certas passagens parece citá-la e, mesmo, homenageá-la. Ela cria, na verdade, uma total simbiose com o movimento, revelando-se um factor de grande importância para a caraterização de um bailado com uma coreografia muito mais interessante que os seus aspectos narrativos.

Em resumo, o que faltou em detalhe nesta “Giselle negra”, a coreografia de Dada Masilo mostrou em convicção e atitude. Ainda que a construção e psicologia das várias personagens tivesse deixado muitas pontas soltas, e ao grupo rigor no detalhe, o maior ganho desta peça foi fazer uma espécie de homenagem à África negra, aos seus costumes e rituais ancestrais, ainda que alguns deles sejam inadmissíveis no século XXI.

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Portugalex

Dança contemporânea e canto introspectivo

Conan Osiris no Portugalex

sicnoticias.pt

Ana Gomes envia carta a comissários europeus sobre auditoria à CGD

Também devia mandar cartas ao Primeiro Ministro e à Ministra da Cultura. O que se passa na Direcção-Geral das Artes há mais de uma década (e na Direcção-Geral do Património) é o espelho de como António Costa liga pouco à Cultura e quando surge algum problema despeja dinheiro à toa em subsídios, esperando que os problemas se resolvam por si !!!!

sicnoticias.pt A eurodeputada pretende que o Governo português obrigue os maiores devedores da Caixa a pagarem as dívidas.

[09/11/18]   bom regresso das férias !

CEM ANOS DEPOIS OS BALLETS RUSSES EM LISBOA ENTRE O POUCO E COISA NENHUMA

No dia 2 de Janeiro de 2018 – data do último espectáculo em Portugal da famosa companhia de dança de Serge Diaghilev que teve apenas duas décadas de existência, entre 1909 e 1929 - foi publicado nos Estados Unidos da América (Amazon) uma obra intitulada Os Ballets Russes em Portugal (1917-1918) ... entre a inquietação e o desânimo.

A segunda parte do título da obra foi escolhida, propositadamente, para “preparar” o leitor para o “verdadeiro desastre” (para o notável grupo de bailado) que foi a sua vinda a Lisboa, depois de uma fugaz passagem de barco em 1913. Outros adjectivos negativos, mas igualmente apropriados, seriam frustração, desespero e, mesmo, miséria. Até porque, já nos finais da I Guerra Mundial, o grupo só não se extinguiu definitivamente em Portugal – tendo, miraculosamente, ainda durado mais dez anos – por um mero acaso do destino. E, naturalmente, devido à muita persistência e uma grande dose de resiliência e coragem dos artistas e do próprio empresário. Segundo a bailarina Lydia Sokolova, logo à chegada do grupo a Portugal, uma bomba (nos dias da "revolução sidonista") destruiu parte do balcão do seu quarto no Hotel Avenida Palace, na Praça dos Restauradores em Lisboa, e, depois da “aventura lisboeta”, Diaghilev chegou, mesmo, a dar-lhe as “últimas moedas do fundo do seu saco” para que ela pudesse comprar medicamentos para sua filha doente que fora obrigada a deixar vários meses em Portugal com uma ama de apelido Abrantes. Só por estes dois factos, não será difícil imaginar, cem anos depois, todo o sofrimento por que passaram artistas, "técnicos" e respectivos familiares perante um cenário de revolução, guerra, pobreza e, naturalmente, grande falta de interesse e incentivo artísticos.

Um século após o nascimento da companhia “russa” de Diaguilev, a 19 de Maio de 2009, o mundo comemorou a efeméride da data em que os Ballets Russes (BR) se apresentaram pela primeira vez no Teatro do Chatelêt, em Paris. Desde logo, com retumbante sucesso.

No século XXI foram realizadas homenagens e organizados eventos em todo o planeta, tendo muita tinta corrido na imprensa, muitas exposições sido organizadas (com o expressivo espólio ainda disponível da companhia) e muitos livros sido editados. Para juntar aos muitos milhares de estudos que já existiam em muitas línguas, universidades e bibliotecas de todo o mundo.

Em Portugal, uma vez mais, o desinteresse e o investimento (muito residual) na Arte de Terpsicore falaram mais alto e apenas o Centro de Dança de Oeiras (CDO) organizou, cem anos depois do dia e hora em que a companhia se estreou, as comemorações do I Centenário dos Ballets Russes. Tendo-se, então, inaugurado uma exposição de fotografias e cartazes de dança na sua sede, no Palácio Ribamar, em Algés e organizado um colóquio intitulado “O legado artístico dos Ballets Russes e a sua influência na dança portuguesa”, na Biblioteca Municipal de Algés. Foram palestrantes, Elvira Alvarez, Maria João Castro, Helena Coelho e António Laginha. Todos eles com teses de doutoramento em que, de um modo ou de outro, terá sido assinalada a presença do grupo de Diaguilev em Portugal.

Helena Coelho dissertou sobre “Memórias da presença dos Ballets Russes em Lisboa”, Elvira Alvarez falou sobre “Os Ballets Russes e a produção artística em Portugal, nas segunda e terceira décadas do século XX”, Maria João Castro assinalou a “Influência dos Ballets Russes na criação do Grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio” e, finalmente, António Laginha lembrou “O Reportório dos Ballets Russes: Impacto na Dança de Ontem e Legado para a de Amanhã”.

Curiosamente, à Companhia Nacional de Bailado (CNB) no ano de 2009, então dirigida por Vasco Wellenkamp, a que foi proposto um evento em que se poderia ter apresentado um programa com bailados como As Sílfides, A Sagração da Primavera –na versão de Milicent Hodson ou de Carlos Trincheiras - Petruchka, As Bodas, ou Apollon musagète, entre outros existentes no seu reportório, deixou passar o ano de 2009 sem qualquer iniciativa que pudesse lembrar a grande companhia. Apenas em 2010 se apresentou um inusitado programa de “Homenagem aos Ballets Russes” com três peças: As Bodas (segundo o original de Bronislava Nijinska), O Prelúdio à Sesta de um Fauno – numa versão modernizada do próprio Wellenkamp criada para Benvindo Fonseca, anos atrás, no Ballet Gulbenkian e que o coreógrafo foi re-coreografando conforme as oportunidades e ocasiões – e uma leitura contemporânea de A Sagração da Primavera, da autoria do espanhol Cayetano de Soto. Tudo isso aconteceu no Teatro das Figuras, de Faro, nos dias 28, 29 e 30 de Maio 2010. E assim, bem “à portuguesa”, se passou por cima de um marco histórico verdadeiramente excepcional, para tristeza de todos quantos estudam e valorizam a breve história da nossa dança.

Na recta final de 2017 e logo no início de 2018, quando se comemorou a passagem do primeiro centenário sobre a única “temporada” dos Ballets Russes em Portugal – e que coincidiu com os 40 anos de existência da CNB – nem Luísa Taveira, que a dirigiu até meados de 2017, nem Paulo Ribeiro, que lhe sucedeu na direcção, se preocuparam em dar ênfase a tão importante evento para a própria História da Dança Portuguesa.

Instituições como o Coliseu dos Recreios e o Teatro Nacional de S. Carlos – onde a companhia se produziu -, a Escola Superior de Dança ou o Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade Humana, ou, mesmo, o Centro Cultural de Belém, se preocuparam em lembrar a significativa efeméride.

Em Dezembro de 2017, apenas a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S.A. marcou presença publicando uma obra (algo modesta), da autoria da investigadora Maria João Castro, intitulada O Essencial sobre os Ballets Russes em Lisboa.

Depois disso, já a meio de 2018 (com visível atraso em relação à efeméride propriamente dita), em vez de uma (boa), Lisboa inaugurou duas mostras muito "imaginativas" e, que, talvez por isso, levantam mais dúvidas que aplausos, respectivamente na Galeria da Fundação Millennium BCP (na Rua Augusta) e no Museu Nacional do Teatro e da Dança (no Lumiar). Desde logo porque ambas, praticamente, giram à volta de apenas um objecto original dos BR. E que são, um fato da obra de Nijinski/Stravinski, A Sagração da Primavera (vindo, por empréstimo, do Museu da Dança de Estocolmo a expensas do BCP) e um programa - em papel – ilustrativo dos dois espectáculos realizados no Teatro de S. Carlos.

Desde logo, a curadora da primeira mostra – que estará activa até finais de Setembro - errou não só no título da exposição (Os Ballets Russes: Modernidade após Diaguilev), como na inusitada associação de uma performance “ilustrativa” (prévia ao evento) protagonizada por uma actor no Palácio Foz, nos Restauradores, em Lisboa. É que os artistas dos BR eram indivíduos do mais alto nível artístico e técnico treinados em escolas de inquestionável qualidade para dançar obras de grande sofisticação cénica e profundidade temática. As performances, na época, inspiradas em movimentos artísticos importantes e revolucionários – como é o caso do constructivismo russo para o cinema e arquitectura - ficavam para artistas de vanguarda como Valentine de Saint-Point… e mesmo, o nosso Almada, de quem não se conhece uma única obra (cinética) que ficasse para “memória futura”.

Para tornar ainda menos “profissional” uma exposição dividida por três pisos e que em quase nada de substancial, realmente, se reporta à companhia de Diaghilev, não saiu qualquer catálogo na "vernissage". Apenas um folheto de interesse (informativo) muito reduzido. É, pois, muito estranho que das peças espalhadas por três pisos – com imensos registos gráficos em Laban Notation, que nem existia no início do século XX e que se revelam completamente descontextualizados – tenham sido uma meia dúzia de delicadas figurinhas em porcelana representando personagens do bailado Carnaval (Fokine-Schumann) que mais beleza e representatividade conferiram à mostra.

Até uma selecção de vídeos (de reproduções dos bailados dançados em Portugal pelos BR) seria mais interessante do que um tipo de iconografia que é suposto ser tão “moderna” que acaba por nada ter a ver com a verdadeira “vanguarda” que os BR introduziram na dança mundial do século XX. Na verdade, é difícil encontrar no “projecto” em causa algo que justifique esforço e dinheiro e, sobretudo, uma viagem à Baixa lisboeta, para um “encontro” com a companhia de Diaguilev, cem anos depois da sua atribulada passagem pela capital portuguesa.

E o mesmo se poderá aplicar ipsis verbis à exposição do Museu Nacional do Teatro e da Dança (MNTD).

Em resumo, são duas salas com programas, livros, trajes, algumas curiosidades e pouco mais. Organizada em torno de um precioso programa dos BR – o do Teatro de S. Carlos que, por sinal, é bastante menos bonito que o do Coliseu do qual se conhecem dois exemplares em Portugal – a inclusão aleatória de umas dezenas de fatos de bailados do reportório do Verde Gaio levanta muitas questões e, mesmo, alguma surpresa. Fundado vinte anos depois da extinção da companhia de Diaghilev, o Verde Gaio, revelou-se uma espécie de antítese da “modernidade” proposta pelos BR. E, por tal, pouco justificável numa exposição que parece querer mostrar uma iconografia, verdadeiramente, inexistente. Se se queria (verdadeiramente) evocar, honrar e celebrar o legado dos BR mais valia ter-se juntado um conjunto de trajes pertencentes ao espólio das companhias pós-Verde Gaio (Ballet Gulbenkian, Companhia Portuguesa de Bailado e Companhia Nacional de Bailado) que dançaram em Portugal algumas das peças criadas sob a égide de Diaguilev. Assim sendo, muita coisa nesta exposição tem uma conotação “falsa”, designadamente a mala de viagem que saúda os “visitantes” (oferecida pelo bailarino e coreógrafo Armando Jorge) e que nada tem a ver com os BR, mas sim com uma companhia posterior que lhe copiou o nome. E até tem inscrito o nome da bailarina canadiana Margery Lambert, que dançou muitos anos no extinto Ballet Gulbenkian, nos anos 60 e 70.

Posto isto, pode-se concluir que mais valia um boa exposição - que, realmente fizesse jus à grandeza dos BR e genialidade de artistas e respectivo empresário – do que duas mostras que muito pouco ilustram a sua passagem por Portugal e, menos ainda, aquela modernidade que Diaguilev e colaboradores impuseram ao mundo da dança a partir de 1909 com obras seminais como Petruchka, Prelúdio à sesta de um fauno, A Sagração da Primavera, Parade, As Bodas ou Apollon Musagète.

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